<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Loja &#8211; Letras Lavadas</title>
	<atom:link href="https://www.letraslavadas.pt/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.letraslavadas.pt</link>
	<description>Expandindo açorianidade pelo mundo.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 16 Oct 2026 12:35:31 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1.3</generator>

<image>
	<url>https://www.letraslavadas.pt/wp-content/uploads/2024/02/cropped-LogoLLicon-32x32.png</url>
	<title>Loja &#8211; Letras Lavadas</title>
	<link>https://www.letraslavadas.pt</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Dez Histórias para Aprender e Sonhar</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/dez-historias-para-aprender-e-sonhar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 13:24:39 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=100221</guid>

					<description><![CDATA[<h3>Dez, Histórias para Aprender e Sonhar</h3>
<p class="p1">"Ao abrires o teu livro. vais encontrar a magia de dez histórias e com elas podes aprender e sonhar. Descobre o que acontece ao coelho Lucas, que não queria morar no livro. Por onde andou o camaleão Julião? Porque mudou de cor, várias vezes, o nabinho Belmiro? Podes ainda descobrir outras aventuras, antes do soninho chegar."</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Autora: Isabel Leal    Ilustrações: Ana Teresa Mota</strong></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/dez-historias-para-aprender-e-sonhar/">Dez Histórias para Aprender e Sonhar</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;"><strong>Isabel Leal</strong></p>
<p>Nasceu no Alentejo e vive em São Miguel desde 1993. Foi Educadora de Infância e sempre teve gosto pela leitura e pela escrita. Ao longo da sua carreira, quando não encontrava histórias adequadas aos temas que queria trabalhar com as crianças, criava as suas próprias narrativas infantis. É mãe da ilustradora Ana Teresa Mota.</p>
<p><strong>Ana Teresa Mota</strong></p>
<p>Nasceu em Ponta Delgada, em 1999. É licenciada em História da Arte pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, instituição onde também concluiu o Mestrado em História da Arte e Património. Nos seus tempos livres, dedica-se à leitura e ao desenho, duas áreas que refletem a sua sensibilidade artística e criatividade.</p>
<p>ISBN: 9789897357145</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/dez-historias-para-aprender-e-sonhar/">Dez Histórias para Aprender e Sonhar</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Oqueli – O Rapaz-Folha</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/oqueli-o-rapaz-folha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 11:17:08 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=100212</guid>

					<description><![CDATA[<h3>Oqueli – O Rapaz-Folha</h3>
<p class="p1">Raul é um homem solitário, daqueles que vivem tão sozinhos que já nem se lembram da sua voz. Por isso, escrevia todos os dias. Não escrevia histórias longas ou romances, mas pequenos textos que pendurava no fio da roupa para enfeitar o seu quintal e a sua casa. Certo dia, farto daquele silêncio todo, Raul decidiu conversar com um bando de pássaros que faziam morada na macieira do seu quintal e pediu-lhes uma companhia, sem medo de ser julgado ou criticado. Falou com os pássaros, simplesmente, mas não esperava ser ouvido. No dia seguinte, encontrou um menino deitado ao pé da macieira, com todos os pássaros à sua volta, numa tentativa de o ajudarem. Mas era um menino peculiar, com uma pele diferente e de tonalidades <span class="s1">que lhe lembrava </span>os livros.</p>
<p class="p1">Será que aquele menino tinha vindo para lhe fazer companhia ou estaria ainda a sonhar? Teria a sua solidão acabado? Que desafios poderia ele, com uma idade já avançada, viver com uma criança por perto? Um livro que fala de forma simples sobre o poder dos livros, das histórias e das bibliotecas, bem como da entrega entre pais e filhos e da pressa que o ser humano vive cada vez mais nos nossos dias.</p>
<p><b>Autora: Patrícia Carreiro    Ilustrações: Cor de Carmim</b></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/oqueli-o-rapaz-folha/">Oqueli – O Rapaz-Folha</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1"><strong>Patrícia Carreiro</strong></p>
<p class="p1">Mãe de dois filhos, aos 40 anos, Patrícia Carreiro já escreveu e publicou os livros <em>A Distância que nos Uniu</em>, <em>Amizade a branco e preto</em>, <em>O fio perdido</em>, <em><a href="https://www.letraslavadas.pt/os-limites-do-coracao/">Os</a> limites do coração</em>, <em>Açores, uma caça ao sonho americano</em> e coordenou a obra <a href="https://www.letraslavadas.pt/homens-livro/"><em>Homens Livro</em></a>.</p>
<p class="p1">Formada em Comunicação Social e Cultura, pela Universidade dos Açores, já passou pela RDP e RTP Açores, <a href="https://www.acorianooriental.pt/" target="_blank" rel="noopener">Açoriano Oriental</a>, Expresso das Nove, JornalDiário.com, Correio dos Açores, Atlântico Expresso e Açorianíssima. Foi representante da Chiado Editora e da Pastelaria Studios Editora nos Açores. Atualmente, é Diretora da Livraria Letras Lavadas, parte integrante do Grupo Nova Gráfica, projeto que abraça com a convicção de que a promoção da leitura é um caminho diário e necessário que tem evoluído ao longo dos tempos.</p>
<p class="p1"><strong>Carla Mendes</strong></p>
<p class="p2">Carla Mendes é designer gráfica e ilustradora. Depois de mais de vinte anos dedicados ao design editorial, encontrou na ilustração um espaço onde pode dar forma às histórias que mais a inspiram. É no seu projeto artístico, Cor Carmim, que explora diferentes formas de expressão visual, da ilustração à cerâmica, e assina os livros <em>O Planeta é a nossa casa</em>, vol II, <em>Aurora e Dóris e um novelo de lã</em>.</p>
<p class="p2">Mãe de duas filhas, redescobriu com elas o encanto dos livros infantis e a certeza de que a imaginação é um lugar onde nunca deixamos de crescer. É essa sensibilidade que procura levar para cada ilustração que cria, acreditando que os livros têm o poder de aproximar pessoas, despertar emoções e guardar memórias para toda a vida.</p>
<p>ISBN: 9789897357022</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/oqueli-o-rapaz-folha/">Oqueli – O Rapaz-Folha</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Das calçadas aos ananases: investigar o mundo com um olhar matemático</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/das-calcadas-aos-ananases/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 08:52:27 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=89117</guid>

					<description><![CDATA[<div>
<h3>Das calçadas aos ananases: investigar o mundo com um olhar matemático</h3>
<p>Que simetrias podemos identificar na Calçada Portuguesa, nas varandas em ferro fundido e no artesanato?</p>
<p>Como funcionam os números de identificação do cartão de cidadão, das notas de Euro e dos códigos de barras? Que padrões numéricos e geométricos se destacam das leis que regem a Natureza? Como podemos manter um bolo sempre fresco? Que curiosidades encerram os números com que lidamos todos os dias? Como funcionam os quadrados mágicos?</p>
<p>Ao apresentar um leque diversificado de temas, espera-se que este livro possa ser útil para todos aqueles que tenham curiosidade em apreciar e investigar o mundo com lentes matemáticas, bem como para professores, dos diferentes níveis de ensino, que queiram explorar com os seus alunos uma Matemática ativa, fortemente ligada à vida do dia a dia e ao prazer da descoberta.<br />
O leitor poderá utilizar a superfície espelhada do verso do marcador do livro, sempre que for necessário verificar a existência de simetrias de reflexão.</p>
</div>
<div>
<p>------------------</p>
</div>
<p><strong>Autor:<a href="http://sites.uac.pt/rteixeira/"> Ricardo Cunha Teixeira</a></strong></p>
<p>&#160;</p>
<h6>Este livro está inserido no Plano Nacional de Leitura.</h6>
<p><a href="https://www.letraslavadas.pt/plano-nacional-e-regional-de-leitura/"><img class="alignnone wp-image-90446" src="https://www.letraslavadas.pt/wp-content/uploads/2018/12/PNL-300x234.webp" alt="" width="141" height="110" /></a></p>
<p>&#160;</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/das-calcadas-aos-ananases/">Das calçadas aos ananases: investigar o mundo com um olhar matemático</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Das calçadas aos ananases: investigar o mundo com um olhar matemático</h3>
<p><strong><a href="http://sites.uac.pt/rteixeira/" target="_blank" rel="noopener">Ricardo Cunha Teixeira</a></strong></p>
<p>Ricardo Cunha Teixeira é Professor Associado da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade dos Açores. É licenciado e mestre em Matemática pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra e doutorado em Matemática pela Universidade dos Açores. Tem sido responsável pelo ensino de unidades curriculares como Matemática/Matemática Aplicada às Ciências Biológicas (Licenciaturas em Biologia, em Ciências Biológicas e da Saúde, em Ciências do Mar e em Protecção Civil e Gestão de Riscos), Aplicações da Matemática (Licenciatura em Educação Básica), Fundamentos e Aplicações da Matemática Elementar, Metodologia do Ensino da Matemática e Oficina de Didácticas em Educação Pré-Escolar/1.º Ciclo do Ensino Básico (Mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico). Também foi responsável pelo ensino de módulos no Ciclo Básico de Medicina e no Mestrado em Matemática para Professores. Ao longo dos anos, tem orientado vários relatórios de estágio e dissertações de mestrado. É membro fundador do NICA – Núcleo Interdisciplinar da Criança e do Adolescente da Universidade dos Açores. Os seus interesses científicos centram-se em temas de Matemática Aplicada, nomeadamente na Matemática Elementar e no Estudo de Simetrias e Antissimetrias. Ao longo dos anos, tem participado em variados encontros nacionais e internacionais de Matemática Elementar e de Matemática Recreativa. Tem integrado as comissões organizadora e científica de diversas edições de eventos e de iniciativas nacionais e internacionais, nomeadamente: “Recreational Mathematics Colloquium”, “CIICA – Congresso Internacional Interdisciplinar da Criança e do Adolescente”, “Novas estratégias para a Aprendizagem da Matemática” e “Re…Pensar o Ensino da Matemática: Dinâmicas de Promoção do Sucesso Escolar”. Desempenhou as funções de coordenação científica e didáctica do Projecto Prof DA, do Programa “ProSucesso – Açores pela Educação”, do Governo Regional dos Açores, por intermédio das oficinas de formação “Matemática Passo a Passo”, para os 1.º e 2.º Ciclos do Ensino Básico, entre Setembro de 2015 e Julho de 2021. Desempenhou igualmente as funções de coordenação científica e didáctica das sessões “Matemática Passo a Passo”, das temporadas 1 e 2 do programa “Aprender em Casa”, da RTP Açores.</p>
<p>ISBN: 97989897357084</p>
<p>Mais livros <a href="https://www.letraslavadas.pt/">Letras Lavadas</a></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/das-calcadas-aos-ananases/">Das calçadas aos ananases: investigar o mundo com um olhar matemático</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Os Fundadores da Esperança</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/os-fundadores-da-esperanca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 16:14:16 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=100180</guid>

					<description><![CDATA[<h3 style="font-weight: 400;"><strong>Os Fundadores da Esperança</strong></h3>
<p>«Não herdamos a Terra dos nossos antepassados; tomamo-la de empréstimo aos nossos filhos» Saint-Exupéry</p>
<p>&#160;</p>
<hr />
<p><b>Autor: António Pedro Costa</b></p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/os-fundadores-da-esperanca/">Os Fundadores da Esperança</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Autor: António Pedro Costa</strong></p>
<p>Mais livros <a href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a></p>
<p>ISBN: 9789897356995</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/os-fundadores-da-esperanca/">Os Fundadores da Esperança</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Jazz, Golf and American Dream</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/jazz-golf-and-american-dream/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2026 10:05:06 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=100149</guid>

					<description><![CDATA[<h3>Jazz, Golf and American Dream</h3>
<p class="isSelectedEnd">This research constitutes a contribution to Social History and the History of Mentalities, focusing on the particular case of the sociocultural impact of the foreign presence on the island of Terceira, with particular emphasis on the American presence on the island, which was officially established in 1946 and continues to be felt to this day. The aim was to recover and preserve the memories of a community that experienced the profound impact of the American presence and to demonstrate how this presence transformed island life and its traditional tranquility, bringing development and prosperity to the people of the island.</p>
<p class="isSelectedEnd">This retrospective examination of the past is intended to serve as a legacy for future generations, with the purpose of gaining a better understanding of the social consequences of the establishment of Lajes Base. With the arrival of the Americans, there was a shift in Terceira's identity. Changes occurred in island ways of life, accompanied by greater prosperity and an improved quality of life, particularly among Base workers, although significant social inequalities continued to persist.</p>
<p>As a result of the fascination with American customs and quality of life, combined with the desire to escape poverty, significant migration strategies emerged, namely the adoption or placement of Terceiran children with American couples and marriages between young islanders and outsiders. These were archipelago-wide phenomena and constitute key processes for understanding the social impact of the American presence on Terceira Island and the Azores in general, as social realities associated with and/or resulting from the foreign presence within the community.</p>
<p><b><i>Book supported within the scope of the Open Call for Translation of Literary Works by the Luso-American Development Foundation (FLAD)</i></b></p>
<p><strong>Autora: Tânia Santos</strong></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/jazz-golf-and-american-dream/">Jazz, Golf and American Dream</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Jazz, Golf and American Dream</h3>
<h3><strong>Tânia Santos</strong></h3>
<p>Nascida na freguesia de Agualva em 1979, reside atualmente na Praia da Vitória. É doutorada em História Insular e Atlântica, e Mestre em Ciências Sociais pela <a href="https://www.uac.pt/" target="_blank" rel="noopener">Universidade dos Açores</a>. Em 2018 publicou a obra “A infância abandonada. O caso particular da<a href="https://www.letraslavadas.pt/terceira-a-ilha-lilas/"> ilha Terceira</a> (Açores)”, com a chancela das Letras Lavadas.</p>
<p>Com este livro, pretende perpetuar as memórias das gentes da ilha Terceira, deixando um contributo para a História Social e das Mentalidades, no caso particular do impacto sociocultural da presença estrangeira na ilha.</p>
<p>A presença norte-americana, na ilha Terceira, teve um impacto muito significativo nas vivências, na cultura, na ideologia… deixando marcas profundas nas gerações do passado, prologando-se às gerações seguintes, até ao presente.</p>
<p>ISBN: 978989735121</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/jazz-golf-and-american-dream/">Jazz, Golf and American Dream</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Autonomia dos Açores &#8211; 50 Anos de História (EBOOK)</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/autonomia-dos-acores-50-anos-de-historia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2026 09:26:15 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=100141</guid>

					<description><![CDATA[<h3>Autonomia dos Açores - 50 Anos de História (EBOOK)</h3>
<p>A publicação reúne contributos de investigadores e protagonistas da vida política açoriana, oferecendo diferentes perspetivas sobre o percurso da Autonomia ao longo das últimas cinco décadas.</p>
<div></div>
<p><b>Coordenação: Susana Goulart Costa e Luís Bastos</b></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/autonomia-dos-acores-50-anos-de-historia/">Autonomia dos Açores &#8211; 50 Anos de História (EBOOK)</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>ISBN: 9789729657771</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/autonomia-dos-acores-50-anos-de-historia/">Autonomia dos Açores &#8211; 50 Anos de História (EBOOK)</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Podemos Educar Depois de Gaza?</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/podemos-educar-depois-de-gaza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Sep 2026 09:36:31 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=100117</guid>

					<description><![CDATA[<h3 style="font-weight: 400;"><strong>Podemos Educar Depois de Gaza?</strong></h3>
<p>"Na sua "Educação depois de Auschwitz" (1966), o filósofo T. Adorno indaga como foi possível, na Alemanha, país com um sistema educativo avançado, a maioria dos cidadãos com escolaridade ter apoiado o nazismo, o genocídio, a perversa indústria da morte. A engenharia do extermínio humano foi operada por quadros nazis, muitos deles com estudos, muitos deles doutorados. A razão instrumental da indústria nazi-fascista da morte serviu-se da mais sofisticada ciência do seu tempo. Hoje, sob vestes de nova ordem e progresso, vemos a IAG a expropriar professores e estudantes do substrato primordial da educação e do ensino: ensinar e aprender a pensar, sentir e viver autonomamente, para compreender e interpretar o mundo e transformá-lo. Este novo manifesto em defesa da educação ergue-se contra a barbárie real de Gaza e contra a organização da barbárie pelos algoritmos da "big tech". "</p>
<p>&#160;</p>
<hr />
<p><b>Autores: Raquel Varela, Roberto Leher, Roberto della Santa, A. C. Henriques, Alice Faro Santos, Carla Passinhas, Clara Ribeiro, Denise Estrócio, Pâmela Peres Cabreira, Pedro Silva, Sandra Duarte, Cílson César Fagiani, Fabiane Santana Previtali, Roberto Valdés Puentes, Mara Aparecida Rubia, Teresa Machado, António Garcia Pereira, José Pedro Ferreira, António Carlos Cortez, Maria Cantinho, Manuela Gusmão Ramos, Maria Augusta Tavares, Manuel Ferreiro, Lídia Castro, Glauber Costa.</b></p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/podemos-educar-depois-de-gaza/">Podemos Educar Depois de Gaza?</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Autores: </strong></p>
<p>Raquel Varela, Roberto Leher, Roberto della Santa, A. C. Henriques, Alice Faro Santos, Carla Passinhas, Clara Ribeiro, Denise Estrócio, Pâmela Peres Cabreira, Pedro Silva, Sandra Duarte, Cílson César Fagiani, Fabiane Santana Previtali, Roberto Valdés Puentes, Mara Aparecida Rubia, Teresa Machado, António Garcia Pereira, José Pedro Ferreira, António Carlos Cortez, Maria Cantinho, Manuela Gusmão Ramos, Maria Augusta Tavares, Manuel Ferreiro, Lídia Castro, Glauber Costa.</p>
<p>Mais livros <a href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a></p>
<p>ISBN: 9789897357060</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/podemos-educar-depois-de-gaza/">Podemos Educar Depois de Gaza?</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>As Ilhas Desconhecidas &#8211; Edição Fac-Símile Comemorativa</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/as-ilhas-desconhecidas-ed-fac-simile/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 11:07:45 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=99979</guid>

					<description><![CDATA[<h3>As Ilhas Desconhecidas - Edição Fac-Símile Comemorativa Centenário da Primeira Edição Rio de Janeiro - 1926</h3>
<p>Cem anos após a sua primeira edição no Rio de Janeiro, em 1926, <em>As Ilhas Desconhecidas</em> regressa na frescura original desta edição fac‑símile da Letras Lavadas. A travessia de Raúl Brandão ultrapassa a literatura de viagem: entre a luz quase irreal da Madeira, o mar que se abre em abismo e a pedra austera do Corvo, a geografia transmuta‑se em mito e espanto. Cada paisagem parece nascer dentro da frase, como se o mundo respirasse através da escrita. Tal como em Húmus ou Os Pescadores, o “escritor dos humildes” capta a alma da terra e das gentes, desenhando um entrelugar de afetos e memórias que une Açores e Brasil numa mesma respiração atlântica. Sob o cuidado editorial de Ernesto Resendes, este clássico renasce como gesto de permanência, provando que a escrita brandoniana se recusa a envelhecer. Um convite para (re)descobrir não apenas as ilhas do mapa, mas os arquipélagos íntimos que habitam a geografia secreta de cada leitor.</p>
<p>Com prefácio: Diniz Borges<br />
Posfácio: Raquel Varela e Roberto Leher</p>
<p>&#160;</p>
<hr />
<p><b>Autor: Raul Brandão</b></p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/as-ilhas-desconhecidas-ed-fac-simile/">As Ilhas Desconhecidas &#8211; Edição Fac-Símile Comemorativa</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>RAUL BRANDÃO</strong> Nasceu na Foz do Douro (Porto), em 1867 e morreu em Lisboa em 1930. A infância e a adolescência foram passadas no Porto, onde completou os primeiros estudos, nomeadamente no Colégio São Carlos. Em 1891, terminado o curso secundário, e depois de uma breve passagem pelo Curso Superior de Letras, matricula-se na Escola do Exército, a contragosto, contudo, inicia uma carreira militar caracterizada por longas permanências no Ministério da Guerra. Paralelamente, mantém uma carreira de jornalista e vai publicando extensa obra literária. Reformado do posto de capitão, em 1912, Brandão inicia a fase mais fecunda da sua produção literária, escrevendo livros, como Húmus, a sua obra-prima, ou peças de teatro como O Gebo e a Sombra. Raul Brandão visitou os Açores no Verão de 1924, no âmbito das visitas dos intelectuais então organizadas sob a égide dos Autonomistas. Dessa viagem resultou a publicação da obra As ilhas desconhecidas &#8211; Notas e paisagens (Lisboa, 1926), uma das obras que mais influíram na formação da imagem interna e externa dos Açores. Foi inclusive considerado «um dos melhores livros de viagens de todos os tempos na literatura portuguesa».</p>
<p>Mais livros <a href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a></p>
<p>ISBN: 9789897356933</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/as-ilhas-desconhecidas-ed-fac-simile/">As Ilhas Desconhecidas &#8211; Edição Fac-Símile Comemorativa</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A Força da Floresta &#8211; A História do Coelhinho Autista</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/a-forca-da-floresta-a-historia-do-coelhinho-autista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 15:56:10 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=99971</guid>

					<description><![CDATA[<h3 class="p2">A Força da Floresta - A História do Coelhinho Autista</h3>
<p class="p2">Soneca sente o mundo de outra forma. E isso não é uma limitação. É uma forma legítima de existir.</p>
<p>Que esta história ajude crianças a sentirem-se vistas, adultos a sentirem-se mais conscientes, e comunidades a tornarem-se mais humanas.</p>
<p>Porque um mundo verdadeiramente saudável é aquele onde ninguém precisa de deixar de ser quem é para pertencer.</p>
<p>Jorge Barroso</p>
<p>-----------</p>
<h3>Autor: Jorge Barroso (texto) e Maria Bento (ilustrações)</h3>
<p>&#160;</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/a-forca-da-floresta-a-historia-do-coelhinho-autista/">A Força da Floresta &#8211; A História do Coelhinho Autista</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Jorge Barroso</h3>
<p>É natural da freguesia de Rio de Moinhos, concelho de Borba (Alentejo), trabalhando no início da sua carreira como escriturário.<br />
Foi proprietário da Livraria “Pedra Filosofal” e frequentou o curso de Ação de Formadores e curso de História de Arte.<br />
Como formador de “Práticas Artísticas e Intervenção Social” deu formação no Centro de Dia de Rio de Moinhos e na Santa Casa da Misericórdia de Borba.<br />
Mais tarde, cursou e trabalhou em Londres em Serviço de Home Care/Adult Social Care.<br />
Foi ainda Bibliotecário Escolar no concelho de Borba, Animador Sociocultural e docente de literatura e pintura na Universidade Sénior da Santa Casa da Misericórdia de Borba.<br />
É sócio da ASSESTA (Associação de Escritores do Alentejo) e Curador da Biblioteca Livre de São Tiago de Rio de Moinhos.<br />
Dedica grande parte do seu tempo à escrita, com obras editadas e assinadas com o nome JORGE BARROSO e também com pseudónimo JORGE DIPO D’ORIGO, nos géneros romance histórico, ficção, conto infantil, conto infantojuvenil e poesia, fazendo ações e apresentações das suas obras em Escolas, Bibliotecas, Agrupamentos Escolares e Feiras do Livro.<br />
Na Pintura/Escultura, com exposições realizadas entre Portugal, Espanha e Inglaterra, apresenta características de estilos: Impressionismo, Abstração e Black in White (obras de pequenas e grandes dimensões a óleo s/tela, acrílicos, técnica mista, carvão, tinta da china s/mármore polido, azulejo e madeira).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Maria Bento</strong></h3>
<p>Nasceu em Évora, em agosto de 1997.<br />
Vive na cidade de Borba com o marido e a filha pequena.<br />
Ilustradora autodidata, dedica-se a explorar técnicas de ilustração digital para dar vida a personagens animadas e mundos de fantasia.<br />
Este é o seu projeto de estreia no mundo da literatura infantil, em colaboração com o autor Jorge Barroso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>ISBN: 9789897356865</p>
<p>Mais livros <a href="https://www.letraslavadas.pt/">Letras Lavadas</a></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/a-forca-da-floresta-a-historia-do-coelhinho-autista/">A Força da Floresta &#8211; A História do Coelhinho Autista</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ilhas de Portugal – Islands of Portugal</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/ilhas-de-portugal-islands-of-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 15:54:31 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=99952</guid>

