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	<title>Teatro português &#8211; Letras Lavadas</title>
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	<description>Expandindo açorianidade pelo mundo.</description>
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	<title>Teatro português &#8211; Letras Lavadas</title>
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		<title>Às Peças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 May 2025 08:21:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div>
<h3>Às Peças</h3>
<p>Reúnem-se no presente volume três peças de teatro de Alexandre Borges, incluindo “Tu de Quem És?”, escrita em co-autoria com Nuno Costa Santos, a partir de diálogos com os actores Miguel Damião e Lúcia Moniz, levada à cena em 2018 no Teatro Micaelense, em Ponta Delgada. Para além desta, encontrará o leitor nestas páginas mais duas comédias: “Instruções para uma Vida Normal”, estreada em 2021, no Teatro Municipal Amélia Rey Colaço, em Oeiras, com os actores Alice Medeiros e Tiago Fernandes e encenação de João André, numa co-produção Bruta/Companhia de Actores, e “República Popular do Parque Mayer”, texto nunca levado à cena. Três peças, três comédias, três reflexões em tom satírico sobre a açorianidade, o Portugal contemporâneo e a intimidade, no tempo de todas as pandemias.</p>
<p>-------------</p>
</div>
<div><strong>Autor: Alexandre Borges</strong></div>
<p>&#160;</p>
<p>Esta nova colecção é coordenada pelo professor e crítico literário Vamberto Freitas.</p>
<div><img class="alignnone size-medium wp-image-93376" src="https://www.letraslavadas.pt/wp-content/uploads/2024/03/Vamberto-Freitas-300x114.png" alt="" width="300" height="114" /></div>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>Às Peças</h3>
<h3>Alexandre Borges</h3>
<p>Alexandre Borges é um escritor e argumentista natural de Angra do Heroísmo (1980), radicado em Lisboa desde 1998.<br />
É licenciado em Filosofia e formador de argumento, foi editor de cultura de “A Capital”, crítico de cinema do jornal “i” e integrou as equipas responsáveis por programas de televisão como “Prós &amp; Contras”, “Zapping”, “Equador”, “Tempo de Viver”, “Grandes Livros”, “Na Corda Bamba”, “Brainstorm”, “5 Para a Meia-noite”, “A Rede”, “Mal-amanhados &#8211; Os Novos Corsários das Ilhas” ou os documentários “A Arte no Tempo da Sida”, “A Ilha dos Gigantes” ou “O Dia que Abalou o Pensamento”. Em teatro, foi actor, encenador e trabalha hoje, essencialmente, na formação de jovens no contexto da Companhia de Actores.<br />
É director criativo de uma agência de comunicação e colaborador do jornal e da rádio “Observador”. Os seus livros “O Boato &#8211; Introdução ao Pessimismo” (Companhia das Ilhas, 2013) e “Atenção ao Intervalo entre o Caos e o Comboio” (N9na Poesia, 2021) estão incluídos no Plano Regional de Leitura dos Açores.</p>
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<p><a href="https://agendacores.pt/top-azores-22-provas-de-que-a-terceira-e-uma-ilha-de-escritores/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Vamberto Freitas</strong></a></p>
<p>Nasceu nas Fontinhas, Praia da Vitória, a 27 de Fevereiro de 1951. Iniciou os estudos secundários no então Liceu Nacional de Angra do Heroísmo, mas logo emigrou com a família para os Estados Unidos, indo fixar-se em Porterville, no Vale de São Joaquim, na Califórnia.</p>
<p>Estudou na California State University (Fullerton) onde obtém uma licenciatura em Estudos Latino-Americanos e na mesma universidade faz estudos de pós-graduação em Literatura Americana e Literatura Comparada. Em seguida, concluídos os estudos pedagógicos no Chapman College (Fullerton), lecciona na Escola Secundária de Cerritos, Califórnia.</p>
