Vila Franca – Subversão quando a casa é escrita no mar

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Passaram-se precisamente 500 anos desde que Vila Franca do Campo, então capital dos Açores, foi totalmente subvertida. Aconteceu a 22 de Outubro de 1522 a maior catástrofe natural da história insular açoriana e a segunda maior de Portugal.
Este sismo desencadeou por grande parte da ilha inúmeros movimentos de vertente, tendo sido mais afectadas as áreas de Vila Franca do Campo, Ponta Garça, Furnas, Fenais da Ajuda e Maia.
E assim foi destruída Vila Franca do Campo. No total terão perdido a vida entre 3000 e 5000 pessoas, praticamente toda a população que ali se encontrava.
Esta catástrofe, que ficou conhecida pela subversão de Vila Franca, marcou profundamente o desenvolvimento da ilha de São Miguel, fazendo migrar o centro político e económico para a nascente vila de Ponta Delgada, que em breve seria a capital de ilha e continuaria a crescer até ser hoje maior cidade açoriana e o principal centro político e económico de todo o arquipélago. Não fora o terramoto e esse papel caberia a Vila Franca, vila melhor situada e com um melhor porto natural.
Além de dar conta dos relatos do referido terramoto, Teixeira Dias acrescenta notas /perguntas que chamam a atenção do leitor para incongruências que o autor julga existirem neles a fim de que, cada um possa fazer, por si, o juízo sobre o evento.

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Autor: José Maria Teixeira Dias

 

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DETALHES DO PRODUTO

Informação adicional

Peso 0,175 kg
Dimensões (C x L x A) 23 × 16 × 0,9 cm
ISBN

978-989-735-406-9

Edição

2022

Idioma

Português

Encadernação

Capa mole

Páginas

78

Editora

Letras Lavadas

SOBRE O AUTOR

JOSÉ MARIA TEIXEIRA DIAS

Nascido no ano de 1937, em Amarante, frequentou os seminários da Congregação do Espírito Santo durante dez anos. Licenciou-se em Direito Canónico na Pontifícia de Salamanca e em História na Universidade do Porto. Feito o curso Ciências Pedagógicas e o estágio pedagógico na Escola Comercial e Industrial de Vila Nova de Gala, veio para os Açores, fixando-se em Vila Franca e trabalhando em Ponta Delgada. Aqui lecionou no ensino técnico, transformado após o 25 de abril em secundário, onde se efetivou como professor. Deu ainda aulas na Escola do Magistério, apoiou estágios pedagógicos e lecionou na Universidade dos Açores História da Educação e Pedagogia, tenho elaborado uma tese de doutoramento sobre o colégio dos jesuítas em Ponta Delgada. Publicou vários livros sobre a História dos Açores e o ensino na Região. Colabora com alguns jornais e revistas locais.

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