15 Livros Para Oferecer no Dia da Mãe

Neste artigo Top Azores, damos-te uma lista de 15 livros para oferecer no Dia da Mãe da editora Letras Lavadas e N9na Poesia, para amantes de ficção, poesia e de outros géneros.

15 Livros para oferecer no Dia da Mãe, de ficção, poesia e outros géneros ‘fora da caixa’. E melhor, livros escritos por açorianos ou cujo pano de fundo se passa nos Açores!

O dia do Mãe celebra-se no primeiro dia de Maio, em Portugal, e neste dia, todos nós gostamos de mimar as nossas ricas mães, seja com um postal, um carinho, um almoço ou um presente. Segue então uma lista de 15 Livros para oferecer no Dia da Mãe!


Romances Históricos

Memórias de Madre Aliviada da Cruz, de Madre Aliviada da Cruz, de Henrique Levy

Este livro, para maiores de 18 anos, conta-nos as aventuras de Benedita Portugal de Castro, que em 1846 desembarcou em Ponta Delgada, na companhia de cinco marujos, rumo a Vila Franca do Campo, para ingressar no Convento de Santo André.

Amante do corpo, e do espírito, ardente em amor, Madre Benedita da Cruz consagrou a sua vida, quase toda, a Cristo e aos homens que dela se aproximaram com desejos de amor.

O romance revela peripécias eróticas e espirituais de uma mulher aristocrata, culta, e sensível, dedicando-se a uma diferente forma de se relacionar com a religião e a sociedade micaelense. Tendo nascido com um selo indelével, onde se inscrevem a liberdade e a igualdade, Madre Benedita da Cruz podia antever que se alguma revolta tivesse lugar, estaria ao lado do povo desta ilha, que carregava a riqueza nos ombros, para a descarregar sobre a opulência de poucos.

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Naquele Tempo, de Carolina Cordeiro

Naquele Tempo

Os anos decorrentes da união dos apaixonados, em 1856, são a marca inconfundível daquilo que o silêncio pode deixar na vida do casal Forrester, sem que, todavia, tudo à volta seja ilibado de culpas.

Constança e Aidan vão ter que descortinar o que ficou por dizer para poderem continuar a coexistirem numa ilha onde a indústria tomava conta dos sonhos. Naquele Tempo é o segundo volume da trilogia Tempo.

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Uma Voz Contra o Reich, de Gabriela Funk

Este livro é um retrato intimista de duas pessoas – mãe e filho – que num espectro temporal que cobre a primeira metade do século XX, na Alemanha, seguem linhas de pensamento e de ação desencontradas, mas que, num momento-chave das respetivas trajetórias de vida, se entre cruzam dramaticamente. Numa forma híbrida entre uma memória autobiográfica e uma novela em tom de diário, Uma Voz contra o Reich revela a coragem de uma mãe que salva o seu filho de uma morte iminente, lançando um grito inconformado e incómodo sobre a Guerra.

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Romances Contemporâneos

O Julgamento de Hipócrates, de José Eduardo Carvalho

Acontecimentos bizarros ocorrem no Hospital-Prisão de Água d’Alto, situado na vertente sul-leste da ilha de São Miguel, nos Açores. O complexo prisional integra o Centro Hipócrates de Estudos Biomédicos, criado e dirigido por Ramon Árias, médico-cirurgião, de origem peruana, que se proclama descendente do povo Atlante, que governou o continente da Atlântida, antes de submergir tragado pelas águas do oceano.

A fuga de um recluso, repatriado dos EUA, leva à denúncia dos estranhos casos clínicos e, num ápice, chegam ao conhecimento de uma jornalista do “Notícias dos Açores”.

Com o processo-crime “Operação Hipócrates” instaurado pelo Ministério Público, Árias é constituído arguido e levado a julgamento.

Paralelamente, Bárbara do Canto, diretora do Instituto de Geofísica e Vulcanologia está preocupada com o recrudescer da atividade sísmica do maciço vulcânico da Lagoa do Fogo que ameaça a sobrevivência do complexo prisional de Ramon Árias. Além do vulcanismo, há outra turbulência na vida de Bárbara: Gustavo Daguerre, fotógrafo freelancer da Geographic Magazine, interessado em fotografar a paisagem vulcânica. Entre eles nasce uma atração tão fulminante que supera a diferença de idades que os separa.

Ao longo dos dezasseis capítulos, a narrativa vai alternando a loucura de Ramon Árias com a paixão de Bárbara do Canto. De uma e de outra pode brotar a tragédia.