					<description><![CDATA[<h3>Ilhas de Portugal – Islands of Portugal</h3>
<p class="isSelectedEnd"><em>Ilhas de Portugal</em> é uma homenagem poética e contemplativa ao património insular português. Através de imagens e sons, Paulo Henrique Silva percorre ilhas e ilhéus, revelando paisagens, ecossistemas, histórias e memórias que fazem de cada território um lugar único.</p>
<p>Longe de ser um guia ou um simples álbum, esta obra convida-nos a olhar as ilhas com tempo e atenção, descobrindo a sua essência, a sua diversidade e a delicada relação entre natureza, vida e paisagem. Em 2026, <em>Ilhas de Portugal</em> regressa numa nova edição, renovada em formato, qualidade e conteúdo.</p>
<div><strong><strong>Autor: </strong></strong><strong>Paulo Henrique Silva</strong></div>
<div></div>
<p>&#160;</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/ilhas-de-portugal-islands-of-portugal/">Ilhas de Portugal – Islands of Portugal</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Ilhas de Portugal – Islands of Portugal</h3>
<h3><strong>Paulo Henrique Silva</strong></h3>
<p>Paulo Henrique Silva nasceu e vive na llha Terceira. É autor dos livros “Vulcão de Santa Barbara”, “Ilhas de Portugal”, “Furnas”, “Mistérios e Agulhas”, “Floresta das Nuvens”, “Angra agora”, “Serra de Santa Barbara” e de vários CDs, instalações, exposições, sites e<br />
documentários sobre temáticas relacionadas com etnografia e ambiente nos arquipélagos das Selvagens, Desertas, Madeira, Açores e Berlengas. Atualmente coordena os projetos siaram.azores.govpt e angrosfera.cmah.pt.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>ISBN: 9789899732452</p>
<p><a href="https://www.letraslavadas.pt/">Veja aqui mais livros Letras Lavadas</a></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/ilhas-de-portugal-islands-of-portugal/">Ilhas de Portugal – Islands of Portugal</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Between Silence and Vision &#8211; António Dacosta and the Sense of Belonging in Painting</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/between-silence-and-vision-antonio-dacosta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 08:39:51 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=99905</guid>

					<description><![CDATA[<h3>Between Silence and Vision - António Dacosta and the Sense of Belonging in Painting</h3>
<p class="p2"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B3nio_Dacosta">António Dacosta</a>, called by Vitorino Nemésio the “European Painter of the Islands”, embodied both the solitude and universality of Azorean identity. From the narrow streets of Angra do Heroísmo to the ateliers of Lisbon and Paris, his art traveled with him, carrying volcanic landscapes, the cult of the Holy Spirit, and the dreams of a people suspended between departure and return. His paintings are not only images, but windows into memory, longing, and the fragile courage of belonging.</p>
<p class="p2">In this groundbreaking essay, Assunção Melo — historian, curator, and lecturer — presents a profound rereading of Dacosta’s work. With meticulous research and a lyrical eye, she uncovers the painter’s negotiations between surrealism and silence, exile and return, darkness and revelation. This English edition brings the Azorean painter to new audiences, inviting readers to rediscover the luminous threads of art and identity woven across the Atlantic.</p>
<p class="p2">Diniz Borges<br />
Portuguese Beyond Borders Institute, Fresno State</p>
<p>-----------</p>
<h3>Autor: Assunção Melo (texto) e Diniz Borges (tradução)</h3>
<h3><span style="font-size: 16px;">Para mais livros Letras Lavadas, clique </span><a style="font-size: 16px;" href="http://letraslavadas.pt">aqui!</a></h3>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/between-silence-and-vision-antonio-dacosta/">Between Silence and Vision &#8211; António Dacosta and the Sense of Belonging in Painting</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3 class="p2">Assunção Melo</h3>
<p class="p2">Was born on Terceira Island on November 25, 1974. She holds a Ph.D. in Art History from the Advanced Training Center of the<a href="https://www.uevora.pt/" target="_blank" rel="noopener"> University of Évora</a>, a postgraduate degree in Contemporary Art History from the Faculty of Social Sciences and Humanities at NOVA University Lisbon, and a bachelor’s degree in Art History from the same institution.</p>
<p class="p2">She is an integrated researcher at CHAM &#8211; Center for the Humanities (NOVA University Lisbon), and also collaborates with other research centers, including CHAIA at the University of Évora and CICS.NOVA.UAç. She is a full member of the Historical Institute of Terceira Island and, since March 2024, has served on its administrative board as treasurer.<br />
Since 2017, she has been a guest assistant professor at the Faculty of Social Sciences and Humanities of the University of the Azores, teaching at the Angra do Heroísmo campus the courses História da Arte e do Património Construído I e II, within the undergraduate program in Nature and Heritage.</p>
<p class="p2">She is the author of seven books and more than thirty articles related to Art History and Azorean heritage, and has delivered numerous lectures and conference presentations in her field. Since 2001, she has dedicated significant scholarly attention to the Terceira-born artist António Dacosta, publishing in 2014 the book “António Dacosta a Clarividência da Saudade”. In 2021, she defended her doctoral dissertation, “António Dacosta e o Sentido de Pertença na Pintura: motivações, resistências e inovações”, which was unanimously approved with distinction and honors.<br />
In 2024, she received the EMEL Prize (History of Routes, Paths, and Mobility) from the Portuguese Academy of History for her book “Altares da Memória &#8211; O Advento das Micro-Histórias na Periferia das Periferias”.</p>
<h3><strong>Diniz Borges</strong></h3>
<p>Was born in Praia da Vitória, on Terceira Island, Azores, and emigrated to the United States at the age of ten. He teaches language, culture, and literature, and conducts research at California State University, Fresno, where he founded and directs the Portuguese Beyond Borders Institute (PBBI). At Fresno State, he coordinates a constellation of initiatives — oral-history projects, transatlantic colloquia, communities of writers, exchange programs with the University of the Azores, and the editorial work of Bruma Publications. These projects, dispersed like islands on a chart, share a simple conviction: culture is a living tide, and the diaspora one of its enduring horizons.</p>
<p>He has published eight books on the social and cultural life of the United States and the Azorean diaspora in North America, most recently Raízes e Horizontes (Roots and Horizons) in Portuguese and The Infinite Blue (Stories, Reflections, and Essays from the Azorean Diaspora) in English. His work in translation includes volumes of poetry, fiction, history, and essays, as well as three coordinated anthologies that bring together diverse contemporary voices. His literary activity also extends to creative nonfiction, literary criticism, and cultural analysis. This is the 25th book he has published in translation.</p>
<p>He is a contributing writer for newspapers in the Azores and the Diaspora. These columns offer ongoing reflections on literature, culture, current events, language, identity, and diasporic experiences.</p>
<p>He also directs two digital platforms: “Filamentos”, dedicated to arts and letters in the Azores and Azorean diaspora, and “Novidades”, which focuses on cultural and social currents linking the islands and their global communities. Across these roles, his work centers on dialogue, cultural memory, and the many ways in which the Azores and the Azorean diaspora continue to speak to one another across distance and time.</p>
<p>ISBN: 9789897356711</p>
<p>Mais livros <a href="https://www.letraslavadas.pt/">Letras Lavadas</a></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/between-silence-and-vision-antonio-dacosta/">Between Silence and Vision &#8211; António Dacosta and the Sense of Belonging in Painting</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ilha de Santa Maria Recortes da História de Um Povo</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/ilha-de-santa-maria-recortes-da-historia-de-um-povo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 09:29:57 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=99875</guid>

					<description><![CDATA[<h3>Ilha de Santa Maria - Recortes da História de Um Povo</h3>
<p class="p2">Fruto de seis décadas de dedicação à salvaguarda da memória mariense, este livro é uma obra de cariz histórico-etnográfico que resgata e humaniza a História da ilha de Santa Maria entre o século XVII e meados do século XX. Composta em forma de “recortes”, Arsénio Puim reúne acontecimentos, práticas e testemunhos que atravessam do século XVII a meados do século XX, revelando aspetos do património humano e material muitas vezes esquecidos ou silenciados.</p>
<p class="p2">Através de uma criteriosa seleção de “recortes” históricos, acontecimentos e aspetos do património humano e material — muitos deles olvidados ou silenciados —, o autor combina rigor científico com fontes primárias, secundárias e uma vivência pessoal profunda.</p>
<p class="p3">O resultado é uma obra que humaniza o passado, ilumina fenómenos sociais e relações comunitárias, e reforça o contributo de Santa Maria para a história mais ampla dos Açores.Este livro é, acima de tudo, um legado: a transmissão de uma vida dedicada à preservação da memória coletiva e ao aprofundamento da identidade açoriana.</p>
<p>-----------</p>
<h3>Autor: Arsénio Chaves Puim</h3>
<h3><span style="font-size: 16px;">Para mais livros Letras Lavadas, clique </span><a style="font-size: 16px;" href="http://letraslavadas.pt">aqui!</a></h3>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/ilha-de-santa-maria-recortes-da-historia-de-um-povo/">Ilha de Santa Maria Recortes da História de Um Povo</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3 class="p2">Arsénio Chaves Puim</h3>
<p class="p2">Nasceu em 1936, na ilha de Santa Maria, no termo da Calheta, Santo Espírito. Concluiu o ensino primário na sua freguesia natal de Santo Espírito e prosseguiu estudos em Teologia no Seminário de Angra do Heroísmo, exercendo funções sacerdotais até 1976. Nesse mesmo ano, obteve o diploma de enfermagem na Escola de Enfermagem de Ponta Delgada e trabalhou como profissional desta área até 1995. Em Santa Maria, foi também professor de Português e História no Externato e desempenhou vários cargos públicos, incluindo Vereador e Presidente da Câmara Municipal de Vila do Porto. Foi cofundador do Museu Etnográfico de Santa Maria e dos jornais “Pico Alto” e “O Baluarte de Santa Maria”, dos quais foi o primeiro diretor. Desde 1982, Arsénio Puim reside em Vila Franca do Campo, na Ilha de São Miguel, onde casou, tem dois filhos e três netos. Neste concelho, foi membro de vários órgãos de freguesia e municipais, mesário da Santa Casa da Misericórdia e, entre 2000 e 2018, redator principal do jornal “A Crença”. Arsénio Puim foi também um importante ativista contra o Estado Novo e contra a Guerra Colonial, tendo sido membro do Movimento Democrático Português (MDP) antes e depois do 25 de Abril. Em 2009, foi distinguido com a Medalha de Cidadão Honorário e Mérito Municipal pela Câmara Municipal de Vila Franca do Campo. Desde 2001, publicou cinco livros sobre história e etnografia açoriana, com especial enfoque em Santa Maria.</p>
<p>ISBN: 9789897356964</p>
<p>Mais livros <a href="https://www.letraslavadas.pt/">Letras Lavadas</a></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/ilha-de-santa-maria-recortes-da-historia-de-um-povo/">Ilha de Santa Maria Recortes da História de Um Povo</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Echoes of Azorean Life</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/echoes-of-azorean-life/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 13:42:51 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=99846</guid>

					<description><![CDATA[<h3>Echoes of Azorean Life - A Cultural and Linguistic Portrait of the Island of Santa Maria</h3>
<p class="p2">“Echoes of Azorean Life” offers English-speaking readers an unprecedented introduction to the culture, history, and everyday life of Santa Maria, the first island of the Azores to be settled. More than a lexicon of regional expressions, it is a cultural and linguistic portrait of the island and its people. Drawing on a lifetime of observation, Arsénio Chaves Puim reveals the close relationship between language and culture through distinctive vocabulary, historical reflections, and vivid accounts of architecture, cuisine, religious festivals, emigration, oral traditions, and daily life. As local varieties of Portuguese become increasingly uniform, this volume preserves the speech, customs, and lived experience of an earlier Santa Maria, providing a valuable record of Azorean cultural heritage. Carefully translated and extensively annotated by Giuseppe Formato, this first annotated English edition makes one of the most significant works ever written about Santa Maria accessible to English-speaking readers, particularly descendants of Azorean emigrants, as well as students and scholars of Portuguese language, culture, and history.</p>
<p>Published as part of the Coleção Insulana, this edition features a foreword by renowned scholar Onésimo T. Almeida.</p>
<p>&#160;</p>
<p>-----------</p>
<h3>Autor: Arsénio Chaves Puim e Giuseppe Formato (notas e tradução)</h3>
<h3><span style="font-size: 16px;">Para mais livros Letras Lavadas, clique </span><a style="font-size: 16px;" href="http://letraslavadas.pt">aqui!</a></h3>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/echoes-of-azorean-life/">Echoes of Azorean Life</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="p2">ARSÉNIO CHAVES PUIM was born in 1936 in the Azores, on the island of Santa Maria, in the area of Calheta, in Santo Espírito. He completed his primary education in his home parish of Santo Espírito and went on to study Theology at the Seminary of Angra do Heroísmo, serving as a priest until 1976. That same year, he earned a diploma in nursing from the School of Nursing in Ponta Delgada and worked as a nursing professional until 1995. On Santa Maria, he also served as a Portuguese and History teacher at the Externato and held several public offices, including City Councillor (Vereador) and Mayor of the Vila do Porto Municipal Council (Presidente da Câmara Municipal). He was a co-founder of the Santa Maria Ethnographic Museum and of the newspapers “Pico Alto” and “O Baluarte de Santa Maria”, of which he was the first director. Since 1982, Puim has lived in Vila Franca do Campo, on the island of São Miguel, where he has actively participated in civic life. His contributions include service on various municipal bodies, membership in the Santa Casa da Misericórdia, and his role as chief editor of the newspaper “A Crença” from 2000 to 2018. Since 2001, he has published five books on Azorean history and ethnography, with particular emphasis on Santa Maria. Arsénio Chaves Puim was also an important activist against the dictatorship in Portugal prior to 1974, the Estado Novo, and against the Colonial War, having been a member of the Movement for Democracy (MDP). In 2009, he was awarded the Medal of Honorary Citizen and Municipal Merit by the Vila Franca do Campo City Council.</p>
<p>GIUSEPPE FORMATO, PhD, has served as a Senior Lecturer at Lesley University and is currently an associated researcher at ISCTE–Lisbon University Institute in the Centre for Research and Studies in Sociology, where he previously held appointments as a postdoctoral fellow and visiting researcher. He has been awarded a grant from the Camões Institute through the Fernão Mendes Pinto Program. In 2025, he joined the research project Exporting Portugal: Estado Novo Cultural Diplomacy and Rebranding Strategies in the United States (1933–1974) and has served on scientific committees for international conferences, such as Santa Maria’s LPAZ Forum, contributing to scholarly dialogue in his field. His scholarly work focuses on sociolinguistic ethnography, language ideology, and diasporic cultures, with particular attention to Azorean communities in New England, informed in part by his family ties to the Island of Santa Maria. He has published in newspapers, academic journals, and edited volumes, and has been an invited speaker at schools, universities, and conferences in Europe and North America. He has also received grants to conduct archival research at the Public Library and Regional Archive of Ponta Delgada and the National Library of Portugal by the Luso-American Development Foundation (FLAD). His poetry has appeared in “Gávea-Brown: A Bilingual Journal of Portuguese–North American Letters and Studies” at Brown University. In 2024, he received the Joseph Moore Award for Dedication to the Profession at Lesley University, and in 2025 he was named K–12 Teacher of the Year by the American Organization of Teachers of Portuguese. He is also currently a high school Italian and Portuguese teacher living in New England.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>ISBN: 9789897356926</p>
<p>Mais livros <a href="https://www.letraslavadas.pt/">Letras Lavadas</a></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/echoes-of-azorean-life/">Echoes of Azorean Life</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O Faial à Volta da Mesa</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/o-faial-a-volta-da-mesa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 13:12:24 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=99842</guid>

					<description><![CDATA[<h3>O Faial à Volta da Mesa - Receitas Culinárias em Cadernos Arroladas (1899-1930)</h3>
<p class="p2">Resultante da sua breve mobilidade no Museu da Horta, entre 2021 e 2023, a par de outras, realizou a presente investigação, que originou o livro, que retrata os hábitos alimentares das classes mais favorecidas entre 1899-1930, precisamente o período áureo da cabo-telegrafia, que ofereceu o título de “cosmopolita” à cidade mais ocidental da Europa. As comunidades estrangeiras residentes, caso dos britânicos, americanos e alemães, a que se juntavam regularmente franceses, italianos e espanhóis, contribuíram para o enriquecimento da gastronomia local das elites, alicerçada nos modelos tradicionais de herança conventual e de proximidade tanto a Portugal Continental quanto ao Brasil. Entre a tradição e a inovação, engenhosas e hábeis mãos femininas ousaram fundir culturas de forma mais perfeita que os políticos, construindo, naquelas décadas, uma sociedade única.</p>
<p>-----------</p>
<h3>Autora: Carla Devesa Rodrigues (texto introdutório, transcrição e notas)</h3>
<h3><span style="font-size: 16px;">Para mais livros Letras Lavadas, clique </span><a style="font-size: 16px;" href="http://letraslavadas.pt">aqui!</a></h3>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/o-faial-a-volta-da-mesa/">O Faial à Volta da Mesa</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Carla Devesa Rodrigues</h3>
<p class="p2">Scalabitana, licenciada em História — Ramo Científico, pós-graduada em História e Arqueologia Medievais, ambas pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, mestre em Museologia pelo Instituto Ibero-Americano de Museologia — Universidade de Valladolid, tem carreira de investigação que antecede a sua integração como técnica do <a href="https://museu-angra.cultura.azores.gov.pt/" target="_blank" rel="noopener">Museu de Angra do Heroísmo</a>. Autora de livros, capítulos de livros e artigos em publicações de especialidade nas áreas da história, património cultural e museologia, tem-se dedicado particularmente aos estudos monásticos e à história da alimentação.</p>
<p>ISBN: 9789897356957</p>
<p>Mais livros <a href="https://www.letraslavadas.pt/">Letras Lavadas</a></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/o-faial-a-volta-da-mesa/">O Faial à Volta da Mesa</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>The Dragon Furninhas And the Furnas Stew</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/the-dragon-furninhas-and-the-furnas-stew/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 13:28:19 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=99798</guid>

					<description><![CDATA[<div>
<h3>The Dragon Furninhas and the Furnas Stew</h3>
<div dir="auto">
<p class="p2">In Furnas lives a small, very curious Dragon with a great love for hot food. When Furninhas gets himself into trouble with a magical stew, he learns that sharing, owning up to his mistakes, and helping others are what truly warm the heart.</p>
<p>-------</p>
</div>
</div>
<div><strong>Autor: Filipe Bacelo    Ilustrações: Catarina Silva </strong></div>
<div></div>
<div></div>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/the-dragon-furninhas-and-the-furnas-stew/">The Dragon Furninhas And the Furnas Stew</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Dragão Furninhas e o Cozido das Furnas</h3>
<h3><strong>Filipe Bacelo</strong></h3>
<p>Nasceu em 10 de Junho de 1979, em Ermesinde. Apaixonado pela escrita desde cedo, tem vindo a afirmar-se no panorama literário através de obras que exploram o amor, a perda, a essência das relações humanas e a procura pelo autoconhecimento. Com uma escrita envolvente e emocional, cria narrativas autênticas que inspiram e marcam o leitor. Em 2023, foi distinguido com o Prémio Autor Revelação e de Melhor Romance no concurso literário Entre Palavras, consolidando o seu reconhecimento junto do público. Além da escrita, dedica-se ao reiki, movido pela crença na força transformadora da espiritualidade.</p>
<p>Mais livros <a href="http://letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a></p>
<p>ISBN: 9789897356810</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/the-dragon-furninhas-and-the-furnas-stew/">The Dragon Furninhas And the Furnas Stew</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Gil Vicente, Camões e tradição clássica na literatura portuguesa de Quinhentos</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/gil-vicente_camoes_tradicao_classica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 08:57:49 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=99789</guid>

					<description><![CDATA[<h3>Gil Vicente, Camões e tradição clássica na literatura portuguesa de Quinhentos</h3>
<p class="p2">O volume que agora se publica, sob a chancela da parceria entre o Centro de Estudos Humanísticos da Universidade dos Açores (CEHu-Uac) e a Editora Letras Lavadas, intitulado “Gil Vicente, Camões e tradição clássica na literatura portuguesa de Quinhentos”, reúne doze estudos científicos, nove dos quais já publicados em revistas e coletâneas da especialidade, nacionais e internacionais.</p>
<p class="p2">Sujeitos na sua totalidade a arbitragem científica, tenha sido pela avaliação cega dos periódicos a que foram submetidos ou pela leitura e acompanhamento de renomados investigadores das academias portuguesas, os ensaios aqui reunidos pretendem ser mais um contributo para a pesquisa e a hermenêutica textual no âmbito dos estudos literários, em geral, e para a atualização e revitalização, em particular, dos estudos sobre a produção literária portuguesa da era de Quinhentos, aquela que é, para nós, o testemunho do legado humanista e renascentista.</p>
<p>-----------</p>
<h3>Autor: <strong>Rui Tavares de Faria</strong></h3>
<h3><span style="font-size: 16px;">Para mais livros Letras Lavadas, clique </span><a style="font-size: 16px;" href="http://letraslavadas.pt">aqui!</a></h3>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/gil-vicente_camoes_tradicao_classica/">Gil Vicente, Camões e tradição clássica na literatura portuguesa de Quinhentos</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Rui Tavares de Faria</strong></h3>
<p class="p2">É doutorado em Literatura Portuguesa, pela Universidade do Porto (2009), e em Estudos Clássicos, Ramo de Poética e Hermenêutica, especialidade de Literatura Grega, pela Universidade de Coimbra (2023). Além das funções docentes, é Investigador do Centro de Estudos Clássicos e Humanísticos da Universidade de Coimbra (CECH) e do Centro de Estudos Humanísticos da <a href="https://www.uac.pt/" target="_blank" rel="noopener">Universidade dos Açores</a> (CEHu). Conta com várias dezenas de publicações científicas, artigos publicados em revistas indexadas, nacionais e estrangeiras, capítulos de livros e livros. Sob a chancela da Letras Lavadas Edições, Rui Tavares de Faria assina, ao lado de Maria do Céu Fraga e Madalena Teixeira da Silva, a coordenação do volume intitulado “Os Lusíadas na escola e na sociedade”, publicado em 2024, é autor do livro “<a href="https://www.letraslavadas.pt/diversa-e-absoluta/">Diversa e Absoluta. Estudos sobre a obra de Natália Correia</a>”, editado em 2025, e da tradução dos “Mimos” de Herodas, lançado em 2026.</p>
<p>ISBN: 9789897356858</p>
<p>Mais livros <a href="https://www.letraslavadas.pt/">Letras Lavadas</a></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/gil-vicente_camoes_tradicao_classica/">Gil Vicente, Camões e tradição clássica na literatura portuguesa de Quinhentos</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>An Unending Bridge &#8211; The Azorean Islands of North America</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/an-unending-bridge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 08:31:14 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=99778</guid>

					<description><![CDATA[<h3>An Unending Bridge - The Azorean Islands of North America</h3>
<p class="p2">“An Unending Bridge: The Azorean Islands of North America” gathers luminous chronicles by José Andrade, written between 2021 and 2025, and offers them to the new generations of Azoreans across the United States, Canada, and Bermuda.</p>
<p class="p2">Here, the diaspora is not a distant memory, but a living shore — an essential extension of the Azores themselves. Each community, each family, each voice becomes an island, carrying forward language, memory, and belonging across oceans.</p>
<p class="p2">To know the Azores is to know all its islands — those in the Atlantic, and those scattered across North America.</p>
<p class="p3">Together, they form one unbroken geography: a transatlantic archipelago of identity, pride, and enduring connection.</p>
<h3><strong>Autor: José Andrade</strong></h3>
<p>Mais Livros <a href="http://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/an-unending-bridge/">An Unending Bridge &#8211; The Azorean Islands of North America</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3 class="p2">José Andrade</h3>
<p class="p3">José Andrade nasceu na cidade de Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Região Autónoma dos Açores, em 1966. É licenciado em Ciências Sociais, na especialidade de Ciência Política, e integra o quadro de pessoal da RTP/Açores desde 1988. No exercício de sucessivas responsabilidades institucionais, tem dedicado especial atenção à diáspora açoriana. Enquanto assessor do Presidente do Governo Regional dos Açores, participou no encerramento das comemorações dos 250 anos da colonização açoriana do Sul do Brasil, nas cidades de Florianópolis e Porto Alegre, em 1996. Enquanto chefe de gabinete da presidência da Câmara Municipal de Ponta Delgada ou Vereador da Cultura e Ação Social, organizou os processos de geminação da cidade de Ponta Delgada com Florianópolis (Santa Catarina) e Newport (Rhode Island), em 2003, e com Kaua’i (Havai), em 2018, e iniciou o processo de construção da réplica monumental das Portas da Cidade de Ponta Delgada em Fall River (Massachusetts), em 2004.</p>
<p class="p3">Como presidente da Comissão Municipal de Toponímia de Ponta Delgada, propôs os topónimos locais “Rua Cidade de Fall River” (1998), “Rua Cidade de San Leandro” (2000), “Rua Cidade de Newport” (2003), “Rua Cidade de Toronto” (2003), “Rua Cidade de Florianópolis” (2003), “Rua Cidade de Porto Alegre” (2003) e “Alameda das Comunidades Açorianas” (2008). Enquanto Deputado à Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, acompanhou os assuntos parlamentares das Comunidades Açorianas, a par da Cultura e da Comunicação Social, e participou nas assembleias gerais do Conselho Mundial das Casas dos Açores realizadas em Hilmar (Califórnia) em 2014, Montreal (Quebeque) em 2015 e Flores e Corvo (Açores) em 2016. Durante este período, visitou todas as Casas dos Açores existentes em Portugal, Estados Unidos da América, Canadá, Brasil e Uruguai, por iniciativa própria e a expensas pessoais, de cujos contatos resultou a publicação do livro Açores no Mundo, com prefácio do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.</p>
<p class="p3">É membro correspondente do Instituto Histórico e Geográfico de Santa Catarina (Brasil) e sócio, agora suspenso, da Associação dos Emigrantes Açorianos. Foi distinguido com o título de “Cidadão Honorário de Florianópolis”, no Estado de Santa Catarina, Brasil (2023); com a “Sala Dr. José Maria de Medeiros Andrade” na Casa dos Açores do Estado do Espírito Santo, Brasil (2022); com o título de “Cidadão Honorário do Município de Viana”, no Estado do Espírito Santo, Brasil (2022); com o Troféu “Portugalidade” do jornal Audiência (2021); com o Diploma de Reconhecimento Municipal do Município de Ponta Delgada (2016); e com o Prémio “Personalidade Cultural do Ano” da revista Saber Açores (2012). Exerce as funções de Diretor Regional das Comunidades do atual Governo Regional dos Açores.</p>
<p>ISBN: 9789897356742</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/an-unending-bridge/">An Unending Bridge &#8211; The Azorean Islands of North America</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Para lá da Travessa &#8211; Antologia de Contos</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/para-la-da-travessa-antologia-de-contos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 13:41:12 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=99744</guid>