<p>Vamberto Freitas começa então a distinguir-se pela qualidade da sua actividade jornalística, publicando em jornais norte-americanos de língua portuguesa; nesse período, é nomeado correspondente estrangeiro na Califórnia do <em>Diário de Notícias</em> (Lisboa), funções que exerce de 1979 até 1991, data em que decide fixar-se nos Açores, em Ponta Delgada.</p>
<p>Regressado aos Açores, ao mesmo tempo que continua a colaborar no suplemento literário do <em>Diário de Notícias</em>, presta colaboração, por um breve trecho, à RTP-A e ingressa, como Leitor de Língua Inglesa, na Universidade dos Açores. É nomeado representante da Assembleia Legislativa Regional dos Açores no conselho nacional de opinião da RDP, cargo que exerceu por cerca de três anos.</p>
<p>Com o seu regresso e a sua entrada como docente da <a href="https://www.uac.pt/" target="_blank" rel="noopener">Universidade dos Açores</a>, Vamberto Freitas inicia um período de afirmação como crítico literário. A sua área de interesses incide sobre a <i>new world fiction</i>, a literatura da emigração portuguesa e, de forma especial, sobre a literatura açoriana e a chamada «literatura étnica» norte-americana, com particular enfoque sobre a geração de escritores luso-descendentes, emergente nos finais do século XX.</p>
<p>A par da docência, a sua actividade de crítico literário revela-se muito produtiva, com a publicação de uma dezena de livros e de grande número de títulos em revistas e suplementos culturais, ao mesmo tempo que participa, com comunicações, em jornadas e congressos de literatura norte-americana e cultura açoriana, no Canadá, Estados Unidos da América, Portugal (Açores, continente e Madeira), e em outros países.</p>
<p>Em 1995, fundou o <em>SAC, Suplemento Açoriano de Cultura</em>, caderno literário do <em>Correio dos Açores</em> (Ponta Delgada), que coordenou até à sua extinção, em 2001. Em 2003, funda o <em>SAAL</em>,<em> Suplemento Açoriano de Artes e Letras</em>, publicado como caderno autónomo da revista <em>Saber/Açores</em> (Ponta Delgada).</p>
<p>A sua intervenção neste campo incute uma nova dimensão e um novo sopro ao suplementarismo literário, em particular nos Açores, conferindo-lhe um papel destacado no panorama da crítica literária, de modo especial no universo de referência cultural de raiz açoriana.</p>
<p>Obras principais. (1990), <i>Jornal da Emigração. A L(USA)lândia Reinventada</i>. Angra do Heroísmo, Gabinete de Emigração e Apoio às Comunidades Açorianas. (1992), <i>Pátria ao Longe. Jornal da Emigração II</i>. Ponta Delgada, Signo. (1992), <i>O Imaginário dos Escritores Açorianos</i>. Lisboa, Salamandra. (1993), e Letras Lavadas (2.ª edição), <i>Para Cada Amanhã. Jornal de Emigrante</i>. Lisboa, Salamandra. (1994), <i>América. Entre a Realidade e a Ficção</i>. Lisboa, Salamandra. (1995), <i>Entre a Palavra e o Chão. Geografias do Afecto e da Memória</i>. Ponta Delgada, Jornal de Cultura. (1998), <i>Mar Cavado. Da Literatura Açoriana e Outras Narrativas</i>. Lisboa, Salamandra (1999), <i>A Ilha em Frente. Textos do Cerco e da Fuga</i>. Lisboa, Salamandra. (2002), <i>O Homem que era feito de Rede</i>, trad. do conto de Katherine Vaz, <i>Man Who Was Made Of Netting</i>. Lisboa, Salamandra. (2002), <i>Jornalismo e Cidadania: Dos Açores à Califórnia</i>. Lisboa, Salamandra (2002), <em>bordercrossings – leituras do transatlântico </em>1, 2, 3, 4, 5 e 6 (<a href="http://letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>).</p>
<p>ISBN: 9789897355905</p>
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