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A Fajã de Cima ou como a bota de cano se tornou mais atraente que o salto alto

10,00 

Este livro é, antes de mais, uma viva declaração de amor à freguesia da Fajã de Cima e às suas figuras, aqui com nomes como Ludgero, Herberto e Mário. O potencial criativo do autor fica ao serviço de uma narrativa que junta um sentimento de terna admiração por um território e o gosto em contar, com humor e uma pena desenfreada, o extraordinário.

Autor: Luís Rego

 

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Em stock

DETALHES DO PRODUTO

Informação adicional

Peso 0,395 kg
Dimensões (C x L x A) 20 × 14 × 12 cm
ISBN

978-989-735-188-4

Edição

11 -2018

Idioma

Português

Encadernação

Capa mole

Páginas

152

Editora

Letras Lavadas

SOBRE O AUTOR

LUÍS REGO

Luís Rego

Luís Rego nasceu em Ponta Delgada, mas viveu grande parte da vida em Lisboa, onde desempenhou funções como redactor publicitário na agência de publicidade multinacional McCann Erickson, passando, mais tarde, pela Fisher Portugal, o maior grupo de comunicação da América do Sul. Foi Director Criativo da HDG Açores, agência que ficou conhecida por ter criado a Marca Açores. Teve estreia literária em 2012 com o livro infantil O Arranha-Céus Horizontal. Em 2018 lança A Fajã de Cima, ou como a bota de cano se tornou mais atraente que o salto alto, em Ponta Delgada, Lisboa e Algarve. Em 2019 lança Um Natal nos Açores, ou como o Pai Natal trocou as botas de cano pelos chinelos, com ilustrações de Sara Azad e continua muito impressionado com “A Pomba” de Patrick Suskind. Mas, Giorgio de Chirico, Max Ernst e Júlio Pomar são as suas verdadeiras inspirações.

 

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