Sardoal

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Sardoal

«A consistência poética, a intertextualidade e as referências em Sardoal – Camões, Ovídio, Horácio, Yeats, Rilke, Tranströmer, entre outros, além da recriação do diálogo final dos filmes Cinema Paradiso, de Giuseppe Tornatore -, a conquista plena do vôo poético enquanto paisagem intimista que “resgata inexoravelmente o verbo”, recriando cada palavra a partir da sua densidade interior, neste caso, num universo bucólico de rememoração, bem alicerçado no conhecimento da poesia em todas as épocas da criação literária, permitiram ao autor criar uma sólida obra, ao nível do prémio e de Natália Correia».

Júri do Prémio Literário Natália Correia

Autor: João Rasteiro

Em stock

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DETALHES DO PRODUTO

Informação adicional

Dimensões (C x L x A) 20,5 × 14,5 × 1,5 cm
ISBN

978-989-735-469-4

Edição

Julho de 2023

Idioma

Português

N.º Páginas

94

Encadernação

Capa dura

Editora

Letras Lavadas

SOBRE O AUTOR

João Rasteiro (Ameal – Coimbra, 1965), poeta e ensaísta. Licenciado em Estudos Portugueses e Lusófonos pela Universidade de Coimbra, integra actualmente a Direcção do P.E.N. Clube Português. Integra ainda os Conselhos Editoriais das Revistas DEVIR – Revista Ibero-americana de Cultura e Folhas – Letras & Outros ofícios.
Publicou em diversas revistas e antologias em Portugal, Brasil, Itália, França, Espanha, Finlândia, República Checa, Hungria, Moçambique, México, USA, Colômbia, Nicarágua e Chile, possuindo poemas traduzidos para o espanhol, italiano, catalão, inglês, francês, checo, japonês, finlandês, húngaro e occitano. Obteve vários prémios, mormente a “Segnalazione di Merito” Premio Publio Virgilio Marone, Itália, 2003 e o Prémio Literário Manuel António Pina, 2010. Foi um dos 20 finalistas do Prémio Portugal Telecom de Literatura (Poesia), 2012. Livros: A Respiração das Vértebras, 2001; No Centro do Arco, 2003; Os Cílios Maternos, 2005; O Búzio de Istambul, 2008; Pedro e Inês ou As madrugadas esculpidas, 2009; Diacrítico, 2010; A Divina Pestilência, 2011; Elegias, 2011; Tríptico da Súplica (Brasil), 2011; Pequeña Retrospectiva de la Puesta en Escena (Espanha, bilingue), 2014; Salamanca o la Memoria del Minotauro (bilingue, 2014); Solstício de Dezembro (Ed. restrita de autor, 2014); acrónimo, 2015; Ruídos e Motins, 2016; O gosto solitário do orvalho, 2016; a plaquete, “Natal de quê? De quem?”, 2016, 2017, 2018, 2019; A Rose is a Rose is a Rose et Coetera, 2017 (2o ed. 2018); Eu cantarei um dia da tristeza (e-manuscrito, 2017); Poemas en Punto de Hueso: 2001-2017 (Espanha, bilingue, 2017; 2o ed. 2019), Levedura, 2019 e Governadores de Orvalho (contos), 2020. Em 2009 integrou o livro “O que é a poesia?” (Brasil), organizado pelo poeta Edson Cruz.
Em 2012, 2017 e 2018 integrou, respectivamente, as antologias, “Corté la naranja en dos”, (poesia portuguesa contemporânea, México, Ediciones Libera – compilação e tradução de Fernando Reyes da Universidade Nacional Autónoma do México), “Voces de Portugal. Once poetas de hoy” (Colección Series Mino, 2017 – tradução e coordenação de Pedro Sánchez Sanz) e, a antologia sobre a literatura portuguesa, em número especial organizada e editada pela revista Luvina, revista literária da universidade de Guadalajara, México, no âmbito da Feira do livro de Guadalajara em que Portugal foi o país convidado.
Em 2009 e 2018 organizou antologias dedicadas à poesia portuguesa contemporânea, respectivamente: “Poesia Portuguesa Hoje” (Arquitrave, Colômbia) e “Aquí, en Esta

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