					<description><![CDATA[<h3>Para lá da Travessa - Antologia de Contos</h3>
<p>A presente antologia reúne dez contos da autoria de escritores diversos, cujos estilos e sensibilidades, embora distintos, convergem numa mesmas constelação afectiva: a devoção ao Porto Santo. Estes textos estabelecem um diálogo entre passado e presente, entre ficção e realidade, entre memória e criação, configurando um coreografia singular de olhares. Dessa pluralidade emerge uma identidade insular ímpar, tecida por uma bainha de espuma e sonho e amparada por um horizonte de voo e (c)asa.</p>
<p>As vozes aqui reunidas procuram homenagear o mistério e o encantamento da ilha e das suas gentes, mas também reflectir sobre a condição humana - em particular, sobre o tempo e o espaço insular e sobre o lugar enquanto palco dinâmico, transformador e potencialmente redentor.</p>
<h3><strong>Autora: Cláudia Faria</strong></h3>
<p>Mais Livros <a href="http://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/para-la-da-travessa-antologia-de-contos/">Para lá da Travessa &#8211; Antologia de Contos</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Cláudia Maria Ferreira Faria</strong></p>
<p>É natural de Santa Luzia, Funchal. Bacharel em Técnicas de Turismo (ISAL) e licenciada em Línguas e Literaturas Modernas pela <a href="https://www.uma.pt/" target="_blank" rel="noopener">Universidade da Madeira</a> (UMA). Frequentou o curso de mestrado em Cultura e Literatura Anglo-americanas (UMA) onde defendeu a tese intitulada &#8220;Phelps, Percursos de uma família britânica na Madeira de Oitocentos&#8221;, trabalho que foi publicado, em 2008, na coleção Funchal 500 anos. É coautora dos seguintes livros: &#8220;Paisagens Literárias (Quadros da Madeira)&#8221;; &#8220;Cartas no intervalo da Guerra&#8221;; &#8220;Eu tenho uma carta escrita&#8221;; &#8220;Para (um)a história do Porto Santo&#8221; e &#8220;Das Ilhas a primeira&#8221; e &#8220;Diary 1954&#8221;. Foi premiada no concurso literário António Feliciano Rodrigues “Castilho”, em 2007 e 2013, tendo alcançado o 1.º lugar, em 2015 com o conto Augusta. Editou, em 2018, um livro de poesia intitulado &#8220;Não saberás nada de mim&#8221;. Publica em revistas nacionais e estrangeiras relacionadas com literatura de viagens, estudos insulares, arquivos privados, diários e escrita do eu. Foi diretora da Revista Islenha e neste momento coordena a equipa da Cultura da Câmara Municipal do Porto Santo.</p>
<p>ISBN: 9789897356919</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/para-la-da-travessa-antologia-de-contos/">Para lá da Travessa &#8211; Antologia de Contos</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fastigínia</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/fastiginia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 11:01:12 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=99731</guid>

					<description><![CDATA[<h3>Fastigínia</h3>
<p>FASTIGÍNIA alicerça uma renovada visão da novelística portuguesa, enquanto questiona a identidade nacional em tempo de Monarquia Dual brilhando em Valladolid (1605). Um narrador privilegiado assiste ao nascimento do futuro Filipe IV, III de Portugal, e às cerimónias, festas, banquetes, torneios e jogos que acompanham a alegria de Império também a ratificar pazes com a Inglaterra, assim emergindo um olhar agudo sobre a política doméstica e internacional. Desde 1884, rasgos cervantescos vindos a lume em tradução parcial de manuscrito londrino por Pascual de Gayangos fizeram desta obra compósita e luxuriante a voz primeira na recepção mundial do Quijote.</p>
<p>Esta e outras razões justificavam a edição de Sampaio Bruno, Fastigimia (1911), texto assente num só manuscrito, mas inçado de erros desde o título, deficiências que a tradução de Alonso Cortés (1913; em livro, 1916) veio atenuar. Aquando da reedição fac-similada de Bruno (1988, 2009), eram conhecidos nove manuscritos. Assentou em 13 manuscritos e quatro impressos (dois, parciais) a nossa edição de 2011, agora revista na base de 17: 13 em Portugal, e em Madrid, Paris, Londres, Bloomington (Indiana).</p>
<p>«Qué libro tan ameno y entretenido!», exclamou D. Marcelino Menéndez Pelayo. E Hernâni Cidade: «Tomé Pinheiro da Veiga deve ser considerado como um dos melhores escritores do seu tempo.» Sentirá isso quem ler este polifónico Turpim, «notável escritor, mais próximo da língua coloquial do que Rodrigues Lobo ou Fr. Luís de Sousa», da envergadura de D. Francisco Manuel de Melo, como disse António José Saraiva.</p>
<hr />
<p><strong>Autor: Tomé Pinheiro da Veiga</strong></p>
<p>Para mais livros Letras Lavadas, clique <a href="http://letraslavadas.pt">aqui!</a></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/fastiginia/">Fastigínia</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Fastigínia</h3>
<h3><a href="https://www.gradiva.pt/autor/ernesto-rodrigues/" target="_blank" rel="noopener">Ernesto Rodrigues</a></h3>
<p>Professor universitário, é poeta estreado em 1973, ficcionista, dramaturgo, cronista, diarista, crítico, ensaísta, editor literário, antologiador e tradutor. Alguns títulos: Poesia – Do Movimento Operário e Outras Viagens, 2013; Perseu, 2020. Ficção – A Flor e a Morte, 1983; A Serpente de Bronze, 1989; Torre de Dona Chama, 1994; Histórias para Acordar, 1996;</p>
<p>O Romance do Gramático, 2011; A Casa de Bragança, 2013; Passos Perdidos, 2014; Uma Bondade Perfeita, 2016, Prémio de Narrativa do PEN Clube Português; Um Passado Imprevisível, 2018; A Terceira Margem, 2021; Liliputine, 2023; O Bom Governo; Cruzeiro Literário; Os Lusíadas, 2024; Golpe de Estado. 2026; Teatro – Teatro, 2021. Ensaio – Verso e Prosa de Novecentos, 2000; 5 de Outubro: Uma Reconstituição, 2010; Lisboa em Baptista-Bastos, 2015; Literatura Europeia e das Américas, 2019; Mágico Folhetim. Literatura e Jornalismo em Portugal [1998] / Crónica Jornalística: Século XIX [2004]; Hungarica; Cultura Literária Oitocentista [1999], 2022;</p>
<p>A Queda Dum Anjo [2001, 2016] e Novas Páginas Camilianas; Ensaios de Cultura, 2023. Edição: Ramalho Ortigão, As Farpas Completas. 6 vols., 2006-2007; A Corte Luso-Brasileira no Jornalismo Português (1807-1821), 2008; O Século de A. P. Lopes de Mendonça: O Primeiro Jornal Socialista, 2008; Camilo Castelo Branco, Poesia, 2008; Padre António Vieira, Obra Completa. T. II, Vol. IX. Sermões do Rosário. Maria Rosa Mística II, 2013; João de Barros, Ropicapnefma, 2019; José Régio e Luís Amaro: Correspondência (1943-1969), 2024. Editou, ainda, A. Herculano, Júlio Dinis, Guilherme de Azevedo, António José Saraiva, etc. Foi coordenador da Actualização do Dicionário de Literatura, dir. de Jacinto do Prado Coelho (3 vols., 2002-2003). Traduziu vinte títulos do húngaro, incluindo os dois Prémios Nobel.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>ISBN: 9789897356780</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/fastiginia/">Fastigínia</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Temas de História Açoriana &#8211; Volume II</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/temas-de-historia-acoriana-volii/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 08:45:27 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=99674</guid>

					<description><![CDATA[<h3>Temas de História Açoriana - Volume II</h3>
<p>Os temas inovadores continuam a preencher este volume, tal como acontecera com o anterior, enriquecendo a historiografia açoriana sobre o século XX.<br />
Um núcleo mais desenvolvido incorpora a autonomia regional. Uma síntese bem pormenorizadada, apresenta as várias etapas desse percurso, com sucessos e insucessos, até à instauração do regime democrático em 1974, a que se acrescenta o pensamento de Marcelo Caetano através de um relatório de viagem, onde fica bem patente o espírito centralista que norteou o Estado Novo. Mas a contestação ao centralismo também é analisada, na sequência de uma grande mobilização popular em Ponta Delgada, da qual resultou vários feridos e mortos.<br />
No campo da etnografia, são apresentados dois temas com uma interpretação que vai além das conclusões tradicionais: as festas do Espírito Santo e do Carnaval na ilha Terceira, componentes fundamentais da identidade açoriana.<br />
Algumas lacunas da historiografia regional foram compensadas com o estudo da fundação do Partido Socialista (1913-15), nas três cidades açorianas; a chegada do animatógrafo que se disseminou por quase todas as ilhas, nomeadamente nos meios urbanos; as atitudes comportamentais perante a peste de 1908, na ilha Terceira, instrumento fundamental para comparação com a disseminação do COVID19, por todo o país; ou, ainda a correspondência de Nemésio com Salazar reveladora do posicionamento do poeta e escritor terceirense, que acabou por ser enredado na teia do regime.</p>
<hr />
<p><strong>Autor: Carlos Enes</strong></p>
<p>Para mais livros Letras Lavadas, clique <a href="http://letraslavadas.pt">aqui!</a></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/temas-de-historia-acoriana-volii/">Temas de História Açoriana &#8211; Volume II</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Temas de História Açoriana &#8211; Volume II</h3>
<h3><b>Carlos Enes</b></h3>
<p>Nasceu (1951) na Vila Nova, ilha Terceira. Licenciado em História, pela <a href="https://www.letras.ulisboa.pt/pt/sobre-a-flul/a-faculdade" target="_blank" rel="noopener">Faculdade de Letras de Lisboa</a> (1979), foi professor no Ensino Secundário, desde 1978. Exerceu também funções docentes na Universidade Eduardo Mondlane (1981-84), Maputo, e na Universidade Aberta (1996-2003), Lisboa. Orientador Pedagógico do Ramo Educacional do Departamento de História da Faculdade de Letras de Lisboa, 1988-89.</p>
<p>Mestre em História Contemporânea (1993), pela Universidade Nova de Lisboa, dedica-se há vários anos ao estudo da história açoriana. Com duas dezenas de livros e de artigos publicados, participou em colóquios e fóruns (cerca de 40) nas mais diversas instituições. Tem colaboração abundante na Enciclopédia Açoriana, edição online, na História dos Açores, editada pelo IAC, e no Dicionário de Educadores Portugueses.</p>
<p>No campo da etnografia aprofundou estudos sobre o Carnaval e as festas do Espírito Santo, na Terceira. Na área da cultura, comissariou várias exposições, participou em jurados para a selecção de obras a subsidiar pela DRAC, e foi membro do Conselho Regional de Cultura.</p>
<p>É autor do romance <em>Terra do Bravo</em> (2005), edição esgotada, de <em>Cicatriz da Chuva</em>, poesia (2016), <a href="https://www.letraslavadas.pt/a-oposicao-democratica-em-ponta-delgada/"><em>A Oposição Democrática em Ponta Delgada &#8211; Das eleições de 1969 à Cooperativa Sextante</em></a> (2020), edição esgotada, <em>A Galope numa Noite de Búzios</em> (2023), <em>As danças do Entrudo</em> (1980),<em> A economia Açoriana entre as duas guerras mundiais</em> (1994); <em>Luís da Silva Ribeiro, Obras, vol. IV, Escritos Político-administrativos (estudo introdutório e a organização)</em> (1995); <em>A Casa dos Açores em Lisboa</em> (1996); <em>A Memória Liberal na Ilha Terceira</em> (2001); <em>Vila Nova – pelos caminhos da sua história</em> (2011); <em>A fotografia nos Açores</em> (2011); <em>Álbum Terceirense, 4 volumes</em> (2007-18); <em>Angra do Heroís­mo – Alma e Memória</em> (2019).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>ISBN: 9789897356872</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/temas-de-historia-acoriana-volii/">Temas de História Açoriana &#8211; Volume II</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A Pedra Descalçou a Bota</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/a-pedra-descalcou-a-bota/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 11:13:27 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=99659</guid>

					<description><![CDATA[<div>
<div dir="auto">
<h3>A Pedra Descalçou a Bota</h3>
<p>A pedra descalçou a bota… Com ela ficou para trás uma vida de pés, porque pedras e botas não são coisas da mesma perdigota… As pedras ferem, mas ajudam a assentar os pés, sentir por onde se anda; as botas acomodam, protegem. A pedra descalçou a bota e balanceou, duvidou da decisão, mas já não mais suportava ser o contrapeso, a compensação…</p>
<p>“A Pedra Descalçou a Bota” reúne 181 textos breves, concebidos como unidades autónomas que exploram temas centrais da experiência contemporânea: identidade e subjetividade, relações humanas e afetividade, memória e temporalidade, silêncio e interioridade, natureza e transcendência. Com uma escrita depurada e de grande precisão estilística, Fernanda Mendes constrói uma obra marcada pela capacidade de condensar pensamento e emoção em formas breves, oferecendo ao leitor uma abordagem madura e contemplativa sobre os modos de existir e de sentir. O livro inscreve-se no território da literatura introspetiva, cruzando densidade conceptual com sensibilidade poética.</p>
</div>
</div>
<div>-------</div>
<div><strong>Autora: Fernanda Mendes</strong></div>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/a-pedra-descalcou-a-bota/">A Pedra Descalçou a Bota</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>A Pedra Descalçou a Bota</h3>
<p><strong>Fernanda Mendes</strong></p>
<p>Nasceu em Canelas, concelho de Arouca, em 1947. Emigrou para o Brasil, em 1953, onde fez os estudos básico e secundário. Cursou Medicina na Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (FMUC) e formação em Psiquiatria, no Serviço de Psiquiatria dos Hospitais da Universidade de Coimbra. Integrou a Comissão Provisória de Gestão da FMUC, 1974. Reside nos Açores, onde exerceu a sua atividade profissional no Hospital de Ponta Delgada, desde junho de 1985. Diretora do Serviço de Psiquiatria (1990/94); Presidente do Conselho de Administração do Hospital de Ponta Delgada (1994/96) e Presidente da Comissão Instaladora do Hospital do Divino Espírito Santo (1994/98). Presidente do Conselho Médico da Região Autónoma dos Açores, da Ordem dos Médicos, no triénio 1993/95. Sócia-fundadora (1984), Vice-Presidente (1992/93) e Presidente (1994/95) da <a href="https://spsc.pt/" target="_blank" rel="noopener">Sociedade Portuguesa de Sexologia Clínica</a>, e sócia honorária, 2022. Terapeuta na consulta de Ginecologia Psicossomática e Sexologia dos HUC, desde a sua criação, 1975 a 1985.</p>
<p>Criou e foi responsável pela consulta Terapia de Casal e Sexologia, no Hospital de Ponta Delgada (1985/96). Terapeuta didata em Psicodrama pela Sociedade Portuguesa de Psicodrama e Associação Brasileira de Psicodrama (1989). Colaborou com as Escolas de Enfermagem de Coimbra e dos Açores, a Direção Geral de Saúde da Zona Centro (1979/81), a Direção Regional da Saúde e Escolas de Ensino Básico e Secundário, Açores, nos âmbitos da formação de enfermeiros, médicos da medicina geral e da educação afetivo-sexual; nos cursos de “Introdução à Sexologia” para o 6.º ano médico, da FMUC (1978/81); na obra Sexologia em Portugal, 1987, I Volume, com o tema: As Disfunções Sexuais Femininas – Definição, Classificação e Incidência. Realizou, como autora e coautora, diversos trabalhos científicos na área de Psiquiatria e Sexologia Clínicas. Apresentou doze programas sobre Sexualidade, na RTP-Açores, 2006. Colaborou, com a RTP1, programa A PRAÇA, com a rubrica mensal “Sexualidade e Afetos”, de 2018/20.</p>
<p>Pós-Graduação em Gestão de Unidades de Saúde, Universidade Católica de Lisboa, 2003/ 2004, e em Justiça Europeia dos Direitos do Homem, Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, 2009/2010. Deputada à Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores – VI, VII e VIII Legislaturas (1996/2000/2004); Secretária Regional dos Assuntos Sociais, (2000/02), e Vice-Presidente da ALRAA, VIII Legislatura. Publicou: “Sexualidade Redonda e Circular”, 2014, “<a href="https://www.letraslavadas.pt/fios-tecidos-ao-vento/">Fios Tecidos ao Vento</a>”, 2018, “Serviço Regional de Saúde Açores” (2022) e “A Pedra Descalçou a Bota” (2026), Letras Lavadas edições.</p>
<p>Mais livros <a href="http://letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a></p>
<p>ISBN: 9789897356896</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/a-pedra-descalcou-a-bota/">A Pedra Descalçou a Bota</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Açorianidade e Autonomia – Páginas Escolhidas e Outros Textos</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/acorianidade-e-autonomia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 14:52:15 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=99555</guid>

					<description><![CDATA[<div>
<h3>Açorianidade e Autonomia – Páginas Escolhidas e Outros Textos</h3>
<div dir="auto">
<p>Esta renovada antologia de Páginas Escolhidas e outros Textos pretende dar mostra de algumas, múltiplas, particulares e significativas apercepções da Açorianidade, entendida esta como horizonte criativo e categorialmente determinante da mundividência, do modo de inserção antropológico-existencial dos Açorianos no Mundo e da sua procura afirmativa, desejada, imaginada ou efectivamente consciencializada e construída de identidade sociocultural, psíquica e espiritual.</p>
<p>Nota Introdutória, EDUARDO FERRAZ DA ROSA</p>
<p>– Como me tem sido útil este livro! Para além do conteúdo dos vários textos sabiamente coligidos, e da antiguidade de muitos deles, comprovando que a reclamação da Autonomia Açoriana tem raízes e não pode ser confundida com um qualquer devaneio pós revolucionário, o livro integra Autores de quase todas as Ilhas dos Açores, em testemunho da geral expansão do ideário autonomista. A nova edição deste livro, comemorando o cinquentenário da Autonomia Constitucional nascida da Revolução do 25 de Abril, é especialmente oportuna e em muito dignifica o seu Autor e também o Editor.</p>
<p>Prefácio, JOÃO BOSCO MOTA AMARAL</p>
<p>Nas movimentações políticas ocorridas nos arquipélagos, muito especialmente nos Açores, estiveram também presentes influências internacionais. Essas influências exerceram-se quer por motivos decorrentes da evolução europeia de Portugal quer pela própria importância estratégica dos Açores. As funções estratégicas de natureza diferente atribuídas às ilhas atlânticas podem modificar-lhes a importância e ainda fazer variar os agentes e os métodos de influências exteriores.</p>
<p>As Influências Internacionais, JOSÉ MEDEIROS FERREIRA</p>
</div>
</div>
<div>-------</div>
<div><strong>Autor: Eduardo Ferraz da Rosa</strong></div>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/acorianidade-e-autonomia/">Açorianidade e Autonomia – Páginas Escolhidas e Outros Textos</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Açorianidade e Autonomia – Páginas Escolhidas e Outros Textos</h3>
<p><strong>Eduardo Ferraz da Rosa</strong></p>
<p>Professor Universitário, Escritor, Investigador e Ensaísta, nasceu na Praia da Vitória, ilha Terceira. Após Estudos Secundários em Angra do Heroísmo e nos Estados Unidos da América, frequentou as Faculdades de Letras da Universidade de Coimbra e de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Licenciou-se em Filosofia pela Universidade Católica Portuguesa, com uma Tese sobre Vitorino Nemésio. Professor-Assistente no Departamento de História, Filosofia e Ciências Sociais, e Professor Convidado de Filosofia e Cultura Portuguesa na Universidade dos Açores (UA), foi Diretor de Curso no Centro de Formação de Professores (DCE, Pólo da UA na Ilha Terceira). Docente Convidado da Escola Superior de Enfermagem de Angra do Heroísmo, frequentou um Mestrado em Psicologia Sistémica e Comportamental, na Faculdade de Psicologia da Universidade de Coimbra.</p>
<p>Foi Investigador Associado do Serviço de Epidemiologia e Biologia Molecular, Director do Centro de Documentação Científica do Hospital da Ilha Terceira, no Serviço de Oncologia deste Hospital fazendo Investigação para Doutoramento em Ciências Biomédicas (ICBAS, Universidade do Porto). Membro do Instituto de Filosofia Luso-Brasileira, do Instituto Cultural de Ponta Delgada e do Instituto Açoriano de Cultura, foi Presidente do Instituto Histórico da Ilha Terceira. Representante nos Açores e Sócio de Mérito da SHIP (Sociedade Histórica de Portugal). Foi Consultor do Governo Regional e das Câmaras Municipais da Praia da Vitória e de Angra do Heroísmo, tendo sido Coordenador-Geral das Comemorações Municipais do Bicentenário do Nascimento de Almeida Garrett (1999) e do I Centenário do Nascimento de Vitorino Nemésio (2001-2002). Eleito pela Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores (ALRAA), foi Conselheiro Nacional de Educação. É Presidente do Júri do Prémio Literário Vitorino Nemésio (ALRAA, 2025).</p>
<p>Mais livros <a href="http://letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a></p>
<p>ISBN: 9789897356797</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/acorianidade-e-autonomia/">Açorianidade e Autonomia – Páginas Escolhidas e Outros Textos</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tal Disparate de Glossário &#8211; 5ª edição</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/tal-disparate-de-glossario-5a-edicao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 16:31:34 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=99537</guid>

					<description><![CDATA[<h3>Tal Disparate de Glossário – Termos e Expressões Populares da Ilha Terceira</h3>
<p>Compilação de termos e expressões populares da ilha Terceira, elaborada por Ana Rita Martins de Carvalho, natural de Lisboa, mas que reside actualmente na ilha Terceira, tendo-se apaixonado pelas gentes, expressões e termos únicos desta terra.<span style="color: #888888;"><br clear="all" /></span></p>
<p><strong>Autora: Ana Rita Martins de Carvalho</strong></p>
<p>&#160;</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/tal-disparate-de-glossario-5a-edicao/">Tal Disparate de Glossário &#8211; 5ª edição</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ana Rita Martins de Carvalho</strong></p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-48935 alignleft" src="https://www.letraslavadas.pt/wp-content/uploads/2021/02/image001.jpg" alt="" width="149" height="155" srcset="https://www.letraslavadas.pt/wp-content/uploads/2021/02/image001.jpg 149w, https://www.letraslavadas.pt/wp-content/uploads/2021/02/image001-12x12.jpg 12w" sizes="(max-width: 149px) 100vw, 149px" /></p>
<p>Nasceu em 1977, em Lisboa. Com costela alentejana, é casada com um torreense e mãe de um terceirense. Licenciada em engenharia química, e com breves passagens pela Alemanha e por Moçambique, foi o amor que a trouxe até à ilha Terceira, e foi o amor com que foi recebida nesta ilha que a fez (gostar tanto de) ficar. Assim, foi fácil deixar-se apaixonar pelas gentes, expressões e termos únicos da Terceira, mas a principal motivação para esta compilação chama-se Gaspar, o seu filho de 2 anos que aqui nasceu e se tornou o elo mais forte da corrente que a liga a esta terra.</p>
<p>ISBN: 9789897356827</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/tal-disparate-de-glossario-5a-edicao/">Tal Disparate de Glossário &#8211; 5ª edição</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ensaio e Literatura Escritores Açorianos</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/ensaio-e-literatura-escritores-acorianos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 09:59:14 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=99457</guid>

