Peixe do meu Quintal – Lusologias

16,00 

Em stock

Peixe do meu Quintal – Lusologias

«Um comentador conto este tem de medir constantemente o seu e o nosso momento coletivo para que o possa interpretar, para que, sempre que possível, o possa moldar conforme a sua ideologia ou a sua mundividência. Não são todos que têm tido estas universidades — o conhecimento pessoal e direto de outros mundos para além dos nossos horizontes estreitos e brumosos.»
VAMBERTO FREITAS Escritor e Crítico Literário

«É esta a polivalência e abrangência que retrata José Soares: a capacidade de entender do 8 ao 80, ajustando-se normalmente, como diapasão, pelo intermédio, mas aberto a oscilações caso, no seu assaz entendimento, o interlocutor lhe apresente premissas capazes de suscitar dúvida ou mesmo dar o seu caso por concluído, com um aperto de mão e um largo sorriso. Excelente ou-vinte, José Soares é uma fonte viva e emotiva de conhecimento e de valores que tendem a desaparecer; um companheiro de jornada a quem, acima de qualquer dúvida, a nobilíssima personalidade cativa toda e qualquer leitura, do que tão bem sabe escrever.»
SÉRGIO REZENDES Historiador

«0 presente volume é uma recolha dessas intervenções escritas. Elas transmitem as convicções, os valores, os ideais por que pugna o seu autor, expressos com a vivacidade, a garra, a genica que o caraterizam. Quem já conversou com ele reconhecerá imediatamente nestes textos a voz do seu autor. Nestes conturbados tempos que correm, fazem falta vozes de dissidentes, remadores contra a maré, defensores de causas.»
ONÉSIMO TEOTÓNIO ALMEIDA Escritor e Filósofo

—-

Autor: José Soares

 

Partilhe nas suas redes:

DETALHES DO PRODUTO

Informação adicional

Dimensões (C x L x A) 23 × 16 × 1,9 cm
ISBN

978-989-735-517-2

Edição

Abril de 2024

N.º Páginas

290

Idioma

Português

Encadernação

Capa mole

Editora

Letras Lavadas

SOBRE O AUTOR

JOSÉ SOARES

Jornalista, editor e investigador, com centenas de títulos em jornais e revistas nos Açores e sua Diáspora, José Soares (de Abrantes Reis) publica desde 1970, dando os primeiros passos no Correio dos Açores e percorrendo o caminho de uma vida na comunicação social. Depois de cumprida a comissão militar na guerra colonial (Guiné), emigrou para o Canadá, onde casou em primeiras núpcias com Germanina de Melo Pacheco, já falecida e com quem teve três filhos. Passou pela rádio alguns anos e foi apresentador de televisão durante mais de uma década. A convite do então director da RTP/Açores, José Lopes de Araújo, foi delegado e correspondente da RDP/RTP em Otava, passando pela direcção de vários órgãos de comunicação social, participando igualmente na fundação de múltiplas instituições comunitárias da lusologia canadiana. Participou em várias comissões de integração dos imigrantes no Quebeque e foi vice-presidente do comité de campanha, a convite do então primeiro-ministro Jacques Parizeau, durante o referendo de 1995 para a soberania daquela província canadiana. Fundou o “COMUNIDADE”, primeiro jornal em Língua Portuguesa na capital canadiana, Otava (Ontário) e Gatineau (Quebeque) e anos depois o segundo na mesma região, “JORNAL NACIONAL”. Em São Miguel, foi director do jornal AÇORES9, a maior tiragem de um jornal nos Açores, distribuído gratuitamente pelos cerca de 50 mil domicílios na Ilha, através dos serviços postais (CTT). Em 2014 lançou uma compilação de crónicas que haviam sido publicadas no decano Açoriano Oriental, a convite do então seu director João Manuel Alves, sob o título “CRÓNICA DOS REGRESSOS – Barcos de Palha” (Calendário de Letras). Este livro segue na rota do primeiro. Com escritos que começaram publicados no Diário dos Açores de Ponta Delgada desde 2016, passando a diversos outros jornais dos Açores e da Diáspora lusófona, como Diário Insular, O Portal da Ilha, Jornal da Praia, Ilha Maior, Portuguese Times, LusoPresse e outros. Condensando em livro as crónicas incisivas, acutilantes, contundentes que o tornaram procurado semanalmente, pode dizer-se que estamos perante um compêndio que envolve sociologia, politologia mas, sobretudo, um valioso contributo ao Jornalismo na sua forma livre e desprendida de praticar a Democracia.
Depois de viverem desde 1990 em união legal, José Soares e Manuela Pereira, empresária da restauração, casaram em 2009.

Também pode gostar

Também pode gostar…

Outras Sugestões