Açorlogias

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Natural de Ponta Delgada, mas residente há vários anos na Ribeira Grande, o autor destaca-se pelo seu papel activo na valorização da autonomia dos Açores, com pendor de pensamento independentista. Foi líder do Partido Democrático do Atlântico (PDA), entre 2002 e 2010, e membro do movimento da Frente de Libertação dos Açores.
“Açorlogias”, é, portanto, o resultado de uma colectânea de artigos de opinião de José Ventura sobre diversas temáticas relacionadas com os Açores e com a sua autonomia / independência, publicados entre 2013 a 2021.

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Autor: José Ventura

 

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DETALHES DO PRODUTO

Additional information

Weight 1,030 kg
Dimensions 23 × 16 × 3,3 cm
ISBN

978-989-735-412-0

Edition

2022

Language

Português

Bookbinding

Capa mole

Pages

735

Publisher

Pedra Pomes

SOBRE O AUTOR

José Ventura

Nasceu em Ponta Delgada em 1943. Foi segundanista da Universidade dos Açores (Curso de Estudos Europeus e Política Internacional).
Pertenceu à Juventude Operária Católica, a que presidiu regionalmente, aderindo à Doutrina Social da Igreja. Militou ali até ir para a tropa, passando por Caldas da Rainha, Vendas Novas e Ponta Delgada. Mobilizado para a Guiné, mas colocado em Timor, onde foi responsável pelo psicossocial, o que o aproximou à população local, com destaque para a formação de mais de 30 crianças e jovens.
Fundou a Associação de Amizade Açores – Timor aquando do Massacre de Santa Cruz em 1991, para lutar pelos timorenses. Recebeu-os nos Açores, com honras de Povo, e organizou em Ponta Delgada a maior exposição sobre Timor dos Açores.
Trabalha depois na Ford, em Ponta Delgada, iniciando a carreira como sindicalista. Pertence à Comissão Administrativa da Caixa de Previdência, conseguindo que os partos das associações tivessem lugar em hospitais e clínicas.
Foi sócio fundador da Codornix, empresa de produção de codornizes, e fundou a Imaçor, fábrica de laminados de madeira, com ligações ao extinto Instituto de Investimento e Privatização dos Açores.
Quando voltou da tropa, é convidado por Mota Amaral para um grupo de trabalho político e, chegado o 25 de Abril de 1974, ajuda a formar o PPDA, quando se dá a Manifestação de 6 de Junho de 1975, concebida também por aquele. Aparecido o PDA, partido açoriano, a ele adere, chegando a Presidente, cargo que ocupou por dez anos.
Com sentido de Estado, promoveu coligação com partidos e independentes, abrindo caminho para a legislação eleitoral.
Escreveu e publicou artigos de opinião em jornais e revistas, fez conferências e discursos de carácter político.

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