					<description><![CDATA[<h3 class="p2">Ensaio e Literatura Escritores Açorianos</h3>
<p class="p2">Estes diversos modos de encarar o campo disciplinar e/ou artístico em que se inserem os autores têm implicações no trabalho crítico-ensaístico e na base filosófica em que assentam as suas premissas; mas, como o tempo em que se vive também molda gostos, tendências, e infunde, com mais ou menos consciência dos recetores, o espírito do tempo e a cultura que ele traz, o papel de cada um é fazer sua (e daí a originalidade) uma herança partilhada. Não surpreende, portanto, que lugares e formações diferentes sejam ponto de reflexão para Vitorino Nemésio e Eduardo Lourenço, falando um do ponto de vista do poeta e outro do filósofo, que, não raras vezes, tem sido classificado de escritor, e mesmo de ficcionista, sem ter escrito obra narrativa ou dramática, onde a ficção estabelece canonicamente a sua morada.</p>
<p>-----------</p>
<h3 class="p2">Autora: Rosa Maria Goulart</h3>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/ensaio-e-literatura-escritores-acorianos/">Ensaio e Literatura Escritores Açorianos</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3 class="p2">ROSA MARIA GOULART</h3>
<p class="p2">Natural da ilha do Pico, foi professora catedrática da <a href="https://www.uac.pt/" target="_blank" rel="noopener">Universidade dos Açores</a>, onde se doutorou com uma tese intitulada <em>Romance lírico. O percurso de Vergílio Ferreira.</em> Exerceu vários cargos de gestão universitária, designadamente pró-reitora para a Extensão Cultural e Publicações e vice-reitora para a Área Académica. Além de colaboração em obras coletivas e revistas da especialidade, publicou em livro: <em>Romance lírico. O percurso de Vergílio Ferreira</em> (tendo-lhe sido atribuído, em 1993, o Grande Prémio de Ensaio APE/TLP); <em>O Trabalho da Prosa; Artes Poéticas; Literatura e Teoria da Literatura em tempo de crise.</em> Tem dedicado a sua atividade docente e de investigação aos estudos de Teoria da Literatura e de Literatura Portuguesa, com destaque para a Moderna e Contemporânea. Foi distinguida pela Câmara Municipal da Madalena do Pico com a Medalha de Ouro de Município, em 2019.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>ISBN: 9789897356803</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/ensaio-e-literatura-escritores-acorianos/">Ensaio e Literatura Escritores Açorianos</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Onde A Alma Respira o Vento</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/onde-a-alma-respira-o-vento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 16:37:03 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=99393</guid>

					<description><![CDATA[<h3 class="p2">Onde A Alma Respira o Vento</h3>
<p class="p2">Há momentos em que a vida se resume ao frio de um banco de jardim e ao silêncio que a alma aceita como sombra. <em>Onde a Alma Respira o Vento</em> é um rasto de palavras deixado por quem aprendeu a caminhar entre o que foi e o que já não é, como uma folha que se dissolve devagar na terra que tudo guarda e tudo esquece.</p>
<p class="p2">Neste livro, Filipe Bacelo percorre os labirintos do esquecimento, da invisibilidade social e da busca por uma luz que teima em não apagar. Através de um “silêncio bíblico”, o autor convida o leitor a despir as máscaras e a enfrentar os próprios invernos, transformando a dor em fôlego e o cansaço em bravura.</p>
<p class="p2">Uma obra sobre a fragilidade humana e a persistência de quem, mesmo perdendo o rasto de si mesmo, encontra na poesia a forma definitiva de não desaparecer.</p>
<p>-----------</p>
<h3 class="p2">Autor: Filipe Bacelo</h3>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/onde-a-alma-respira-o-vento/">Onde A Alma Respira o Vento</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3 class="p2">Filipe Bacelo</h3>
<p class="p2">Filipe Bacelo nasceu em 1979 e é natural de Ermesinde. Escritor, poeta e contador de histórias, encontrou nas palavras uma forma de atravessar a vida e de regressar à superfície.</p>
<p>Autor de romances, livros infantis e de poesia, detendo-se no amor, na perda, na fragilidade humana e nos lugares onde ainda nasce esperança.</p>
<p>Em 2023, foi distinguido no concurso literário &#8220;Entre Palavras&#8221;, com o Prémio Autor Revelação, atribuído pela escolha dos leitores, e com o Prémio Melhor Romance.</p>
<p>Acredita que a literatura deve tocar onde, muitas vezes, a voz não consegue chegar. Em <em>Onde a Alma Respira o Vento</em>, volta-se para dentro e convida o leitor a acompanhá-lo numa travessia íntima entre o inverno da dor e a possibilidade de uma primavera.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>ISBN: 9789897357039</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/onde-a-alma-respira-o-vento/">Onde A Alma Respira o Vento</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O Barco e o Sonho adaptado para os mais novos</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/o-barco-e-o-sonho-adaptado-para-os-mais-novos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 15:59:45 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=99392</guid>

					<description><![CDATA[<h3 class="p2">O Barco e o Sonho adaptado para os mais novos</h3>
<p class="p2">O Barco e o Sonho — Edição Miniatura<br />
Com apenas 13 x 18 mm, esta é considerada a mais pequena edição infantil escrita em português.<br />
Adaptado para crianças a partir da obra homónima de Manuel Ferreira, um clássico da literatura açoriana, este pequeno livro conta a história real de dois homens que construíram secretamente um barco e partiram dos Açores rumo aos Estados Unidos em busca de uma vida melhor.<br />
Integrada no projeto Palavras da Minha Terra, esta edição alia literatura, património e imaginação, utilizando o formato miniatura como uma forma inovadora de despertar a curiosidade das crianças pelos livros, pela leitura e pelas histórias da sua terra.<br />
Um livro minúsculo que guarda uma grande aventura.</p>
<p>-----------</p>
<h3 class="p2">Autor: Manuel Ferreira<br />
Texto de: Sandra de Sousa Bairos<br />
Ilustração: Beatriz Arruda</h3>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/o-barco-e-o-sonho-adaptado-para-os-mais-novos/">O Barco e o Sonho adaptado para os mais novos</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Sandra de Sousa Bairos</h3>
<p>Nasceu em Vila do Porto, na <a href="https://www.letraslavadas.pt/santa-maria-a-ilha-amarela/">ilha de Santa Maria</a>, no arquipélago dos Açores, a 1 de dezembro de 1975. O seu habilidoso poder de observação e interrogação transformou-a numa geógrafa. Desde muito pequena, coleciona o gosto por livros, palavras e histórias. Gosta de escrever e reescrever para públicos jovens num compromisso com a educação e com a cultura.</p>
<h3>Beatriz Arruda</h3>
<p>É uma jovem designer, ilustradora e mestre em Marketing. Nasceu em 1995 na ilha de São Miguel, nos <a href="https://www.google.com/search?q=A%C3%A7ores&amp;rlz=1C1GCEA_enPT930PT930&amp;oq=A%C3%A7ores&amp;gs_lcrp=EgZjaHJvbWUyBggAEEUYOTIGCAEQIxgnMgcIAhAAGIAEMg0IAxAAGIMBGLEDGIAEMgcIBBAAGIAEMgYIBRBFGD0yBggGEEUYPTIGCAcQRRg90gEHNjA1ajBqN6gCALACAA&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8" target="_blank" rel="noopener">Açores</a>. Ganhou asas e foi estudar Design de Comunicação para Instituto Politécnico de Portalegre onde ganhou o concurso de ilustração para o livro “Crescendo ao sabor do Café”. Em 2016, regressou à sua terra natal, onde tem realizado vários trabalhos, caracterizados e diferenciados pelo seu estilo, onde os seus gostos e paixões são veiculados pelas técnicas e linhas esboçadas.</p>
<h3 class="p2"></h3>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/o-barco-e-o-sonho-adaptado-para-os-mais-novos/">O Barco e o Sonho adaptado para os mais novos</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Gastronomia dos Açores</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/gastronomia-dos-acores-1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 14:30:09 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=99387</guid>

					<description><![CDATA[<div>
<p>Descubra os sabores autênticos do arquipélago com o livro <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Gastronomia dos Açores</span></span>, de <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">António Cavaco</span></span>. Uma obra dedicada à riqueza da gastronomia açoriana, reunindo receitas tradicionais dos Açores, saberes ancestrais e ingredientes típicos das ilhas. Entre pratos de peixe e carne, sopas, doces conventuais e especialidades regionais, este livro é uma viagem pelos sabores e tradições açorianas. Ideal para amantes de culinária regional portuguesa, cultura açoriana e receitas caseiras autênticas.</p>
<p>Chegámos ao Corvo. Poderíamos presumir que, porque aqui chegados e pela dimensão da ilha, ao livro nada haveria a acrescentar. Enganar-se-á quem assim pensar. Apesar de para "nove ilhas", poder ser suposta a existência de "nove cozinhas", a gastronomia existe no Corvo, o que faz todo o sentido. Mesmo que a geografia e demografia nos remete para uma oferta mais restrita, ela não deixa de ser rica e diferenciada, como o constatámos. Exceção para a doçaria, que fica no segredo dos lares... além da que, por tradição, é feita pela comunidade, nas festas do Espírito Santo: arroz doce, massa sovada e biscoitos secos. Pelo Carnaval, fazem-se também, malassadas. As portas não têm chave. A riqueza e a pobreza são relativas —só têm em comum, o "Z" das palavras. O homem mais rico do Corvo, nas primeiras décadas do século XX, andava descalço como os outros e lavrava a terra com os filhos. Embora, hoje haja uma "especialização" — todos continuam a fazer de tudo, todos se ajudam — a gastronomia e afecto são património que nunca lhe roubarão.</p>
</div>
<div></div>
<div>-----------</div>
<p><strong>Autor: António Cavaco</strong></p>
<p>&#160;</p>
<h6>Este livro está inserido no Plano Regional de Leitura.</h6>
<p><a href="https://www.letraslavadas.pt/plano-nacional-e-regional-de-leitura/"><img class="alignnone wp-image-90444" src="https://www.letraslavadas.pt/wp-content/uploads/2022/01/leracores1-300x135.webp" alt="" width="180" height="81" /></a></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/gastronomia-dos-acores-1/">Gastronomia dos Açores</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Autor: António Cavaco</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>ISBN: 9789897353727</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/gastronomia-dos-acores-1/">Gastronomia dos Açores</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Açores 500 Flores</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/acores-500-flores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 16:42:31 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=99375</guid>

					<description><![CDATA[<h3>Açores 500 Flores</h3>
<p>Entre flores e memórias, o livro revela a profunda ligação dos açorianos à Natureza. Desde os primórdios do povoamento, as plantas acompanharam a vida quotidiana, não só pela sua utilidade, mas também pelo encanto que proporcionam. Nos jardins, quintais e festividades, as flores são expressão viva da identidade cultural açoriana.</p>
<p>Este livro é um incentivo à observação das flores de 140 árvores, 131 arbustos, 40 trepadeiras e 189 herbáceas, que vivem no arquipélago dos Açores. A beleza das flores foi o principal critério orientador da escolha. As espécies endémicas e nativas mereceram uma especial atenção. As plantas invasoras mais agressivas foram selecionadas com o objetivo de alertar residentes e visitantes para o impacto negativo nos ecossistemas.</p>
<p>Num mundo cada vez mais materialista, a beleza de uma simples flor pode enriquecer a experiência humana.</p>
<hr />
<p><strong>Autores : Raimundo Quintal e Teófilo Braga</strong></p>
<p>&#160;</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/acores-500-flores/">Açores 500 Flores</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>RAIMUNDO QUINTAL</strong></p>
<p>Nasceu no Funchal, a 6 de outubro de 1954. Doutorado em Geografia Física pela Universidade de Lisboa. Investigador no Centro de Estudos Geográficos, Instituto de Geografia e Ordenamento do Território, Universidade de Lisboa. Vereador com o Pelouro do Ambiente, Educação e Ciência da Câmara Municipal do Funchal, de janeiro de 1994 a janeiro de 2002. Entre os projetos de conservação da natureza, de requalificação paisagística e de educação ambiental que liderou, destacam-se a criação do Parque Ecológico do Funchal e o Galardão Ouro das Cidades e Vilas Floridas da Europa (2000).</p>
<p>Fundador da Associação dos Amigos do Parque Ecológico do Funchal e presidente da direção desde fevereiro de 2002. Autor de livros e de numerosos artigos de Fitogeografia, Ecologia e Educação Ambiental. Autor e realizador de 84 documentários sobre património natural e cultural, exibidos em televisões nacionais e internacionais. Coordenador do projeto de restauração da biodiversidade, que a Associação dos Amigos do Parque Ecológico do Funchal vem realizando no maciço montanhoso do Pico do Areeiro, Ilha da Madeira, desde 2001. Responsável científico do projeto de requalificação do <a href="https://www.josedocanto.com/" target="_blank" rel="noopener">Jardim Botânico José do Canto</a>, em Ponta Delgada, Ilha de São Miguel, 2014 — 2017. Responsável científico pela criação e desenvolvimento do Campo de Educação Ambiental do Santo da Serra — Eva e Américo Durão, Ilha da Madeira, desde abril de 2019. Figura do Futuro na Área do Ambiente; eleito pelos leitores do jornal “Correio da Manhã”, em março de 2009.</p>
<p>Prémio QUERCUS 2012”, distinção atribuída a personalidades que se evidenciam de forma relevante na área do ambiente. Prémio “UMa Reconhecimento; distinção de natureza individual atribuída pela Universidade da Madeira, através do seu Conselho de Cultura, pelo contributo cultural prestado à Região Autónoma da Madeira — cerimónia realizada a 24 de abril de 2018. Menção Honrosa na categoria “Personalidade” — Prémios Verde Visão + Águas de Portugal — 05 de junho de 2022.</p>
<p><strong>TEÓFILO BRAGA</strong></p>
<p>Nasceu, em Vila Franca do Campo, a 22 de outubro de 1957. Foi professor do 3.° Ciclo do Ensino Básico e do Ensino Secundário de Física e Química. Possui o Bacharelato em Ciências Físico-Químicas/Matemática, pela Universidade dos Açores, o Curso de Estudos Superiores Especializados em Administração Escolar, pelo Instituto Superior de Educação e Trabalho, do Porto, e o Mestrado em Educação Ambiental, pela Universidade dos Açores.</p>
<p>Foi delegado sindical e membro dos órgãos sociais do Sindicato Democrático dos Professores dos Açores.<br />
Adepto do cooperativismo, esteve ligado à delegação de Ponta Delgada da Cooperativa Semente e foi presidente da Cooperativa de Consumo do Pico da Pedra. Desde 1982, está ligado ao movimento ecologista e ao de defesa dos animais, tendo sido um dos fundadores e Presidente da Direção dos Amigos dos Açores – Associação Ecológica. Coordena o Núcleo Regional dos Açores da IRIS – Associação Nacional de Ambiente. Foi Diretor da Agência Regional da Energia e do Ambiente da Região Autónoma dos Açores.</p>
<p>É autor e coautor de diversos roteiros de percursos pedestres e de várias publicações sobre energia e património natural. Colabora com jornais e revistas, regionais e nacionais, e tem estudado e publicado sobre o feminismo e o movimento operário nos Açores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>ISBN: 9789897356773</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mais livros<a href="http://letraslavadas.pt"> Letras Lavadas</a></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/acores-500-flores/">Açores 500 Flores</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Terras do Espírito Santo</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/terras-do-espirito-santo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 12:10:43 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=99364</guid>

					<description><![CDATA[<h3 class="p2">Terras do Espírito Santo</h3>
<p class="p2">Era uma vez uma comunidade chamada “Dove”, habitada por muitas pessoas, cada uma trazendo consigo a sua própria história - quase sempre marcada por perdas e travessias difíceis. No peito guardavam feridas antigas, mas também uma esperança que teimava em não morrer: uma viúva que nunca chegara a casar, uma militante política obrigada a abandonar a filha para fugir às perseguições do regime de Salazar, um funcionário consular, um professor universitário emigrante, dois enfermeiros, um diretor de hotel, um advogado tímido, um jardineiro, um bancário com vocação para a botânica, uma menina com trissomia vinte e um, em busca de redenção.</p>
<p class="p2">Viviam inspirados pelos Impérios do Espírito Santo dos Açores: trabalhavam juntos, meditavam juntos e partilhavam o que tinham. Pouco a pouco, algo dentro deles foi-se transformando - como se as almas se tornassem mais leves, mais claras e mais abertas ao transcendente.</p>
<p class="p2">Começaram a perceber que a humanidade inteira se encontrava às portas de uma grande transformação. Um novo tempo aproximava-se, silencioso mas inevitável - uma nova idade da História!</p>
<p class="p3">Compreenderam então que aquela pequena comunidade era apenas um sinal desse horizonte maior: o anúncio de uma era que nascia lentamente no coração do mundo - a Era do Espírito Santo!</p>
<p>-----------</p>
<h3>Autora: Teresa Tomé</h3>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/terras-do-espirito-santo/">Terras do Espírito Santo</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3 class="p2">Teresa Tomé</h3>
<p class="p2">Nasceu em 1956 na cidade de Ponta Delgada, S. Miguel, Açores.</p>
<p class="p3">Licenciou-se em História pela Universidade dos Açores. Entre 1984 e 1987 foi Assistente da Cadeira de História Cultural e das Mentalidades na Universidade dos Açores. É autora do livro “Ernesto do Canto, Os Açores na Problemática da Cultura do Século XIX”, bem como de diversos artigos publicados em revistas da especialidade, versando sempre a cultura Açoriana nomeadamente temáticas relacionadas com o Espírito Santo. Jornalista desde 1989 dedicou-se sobretudo à realização de grandes reportagens e documentários. Durante dois anos foi editora da magazine de cultura da <a href="https://acores.rtp.pt/" target="_blank" rel="noopener">RTP-Açores</a>. Enquanto jornalista na Rádio Televisão Portuguesa, realizou uma vasta obra filmográfica que abarcou um leque variado de temas com principal incidência para a cultura, historiografia e etnografia açorianas. O seu trabalho foi premiado em Portugal e no estrangeiro.</p>
<p>ISBN: 9789897356698</p>
<p>Mais livros <a href="https://www.letraslavadas.pt/">Letras Lavadas</a></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/terras-do-espirito-santo/">Terras do Espírito Santo</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O Eco do Búzio</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/o-eco-do-buzio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 11:20:54 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=99344</guid>

					<description><![CDATA[<h3 class="p2">O Eco do Búzio</h3>
<p class="p2">Para a irreverente Clarinha, o quente mês de agosto que se avizinhava anunciava-se aborrecido e sem cor. Clara não imaginava que o pacato lugarejo onde ficava a casa de férias da família se revelasse um local cheio de emoção e aventura.</p>
<p class="p2">Descobriu, nesse verão, que são as pessoas que fazem os lugares e nunca o contrário. Comprovou, ainda, que esta era apenas uma das muitas verdades que a avó Rosa lhe havia de ensinar pela vida fora.</p>
<p>-----------</p>
<h3>Autora: Simone Tavares de Melo (texto) e Leonor Portela (ilustrações)</h3>
<p>&#160;</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/o-eco-do-buzio/">O Eco do Búzio</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Simone Tavares de Melo</h3>
<p class="p2">Simone Tavares de Melo é licenciada em História Científica e História e Ciências Sociais pela <a href="https://www.uac.pt/" target="_blank" rel="noopener">Universidade dos Açores</a>.</p>
<p class="p2">Professora na Escola Básica e Secundária Armando Côrtes-Rodrigues, em Vila Franca do Campo.</p>
<p class="p2">Autora do livro “<a href="https://www.letraslavadas.pt/o-pica-batatas/">O Pica Batatas</a>”.</p>
<p>ISBN: 9789897356759</p>
<p>Mais livros <a href="https://www.letraslavadas.pt/">Letras Lavadas</a></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/o-eco-do-buzio/">O Eco do Búzio</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O Último Século Humano</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/o-ultimo-seculo-humano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 15:04:53 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=99174</guid>

					<description><![CDATA[<h3>O Último Século Humano</h3>
<p>Tudo mudou devagar.<br />
Não houve colapso.<br />
Não houve guerra.<br />
Houve apenas escolhas... cada vez mais rápidas, mais fáceis, mais certas.<br />
Ao longo de várias gerações, o mundo tornou-se eficiente, previsível... e estranho.<br />
As decisões deixaram de pesar.<br />
A memória deixou de doer.<br />
O tempo deixou de ser necessário.<br />
E, sem dar por isso, algo essencial começou a desaparecer.<br />
Acompanhando uma família ao longo de décadas, este romance atravessa a transição silenciosa para um mundo onde tudo funciona, mas já não sabemos bem para quê.<br />
O Último Século Humano é uma pergunta disfarçada de história:<br />
O que resta do humano quando já não é preciso ser humano?</p>
<p>-----------</p>
<h3>Autor: César Alves</h3>
<h3><span style="font-size: 16px;">Para mais livros Letras Lavadas, clique </span><a style="font-size: 16px;" href="http://letraslavadas.pt">aqui!</a></h3>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/o-ultimo-seculo-humano/">O Último Século Humano</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>César Alves</strong></h3>
<p>É professor de Física e Química desde o final da década de 1990.<br />
Com formação científica e uma atenção constante às transformações tecnológicas do mundo contemporâneo, tem desenvolvido uma reflexão pessoal sobre o impacto dessas mudanças na experiência humana.<br />
O Último Século Humano é o seu primeiro romance, no qual cruza ciência e literatura numa abordagem centrada nas pessoas, explorando temas como tempo, memória e identidade.<br />
Transmontano, estudou em Braga e vive nos Açores há mais de duas décadas.</p>
<p>ISBN: 9789897356735</p>
<p>Mais livros <a href="https://www.letraslavadas.pt/">Letras Lavadas</a></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/o-ultimo-seculo-humano/">O Último Século Humano</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Lin-Tchi-Fá / Flor de Lótus</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/lin-tchi-fa-flor-de-lotus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 10:48:54 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=99163</guid>

					<description><![CDATA[<p class="p1"><strong>Lin-Tchi-Fá / Flor de Lótus</strong></p>
<p>A recuperação e reedição de <em>Lin-Tchi-Fá / Flor de Lótus</em> justifica-se pelo valor literário intrínseco da obra, pela singularidade da sua imaginação orientalista no contexto português e pelo contributo que oferece para a compreensão das formas através das quais uma mulher escritora soube inscrever a sua voz num horizonte cultural marcado por fortes assimetrias de género. Esta edição permite não só restituir visibilidade a uma autora injustamente marginalizada pela historiografia literária, mas, também, reinscrever a sua poesia no diálogo contemporâneo sobre os cruzamentos entre culturas, sensibilidades e tradições poéticas.</p>
<p>O editor<br />
Henrique Levy</p>
<div><strong>Autora: Maria Anna Acciaioli Tamagnini</strong></div>
<div></div>
<p>&#160;</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/lin-tchi-fa-flor-de-lotus/">Lin-Tchi-Fá / Flor de Lótus</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1"><strong>Lin-Tchi-Fá / Flor de Lótus</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Maria Anna Acciaioli Tamagnini</strong></p>
<p>Maria Anna Acciaioli Tamagnini nasceu a 23 de julho de 1900 em Torres Vedras, e morreu a 5 de julho de 1933, por complicações de parto, em Lisboa.<br />
Aos 16 anos dá início aos estudos superiores na Faculdade de Letras de Lisboa, e conhece então Arthur Tamagnini de Sousa Barbosa, professor de português na Escola Nacional, que se torna seu professor particular. Casam-se nesse ano, em Lisboa, e em 1917 têm o primeiro de cinco filhos.<br />
Em 1918 Arthur Tamagnini é nomeado Governador de Macau, na época uma colónia portuguesa. Maria Anna acompanha-o e aí dedica-se a obras filantrópicas e é também mecenas das artes, nomeadamento do grupo de Artistas Amadores de Teatro e Música. Ensina ainda francês e história da literatura francesa. Vive em Macau entre 1918-1919 e 1926-1930.<br />
Escreve prosa e poesia, influenciada pelo Simbolismo de Camilo Pessanha, um dos poetas que mais admira, mas também pelo Parnasianismo, e pelo Orientalismo. Publica poesia e prosa em em revistas de cultura e femininas. Dedica-se ainda à pintura de motivos orientais.</p>
<p><em>Lin-Tchi-Fá &#8211; Flor de Lótus</em> (1925) é o seu único livro de poesia, inspirado pelo Oriente e publicado em Portugal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Henrique Levy</strong></p>
<p>Poeta e romancista, é portador de uma identidade com várias pertenças. Cidadão português, nascido em Lisboa, com nacionalidade cabo‑verdiana. Viveu em diversos países da Europa, Ásia, África e América. Reside, por opção, na ilha de São Miguel. É autor de cinco romances: <em>Cisne de África</em> (2009);<em> Praia Lisboa</em> (2010); <em>Maria Bettencourt Diários de Uma Mulher Singular</em> (2019); <em>Segredo da Visita Régia aos Açores</em> (2020); <em>Memórias de Madre Aliviada da Cruz</em> (2021). <em>É autor de seis livros de poesia, Mãos Navegadas</em> (1999);<em> Intensidades</em> (2001); <em>O silêncio das Almas</em> (2015);<em> Noivos do Mar</em> (2017); <em>O Rapaz do Lilás</em> (2018);<em> Sensinatos</em> (2019). Editou, em co-autoria com Ângela de Almeida, em 2020, o livro de poemas <em>Estado de Emergência</em> (2020). Editou e anotou <a href="https://www.letraslavadas.pt/a-sibylla/"><em>A Sibylla – Versos Philosophicos</em> </a>(2020), de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Mariana_Belmira_de_Andrade" target="_blank" rel="noopener">Marianna Belmira de Andrade</a>, cuja primeira edição data de 1884. Assinou vários ensaios literários, publicados na imprensa e em revistas literárias. Tem poemas e contos dispersos por diferentes Antologias, sendo, também, coordenador da editora açoriana Nona Poesia.</p>
<p>ISBN: 9789897356681</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/lin-tchi-fa-flor-de-lotus/">Lin-Tchi-Fá / Flor de Lótus</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mimos</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/mimos-de-herodas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 14:48:58 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=99152</guid>

