Gaspar Frutuoso – O Homem e a Obra

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Gaspar Frutuoso – O Homem e a Obra

A publicação do livro assinala a passagem dos 500 anos do nascimento do Doutor Gaspar Frutuoso, supostamente ocorrido em 1522.
O Doutor Gaspar Frutuoso foi o primeiro e, até hoje, o maior cronista/historiador dos Açores. É autor das Saudades da Terra, obra organizada em seis livros, que relata a história dos Açores, mas também a história dos demais arquipélagos da Macaronésia, a saber, a Madeira, as Canárias e Cabo Verde. O livro divide-se em duas partes. Na primeira parte, trata-se da vida do Doutor Gaspar Frutuoso, designadamente, da carreira eclesiástica, que talvez pudesse ter culminado na assunção das funções de bispo de Angra e ilhas dos Açores, e da carreira académica, assinalada pela frequência da Universidade de Salamanca durante cerca de uma década. Ainda acrescem referências à incerta origem familiar, sob as suspeitas da ilegitimidade e do judaísmo. Na última parte, trata-se da génese, da redação, do conteúdo, da cópia e da publicação das Saudades da Terra, obra maior da historiografia açoriana.

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Autor: Avelino de Freitas de Meneses

 

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DETALHES DO PRODUTO

Informação adicional

Peso 0,178 kg
Dimensões (C x L x A) 23 × 15 × 0,7 cm
ISBN

978-989-735-399-4

Edição

Setembro de 2022

Idioma

Português

Encadernação

Capa mole

Páginas

98

Editora

Letras Lavadas

SOBRE O AUTOR

Avelino de Freitas de Meneses

Nasceu, em 1958, na freguesia (actual vila) das Lajes da ilha Terceira e reside, desde 1978, na cidade de Ponta Delgada da ilha de São Miguel, para onde se transferiu a fim de frequentar o então Instituto Universitário dos Açores. Na Universidade dos Açores, concluiu a licenciatura em História em 1981, ingressando na carreira docente universitária, onde realizou Provas de Aptidão Pedagógica e Capacidade Científica em 1985, de Doutoramento em 1992 e de Agregação em 1998. Foi o 1º aluno da Universidade dos Açores a alcançar, em 1992, o grau de Doutor, em 2000, a nomeação como Professor Catedrático e, em 2003, a eleição para Reitor. Como historiador, o seu labor incide nas épocas moderna e contemporânea, vertido em estudos de carácter local, regional e geral, que evidenciam a contribuição das ilhas para a projecção de Portugal no Mundo, desde o advento dos descobrimentos. É possuidor de uma bibliografia extensa, sendo autor, co-autor, director ou organizador de uma vintena de livros e autor de quase uma centena e meia de artigos, insertos em publicações da especialidade. De 2003 a 2011, no desempenho da missão de Reitor da Universidade dos Açores, definiu por lema de acção “da percepção da insularidade à cultura da universalidade”, tido por mais adequado à função universitária de agência de desenvolvimento das ilhas em conjuntura de globalização. Quer isto dizer, que atentou na promoção do estudo da circunstância mais imediata – o arquipélago dos Açores – e estimulou a perspectiva da internacionalização dos saberes, que exige abertura e competitividade, tudo indispensável à construção de um conhecimento de aplicação geral, mas sempre apropriado às condições físicas e culturais da insularidade. No termo do exercício reitoral, foi condecorado em 2011 pelo Presidente da República, com a Grã Cruz da Ordem da Instrução Pública, e pela Assembleia Legislativa Regional dos Açores e pelo Governo dos Açores, com a Insígnia Autonómica de Reconhecimento, e em 2012 pelos municípios açorianos que albergam os três campi da Universidade dos Açores, a saber, Ponta Delgada (Cidadão Honorário), Angra do Heroísmo (Medalha de Mérito do Município/ Classe de Mérito Cultural) e Horta (Medalha de Mérito Municipal). De 2014 a 2020, exerceu funções de Secretário Regional da Educação e Cultura do Governo dos Açores.

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