Excertos da recensão crítica de José Manuel Santos Narciso ao livro “As Ilhas Desconhecidas”, de Raul Brandão, na sua coluna “Leituras do Atlântico”, da edição de 3 de setembro de 2018 do semanário Atlântico Expresso:

«Esta obra de Raul Brandão, considerada como um clássico da literatura portuguesa, deve ser, das que se escreveram sobre os Açores, uma das que mais edições já conta e que maior divulgação conhece, no País e no estrangeiro. Pena que nas nossas escolas ainda não ocupe o lugar que merece (e não estou a falar da presença nas estantes das respectivas bibliotecas), já que há estudantes de anos bem adiantados que nunca ouviram falar deste livro. Lamentável, principalmente se tivermos em conta que se trata, talvez, do mais belo retrato que alguém fez dos Açores, no início do século XX».

«Importa referir aqui que esta edição de “As Ilhas Desconhecidas” fica bastante enriquecida com uma colecção de algumas dezenas de fotografias da época, cedidas pela Direcção Regional da Cultura e dispersas por vários museus da Região e que ajudam o leitor não só a visualizar muitos dos locais citados por Raul Brandão, como a comparar até as mudanças operadas nestes quase cem anos que separam a escrita da actualidade».
«Para quem nunca leu “As Ilhas Desconhecidas”, esta é uma boa oportunidade, numa edição bonita e apelativa [da Letras Lavadas edições]”.

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