					<description><![CDATA[<h3>Mimos de Herodas</h3>
<p>São oito os <em>Mimos</em> de Herodas que nos chegaram, praticamente na íntegra, a que se juntam pouquíssimos fragmentos, os quais integrariam mas cerca de quatro mimos. À exceção do Mimo VIII, todos os outros tratam de situações do quotidiano. Do mesmo modo que Teofrasto recorre a exemplos comuns para fornecer um cardápio de tipos humanos nos seus Mimo VIII, ou da mesma forma que Álcifron evoca episódios caricatos nas suas <em>Cartas, </em>ou ainda de maneira semelhante aos enredos da Comédia Nova, que se viram para o <em>oikos </em>e dão a conhecer um conjunto variado de ocorrências domésticas, também os <em>Mimos</em> de Herodas desenvolvem, ainda que de forma breve, circunstâncias e incidentes do dia-a-dia social, familiar e profissional do período grego helenístico.</p>
<p>A presente tradução em língua portuguesa da obra de Herodas, diretamente do original grego, a que se juntam uma introdução e notas, é a primeira que se publica em Portugal.</p>
<p>-----------</p>
<h3>Autor: <strong>Rui Tavares de Faria</strong></h3>
<h3><span style="font-size: 16px;">Para mais livros Letras Lavadas, clique </span><a style="font-size: 16px;" href="http://letraslavadas.pt">aqui!</a></h3>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/mimos-de-herodas/">Mimos</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Rui Tavares de Faria</strong></h3>
<p style="font-weight: 400;">Rui Tavares de Faria é Professor Auxiliar Convidado do Departamento de Línguas, Literaturas e Culturas da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade dos Açores; e Investigador integrado do Centro de Estudos Clássicos e Humanísticos (CECH) da Universidade de Coimbra e do Centro de Estudos Humanísticos (CEHu) da Universidade dos Açores.</p>
<p style="font-weight: 400;">É licenciado pela <a href="https://www.uac.pt/" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.uac.pt/&amp;source=gmail&amp;ust=1746630939155000&amp;usg=AOvVaw2rbzQWcmJRpLYDdHFfeDCV" target="_blank" rel="noopener">Universidade dos Açores</a> em Estudos Portugueses e Franceses e, pela Universidade de Coimbra, em Estudos Clássicos. Em 2009, doutorou-se em Literatura Portuguesa pela Universidade do Porto e, em 2023, em Estudos Clássicos, Ramo de Poética e Hermenêutica, pela Universidade de Coimbra. Da sua produção bibliográfica faz parte, atualmente, cerca de uma centena de títulos, repartidos em livros, capítulos de livros e artigos científicos, publicados em revistas em Portugal e no estrangeiro. Integra Comissões Científicas e Organizadoras de eventos nacionais e internacionais, dos quais se destacam o CLASTEA – Teatro de Tema Clássicos e as JEC – Jornadas de Estudos Clássicos. Colabora com a imprensa regional, nomeadamente com o Diário de Lagoa, onde tem publicado, mensalmente, uma crónica-ensaio de atualização da obra do autor grego Teofrasto, <em>Caracteres. </em>A sua investigação tem-se centrado no âmbito dos Estudos Literários – Portugueses e Greco-Latinos –, no âmbito dos Estudos de Receção, da Cultura e da Língua Portuguesas.</p>
<p>ISBN: 9789897356766</p>
<p>Mais livros <a href="https://www.letraslavadas.pt/">Letras Lavadas</a></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/mimos-de-herodas/">Mimos</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A Emergência do Poder Americano e o Almirante Alfred Thayer Mahan</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/a-emergencia-do-poder-americano-e-o-almirante-alfred-thayer-mahan/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 10:40:14 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=99086</guid>

					<description><![CDATA[<h3>A Emergência do Poder Americano e o Almirante Alfred Thayer Mahan</h3>
<p>O texto que agora se publica procura, sobretudo, relevar aquilo que, no pensamento do Almirante Alfred Thayer Mahan é tributário de uma categoria geopolítica. Procura contextualizar no espaço e no tempo o aparecimento da sua figura quer, com referências à formação territorial da União Americana, à emergência do Império continental Americano e ao seu galopante desenvolvimento económico quer, também, à conjuntura intelectual que acompanhou todo esse processo e no qual Mahan aparece como personagem cimeira na promoção dos atributos de poder necessários aos Estados Unidos na sua chegada à cena internacional na virada do século XIX para o século XX.</p>
<p>Para além das suas incursões no mundo da estratégia naval e da abordagem ao conceito de “poder marítimo” que o celebrizou, foi da visão do seu País e do mundo do seu tempo que, Mahan deixou, ainda, um legado, não discipiendo, para a interpretação actual de certos aspectos da conjuntura internacional, como parece indicar a atenção que a ele dedicam muitos pronunciamentos chineses, nomeadamente, do seu dirigente máximo Xi Jiping.</p>
<p>-----------</p>
<h3>Autor: <strong>José Carlos Cymbron</strong></h3>
<h3><span style="font-size: 16px;">Para mais livros Letras Lavadas, clique </span><a style="font-size: 16px;" href="http://letraslavadas.pt">aqui!</a></h3>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/a-emergencia-do-poder-americano-e-o-almirante-alfred-thayer-mahan/">A Emergência do Poder Americano e o Almirante Alfred Thayer Mahan</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>José Carlos Magalhães Cymbron</strong></p>
<p>É engenheiro militar do Exército, reformado, com a patente de coronel. Ingressou na Academia Militar em 1963, pertencendo ao Curso Teixeira Pinto. Foi comandante da Companhia de Sapadores da Escola Prática de Engenharia e director dos Cursos de Oficiais e Sargentos Milicianos de Engenharia na mesma Escola. Cumpriu duas comissões de serviço na ex-província ultramarina de Moçambique. Entre 1975 e 1986, foi delegado do Serviço de Fortificações e Obras do Exército na Zona Militar dos Açores. Prestou serviço na Repartição Logística do Estado Maior do Exército, em 1987-1988, e, em 1989-1990, foi 2.º comandante do Regimento de Engenharia n.º 1, em Lisboa. No período de 1990-1991, chefiou a Repartição de Operações do Comando-Chefe dos Açores e do ISCOMAZORES. Foi delegado nos Açores da CEOME e da CEIOTAN durante os períodos de 1984-1986 e 1990-1994. Desempenhou as funções de adjunto-principal do Gabinete do Ministro da República para os Açores, entre 1991 e 1997. Foi consultor da Secretaria Regional dos Transportes e Turismo para os Aeroportos do Grupo Central e, a partir de 1998, prestou, até 2011, serviços de consultadoria à Direcção Regional das Pescas e à Lotaçor, para as infra-estruturas marítimas de apoio às pescas. Frequentou diversos cursos de Formação Militar, entre os quais o de Estado Maior, e participou em vários cursos, seminários e colóquios sobre Segurança Nacional, Relações Internacionais, Geopolítica, Geoestratégia e Fortificação Antiga. É sócio do Instituto Histórico da Ilha Terceira e pertenceu ao Centro de Relações Internacionais de Estratégia da Universidade dos Açores. Integrou várias missões de cooperação em São Tomé e Príncipe e Cabo Verde. Publicou em Junho de 2016 o livro “Uma Aventura Corvina” e em 2022 “Os Franceses nos Açores: 1964-1994”.</p>
<p>ISBN: 9789897356483</p>
<p>Mais livros <a href="https://www.letraslavadas.pt/">Letras Lavadas</a></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/a-emergencia-do-poder-americano-e-o-almirante-alfred-thayer-mahan/">A Emergência do Poder Americano e o Almirante Alfred Thayer Mahan</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Soul Of Black Stone</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/soul-of-black-stone/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 13:03:47 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=99018</guid>

					<description><![CDATA[<h3>Soul of Black Stone: Echoes of Islands, Shadows of Time</h3>
<p>The ocean does not forget — and neither does the soul. In Soul of Black Stone: Echoes of Islands, Shadows of Time, Lara Gularte gathers the murmurs of ancestral tides and carries them across generations of distance. From volcanic cliffs and whaling songs to the luminous rituals of the Espírito Santo, her poetry transforms saudade into continuity, memory into resistance, and inheritance into living song. Writing from California yet breathing with the pulse of the Azores, Gularte reminds us that homeland is not lost to migration — it is reborn in language. These poems rise like islands from the sea of time, proving that heritage endures, reshaped by imagination, sustained by remembrance, and carried in the ocean of the blood.</p>
<p>Diniz Borges PBBI - California State University, Fresno</p>
<p>-----------</p>
<h3>Autora: Lara Gularte</h3>
<h3><span style="font-size: 16px;">Para mais livros Letras Lavadas, clique </span><a style="font-size: 16px;" href="http://letraslavadas.pt">aqui!</a></h3>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/soul-of-black-stone/">Soul Of Black Stone</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Lara Gularte </strong></p>
<p>Portuguese American poet, Lara Gularte lives and writes in the Sierra Foothills of California where she is Poet Laureate Emerita of El Dorado County. Her most recent book of poetry, Fourth World Woman, was published by “Finishing Line Press. Her book, Kissing the Bee, about her California Portuguese pioneer ancestors was published by “The Bitter Oleander Press, and follows the emigration of her family from the Azores to Northern California during the late 1800’s. Vamberto Freitas of the University of the Azores says of her book, “This is a poetry testifying to our perpetual search for self.” Nominated for several pushcart prizes, find her work in national and international journals and anthologies.</p>
<p>She is affiliated with the Cagarro Colloquium: Azorean Diaspora Writers Project, at the Portuguese Beyond Borders Institute (PBBI), California State University-Fresno. Gularte is a teaching artist of creative writing at Mule Creek State Prison in California. She co-hosts poets and writers’ workshops at county libraries and is known for conducting Ekphrastic writing workshops at art galleries and other venues. She hosts a popular monthly reading series, Poetry of the Sierra Foothills, at “Chateau Davell Winery” in Camino California.</p>
<p>ISBN: 9789897356674</p>
<p>Mais livros <a href="https://www.letraslavadas.pt/">Letras Lavadas</a></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/soul-of-black-stone/">Soul Of Black Stone</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Code Blue &#8211; New &#038; Selected Poems</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/code-blue-new-selected-poems/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 12:47:05 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=99014</guid>

					<description><![CDATA[<h3>Code Blue - New &#38; Selected Poems</h3>
<p>Code Blue gathers poems that refuse the mercy of forgetting. Here, memory enters like cold air — sudden, bracing, necessary — carrying salt, labor, prayer, hospital light, and the unsoftened weight of inheritance. Sam Pereira writes with a language both scarred and steadfast, binding image to body and history to breath, trusting the seen world—bread, rosaries, corridors, winter fields — to testify where abstractions fail. Heritage presses rather than consoles; faith is argued with; love and grief stand without spectacle. These poems move like weather across a moral landscape, refusing erasure, refusing distance, leaving in their wake not resolution but responsibility — the quiet warmth of words that remain answerable to the dark water closing behind us.</p>
<p>Diniz Borges PBBI - California State University, Fresno</p>
<p>-----------</p>
<h3>Autor: <strong>Sam Pereira</strong></h3>
<h3><span style="font-size: 16px;">Para mais livros Letras Lavadas, clique </span><a style="font-size: 16px;" href="http://letraslavadas.pt">aqui!</a></h3>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/code-blue-new-selected-poems/">Code Blue &#8211; New &#038; Selected Poems</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Sam Pereira</strong> received his Bachelor of Arts degree from Fresno State College and his Master of Fine Arts degree from the University of Iowa Writers Workshop. He has been published in such magazines as American Poetry Review, Poetry, Antioch Review, Alaska Poetry Quarterly, Five Points, and Nine Mile Art &amp; Literary Magazine.</p>
<p>His books include The Marriage of the Portuguese (L’Epervier Press, 1978), Brittle Water (Penumbra Press/Abattoir Editions, University of Nebraska at Omaha,1987), A Café in Boca (Tebot Bach, 2007), Dusting on Sunday (Tebot Bach, 2012), The Marriage of the Portuguese – Expanded Edition (Tagus Press, University of Massachusetts, 2012), Bad Angels (Nine Mile Press, 2015), and True North and Untrue You (Nine Mile Press, 2020).</p>
<p>He continues to live in the same small town he was born in back in 1949, along with his brilliant wife, the writer and activist Susan Graham, and their remarkable Maltipoo, Marley. Their home rests in the middle of what was once the local livestock yard. There is solace in all of these things.</p>
<p>ISBN: 9789897356667</p>
<p>Mais livros <a href="https://www.letraslavadas.pt/">Letras Lavadas</a></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/code-blue-new-selected-poems/">Code Blue &#8211; New &#038; Selected Poems</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Colcha de Memórias – Mulheres do Atlântico: tecidas entre capote e capelo</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/colcha-de-memorias-mulheres-do-atlantico-tecidas-entre-capote-e-capelo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 11:03:22 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=99009</guid>

					<description><![CDATA[<h3>Colcha de Memórias – Mulheres do Atlântico: tecidas entre capote e capelo</h3>
<p>Em<em> Colcha de Memórias – Mulheres do Atlântico: tecidas entre capote e capelo</em>, histórias se entrelaçam entre dois lados do oceano, marcadas pela coragem de atravessar, partir, permanecer ou recomeçar.</p>
<p>Entre o Brasil e os Açores, os caminhos se cruzam em diferentes direções: mulheres que partiram rumo às ilhas, as que fizeram o percurso inverso e aquelas que sempre viveram nas ilhas, guardando memórias do Atlântico. Inspirado no simbolismo do capote e capelo - vestimenta tradicional açoriana - o livro reúne relatos de desafios, escolhas e pertencimento.</p>
<p><em>Cada narrativa é um fragmento dessa colcha de memórias, costurada por vidas que continuam a tecer histórias de um lado e de outro do mar.</em></p>
<p><b>Autora: Viviane Peixoto Hunter</b></p>
<p>&#160;</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/colcha-de-memorias-mulheres-do-atlantico-tecidas-entre-capote-e-capelo/">Colcha de Memórias – Mulheres do Atlântico: tecidas entre capote e capelo</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Viviane Peixoto Hunter</strong></p>
<p>Viviane Peixoto Hunter é advogada, gestora cultural e escritora dedicada à valorização das narrativas femininas e da memória coletiva. Graduada em Direito, é pós-graduada em Direito Civil e Processual Civil e em Direito Público. Com trajetória consolidada na advocacia pública e privada, atua especialmente na defesa de mulheres vítimas de violência doméstica.</p>
<p>É uma das fundadoras do Coletivo Nacional de Advogadas “Nós, Seguras”, que atua no campo jurídico, psicológico e assistencial. Integra há mais de vinte anos a Casa dos Açores do Estado do<br />
Rio Grande do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Grande_do_Sul" target="_blank" rel="noopener">Sul,</a> da qual é presidente desde 2021, contribuindo para o resgate, a preservação e a divulgação da cultura açoriana. Autora e organizadora de projetos culturais, estreou na<br />
literatura com Colcha de Memórias &#8211; Mulheres Artistas: histórias que inspiram, obra que reúne relatos de mulheres que constroem a cultura por meio da arte. Em continuidade a essa trajetória, publica Colcha de Memórias &#8211; Mulheres do Atlântico: tecidas entre capote e capelo, segundo volume da série, que amplia o olhar sobre histórias femininas ligadas às duas margens do Atlântico &#8211; Brasil e os Açores.</p>
<p>Em suas obras, Viviane constrói uma escrita que entrelaça história, emoção e refl exão. Sua literatura é um gesto de reconhecimento: um bordado de palavras que preserva memórias, valoriza trajetórias femininas e inspira novas gerações a compreender o passado e imaginar futuros mais sensíveis e plurais.</p>
<p>ISBN: 9789897356728</p>
<p>Mais livros <a href="https://www.letraslavadas.pt/">Letras Lavadas</a></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/colcha-de-memorias-mulheres-do-atlantico-tecidas-entre-capote-e-capelo/">Colcha de Memórias – Mulheres do Atlântico: tecidas entre capote e capelo</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Os Mundos Recônditos de Vallda</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/os-mundos-reconditos-de-vallda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 15:16:26 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=98945</guid>

					<description><![CDATA[<div>
<h3 dir="auto">Os Mundos Recônditos de Vallda</h3>
<p>«Carla Valadão pinta com poesia cada palavra, cada verso e leva-nos a viajar aos surpreendentes Mundos Recônditos de Vallda.</p>
<p>Quem dá a sua poesia a degustar permite aos demais um banquete farto e surpreendente, possibilita viagens e imersões no profundo do ser de quem escreve e ousa confessar ao papel sonhos, desejos, vivências, ânsias, crenças, dores, inspirações e um infinito de sentimentos com intensidade e até erotismo.</p>
<p>“Os Mundos Recônditos de Vallda” também trazem pinceladas de ambição e renovação, visíveis nos poemas que se apresentam cheios de criatividade e intenção, nos versos que se doam e abrem janelas, permitindo a realização dos sonhos.</p>
<p>Carla é a mulher, a filha, a mãe, é a criativa, a mente fervilhante e inovadora. Viajar aos Mundos Recônditos de Vallda é uma experiência enriquecedora».</p>
<p>Sandra Fernandes</p>
</div>
<div>
<div dir="auto">
<p>-------</p>
</div>
</div>
<div><strong>Autora: Carla Valadão </strong></div>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/os-mundos-reconditos-de-vallda/">Os Mundos Recônditos de Vallda</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Carla Valadão</h3>
<div>Vallda (pseudónimo de Carla Valadão) nasceu a 15 de agosto de 1981 em Santa Cruz da Praia da Vitória, cresceu e viveu na Vila Nova, na ilha Terceira. Atualmente reside em Ponta Delgada, ilha de São Miguel. Compôs os seus primeiros textos com apenas nove anos, com preferência para o texto em verso.</div>
<div>É autora do blog “Na Alma e no Corpo” da Blogspot e da página “Os Mundos Recônditos da Vallda”.</div>
<div></div>
<div>Apresentou um programa da sua autoria, sobre poesia, na “Rádio Voz dos Açores” com o mesmo nome da sua página “<a href="https://www.facebook.com/karlavalladao/?locale=pt_PT" target="_blank" rel="noopener">Os Mundos Recônditos da Vallda</a>”.<br />
Desde 2018 iniciou uma série de presenças em saraus de poesia. Destaca-se pela sua colaboração reiterada, sempre que é solicitada, com a página “Maré de Poesia” do Quinzenário do concelho, o “Jornal da Praia”. Foi coautora em 2019 nas coletâneas “Toca a Escrever – 10 anos e Mulherio das Letras” da “Infinita”, “Livro Aberto da Rádio Voz de Alenquer”, “Poem’Art e Pandemia das Palavras” das edições O Declamador e “Quarentena – Memórias de um país confinado” da Chiado Editora e de “Entre o Sono e o Sonho” da mesma editora. Esteve presente na antologia “Os Açores nos Versos dos Seus Poetas” organizada por Olegário Paz e editada pela Letras Lavadas. Participou na coletânea “Livro Aberto 2021”; em 2023 em “Amantes da Poesia e das Artes, na coletânea “Intimista dos Novos Autores, Erotismo e Sensualidade” e na coletânea lusófona “Conexões Atlânticas”, da editora Infinita. É autora da coletânea “Terceira (És) Ilha, Mulher Poesia”, I , II e III volumes das Letras Lavadas.</div>
<div>Em 2026, lança o livro “Os Mundos Recônditos de Vallda”, uma edição Letras Lavadas.</div>
<div></div>
<p>Mais livros <a href="http://letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a></p>
<p>ISBN: 9789897356186</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/os-mundos-reconditos-de-vallda/">Os Mundos Recônditos de Vallda</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ponta Delgada – 7 wonders</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/ponta-delgada-7-wonders/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Feb 2026 12:23:13 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=98839</guid>

					<description><![CDATA[<h3>Ponta Delgada – 7 wonders</h3>
<p>Ponta Delgada, an Atlantic city with a history of five centuries, where the past intertwines with the present and endorses the metamorphosis of the legacy of generations, who endowed the city with valuable testimonies expressed in its cultural heritage. From the city’s heritage in architecture, sculpture, painting, ceramic wall tiles, altarpieces, jewelry and gardens spring the 7 Wonders of Ponta Delgada.</p>
<h3><b>Autor: José de Almeida Mello</b></h3>
<p>&#160;</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/ponta-delgada-7-wonders/">Ponta Delgada – 7 wonders</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Ponta Delgada – 7 wonders</h3>
<h3><b>Autor: José de Almeida Mello</b></h3>
<p>ISBN: 9789897354823</p>
<p>Mais livros <a href="https://www.letraslavadas.pt/">Letras Lavadas</a></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/ponta-delgada-7-wonders/">Ponta Delgada – 7 wonders</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ponta Delgada – 7 maravilhas</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/ponta-delgada-7-maravilhas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Feb 2026 12:12:55 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=98835</guid>

					<description><![CDATA[<h3>Ponta Delgada – 7 maravilhas</h3>
<p>Ponta Delgada, cidade atlântica, com cinco séculos de história, onde o passado mergulha no presente e promove a metamorfose do legado das gerações, que dotaram a urbe com valiosos testemunhos expressos no património cultural, nomeadamente: na arquitectura, na escultura, na pintura, na azulejaria, nos retábulos, na ourivesaria e joalharia e nos jardins, brotando deste conjunto as 7 Maravilhas de Ponta Delgada.</p>
<h3><b>Autor: José de Almeida Mello</b></h3>
<p>&#160;</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/ponta-delgada-7-maravilhas/">Ponta Delgada – 7 maravilhas</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Ponta Delgada – 7 maravilhas</h3>
<h3><b>Autor: José de Almeida Mello</b></h3>
<p>ISBN: 9789897356124</p>
<p>Mais livros <a href="https://www.letraslavadas.pt/">Letras Lavadas</a></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/ponta-delgada-7-maravilhas/">Ponta Delgada – 7 maravilhas</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A Oriente do Silêncio e outros poemas</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/a-oriente-do-silencio-e-outros-poemas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Feb 2026 11:06:22 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=98827</guid>

					<description><![CDATA[<div>
<h3>A Oriente do Silêncio e outros poemas</h3>
</div>
<blockquote>
<div>O recente livro de Rui Rocha, <em>A Oriente do Silêncio</em>, traz para o seio da poesia escrita em português todo um olhar relativo ao mundo, à natureza e ao outro, que não se inscreve numa tradição de cariz discursivo e logicista como é a ocidental.</div>
</blockquote>
<div></div>
<div>Victor Oliveira Mateus</div>
<div></div>
<blockquote>
<div>Nesta gritaria de individualismos exacerbados em que hoje vivemos, a Ocidente, nesta vertigem em que transformámos os nossos dias e ameaça converter-nos em máquinas pós-humanas, é cada vez mais urgente parar, refazer o caminho. É cada vez mais urgente escutar a voz do silêncio, senti na pele o pulsar de uma natureza de que há muito culturalmente nos afastámos.</div>
</blockquote>
<div>Isabel Cristina Mateus</div>
<div></div>
<div>--------------</div>
<p><strong>Autor: Rui Rocha</strong></p>
<p><a href="https://www.letraslavadas.pt/loja-letras-lavadas/">Mais livros Letras Lavadas</a></p>
<p>&#160;</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/a-oriente-do-silencio-e-outros-poemas/">A Oriente do Silêncio e outros poemas</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>A Oriente do Silêncio e outros poemas</h3>
<h3>Rui Rocha</h3>
<div>Rui Manuel de Sousa Rocha nasceu em Lisboa no ano de 1948, com ascendência luso-chinesa de Macau, onde reside há 40 anos. Por influência familiar, teve desde o início da sua adolescência uma convivência muito próxima com as culturas e a poesia chinesa e japonesa, designadamente com a poesia Taoísta e Chán das dinastias Tang e Song e com a poesia Zen japonesa.</div>
<div></div>
<div>Com formação académica em sociologia, ciência política e em educação e interculturalidade, publicou vários artigos sobre política linguística, história das escritas e culturas chinesa e japonesa. Em Macau, foi dirigente da administração pública, diretor da Fundação Oriente e do Instituto Português do Oriente. Exerceu também funções docentes no ensino superior em Portugal e em Macau. Aposentou-se em dezembro de 2017 do cargo de diretor do Departamento de Língua Portuguesa e Cultura dos Países de Língua Oficial Portuguesa da Universidade da Cidade de Macau.</div>
<div></div>
<p>ISBN: 9789897356001</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/a-oriente-do-silencio-e-outros-poemas/">A Oriente do Silêncio e outros poemas</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Os Açores &#8211; Mistérios e Mudança</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/os-acores-misterios-e-mudanca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Feb 2026 10:27:44 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=98821</guid>