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Muralha Quotidiana, de Francisco Quarta

Muralha Quotidiana

Muralha Quotidiana narra a luta, por vezes inglória, do ser humano no seu dia-a-dia. Tem como protagonistas diversos personagens principais, salientando-se: o Dr. Gomes, jovem médico solidário que para além dos seus deveres profissionais, protege os mais carenciados, em acções deveras altruístas, enfrentando a soberba e ganância da elite social, o que lhe granjeia inimigos poderosos; Isaura, linda rapariga do campo, cujo pai, Lourenço, sofre de doença cancerígena, levando-a ao hospital da cidade, onde, inocentemente, deixará alguns corações apaixonados por si; e Jeremias, alcoólico, que numa das suas noites de farra acaba por assassinar o seu melhor amigo. Porém, regenera-se e casa com a viúva do amigo, tomando a seu cargo o sustento daquela família. Esta obra foca os aspectos da desigualdade humana e injustiça social, exercida pela petulância de alguns sobre os mais fragilizados, numa sociedade em que o “ter” é mais importante do que o “ser”, salientando também os perigos do álcool – o pior de todos os cancros. Este livro é a prova inequívoca que ainda existem pessoas de bem e de que a esperança está sempre presente, mesmo para quem pensa que já a perdeu.

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Os Limites do Coração, de Patrícia Carreiro

Os Limites do Coração

Não era fácil gerir aquele dia-a-dia. A normalidade também pode ser um problema. E para Júlia era: um problema dos grandes. A rotina irritava-a, era só mais um cada dia que nascia.
Até que surgiu aquele convite que poderia mudar tudo: e mudou. Enquanto professora de História, Júlia foi convidada pelo concelho da Ribeira Grande, na ilha de São Miguel, nos Açores, para leccionar um curso sobre a História daquela terra. As tradições e culturas daquela terra seriam a base do seu novo trabalho.
Tendo raízes açorianas, a professora foi ao encontro de uma aventura e de uma nova experiência. A ilha tornou-se um lugar perfeito para viver, muito mais quando conheceu Afonso, um historiador de renome açoriano, que lhe poderia mudar a vida. Mas tudo mudou, novamente, quando ela o descobriu viúvo, pois, por algum motivo estranho, nunca lhe contara aquele facto. No entanto, nem ele sabe bem a verdade da história: a falecida mulher decide reaparecer e volta com um filho nos braços.
Entre segredos que, também, Júlia tem e obrigações a que Afonso não consegue fugir, a história vai acontecendo num crescendo.
Tudo culmina no dia das maiores festas da Ribeira Grande, as Cavalhadas de São Pedro, quando os laços dão os nós e Júlia e Afonso descobrem todas as verdades perdidas nos recantos desta história.

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Poesia no feminino

Mulher, Coração da Liberdade – Vários autores (E-book gratuito)

Mulher Coração da Liberdade

No âmbito do Dia Internacional da Mulher, a editora Letras Lavadas e a Nova Gráfica uniram esforços para assinalar, como tem sido hábito, tão importante data, com a elaboração de “Mulher — Coração da Liberdade”, um livro de poemas, escrito por trinta e quatro autores convidados de todo o território português e Estados Unidos da América, mulheres e homens, e de diferentes gerações.
Alguns dos poemas inseridos neste livro-coração foram declamados por Aníbal C. Pires e Mário Sousa no dia 8 de março às 10:30 h, na Livraria Letras Lavadas, em Ponta Delgada.
Nos poemas de “Mulher — Coração da Liberdade” é abordada a questão da feminilidade e do se ser mulher num mundo ainda patriarcal e machista, apesar dos grandes progressos já alcançados na sociedade ocidental; a maternidade; a mulher companheira, com sentidas declarações de amor; a infância; o amor e o desamor. Em todos eles são enaltecidos a força, a perseverança, a coragem e a resiliência das mulheres, mas também a sua doçura, amabilidade e companheirismo.

Este livro especial poderá ser adquirido gratuitamente em formato e-book aqui!


Meu Porto, Meu Abrigo, de Sandra Fernandes

Meu Porto, Meu Abrigo
Meu Porto, Meu Abrigo

Livro de poesia de Sandra Fernandes que aborda temas como as emoções humanas, o crescimento espiritual, as vicissitudes da vida e suas alegrias, o amor, a verdade do nosso ser.

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Fragmentos da Tua Luz, de Orquídea Abreu

Fragmentos da tua Luz

Primeiro livro de poesia de Orquídea Abreu. Os poemas, segundo o crítico literário Domingos Lobo, são de resistência às coisas terrenas, nossas, tocáveis e quotidianas.

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A Sibylla – Versos Philophicos, de Marianna Belmira de Andrade

A Sibylia

Marianna Belmira de Andrade deve ser entendida como a mais singular voz da poesia açoriana da sua época. Remetida ao silêncio pela generalidade da crítica, o eco dos seus versos, apesar de indiscutível qualidade, não chega ao continente português, e esbarra na indiferença da maioria dos literatos açorianos.
É num contexto social em que vigora ainda um conservadorismo feroz que emerge a voz de Marianna Belmira de Andrade votada durante séculos não só ao isolamento geográfico, mas também ao arcaísmo sociocultural da condição de mulher em geral e da insular em particular.
Neste livro, Marianna Belmira de Andrade reprova a sociedade terratenente, a Igreja Católica e a instituição monárquica, responsabilizando-as pelo atraso do país, da pobreza e das desigualdades sociais. A autora revolta-se contra a condição das mulheres e o papel doméstico para que são relegadas, sendo-lhes negado o direito à instrução, o acesso à cultura, bem como o desempenho de qualquer função social relevante.