					<description><![CDATA[<div>
<h3>Os Açores - Mistérios e Mudança<br />
A perspetiva e a paixão de um jornalista-viajante</h3>
<div dir="auto">
<p>Os Açores, um arquipélago perdido no mar. Para o jornalista de origem alemã Thomas Fischer, o conhecimento da República Portuguesa teria sido incompleto sem visitar estas nove ilhas (e a Madeira e Porto Santo, naturalmente). Quando visitou os Açores pela primeira vez, em 1983, não imaginava que esta viagem seria o início de uma saga de curiosidade e paixão por uma região com tantas particularidades.</p>
<p>Viu como a vida corria a um ritmo próprio, influenciado pelo tempo instável, pelo isolamento e pelas forças da natureza nas profundezas da terra. Neste livro, o jornalista-viajante conta como descobriu os Açores e como viu mudar a vida nas ilhas ao longo das últimas décadas. Recorda, muitas vezes com humor, os seus encontros, impressões e vivências. As particularidades que resultam da localização periférica do Arquipélago, a simpatia das pessoas e a riqueza cultural, mas também a situação das mulheres na sociedade, os desafios económicos que resultam da fragmentação geográfica e os 50 anos da autonomia regional são alguns aspetos que aborda, partilhando reflexões e interrogações relativas ao futuro desta Região, que, ainda há trinta anos, era vista como um destino turístico exótico, mas que passou a ver-se confrontada com o fortíssimo crescimento do turismo nos últimos anos.</p>
<p>------</p>
</div>
</div>
<div><strong>Autor: Thomas Fischer</strong></div>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/os-acores-misterios-e-mudanca/">Os Açores &#8211; Mistérios e Mudança</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Thomas Fischer</h3>
<div>Nasceu em 1954 em Frankfurt am Main, na Alemanha Federal, mas viveu a maior parte da sua vida fora desse país. Passou os dez anos mais marcantes da infância em Londres. Após o regresso à RFA, concluiu o liceu na zona de Bremen, antes de se mudar para Colónia, onde estudou Economia e Sociologia e se iniciou no jornalismo. Fez parte de uma geração com sonhos de natureza política e pessoal, que ficou fascinada com o 25 de Abril de 1974 em Portugal e quis saborear esta revolução com música e flores – e quase sem sangue.</div>
<div></div>
<div>Chegou a Portugal pela primeira vez em 1975 com a então namorada, ao volante de um Carocha verde, ainda sem adivinhar que esta viagem mudaria a sua vida, que se iria fixar no País, uma vez concluído o curso universitário e cumprido um serviço alternativo ao militar, por ser objetor de consciência. Em Portugal, exerceu em contínuo as funções de correspondente ou colaborador de meios de comunicação social alemães e suíços, sempre por conta própria. Em 2020, adquiriu a nacionalidade portuguesa.</div>
<div></div>
<div>Em 2024, publicou o livro Entre Cravos e Cardos. Portugal aos Olhos de um Estrangeiro que se Tornou Português (Edições 70), sobre a sua visão de Portugal, cinquenta anos depois da Revolução dos Cravos. Este livro foi incluído no Plano Nacional de Leitura.</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mais livros <a href="http://letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a></p>
<p>ISBN:  9789897356513</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/os-acores-misterios-e-mudanca/">Os Açores &#8211; Mistérios e Mudança</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Island and Return</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/island-and-return/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Feb 2026 09:26:12 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=98815</guid>

					<description><![CDATA[<h3>Island and Return</h3>
<p>Island and Return is a book written from the edge of the world. where the sea is not scenery but method, and the island is a condition of being. In these poems, Aquiles Garcia Brito listens to the Atlantic as one listens to breath—cyclical, fragile. inexhaustible—allowing language to move like tide and undertow, advancing only to return transformed. Words here do not seek possession or arrival: they drift, hesitate, dissolve, and reform, carrying memory, silence, and the ethics of attention. This is poetry as navigation and surrender, an art of return without nostalgia, where each line becomes a wave that writes and erases itself and the reader is invit-ed to inhabit that luminous instability in which meaning is not fixed but endlessly reborn.</p>
<p>DINIZ BORGES translator</p>
<p>-----------</p>
<h3>Autor: Aquiles García Brito          Tradução: Diniz Borges</h3>
<h3><span style="font-size: 16px;">Para mais livros Letras Lavadas, clique </span><a style="font-size: 16px;" href="http://letraslavadas.pt">aqui!</a></h3>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/island-and-return/">Island and Return</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>AQUILES GARCIA BRITO</strong> (Las Palmas de Gran Canaria, 1959) writes from the Atlantic. where the island is not a boundary but a way of listening. His poetry inhabits the space between departure and return, tracing the fragile cartographies of voice, memory, and belongings that emerge when language crosses water.</p>
<p>He is the author of <em>La voz mirada</em>, <em>Otro uno</em>, <em>repartoy lo-calizaciones</em>. <em>Isla y Vuelta.</em> <em>Puerta de embarque</em>, and <em>Poemas para Ilenar el estadio</em> among other books in which the poem becomes a threshold—at once intimate and collective. His work <em>El corazon en la esquina</em>, included in Galax!av situates his voice within a constellation of poets from Africa. Europe, the Americas, and the Canary Islands. affirming poetry as a shared geography. In El vendedor de caracolas, published in a Spanish-Romanian bilingual edition by the University of Bucharest, the island speaks outward. offering its echo to distant shores. A translator of Atlantic affinities, Garcia Brito has brought into Spanish the poetry of João Carlos Abreu (<em>Poems de la isla y de mi. 1980-1994</em>) and the Azorean poet Pedro da Silveira (<em>Señales del Oeste</em>). both in the Biblioteca Atlantic, of the Government ofthe Canary Islands. His work has been translated into several languages. This is his first book in English.</p>
<p>He is co-founder and president of the Nueva Associación Canaria de Escritores (NACE). commissioner for the Canary Islands and mainland Spain for EIPOEMA, and a member of the Associação João Carlos Abreu, Soldavida in Madeira. Across writing, translation, and cultural stewardship, his work affirms poetry as a Icing passage—an act of attention that keeps the human nice in dialogue with the sea.</p>
<p><strong>Diniz Borges</strong></p>
<p>Was born in Praia da Vitoria. on Terceira Island. Azores. and emigrated to the United States at the age of ten. He teaches language, cukure, and literature. and conducts research at California State University. Fresno, where he founded and directs the Portuguese Beyond Borders In-stitute (PBBI). At Fresno State he coordinates a constella-tion of initiatives—oral-history projects. transatlantic colloquia, communities of writers, exchange programs with the University of the Azores, and the editorial work of Bruma Publications. These projects, dispersed like is-lands on a chart, share a simple conviction: culture is a living tide, and the diaspora one of its enduring horizons. He has published eight !mks on the social and cultural life ofthe United States and the Azorean diaspora in North America, most recently Rains e Horizontes (Roots and Horizons). His work in translation indudes eighteen vol-umes of poetry, fiction, history, and essays, as well as three coordinated anthologies that bring together di-verse contemporary voices. His literary activity also extends to creative nonfiction, literary criticism, and, cultural analysis. Ile is a prolific translator. This is the 24th book he has published in translation. He is a contributing writer for newspapers in the Azore&#8217;s and the Diaspora. These columris offer ongoing reflections on literature, culture. current events. language. identity, and diasporic experiences. Ile also directs two digital platforms: Filament,. dedicated to arts and letters in the Azores and Azorean diaspora and Novidades, which focuses on cultural and social current, linking the islands and their global communities.</p>
<p>ISBN: 9789897356490</p>
<p>Mais livros <a href="https://www.letraslavadas.pt/">Letras Lavadas</a></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/island-and-return/">Island and Return</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A Bicicleta Açoriana</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/a-bicicleta-acoriana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 17:25:32 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=98800</guid>

					<description><![CDATA[<div>
<h3>A Bicicleta Açoriana – Uma Viagem Poética</h3>
<div dir="auto">
<p>“A Bicicleta Açoriana”, segundo livro de poemas de Rita Gomes, propõe uma travessia física e simbólica pela paisagem, pela memória e pela introspeção, tendo a bicicleta como eixo central de movimento, contemplação e significado. A obra surge depois da estreia da autora com “Corações que Correm, Cabeças que Amam” e aprofunda uma escrita marcada pela relação entre palavra, liberdade e autoconhecimento.</p>
<p>Em “A Bicicleta Açoriana”, a autora parte da experiência das viagens e dos regressos para construir uma poesia em movimento, onde o corpo que pedala se transforma num corpo que observa, sente e escreve. A bicicleta deixa de ser apenas meio de transporte para se tornar metáfora de ligação entre paisagem e pensamento, luta e espanto, ritmo e respiração. A palavra assume esse movimento contínuo, levando o leitor por percursos onde o tempo abranda, o espaço se abre e a ilha se torna infinita, entre o verde e o azul, o vento e o sal, o cansaço físico e a mente desperta.</p>
<p>A dimensão visual da obra assume igualmente um papel central, através das ilustrações de Urbano, que constroem uma narrativa própria. Feitas de cor, transparência, sobreposição, fauna e flora, as imagens ampliam sentidos, prolongam silêncios e criam espaços de respiração dentro do livro, reforçando o carácter sensorial da travessia proposta pela autora.</p>
<p>O prefácio é assinado por Cátia Oliveira, A Garota Não.</p>
<p>------</p>
</div>
</div>
<div><strong>Autora: Rita Gomes</strong></div>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/a-bicicleta-acoriana/">A Bicicleta Açoriana</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>A Bicicleta Açoriana – Uma Viagem Poética</h3>
<div><strong>Rita Gomes</strong></div>
<div>Nasceu no Porto, em 1975, e construiu o seu percurso académico e profissional no desporto, área em que é licenciada e mestre pela <a href="https://www.up.pt/fadeup/pt/" target="_blank" rel="noopener">Faculdade de Desporto da Universidade do Porto</a>. Professora de Educação Física, é também treinadora, formadora e comentadora televisiva.</div>
<div>Apesar de uma formação marcada pelas ciências exatas e pelo alto rendimento, encontrou desde cedo na escrita, na música e na fotografia formas privilegiadas de expressão emocional e de reflexão pessoal.</div>
<div>“A Bicicleta Açoriana” é o seu segundo livro de poesia, depois da estreia com “Corações que Correm, Cabeças que Amam”.</div>
<div></div>
<p>Mais livros <a href="http://letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a></p>
<p>ISBN: 9789897356520</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/a-bicicleta-acoriana/">A Bicicleta Açoriana</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Rodrigo Leal de Carvalho &#8211; Dois olhares sobre a sua obra</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/rodrigo-leal-de-carvalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 17:04:39 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=98796</guid>

					<description><![CDATA[<div>
<h3>Rodrigo Leal de Carvalho - Dois olhares sobre a sua obra</h3>
<div dir="auto">
<p>Se olharmos atentamente para a receção da sua extraordinária obra, considerando que publicou os seus oito romances depois de ultrapassar meio século de existência, convenhamos que não foi de todo ignorado. Não lhe faltaram leitores atentos e vários críticos não se pouparam a elogios. Todavia não foram tantos quantos merecia, nem ele obteve tanta atenção dos média quanta lhe é justamente devida. (…)</p>
<p>Fique então o leitor entregue a estas páginas de duas estudiosas atentas e entusiastas da obra romanesca desse praiense, que mergulhou a fundo no complexo universo de um exíguo território no outro lado do globo, narrando sobre ele engajantes histórias. Graças a elas, não é apenas o romancista que vive das suas memórias; além disso, estas páginas irão certamente despertar o interesse de leitores que quererão testemunhar ao vivo as recomendações de leitura doutamente justificadas nestas páginas.</p>
<p>Onésimo Teotónio de Almeida<br />
Do prefácio</p>
<p>------</p>
</div>
</div>
<div><strong>Autor: Anabela Freitas e Dora Gago</strong></div>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/rodrigo-leal-de-carvalho/">Rodrigo Leal de Carvalho &#8211; Dois olhares sobre a sua obra</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Rodrigo Leal de Carvalho &#8211; Dois olhares sobre a sua obra</h3>
<p><strong>ANABELA B. FREITAS</strong></p>
<div>Nasceu em Lisboa, mas viveu uma parte da sua vida no Porto, onde frequentou a Faculdade de Letras, tendo-se licenciado em História. Foi na mesma Faculdade que fez o Mestrado em História da Cultura e depois o Doutoramento em Cultura. Atualmente reside em Vila Nova de Gaia  e leciona na Escola Superior de Educação da Lusofonia (Grupo Lusófona).</div>
<div>Começou a publicar livros aos dezasseis anos. Tem uma vasta obra publicada, maioritariamente, com o nome de Anabela Mimoso que vai desde os manuais escolares, ao conto e novela infantojuvenil, e aos estudos académicos, essencialmente na área da Literatura.</div>
<div>Destacam-se:</div>
<div></div>
<div>1. Na ficção infantojuvenil</div>
<div>• <em>D. Bruxa Gorducha</em>, distinguido pela Revista <em>White Ravens</em>, em 1996</div>
<div>• “O Arrumador”, in <em>Contos da Cidade das Pontes</em> (Porto, 2001)</div>
<div>• <em>O Tesouro do Castelo do Rei</em>, menção honrosa do Prémio Nacional de Ilustração, 2006</div>
<div>• <em>Aquela Palavra Mar</em> (2010 – Plano Regional de Leitura)</div>
<div>• <em>A Voz da Ilha</em> (2024);</div>
<div><em>Como um Pé de Vento</em> (2006, em coautoria com Glória Sanchez, João Pedro Mésseder e Paco Martín – projeto Estafeta do Conto da Xunta de Galicia e Direção Regional de Cultura do Norte)</div>
<div>•<em> Foz Côa – Entre Céu e Rio</em> (2007 – Projeto Pintar o Verde com Letras da Direção Regional de Cultura do Norte)</div>
<div></div>
<div>2. Na ficção para adultos</div>
<div>• <em>A Vida pela Metade</em> (2007)</div>
<div>• <em>Quando nos Matam os Sonhos</em> (2012)</div>
<div>• <em>A Sagração do Amor</em> (2013)</div>
<div>• <em>Viver Sempre Também Cansa</em> (2018 – Prémio Florbela Espanca 2017)</div>
<div></div>
<div>3. Estudos académicos</div>
<div>• <em>Contos Tradicionais do Povo Açoriano</em> (2024) Plano Regional de Leitura</div>
<div>• <em>Os Congressos Pedagógicos do Ensino Secundário Oficial (1927-1931)</em>, em coautoria com Bento Cavadas, no âmbito do projeto de investigação “Percursos do associativismo e sindicalismo docentes em Portugal, 1890-1990”, financiado pela FCT</div>
<div>• <em>Rebelo de Bettencourt: Raízes de Basalto</em> (2014)</div>
<div></div>
<div><strong>DORA GAGO</strong></div>
<div></div>
<div>É investigadora integrada do CHAM, Universidade Nova de Lisboa, Univ. dos Açores e colaboradora do CETAPS (Univ. Nova de Lisboa e do CEC (Universidade de Lisboa). É doutorada em Literaturas Românicas Comparadas (2007), lecionou durante dez anos na Universidade de Macau (2012-2022), tendo sido diretora do Departamento de Português. Foi professora do ensino secundário, professora convidada do Instituto Politécnico de Setúbal, lecionou na Universidade da República no Uruguai, foi investigadora de pós-doutoramento na Universidade de Aveiro, e pós-doc. Visitante na Universidade de Massachussets, Amherst. Tem colaborado em obras coletivas, em revistas e jornais nacionais e internacionais, assim como em diversos media (site do Ciberdúvidas, <em>Jornal do Algarve</em>, etc). Publicou cerca de 12 livros entre ensaio, poesia e ficção, destacando-se <em>A Sul da Escrita</em> (distinguido com o Prémio Nacional de Conto Manuel da Fonseca em 2006), <em>As Duas Faces do Dia</em> (Menção honrosa no Prémio Literário Florbela Espanca), <em>Floriram por engano as rosas bravas</em> (2022), <em>Palavras Nómadas</em> (crónicas 2023), galardoado com o Grande Prémio de Literatura de Viagens Maria Ondina Braga da APE) e <em>Flores de Cinza</em> (2025). É membro de diversas associações (Associação Portuguesa de Escritores, Sociedade Portuguesa de Autores, PEN Clube, ASSESTA, Poets of The Planet, etc).</div>
<div></div>
<p>Mais livros <a href="http://letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a></p>
<p>ISBN: 9789897356643</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/rodrigo-leal-de-carvalho/">Rodrigo Leal de Carvalho &#8211; Dois olhares sobre a sua obra</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Não é Bagagem é meu! &#8211; Mine! Not Baggage</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/nao-e-bagagem-e-meu-mine-not-baggage/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 16:25:18 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=98790</guid>

					<description><![CDATA[<div>
<h3>Não é Bagagem é meu! - Mine! Not Baggage</h3>
<div dir="auto">
<p>Há quem arrume traumas em caixas. Ela escreveu um livro. <em>Não é Bagagem. É meu</em>! não é um manual de autoajuda. Também não é um diário. É o que sobra depois da queda — literal ou emocional.</p>
<p>Com uma escrita crua, sarcástica e por vezes ternurenta, Sílvia Torres pega nos pedaços da vida (uns partidos, outros colados com fita adesiva) e transforma-os em capítulos que cheiram a sangue, rímel borrado e alcatrão quente. Este é um livro para quem já caiu. Ou vai cair. Mas sobretudo, para quem decidiu levantar-se com mais graça do que glamour.</p>
<p>-------</p>
</div>
</div>
<div><strong>Autora: Sílvia Torres</strong></div>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/nao-e-bagagem-e-meu-mine-not-baggage/">Não é Bagagem é meu! &#8211; Mine! Not Baggage</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Não é Bagagem é meu! &#8211; Mine! Not Baggage</h3>
<p><strong>Sílvia Torres</strong></p>
<p>Sílvia nasceu em 1981, na ilha de São Miguel (Açores). Conhecida como Sonasfly, é cantora, compositora e poetisa, com três álbuns lançados, prémios internacionais e viagens suficientes para perceber que a bagagem mais pesada não vai no porão. Pisou palcos como o Coliseu Micaelense e a Sala Tejo (MEO Arena), mas também bares pequenos onde a energia era grande o suficiente para abalar as paredes.</p>
<p>Depois de misturar hip-hop com guitarra acústica, salsa com fado e lágrimas com gargalhadas, decidiu trocar o microfone pelo volante e escrever “Não é Bagagem. É meu!” — um livro onde carros, traumas e quedas (algumas de bicicleta, outras da vida) se encontram na mesma estrada. Se vai a direito ou não, já é outra conversa.</p>
<p>Mais livros <a href="http://letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a></p>
<p>ISBN: 9789897356353</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/nao-e-bagagem-e-meu-mine-not-baggage/">Não é Bagagem é meu! &#8211; Mine! Not Baggage</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O Voo da Vida</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/o-voo-da-vida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 16:10:11 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=98786</guid>

					<description><![CDATA[<div>
<h3><span class="il">O</span> <span class="il">Voo</span> da <span class="il">Vida</span></h3>
<div dir="auto">
<p>O <em>Voo da Vida</em>, da autoria de José Carlos Costa, é um romance etnográfico de cariz regionalista, cuja ação decorre, a partir dos finais dos anos 80 do século XX, nas ilhas do Pico, Faial, Terceira, São Miguel e Flores. Assumindo-se como protagonista-narrador, o autor dá conta do percurso da aprendizagem de vida de um picaroto, João, desde a adolescência até à idade adulta, bem como das relações mantidas com as pessoas que com ele se vão cruzando.</p>
<p>Uma delas é Jacinta, terceirense, daí nascendo uma história de amor ... As restantes personagens mantêm, entre si, relações de fraterna solidariedade, com um grande sentido de dignidade e de entreajuda comunitária. Numa prosa envolta em atmosferas familiares e afetivas, com abundantes diálogos e constantes marcas de oralidade, todo o livro é uma viagem pelas ilhas açorianas. O autor capta, por um lado, o “espírito do lugar”, isto é, a realidade geográfica, social e humana daquelas; e, por outro, (d)escreve o envolvimento das personagens na sua ligação às tradições, usos, costumes, ciclos e ritos de vida dos Açores.</p>
<p>Pelo meio, são evocados acontecimentos marcantes no contexto do arquipélago: a implementação da Autonomia Regional, as primeiras eleições regionais, a criação do Universidade dos Açores, entre outros. Há, em <em>O Voo da Vida</em>, muitos sentimentos à flor da pele, muitos estados de alma, emoções e comoções. Um livro singular, envolvente e tocante. De plena espessura evocativa e atenta observação do humano.</p>
<p>Victor Rui Dores</p>
<p>-------</p>
</div>
</div>
<div><strong>Autor: José Carlos Costa</strong></div>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/o-voo-da-vida/">O Voo da Vida</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><span class="il">O</span> <span class="il">Voo</span> da <span class="il">Vida</span></h3>
<p><strong>José Carlos Costa</strong></p>
<p>Nasceu em 1960 na Ilha Montanha (Pico). Casou com Judite Costa e é pai da Ana Cristina e do João André. Ao longo da sua vida tem desenvolvido múltiplas tarefas nos seguintes domínios: grupos de juventude, escutismo, educação de adultos, desportivo, associativo, religioso, social, profissional e político. De salientar que na concretização de um vasto labor literário, no espaço de 45 anos de escrita publicada, sempre contou com o apoio da família, amigos, leitores e entidades.</p>
<p>A par de todas as atividades, há também aproximadamente duas dúzias de anos, iniciou um autêntico projeto familiar de caris histórico-etnográfico denominado “A Rodilha”, no lugar do Guindaste, freguesia da Candelária. Aqui e ali em toda a sua escrita não há lugar ao esquecimento… Porque os seus e nossos livros, foram, teimosamente, arrecadando referências e destaques em órgãos de comunicação social e, assim, milagrosamente conseguiram vencer concursos nacionais no campo da literatura da Associação Nacional dos Centros de Cultura e Desporto da Segurança Social, vencedor de concurso de poesia das comemorações camonianas da Horta em 1980, a escrita do hino da Escola Cardeal Costa Nunes, de hinos de Jamboree e Acarais Regionais C.N.E, de marchas de Santa Maria Madalena, de cantatas às Estrelas.</p>
<p>Há sim uma memória…viva, apaixonada, nos poemas, nos romances, nas histórias, bem como nas estórias que se cruzam no caminho tortuoso do picaroto e de um açoriano de gema e de coração. Este romance<em> O Voo da Vida</em>, em ano de celebração das bodas de ouro da Autonomia Regional, é mais um gesto seu de reconhecimento às Ilhas que o viram nascer e que ama do fundo do coração de ilhéu. E, assim, o autor faz e refaz a memória!&#8230;</p>
<p>Mais livros <a href="http://letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a></p>
<p>ISBN: 9789897356544</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/o-voo-da-vida/">O Voo da Vida</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dragão Furninhas e o Cozido das Furnas</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/dragao-furninhas-e-o-cozido-das-furnas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 15:35:38 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=98781</guid>

					<description><![CDATA[<div>
<h3>Dragão Furninhas e o Cozido das Furnas</h3>
<div dir="auto">
<p>Nas Furnas vive um pequeno Dragão muito curioso e com uma grande paixão por comida quente. Quando o Furninhas se mete numa confusão com um cozido mágico, aprende que partilhar, assumir os erros e ajudar os outros é o que realmente aquece o coração.</p>
<p>-------</p>
</div>
</div>
<div><strong>Autor: Filipe Bacelo    Ilustrações: Catarina Silva </strong></div>
<div></div>
<div></div>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/dragao-furninhas-e-o-cozido-das-furnas/">Dragão Furninhas e o Cozido das Furnas</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Dragão Furninhas e o Cozido das Furnas</h3>
<h3><strong>Filipe Bacelo</strong></h3>
<p>Nasceu em 10 de Junho de 1979, em Ermesinde. Apaixonado pela escrita desde cedo, tem vindo a afirmar-se no panorama literário através de obras que exploram o amor, a perda, a essência das relações humanas e a procura pelo autoconhecimento. Com uma escrita envolvente e emocional, cria narrativas autênticas que inspiram e marcam o leitor. Em 2023, foi distinguido com o Prémio Autor Revelação e de Melhor Romance no concurso literário Entre Palavras, consolidando o seu reconhecimento junto do público. Além da escrita, dedica-se ao reiki, movido pela crença na força transformadora da espiritualidade.</p>
<p>Mais livros <a href="http://letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a></p>
<p>ISBN: 9788997356650</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/dragao-furninhas-e-o-cozido-das-furnas/">Dragão Furninhas e o Cozido das Furnas</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Humor na Literatura Açoriana Antologia</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/humor-na-literatura-acoriana-antologia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 15:02:20 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=98777</guid>

					<description><![CDATA[<div>
<h3>Humor na Literatura Açoriana Antologia</h3>
<div dir="auto">
<p>(…) É certo que o humor português, quase sempre “revisteiro” ou “brejeiro”, está a anos-luz da inteligência e da subtileza do “humor britânico”, mas cada povo sabe de si, regendo-se pelos seus próprios princípios e valores. O humor que em espaço luso temos é aquele que soubemos criar ao longo dos séculos.</p>
<p>Em matéria de produção literária produzida nos Açores não temos propriamente livros humorísticos, mas, sim, poemas, contos, crónicas e outras narrativas com momentos de humor, sátira, ironia, chiste… Atentos ao real e ao risível das coisas, os autores aqui antologiados sabem que é a brincar que se castigam os (maus) costumes, na conceção <em>horaciana de prodesse et delectare</em>.</p>
<p>Mas há também aqui uma conceção de raiz barthesiana: “<em>le plaisir du texte</em>”, que sou tentado a traduzir por deleite verbal. Tal deleite verbal é, no contexto da tradição humorística portuguesa, resultado do trocadilho, da chalaça, da chacota, do <em>lapsus linguae</em>, do burlesco e da cisão de sentidos. Ontem como hoje temos autores que souberam e sabem pôr em causa o signo linguístico, brincando com o sintagma e com o paradigma, com a sintaxe e com a semântica.</p>
<p>Nesta matéria, nos Açores soubemos reproduzir, adaptar e (re)criar o que vinha de fora, num fenómeno de claro mimetismo cultural. Na pesquisa que fiz para este projeto editorial, encontrei, sobretudo, muita qualidade de escrita. (…)</p>
<p>Do Prefácio<br />
-------</p>
</div>
</div>
<div><strong>Autor: Victor Rui Dores</strong></div>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/humor-na-literatura-acoriana-antologia/">Humor na Literatura Açoriana Antologia</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Humor na Literatura Açoriana Antologia</h3>
<p><strong>VICTOR RUI DORES</strong></p>
<p>Nascido na vila de Santa Cruz, ilha Graciosa, Açores, a 22 de Maio de 1958, Victor Rui Ramalho Bettencourt Dores passou a adolescência na ilha Terceira, onde completou estudos liceais e iniciou o seu percurso de escrita. Licenciado em Línguas e Literaturas Modernas (Estudos Ingleses e Alemães) pela Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa, foi, durante 43 anos, professor do quadro na Escola Secundária Manuel de Arriaga e, na cidade da Horta, desenvolve intensa atividade cultural. Com vários livros publicados nos domínios da poesia, romance, conto e crónica, dedica-se à recensão literária, à linguística e à etnomusicologia.</p>
<p>Possui Certificado de Estatuto de Formador nas seguintes áreas: Didácticas Específicas (Inglês/ Alemão) e Expressão Dramática. Colabora regularmente nos jornais, na rádio e na televisão dos Açores e da diáspora açoriana, e está ligado à atividade teatral como actor e encenador. Cidadão Honorário da ilha Graciosa, foi, entre 1998 e 2017, o representante da Região Autónoma dos Açores no Conselho Nacional de Educação. Integra, desde 2015, o Conselho Regional de Cultura e é, desde 2016, membro da Comissão Científica do Plano Regional de Leitura. Em 2018 foi-lhe atribuída, pela Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, a Insígnia Autonómica de Reconhecimento.</p>
<p>Integra a Direção Editorial de Bellis Azorica Series (Tagus Press, Gávea Brown Publications) e é, desde 2021, membro da Comissão de Honra da Candidatura de Ponta Delgada-Açores a Capital Europeia da Cultura 2027.</p>
<p>Mais livros <a href="http://letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a></p>
<p>ISBN: 9789897356391</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/humor-na-literatura-acoriana-antologia/">Humor na Literatura Açoriana Antologia</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A Lógica das Ideias</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/a-logica-das-ideias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 10:05:12 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=98772</guid>

					<description><![CDATA[<div>
<h3>A Lógica das Ideias - Estudos de Filosofia e Critica Literária</h3>
<div dir="auto">
<p>A obra organiza-se em duas grandes partes temáticas, cada uma subdividida em três unidades, que exploram diferentes perspectivas, conteúdos e autores. A primeira parte dedica-se à Filosofia “pura” e a áreas afins, como Teologia, Psicologia, Ética e Religião. A segunda parte centra-se na Crítica Literária, reunindo escritores e obras de proveniências diversas — globais, nacionais e também regionais açorianas.</p>
<p>No prefácio, o Professor Doutor Mendo Castro Henriques, docente da Universidade Católica Portuguesa, sublinha que «Eduardo Ferraz da Rosa se impõe como uma das vozes mais singulares da Filosofia e da Cultura portuguesa contemporânea». Destaca ainda que o percurso do autor — atravessando literatura, teologia, antropologia, estética, ética e história — revela «um pensador que não separa o acto de pensar da experiência de viver, e que vê na filosofia não apenas uma disciplina, mas uma forma de presença diante do mundo».</p>
<p>O prefaciador realça também o carácter «hermenêutico e luminoso, simbólico e afectivo» da escrita de Ferraz da Rosa, enraizada no Atlântico insular, mas aberta à universalidade da Cultura. A obra dialoga com autores como Camões, Pessoa, Eça, Sophia, Ruy Belo, Borges, Llosa, Camus e Álvaro Cunhal, bem como com pensadores como José Enes, Karl Rahner, Gabriel Marcel, Lévinas, Heidegger e Edgar Morin.</p>
<p>Segundo Mendo Castro Henriques, esta obra revela uma «trajectória que une Ontologia, Ética, Linguagem, Literatura e Esperança sob um mesmo horizonte hermenêutico». Ferraz da Rosa desenvolve uma reflexão contínua e dialogante com a Escolástica, a Teologia e a Fenomenologia, convocando autores como Agostinho, Tomás de Aquino, Simone Weil, Lonergan, J.B. Metz, Jean-Luc Marion, Emmanuel Falque, entre outros contemporâneos, num esforço de reconciliação entre o pensar filosófico e o sentir místico.</p>
</div>
</div>
<div>-------</div>
<div><strong>Autor: Eduardo Ferraz da Rosa</strong></div>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/a-logica-das-ideias/">A Lógica das Ideias</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>A Lógica das Ideias &#8211; Estudos de Filosofia e Critica Literária</h3>
<p><strong>Eduardo Ferraz da Rosa</strong></p>
<p>Eduardo Ferraz da Rosa, Professor Universitário, Escritor, Investigador e Ensaísta, nasceu na Praia da Vitória, ilha Terceira. Formado em Filosofia pela Universidade Católica Portuguesa, com tese sobre Vitorino Nemésio, desenvolveu um percurso académico que atravessa a Universidade de Coimbra, a Universidade Nova de Lisboa e a Universidade dos Açores, onde foi Professor-assistente, Professor Convidado e Director de Curso. Com experiência em áreas tão diversas como Filosofia, Cultura Portuguesa, Psicologia Sistémica e Ciências Biomédicas, foi Investigador Associado no Serviço de Epidemiologia e Biologia Molecular e Director do Centro de Documentação Científica do Hospital da Ilha Terceira.</p>
<p>Membro de várias instituições culturais e científicas — entre elas o Instituto de Filosofia Luso-Brasileira, o Instituto Açoriano de Cultura e o Instituto Cultural de Ponta Delgada — é também Presidente do Instituto Histórico da Ilha Terceira e Sócio de Mérito da Sociedade Histórica de Portugal. Consultor do Governo Regional e de várias autarquias, coordenou as comemorações do Bicentenário de Almeida Garrett e do Centenário de Vitorino Nemésio. Eleito Conselheiro Nacional de Educação pela ALRAA, possui uma vasta produção literária, académica e cultural, com obras que abrangem poesia, ensaio, crítica literária, estudos filosóficos e coordenações editoriais de referência.</p>
<p>Mais livros <a href="http://letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a></p>
<p>ISBN: 9789897356414</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/a-logica-das-ideias/">A Lógica das Ideias</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>escuto.te: vozes e infâncias políticas</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/escuto-te-vozes-e-infancias-politicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 10:57:07 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=98697</guid>

					<description><![CDATA[<h3>escuto.te: vozes e infâncias políticas</h3>
<div></div>
<div>De que precisamos para escutar? Que forças e potencialidades se escondem na escuta? De que escutas não somos capazes? Este livro compõe-se de um conjunto de variações em torno destas perguntas. São inquietações só aparentemente simples, que ocuparam os investigadores e colaboradores do projeto escuto.te: vozes das infâncias entre a filosofia e a política (M1.1.C/C.S./031/2021/01).</div>
<div></div>
<div>Atrás destas perguntas muitas outras vieram, permitindo regressar vezes sem conta a um movimento que, de tão evidente, parece nem sempre receber a devida atenção: escutar. O projeto escuto.te procurou pensar criticamente algumas práticas sociopolíticas e discursos públicos em torno das vozes das crianças e da sua escuta em diferentes contextos, com foco nos espaços e tempos educativos.</div>
<div></div>
<p><strong>Coordenação: Magda Costa Carvalho e Laurinda Aguiar da Silva</strong></p>
<p>Para mais livros Letras Lavadas, clique <a href="http://letraslavadas.pt">aqui!</a></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/escuto-te-vozes-e-infancias-politicas/">escuto.te: vozes e infâncias políticas</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Magda Costa Carvalho</strong> é Professora Associada da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Univer-sidade dos Açores, onde coordena, desde 2016, o Mes-trado em Filosofia para Crianças. É membro integrado do NICA: Núcleo Interdisciplinar da Criança e Ado-lescente, da Universidade dos Açores, e do Instituto de Filosofia da Universidade do Porto (Instituto de Filo-sofia da Universidade do Porto &#8211; FIL/00502).</p>
<p><strong>Laurinda Aguiar da Silva</strong> é professora de Filosofia na Escola Secundária de Loulé e cofundadora do pro-jeto Enteléquia — Filosofia Prática®, criado em 2007. Desde então, dinamiza sessões de Filosofia para Crian-ças e Jovens, sendo também formadora acreditada pelo CCPFC (Conselho Científico-Pedagógico da Forma-ção Contínua). É Mestre em Filosofia para Crianças pela Universidade dos Açores (2023).</p>
<p>ISBN: 9789897356469</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/escuto-te-vozes-e-infancias-politicas/">escuto.te: vozes e infâncias políticas</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Bento de Goes &#8211; A Long Journey Through Central Asia</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/bento-de-goes-a-long-journey-through-central-asia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 17:08:48 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=98685</guid>

					<description><![CDATA[<div>
<p style="font-weight: 400;">From the whispered mists of the Azores — those islands born of fire and salt — came a child whom darkness tried to claim. Yet women of unyielding spirit gathered around him, shielding his first breath like guardians of a trembling flame. Out of their defiance rose a life shaped by hunger, storm, and silence — an Azorean whose quiet radiance would one day stretch across the edges of the world, his footsteps already carrying the pulse of legend.</p>
<p style="font-weight: 400;">Henrique Levy’s visionary retelling summons back a figure almost surrendered to the centuries' forgetting, a solitary traveler whose path seems to alter the very architecture of the earth. Through burning plains and breathing mountains, through realms where power dissolves like sand in the wind, he advances with a serenity that feels primordial. His journey becomes less a crossing of distance than a revelation: that worlds once wrapped in myth lie nearer to one another — and to us — than fear allows.</p>
<p style="font-weight: 400;">More hymn than history, this novel transforms Bento de Goes into a universal emblem of human possibility: a man who walks not to conquer but to comprehend, whose humility outlasts tyrants, and whose perseverance traces a fragile yet enduring cartography of hope. In his footsteps, continents converse; in his silence, the world listens. Bento de Goes stands as an epic for a fractured age, reminding us that wisdom is born of wonder, and that sometimes the greatest light rises from those whom history nearly allowed to disappear.</p>
<p style="font-weight: 400;">Diniz Borges, translator</p>
</div>
<div>-------</div>
<div><strong>Autor: Henrique Levy  (texto original) e Diniz Borges (organização e tradução)</strong></div>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/bento-de-goes-a-long-journey-through-central-asia/">Bento de Goes &#8211; A Long Journey Through Central Asia</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Bento de Goes &#8211; A Long Journey Through Central Asia</h3>
<p><strong>Henrique Levy</strong></p>
<p><strong>Diniz Borges</strong></p>
<p>Born in Praia da Vitória on Terceira Island, the Azores, he emigrated with his parents and brother to the United States at age 10. He teaches language, culture, and literature at California State University, Fresno, where he founded and directs the Portuguese Beyond Borders Institute (PBBI).</p>
<p>At Fresno State, he coordinates oral-history projects, transatlantic colloquia, writer communities, exchange programs with the University of the Azores, and the editorial work of Bruma Publications. These initiatives, dispersed like islands on a chart, share a core idea: culture moves, and the diaspora shapes its course. He has published eight books on the social and cultural life of the United States and the Azorean diaspora in North America, most recently Raízes e Horizontes (Roots and Horizons). His translations include eighteen volumes of poetry, fiction, history, and essays, as well as three anthologies that bring together contemporary voices. His work also includes creative nonfiction, literary criticism, and cultural essays. He is a contributing writer for several newspapers in the Azores and the Azorean Diaspora in the US and Canada.</p>
<p>His columns explore literature, culture, current events, language, identity, and migration. He also directs two digital platforms: Filamentos, dedicated to arts and letters in the Azores and diaspora, and Novidades, focused on cultural and social currents linking the islands and their global communities. Across these roles, his work centers on dialogue, memory, and the ways the Azores and their diaspora continue to speak to one another across distance and time.</p>
<p>Mais livros <a href="http://letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a></p>
<p>ISBN: 9789897356421</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/bento-de-goes-a-long-journey-through-central-asia/">Bento de Goes &#8211; A Long Journey Through Central Asia</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Suspended Worlds</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/suspended-worlds/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 16:37:41 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=98680</guid>

					<description><![CDATA[<div>
<h3></h3>
<div dir="auto">
<p><em><strong>Suspended Worlds</strong></em> unveils Natália Correia at her most incandescent. These selected poems reveal a voice that traverses myth and modernity, body and spirit, insularity and universality.  Translated by Diniz Borges, each poem becomes a luminous threshold where the sacred unsettles, the subversive liberates, and language remakes possibility.</p>
</div>
</div>
<div>-------</div>
<div><strong>Autora: Natália Correia  (texto original) e Diniz Borges (organização e tradução)</strong></div>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/suspended-worlds/">Suspended Worlds</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Suspended Worlds</h3>
<p><strong>Natália Correia</strong></p>
<p>Born in Fajã de Baixo on the island of São Miguel, Natália Correia carried the Atlantic as her first mythology and Lisbon as her stage of metamorphosis. The images and tremors of her Azorean childhood became the secret fire that shaped her literary destiny. When she crossed the sea with her mother and sister, she entered not only a new city but also the full arena of her becoming — soon to emerge as one of the most incandescent voices of twentieth-century Portugal. A creator of extraordinary breadth, Correia wrote poetry, fiction, theatre, essays, diaries, translations, and anthologies with the same fierce instinct that guided her public interventions. She became a compelling presence in newspapers and on television, and — through Mátria — a storyteller of the nation’s submerged truths. Her political courage, before and after the 1974 Revolution, stemmed from a visceral refusal of all forms of authoritarianism.</p>
<p>Her poetry, gathered in O Sol nas Noites e o Luar nos Dias, traces an arc from lyrical intimacy to visionary rebellion and ultimately to metaphysical clarity. She embraced modernity’s ruptures while restoring ancient traditions, convinced that art could reunite what history had torn apart: the past with the future, the rational with the mythic, the human with the sacred. In Lisbon’s nocturnal imagination, she was a sovereign force. The Botequim, which she opened in 1971,  became a haven for poets, artists, rebels, and wanderers of every creed. Natália Correia remains a luminous presence in Portuguese letters—fierce, untamable, and forever modern, a writer for whom literature was revelation, resistance, and destiny.</p>
<p><strong>Diniz Borges</strong></p>
<p>Born in Praia da Vitória on Terceira Island, the Azores, he emigrated with his parents and brother to the United States at age 10. He teaches language, culture, and literature at California State University, Fresno, where he founded and directs the Portuguese Beyond Borders Institute (PBBI).</p>
<p>At Fresno State, he coordinates oral-history projects, transatlantic colloquia, writer communities, exchange programs with the University of the Azores, and the editorial work of Bruma Publications. These initiatives, dispersed like islands on a chart, share a core idea: culture moves, and the diaspora shapes its course. He has published eight books on the social and cultural life of the United States and the Azorean diaspora in North America, most recently Raízes e Horizontes (Roots and Horizons). His translations include eighteen volumes of poetry, fiction, history, and essays, as well as three anthologies that bring together contemporary voices. His work also includes creative nonfiction, literary criticism, and cultural essays. He is a contributing writer for several newspapers in the Azores and the Azorean Diaspora in the US and Canada.</p>
<p>His columns explore literature, culture, current events, language, identity, and migration. He also directs two digital platforms: Filamentos, dedicated to arts and letters in the Azores and diaspora, and Novidades, focused on cultural and social currents linking the islands and their global communities. Across these roles, his work centers on dialogue, memory, and the ways the Azores and their diaspora continue to speak to one another across distance and time.</p>
<p>Mais livros <a href="http://letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a></p>
<p>ISBN: 9789897356445</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/suspended-worlds/">Suspended Worlds</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ontem</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/ontem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2026 15:59:56 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=98619</guid>

					<description><![CDATA[<div><em>Ontem</em> é um romance marcado pelo sal, pela memória e pelo silêncio. Filha e neta de homens do mar e de mulheres que são a sua sombra, Madalena nasce nas Capelas, entre o bater das ondas e o vapor da baleação. Na infância, conhece André, menino da cidade, menino do outro lado da vida. Entre eles nasce um amor feito de espera e distância, moldado pela terra e pelas marés.</div>
<p>&#160;</p>
<div>Este livro é o retrato íntimo de uma mulher e da sua ilha. Um hino à terra, ao mar e à baleia. E aos sonhos, porque os sonhos de Madalena são os sonhos da sua geração.<br />
A baleação, cenário e metáfora, acompanha-nos: um modo de vida que desaparece, deixando para trás ossos, ruínas e memórias.A história de Madalena acompanha esse fim: o abandono, o que se deixa morrer, mas também o que, teimosamente, resiste.</div>
<div></div>
<p>&#160;</p>
<p><strong>Autora: Ana Oliveira Cardoso</strong></p>
<p>Para mais livros Letras Lavadas, clique <a href="http://letraslavadas.pt">aqui!</a></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/ontem/">Ontem</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Ontem</h3>
<h3>ANA OLIVEIRA CARDOSO</h3>
<p>Nasceu em Ponta Delgada, <a href="https://www.letraslavadas.pt/sao-miguel-a-ilha-verde/">São Miguel</a>, Açores, em maio de 1982 e aí passou a infância e juventude, entre montes verdes, mar revolto e livros. Durante o ensino secundário começou a interessar-se pela escrita e decide trocar a ilha pela serra: frequentou o curso de Ciências da Comunicação na <a href="https://www.ubi.pt/" target="_blank" rel="noopener">Universidade da Beira Interior</a>, Covilhã. Volta aos Açores em 2005, onde faz o Mestrado em Gestão de Empresas (MBA) enquanto trabalha na área da Economia Solidária. O desejo de voar e o amor levam-na de volta ao continente em 2011, desta vez ao norte. Adota e é adotada pelo Douro, que a inspira tanto como a sua ilha. Casada com o Luís e mãe da Lara e da Mariana, que são o seu mundo, é em 2023 que embarca na maior das viagens: escrever.</p>
<p>ISBN: 9789897356506</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/ontem/">Ontem</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Terceira (ÉS) Ilha, Mulher Poesia &#8211; Vol. 3</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/terceira-es-ilha-mulher-poesia-volume-3/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2026 15:40:11 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=98614</guid>

					<description><![CDATA[<h3>Terceira (ÉS) Ilha, Mulher Poesia - Vol. 3</h3>
<p>A poesia é uma viagem<br />
Que nos leva a descobrir a ilha em nós<br />
Somos milhafre em voo poético<br />
Vestimos de versos nossos sonhos e a nossa voz.</p>
<p>Partimos à descoberta com desejo de voltar<br />
Aos braços da ilha, ao colo amado<br />
A ilha será sempre o chão que se quer pisar<br />
A terra beijada pelo mar salgado.</p>
<p>De mulheres é feito este livro, ilha de poesia<br />
Com desejos, sonhos e vontades<br />
Com o sol nos lábios e nos sorrisos a alegria<br />
Nas gargantas a ânsia de luta pelas liberdades.</p>
<p>Filhas da Terceira, mulheres infinitas<br />
Feitas de versos são poemas de emoção<br />
Que levam o nome desta Terceira bendita<br />
Ao mundo, com amor, orgulho e gratidão.</p>
<p>-----</p>
<p><strong>Autoras: Carina Fortuna, Carla Félix, Carla Valadão, Catarina Valadão, Lurdes Branco e Sandra Fernandes<br />
</strong></p>
<p>&#160;</p>
<p><a href="https://www.letraslavadas.pt/loja-letras-lavadas/">Mais livros Letras Lavadas</a></p>
<p>&#160;</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/terceira-es-ilha-mulher-poesia-volume-3/">Terceira (ÉS) Ilha, Mulher Poesia &#8211; Vol. 3</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>CARINA FORTUNA</h3>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-83535 alignleft" src="https://www.letraslavadas.pt/wp-content/uploads/2021/06/Carina-Fortuna.jpg" alt="" width="270" height="254" /></p>
<p>Nasceu a 27 de Outubro de 1979, em Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores.</p>
<p>Em 1988 concluiu o curso técnico de Animação Social, na Escola Secundária Jerónimo Emiliano de Andrade. Porém, o gosto pela Poesia, Cinema, Teatro, Literatura, Fotografia, enfim, pelas Artes, levou-a a frequentar a Licenciatura de Estudos Artísticos.</p>
<p>Participou em alguns concursos de escrita criativa, o que a fascinou e fez com que desejasse explorar ainda mais esta área. Com o intuito de partilhar o que escreve e de aprender tem participado em antologias/colectâneas poéticas.</p>
<p>Em Abril de 2016, publica, através da Chiado Editora, o seu primeiro livro de poesia &#8211; <em>No Mar dos Meus Sonhos</em>.</p>
<p>Em Outubro de 2017, publica, através da Poesia Fã Clube, o seu segundo livro &#8211; <em>Poesia-me a Alma</em>.</p>
<p>Em Junho de 2018, tomou a iniciativa e organizou a antologia &#8211; <em>Palavras (Con)Sentidas</em>.</p>
<p>Em 2020, durante a pandemia, escreveu o seu terceiro livro de poesia &#8211; <em>Saudades à Manivela</em>.</p>
<p>Profissionalmente, e desde o ano 2000, tem o privilégio de estar directamente ligada à área cultural, uma vez que é colaboradora da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo. Actualmente dedica-se ao cinema, na qualidade de responsável pela programação cinematográfica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>CARLA FÉLIX</strong></p>
<p><img decoding="async" class="wp-image-83545 alignleft" src="https://www.letraslavadas.pt/wp-content/uploads/2021/06/Carla-Felix-296x300.jpg" alt="" width="252" height="272" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nasceu na cidade da Praia da Vitória, ilha Terceira. Licenciada em Educação de Infância pela Universidade dos Açores. Iniciou a escrita de poesia em 2013, tendo já participado em cerca de vinte e cinco antologias / colectâneas. Publicou o primeiro livro de poesia <em>Melodia nos Versos de (A)Mar</em> &#8211; edição de autor, em Dezembro de 2018.</p>
<p>Divulga a poesia na página pessoal <a href="https://www.facebook.com/poemacf" target="_blank" rel="noopener">Melodia nos Versos &#8211; Carla Félix</a> na rede social Facebook. Participou em vários encontros de poesia. Realizou ateliês de poesia para crianças, promovendo o contacto com a poesia através da expressão plástica. Coordena a página <em>Maré de Poesia</em> no Jornal da Praia, desde Junho de 2018.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>CARLA VALADÃO</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-83536 alignleft" src="https://www.letraslavadas.pt/wp-content/uploads/2021/06/Carla-Valadao-300x267.jpg" alt="" width="250" height="243" /></p>
<p>Vallda (pseudónimo de Carla Valadão) nasceu a 15 de Agosto de 1981 em Santa Cruz da Praia da Vitória, residente na Vila Nova, compôs os seus primeiros textos em 1990 com preferência para o texto em verso.</p>
<p>Actualmente é autora do blog <em><a href="http://naalmaenocorpo.blogspot.com/" target="_blank" rel="noopener">Na Alma e no Corpo</a> </em>e da página <em><a href="https://www.facebook.com/karlavalladao/" target="_blank" rel="noopener">Os Mundos Recônditos da Vallda</a></em>.</p>
<p>Apresenta um programa da sua autoria, sobre poesia, na RVA (Rádio Voz dos Açores) com o mesmo nome da sua página <em><a href="https://www.facebook.com/karlavalladao/" target="_blank" rel="noopener">Os Mundos Recônditos da Vallda</a>.</em></p>
<p>Desde 2018 que iniciou uma série de presenças em saraus de poesia. Destaca-se pela sua colaboração reiterada, sempre que é solicitada, com a página Maré de Poesia do Quinzenário do concelho, o Jornal da Praia. Foi co-autora em 2019 nas colectâneas <em>Toca a Escrever &#8211; 10 anos</em> e <em>Mulherio das Letras</em> da &#8220;Infinita&#8221;, <em>Livro Aberto</em> da Rádio Voz de Alenquer, <em>Poem&#8217;Art</em> e <em>Pandemia das Palavras</em> das edições &#8220;O Declamador&#8221; e <em>Quarentena &#8211; Memórias de um país confinado</em>&#8221; da Chiado Editora e de <em>Entre o Sono e o Sonho</em> da mesma editora. Esteve presente na antologia Os Açores nos Versos dos Seus Poetas organizada por Olegário Paz e editada pela Letras Lavadas. E por último participou na colectânea <em>Livro Aberto</em> <em>2021</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>CATARINA VALADÃO</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-83537 alignleft" src="https://www.letraslavadas.pt/wp-content/uploads/2021/06/Catarina-Valadao-300x300.jpg" alt="" width="250" height="261" /></p>
<p>Nasceu na ilha Terceira, em 1986. Frequentou o ensino secundário na área das artes. É Mestre em Arquitectura, formada pela ULHT. Actualmente é arquitecta, investigadora colaboradora do CEIS20 e doutoranda do curso de Estudos Contemporâneos da Universidade de Coimbra. No seu percurso académico tem desenvolvido, maioritariamente, trabalhos sobre património da arquitectura.</p>
<p>Formada em fotografia pelo Instituto Português de Fotografia, ao longo dos anos tem apresentado diversas exposições, individuais e colectivas, em Portugal.</p>
<p>Formada em poesia e escrita criativa pela Companhia do EU. Colaborou com diversos jornais e revistas, apresentou o seu primeiro livro de poesia intitulado <em>A Imagem da Poesia</em>, em Abril de 2011, e o seu segundo livro de poesia intitulado <em>Palavras (Re)Vertidas</em>, em Agosto de 2012. Participou na colectânea nacional <em>Livro Aberto</em>, na colectânea regional <em>Os Açores nos Versos dos Seus Poetas</em> e na colectânea internacional <em>Mentes Poéticas</em>, no decorrer de 2020. Foi organizadora da <em>Antologia Internacional Mulheres Poetas</em>, pela Editora Mente Aberta em 2021.</p>
<p>Além destas áreas, já desenvolveu trabalhos em moda, em teatro e representação e em pintura e desenho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>LURDES BRANCO</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-83544 alignleft" src="https://www.letraslavadas.pt/wp-content/uploads/2021/06/Lurdes-Branco-300x300.jpg" alt="" width="250" height="252" srcset="https://www.letraslavadas.pt/wp-content/uploads/2021/06/Lurdes-Branco-150x150.jpg 150w, https://www.letraslavadas.pt/wp-content/uploads/2021/06/Lurdes-Branco-12x12.jpg 12w, https://www.letraslavadas.pt/wp-content/uploads/2021/06/Lurdes-Branco-100x100.jpg 100w" sizes="auto, (max-width: 250px) 100vw, 250px" /></p>
<p>Nasce em Angra do Heroísmo dois anos após a Revolução de Abril. Cresce entre o verde da Serra de Santa Bárbara e a miragem de São Jorge e o Pico no horizonte.</p>
<p>Ao longa da vida profissional, desenvolve várias actividades em áreas tão diversas como o jornalismo, educação, política, restauração. Enquanto jornalista no <em>Diário Insular</em> foi responsável pelas páginas de cultura e tauromaquia.</p>
<p>Publicou diversas vezes no suplemento juvenil do <em>Diário de Notícias</em>, participou no Encontro de Escritores Açorianos em São Jorge, no concurso literário da Fundação Manuel da Fonseca e faz parte da colectânea <em>Os Açores nos Versos dos seus Poetas</em>.</p>
<p>Desde 2019 que chefia a cozinha de O Pirata Gastropub onde a poesia é feita com ingredientes misturados em panelas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SANDRA FERNANDES</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-83546 alignleft" src="https://www.letraslavadas.pt/wp-content/uploads/2021/06/Sandra-Fernandes-300x260.jpg" alt="" width="270" height="244" /></p>
<p>Sandra de Fátima Fernandes da Silva nasceu a 9 de Maio de 1979 na cidade de Angra do Heroísmo, na ilha Terceira. Vive desde 2002 na ilha de São Miguel, onde se licenciou em Psicologia pela Universidade dos Açores.</p>
<p>A 21 de Agosto de 2010 criou o blogue <em>Poesias de Terra e de Mar</em> e, deste modo, abriu para o mundo uma janela, através da qual dá a conhecer a sua paixão pela escrita e acima de tudo pela Poesia.</p>
<p>Sandra Fernandes é autora dos livros Pedaços de uma Mulher, <em>Meu Porto, meu abrigo</em>, Rosas versus Espinhos, <em>Poesia no Jardim</em> (infantil) e <em>Energia</em>. Os livros <em>Poesia no Jardim, Meu Porto, meu abrigo </em>e <em>Energia </em>integram o Plano Regional de Leitura &#8211; Ler Açores.</p>
<p>Foi co-autora da Exposição Solidária &#8220;Registos de Luz São Poesia&#8221;. É ainda possível encontrar a sua poesia em diversas colectâneas nacionais, as mais recentes <em>Os Açores nos versos dos seus poetas</em> e <em>Mulher, Coração da Liberdade</em>, bem como na sua página de Facebook <a href="https://www.facebook.com/MulherPoema" target="_blank" rel="noopener">Mulher Poema</a>.</p>
<p>Define a poesia como sendo a música do coração e que a acompanha dia após dia. Sandra Fernandes encara a vida de uma forma positiva, romântica e apaixonada, e é na vida, no amor, na natureza e nas vivências que encontra inspiração para escrever.</p>
<p>ISBN: 9789897355509</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/terceira-es-ilha-mulher-poesia-volume-3/">Terceira (ÉS) Ilha, Mulher Poesia &#8211; Vol. 3</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mês de Sonho</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/mes-de-sonho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jan 2026 09:54:22 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=98554</guid>