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Géneros ‘Fora da Caixa’

Um Punhado de Areia nas Mãos, de Maria João Ruivo

Um-Punhado-de-Areia-nas-Mãos

Hoje o temporal abateu-se sobre a Ilha. Não é que não estejamos habituados, mas nestes dias sinto sempre mais a pequenez desta terra, o esquecimento, o abandono dela à sua sorte. E de nós. Como se não fossemos território de importância para os deuses. Como se estivéssemos prisioneiros em terra de ninguém e o resto do mundo se avistasse para lá do muro. Começou logo de manhãzinha, para não perder tempo. Um vento agreste a tentar arrasar a minha banksia, a deitar por terra as camélias em botão… Uma chuva em grossas escorrências pelos muros do quintal, e caindo na minha clarabóia com um barulho atroador. E, o pior de tudo, este nevoeiro denso, que se abate sobre nós, silencioso e prepotente, que nos encharca os ossos e nos deixa a alma triste. Olho para os lados da Serra de Água de Pau e não a vejo. Angustia-me não vê-la. Faz parte da Ilha. É ponto de referência, como uma bússola, quando nos perdemos na noite. E é como me sinto. Perdida na beleza envenenada desta Ilha, que dorme e sonha “embalada ao som do mar”, como disse Antero um dia.

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3.6.5. Ou Um Dia de Cada Vez, de Carolina Cordeiro

3.6.5. Ou Um dia de Cada Vez

3.6.5. Ou Um dia de Cada Vez é um diário ficcional onde um ano é maior e mais do que apenas um conjunto de dias; onde a expressão da vida aparece em forma singular e sem conotação direta.
É uma conversa, um desabafo e um contar histórias entre uma personagem, que não se sabe se homem ou mulher, e um destinatário que se quer desperto a compreender um conjunto de inquietações, inquietações de todos nós.

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Notas da Ilha, de Teresa Canto Noronha

Notas da Ilha

Este livro é «um cativante exercício de memória e de atualização dessa memória desenhado em modo direto e curto, coerente com a forma como se designa. Muitos irão identificar-se com estes retratos pessoais. Mais do que um projeto, este é um modo de respirar. A respiração sem complexos de quem um dia deixou a ilha e a ela regressa com o respeito de a tratar como merece: com doçura e frontalidade. O sotaque e as expressões micaelenses vão sendo ouvidos nesta prosa bem amanhada. Lê-la é um prazer. Ouvi-la também. Aconselha-se por isso uma leitura em voz alta, daquelas que se faziam antigamente, junto às lareiras com vista para o mar».

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Fios Tecidos ao Vento, de Fernanda Mendes

Fios Tecidos ao Vento

A escrita de Fernanda Mendes acompanha a diversidade da existência com uma escrita heterogénea e híbrida, que combina a linguagem poética com o aforismo, a notícia, as memórias, o conto, o pensamento filosófico e até a oração, desobedecendo a formalismos. Apesar disso, há unidade no conjunto, costurada pela intenção de mostrar a beleza do quotidiano, mesmo que ele nos apareça de forma fragmentada, imperfeita e com prazo de validade.

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A Mulher que Bordava Flores, de Maria da Conceição Brasil

A Mulher que Bordava Flores

Este livro saiu das mãos e do coração com a ajuda do cérebro que, apesar de uma disciplina prudente, foi muitas vezes traído pela fluidez matreira que muitas vezes se infiltrou em muitos dos textos para reescrever a seu bel-prazer, o que não era suposto acontecer.
Assim sendo, as crónicas e demais trabalhos escritos aqui publicados, podem ser racionais ou não. Dependem, cada um deles, do tempo da escrita de cada um, dos sentimentos do momento e das vozes que neles se intrometeram a dirigir as palavras e frases por caminhos não previstos mas que queriam ver a luz do dia por entre a névoa das lágrimas e o sabor do amor. São trabalhos que contam estórias, que apontam caminhos, que relatam mundos diferentes daqueles que eu gostaria que fossem os de agora.

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Comer Vegetariano Durante Uma Semana, de Gualter Rainha

Comer Vegetariano Durante uma Semana

Comer vegetariano durante uma semana apresenta receitas, escolhidas por Gualter Rainha, que irão funcionar como um passo introdutório, desenvolvido ao longo de sete dias, à dieta vegetariana.

O livro é composto por um total de 40 receitas: 7 de pequenos-almoços, 7 de lanches, 14 para pratos principais, 2 receitas de substitutos vegetais aos derivados comuns, 6 bebidas sugestivas, e 4 sobremesas.

Encontrará, ainda, algumas sugestões e curiosidades que o autor tem presentes diariamente quando escolhe os produtos, algumas dicas na preparação das refeições, e na hora das refeições. As receitas são simples e todas 100 % vegetais (ou vegetarianas estritas), além de económicas.

Este livro é ainda uma mais-valia para quem pretende conhecer algumas técnicas da gastronomia vegetariana estrita, e é um reforço a quem deseja fazer transição para vegetariano.

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