					<description><![CDATA[<div>
<h3 dir="auto">Mês de Sonho - Conspecto de etnografia açórica</h3>
<div dir="auto">
<p>“Mês de Sonho” é o testemunho singular da viagem que José Leite de Vasconcelos realizou aos Açores em 1924, revelando ao público continental a riqueza cultural, social e natural do arquipélago. Diferente dos relatos jornalísticos imediatos produzidos por outros membros da comitiva, o texto de Vasconcelos apresenta uma construção mais elaborada: pensado inicialmente como conferência para a Academia das Ciências de Lisboa, integra um diário de viagem revisto, um conjunto de materiais complementares — o “Aditamento” — e reflexões que o tornam uma obra única na bibliografia do autor.</p>
<p>Esta nova edição reorganiza e amplia substancialmente o volume original. O diário de viagem passa a constituir a segunda parte do livro, seguido pelo “Aditamento” e por uma secção inédita, “Arquivo”, que reúne documentos essenciais para compreender a receção histórica de “Mês de Sonho”: correspondência inédita, artigos dispersos, o prefácio da edição de 1992 e um conspecto da etnografia açoriana ao longo do tempo. Incluem‑se ainda textos de Vasconcelos sobre o debate em torno da criação de um museu etnográfico dos Açores.</p>
<p>A edição foi atualizada e cuidada ao pormenor: com inclusão de índices onomástico e analítico e substituição das fotografias de 1926 por imagens de Francisco Afonso Chaves, homenageando o fotógrafo no centenário da sua morte. Notas marginais contextualizam figuras, lugares e debates da época, oferecendo ao leitor contemporâneo novas chaves de leitura.</p>
<p>O resultado é uma obra de referência sobre a cultura açoriana, que combina rigor científico, valor histórico e acessibilidade, tornando‑a especialmente adequada para servir leitores, estudantes e investigadores interessados na identidade e património dos Açores.</p>
</div>
</div>
<div dir="auto"></div>
<div>-------</div>
<div><strong>Autor: José Leite de Vasconcelos      Organização: Ana Cristina Correia Gil e Vasco Medeiros Rosa</strong></div>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/mes-de-sonho/">Mês de Sonho</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3 dir="auto">Mês de Sonho &#8211; Conspecto de etnografia açórica &#8211; Nova edição revista e aumentada, com fotografias de Francisco Afonso Chaves</h3>
<p><strong>José Leite de Vasconcelos </strong></p>
<p>José Leite de Vasconcelos Cardoso Pereira de Melo nasceu em Ucanha (Tarouca) a 7 de julho de 1858, estudou Medicina, mas tornou-se a figura maior da Etnografia portuguesa e ainda hoje referência máxima dessa ciência, incluindo filologia e linguística, arqueologia, numismática e outras áreas de estudo do «homem português». Essa mudança ocorreu logo em 1885, quando fez importantes estudos arqueológicos no Cadaval, onde trabalhava como delegado de saúde. Dois anos depois torna-se conservador da Biblioteca Nacional. Em 1889 cria a Revista Lusitana, em 1893 funda o Museu Etnográfico Português e a revista O Arqueólogo Português dois anos depois. Criou uma sólida e extensa rede de contactos nacionais e internacionais, de que é prova a sua astronómica correspondência, de c. 25 mil espécimes epistolares com 3803 correspondentes, hoje também reunida em livro. Etnografia Portuguesa em 10 volumes é a sua obra de referência, ao lado de muitas outras.</p>
<p><strong>Vasco Medeiros Rosa </strong></p>
<p>Editor, jornalista e investigador literário, publicou cinco livros sobre Raul Brandão, entre os quais Raul Brandão e os Açores. Motivo, edição e recepção de «As Ilhas Desconhecidas. Notas e paisagens» de 1927, pela Companhia das Ilhas, em 2019. Participou no colóquio comemorativo do centenário da Visita dos Intelectuais aos Açores 1924-2024, na Universidade dos Açores. Escreve regularmente no <a href="https://observador.pt/" target="_blank" rel="noopener">Observador</a> e no Diário dos Açores.</p>
<p><strong>Ana Cristina Correia Gil </strong></p>
<p>Professora e investigadora na área de Cultura Portuguesa, na Universidade dos Açores e no <a href="https://cham.fcsh.unl.pt/home.php" target="_blank" rel="noopener">CHAM-Centro de Humanidades</a>–NOVA–UAc. Dedica-se ao estudo de identidades nacionais e insulares, a partir das perspetivas cultural e literária.</p>
<p>Mais livros <a href="https://www.letraslavadas.pt/">Letras Lavadas</a></p>
<p>ISBN: 9789897356476</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/mes-de-sonho/">Mês de Sonho</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Insígnias de Estado de Portugal e do Império do Brasil</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/insignias-de-estado-de-portugal-e-do-imperio-do-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jan 2026 12:27:40 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=98521</guid>

					<description><![CDATA[<h3>Insígnias de Estado de Portugal e do Império do Brasil</h3>
<p>Quem veja o retrato oficial do Presidente da República Portuguesa, não poderá deixar de reparar na grande faixa tricolor envergada por baixo da casaca e na insígnia rendilhada pendente, de formato oval, tendo ao centro três ovais mais pequenas, cada uma com a sua cruz de formato distintivo das antigas Ordens Militares portuguesas, de Nosso Senhor Jesus Cristo, de São Bento de Avis e de Sant´Iago da Espada. Que insígnia é esta, emblemática da Chefia do Estado Português? Qual o seu significado e qual a sua história? Porquê o seu formato oval?</p>
<p>“INSÍGNIAS DE ESTADO” conta a história da Banda das Três Ordens Militares Portuguesas, instituída em 1789 por <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Maria_I_de_Portugal">D. Maria I</a> na sua qualidade de Grã-Mestra das Três Ordens Militares e que seria adoptada como emblema privativo da Chefia do Estado Português. Conta também a história de outra insígnia, a Banda das Duas Ordens Militares, privativa dos infantes de Portugal. Durante mais de 140 anos, estas insígnias das Bandas das Ordens Militares portuguesas foram oferecidas a soberanos, príncipes e chefes de Estado estrangeiros, como um dos mais prestigiados conjuntos das condecorações mundiais.</p>
<p>Pela primeira vez é revelada neste livro a lista completa de todos os seus recipiendários, desde 1789 até 2025, com as datas e os motivos das atribuições, acompanhadas por fotografias inéditas das insígnias existentes em museus e casas reais europeias. Extintas logo após a implantação da República, as Bandas das Ordens Militares foram restabelecidas em 1917 pelo presidente Sidónio Pais, cuja insígnia pessoal é ilustrada neste livro.</p>
<p>Neste livro conta-se também como as Ordens Militares portuguesas viajaram para o Brasil com o príncipe regente D. João, como se transformaram na insígnia da Chefia de Estado do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves e aí ficaram quando o soberano regressou à sede da Monarquia. A fundação do Império do Brasil deu origem ao ramo brasileiro das três antigas Ordens Militares de Portugal, com diferenças muito distintas no desenho das suas insígnias, fitas e faixas de seda, algumas das quais inéditas, agora reveladas neste livro.</p>
<p>-----------</p>
<h3><b>Autor: António Miguel Trigueiros</b></h3>
<p>&#160;</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/insignias-de-estado-de-portugal-e-do-imperio-do-brasil/">Insígnias de Estado de Portugal e do Império do Brasil</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><b>Autor: António Miguel Trigueiros</b></h3>
<p>ISBN: 97898936108855</p>
<p>Para mais livros Letras Lavadas, clique <a href="http://letraslavadas.pt">aqui!</a></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/insignias-de-estado-de-portugal-e-do-imperio-do-brasil/">Insígnias de Estado de Portugal e do Império do Brasil</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A Viagem das Insígnias de Valor e Lealdade</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/a-viagem-das-insignias-de-valor-e-lealdade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jan 2026 11:21:32 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=98514</guid>

					<description><![CDATA[<h3>A Viagem das Insígnias de Valor e Lealdade</h3>
<p>Portugueses e Brasileiros podem-se orgulhar por terem tido a mais prestigiada Ordem Militar da primeira metade do século XIX. Chamava-se Real Ordem da Torre e Espada, do Valor e Lealdade, tinha sido fundada pelo príncipe regente <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_VI_de_Portugal">D. João</a> em 1808, no Rio de Janeiro.</p>
<p>Muitos dos militares britânicos que vieram combater o invasor francês na Península sentiam por essa Real Ordem um particular fascínio, fruto do prestígio granjeado ao longo desses anos como uma Moeda de Honra, com que se pagavam os maiores serviços prestados à Coroa de Portugal, durante o reinado de D. João VI .</p>
<p>No período mais aceso da guerra civil entre os Dois Irmãos, uma segunda Ordem Militar foi criada com o mesmo nome, da Torre e Espada, mas então do Valor, Lealdade e Mérito, para subjugar e substituir a Real Ordem da Torre e Espada de D. João VI, cujas insígnias continuavam a ser concedidas pelo rei D. Miguel I, como Grão-Mestre das Ordens Militares e Honoríficas portuguesas.</p>
<p>Durante oito meses, entre Agosto de 1832 e Maio de 1833, coexistiram em Portugal duas Ordens da Torre e Espada, com insígnias e estatutos muito diferentes. Em Évora-Monte, a primeira Ordem de 1808 deixou de existir e caiu no esquecimento da historiografia portuguesa. Até agora.</p>
<p>Esta é a história nunca antes contada da Real Ordem da Torre e Espada de Dom João VI de 1808-1834 e da viagem entre continentes das suas insígnias e medalhas de Valor e Lealdade</p>
<p>-----------</p>
<h3><b>Autor: António Miguel Trigueiros</b></h3>
<p>&#160;</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/a-viagem-das-insignias-de-valor-e-lealdade/">A Viagem das Insígnias de Valor e Lealdade</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><b>Autor: António Miguel Trigueiros</b></h3>
<p>ISBN: 9789893610800</p>
<p>Para mais livros Letras Lavadas, clique <a href="http://letraslavadas.pt">aqui!</a></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/a-viagem-das-insignias-de-valor-e-lealdade/">A Viagem das Insígnias de Valor e Lealdade</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Genealogias da Madeira e Porto Santo</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/genealogias-da-madeira-e-porto-santo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Dec 2025 15:21:06 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=98433</guid>

					<description><![CDATA[<h3>Genealogias da Madeira e Porto Santo</h3>
<p>Obra “Genealogias da Madeira e Porto Santo”, da autoria de Jorge Forjaz, reconhecido genealogista e historiador, cuja atividade ultrapassa meio século de investigação dedicada às famílias do antigo Império Português.</p>
<p>Composta por 10 volumes, esta coleção cobre um universo genealógico que se estende do século XV ao século XXI, oferecendo uma leitura profunda e rigorosa da evolução social, económica e cultural das ilhas da Madeira e Porto Santo. A obra resulta de uma análise exaustiva de fontes primárias — arquivos paroquiais, administrativos e familiares — e do cruzamento com os trabalhos de autores clássicos e contemporâneos, publicados ou inéditos.</p>
<p>Ao todo, são 440 capítulos, centenas de subcapítulos e mais de 100.000 nomes indexados, acompanhados por milhares de ilustrações (retratos, brasões, solares, sepulturas, porcelanas, assinaturas), elencos de titulares e fidalgos de carta de armas, e uma bibliografia especializada que consolida décadas de estudo. Com cerca de 7000 páginas, no formato 18,5x26 cm, esta obra não se limita ao registo nobiliário: é um inventário plural das gerações que moldaram a identidade madeirense — nobres, plebeias, burguesas e estrangeiras.</p>
<p>Segundo o autor, “Genealogias da Madeira e Porto Santo” representa «um marco na história da genealogia portuguesa — não só pela dimensão, como pelo âmbito e pela iconografia».</p>
<p><strong>Autor: Jorge Forjaz</strong></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/genealogias-da-madeira-e-porto-santo/">Genealogias da Madeira e Porto Santo</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b>Jorge Forjaz</b></p>
<p>Quarto de cinco filhos e filhas e segundo filho varão de <a title="Cândido de Meneses Pamplona Forjaz de Lacerda" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A2ndido_de_Meneses_Pamplona_Forjaz_de_Lacerda" target="_blank" rel="noopener">Cândido de Meneses Pamplona Forjaz de Lacerda</a>, bisneto do 1.º <a class="mw-redirect" title="Barão de Nossa Senhora das Mercês" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Bar%C3%A3o_de_Nossa_Senhora_das_Merc%C3%AAs" target="_blank" rel="noopener">Barão de Nossa Senhora das Mercês</a> e 1.º <a title="" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Visconde_de_Nossa_Senhora_das_Merc%C3%AAs" target="_blank" rel="noopener">Visconde de Nossa Senhora das Mercês</a>, sobrinho-trineto do 1.º <a title="Conde de Subserra" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Conde_de_Subserra" target="_blank" rel="noopener">Conde de Subserra</a> e 1.º <a class="new" title="Barão de Pamplona (página não existe)" href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Bar%C3%A3o_de_Pamplona&amp;action=edit&amp;redlink=1" target="_blank" rel="noopener">Barão de Pamplona</a> em <a title="Restauração francesa" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Restaura%C3%A7%C3%A3o_francesa" target="_blank" rel="noopener">França</a> e bisneto do 1.º <a title="Visconde de Bruges" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Visconde_de_Bruges" target="_blank" rel="noopener">Visconde de Bruges</a> e 1.º <a title="Conde da Vila da Praia da Vitória" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Conde_da_Vila_da_Praia_da_Vit%C3%B3ria" target="_blank" rel="noopener">Conde da Vila da Praia da Vitória</a>, e de sua mulher Maria do Livramento de Mesquita de Abreu.<sup id="cite_ref-2" class="reference"></sup></p>
<p><a title="Licenciatura" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Licenciatura" target="_blank" rel="noopener">Licenciado</a> em <a title="História" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria" target="_blank" rel="noopener">História</a> pela <a title="Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Faculdade_de_Letras_da_Universidade_de_Lisboa" target="_blank" rel="noopener">Faculdade de Letras</a> da <a title="Universidade de Lisboa" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Universidade_de_Lisboa" target="_blank" rel="noopener">Universidade de Lisboa</a>, com o curso de Bibliotecário-Arquivista.</p>
<p>Foi <a class="mw-redirect mw-disambig" title="Director" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Director" target="_blank" rel="noopener">Director</a> do <a title="Museu" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Museu" target="_blank" rel="noopener">Museu</a> e Conservador da <a title="Biblioteca" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Biblioteca" target="_blank" rel="noopener">Biblioteca</a> Pública de <a title="Angra do Heroísmo" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Angra_do_Hero%C3%ADsmo" target="_blank" rel="noopener">Angra do Heroísmo</a> e Director Regional dos Assuntos Culturais da <a class="mw-redirect" title="Região Autónoma dos Açores" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Aut%C3%B3noma_dos_A%C3%A7ores" target="_blank" rel="noopener">Região Autónoma dos Açores</a>.<sup id="cite_ref-ANP723_1-2" class="reference"></sup></p>
<p>É Sócio Efectivo do <a title="Instituto Histórico da Ilha Terceira" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Instituto_Hist%C3%B3rico_da_Ilha_Terceira" target="_blank" rel="noopener">Instituto Histórico da Ilha Terceira</a> e do <a title="Instituto Açoriano de Cultura" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Instituto_A%C3%A7oriano_de_Cultura" target="_blank" rel="noopener">Instituto Açoriano de Cultura</a> e Sócio Correspondente do <a title="Instituto Português de Heráldica" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Instituto_Portugu%C3%AAs_de_Her%C3%A1ldica" target="_blank" rel="noopener">Instituto Português de Heráldica</a>.<sup id="cite_ref-ANP723_1-3" class="reference"></sup></p>
<p>Foi Director da <a title="Revista" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Revista" target="_blank" rel="noopener">revista</a> “Atlântida”, que se publica em Angra do Heroísmo.<sup id="cite_ref-ANP723_1-4" class="reference"></sup></p>
<p>É autor de diversos trabalhos histórico-genealógicos:<sup id="cite_ref-ANP723_1-5" class="reference"></sup></p>
<ul>
<li><i>Os Monjardinos</i>, Edição do Autor, 1.ª Edição, <a title="Angra do Heroísmo" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Angra_do_Hero%C3%ADsmo" target="_blank" rel="noopener">Angra do Heroísmo</a>, 1987</li>
<li><i>Famílias Macaenses</i>, <a title="Fundação Oriente" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Funda%C3%A7%C3%A3o_Oriente" target="_blank" rel="noopener">Fundação Oriente</a>, 1.ª Edição, <a title="Lisboa" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lisboa" target="_blank" rel="noopener">Lisboa</a>, 1996</li>
<li><i>Os Teixeira de Sampaio da Ilha Terceira</i>, Centro de Estudos de Genealogia, Heráldica e História da Família – <a title="Universidade Moderna" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Universidade_Moderna" target="_blank" rel="noopener">Universidade Moderna</a> do Porto, <a title="Porto" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Porto" target="_blank" rel="noopener">Porto</a>, 2001</li>
<li><i>Os Luso-Descendentes da Índia Portuguesa</i>, em conjunto com <a class="new" title="José Francisco Leite de Noronha (página não existe)" href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Jos%C3%A9_Francisco_Leite_de_Noronha&amp;action=edit&amp;redlink=1" target="_blank" rel="noopener">José Francisco Leite de Noronha</a>, <a title="Fundação Oriente" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Funda%C3%A7%C3%A3o_Oriente" target="_blank" rel="noopener">Fundação Oriente</a>, 1.ª Edição, <a title="Lisboa" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lisboa" target="_blank" rel="noopener">Lisboa</a>, 2003</li>
<li><i>Os Colaço – Uma família portuguesa em Tânger</i>, Edições Guarda-Mor, 1.ª Edição, <a title="Lisboa" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lisboa" target="_blank" rel="noopener">Lisboa</a>, 2004</li>
<li><i>Genealogias da Ilha Terceira</i>, em conjunto com <a class="new" title="António Maria de Ornelas Borges da Costa Mendes (página não existe)" href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Ant%C3%B3nio_Maria_de_Ornelas_Borges_da_Costa_Mendes&amp;action=edit&amp;redlink=1" target="_blank" rel="noopener">António Maria de Ornelas Borges da Costa Mendes</a>, Dislivro Histórica, <a title="Lisboa" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lisboa" target="_blank" rel="noopener">Lisboa</a>, 2007</li>
<li><i>Genealogias das Quatro Ilhas – Faial-Pico-Flores-Corvo</i>, em conjunto com <a class="new" title="António Maria de Ornelas Borges da Costa Mendes (página não existe)" href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Ant%C3%B3nio_Maria_de_Ornelas_Borges_da_Costa_Mendes&amp;action=edit&amp;redlink=1" target="_blank" rel="noopener">António Maria de Ornelas Borges da Costa Mendes</a>, Dislivro Histórica, <a title="Lisboa" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lisboa" target="_blank" rel="noopener">Lisboa</a>, 2009</li>
<li><i>Ensaio sobre “o Ensaio”: Pereiras “forjados” ou Mendonças enlameados?</i>, em conjunto com <a class="new" title="António Maria de Ornelas Borges da Costa Mendes (página não existe)" href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Ant%C3%B3nio_Maria_de_Ornelas_Borges_da_Costa_Mendes&amp;action=edit&amp;redlink=1" target="_blank" rel="noopener">António Maria de Ornelas Borges da Costa Mendes</a>, Edição dos Autores, <a title="Lisboa" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lisboa" target="_blank" rel="noopener">Lisboa</a>, 2010</li>
<li><i>Famílias Portuguesas de Ceuta</i>, Ciudad Autonoma de Cueta Archivo General, 2011</li>
<li><i>Genealogias de São Tomé e Príncipe – Subsídios</i>, Dislivro Histórica, <a title="Lisboa" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lisboa" target="_blank" rel="noopener">Lisboa</a>, 2011</li>
<li><i>Mercês Honoríficas do Século XX (1900-1910)</i>, Edições Guarda-Mor, 1.ª Edição, <a title="Lisboa" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lisboa" target="_blank" rel="noopener">Lisboa</a>, 2012</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Descubra mais sobre este <a href="https://www.letraslavadas.pt/genealogia/genealogias-das-ilhas-do-fogo-e-brava-e-de-bissau-subsidios-volume-i-e-ii/">autor</a></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/genealogias-da-madeira-e-porto-santo/">Genealogias da Madeira e Porto Santo</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O Espírito Açoriano &#8211; A Arte de Domingos Rebêlo</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/a-arte-de-domingos-rebelo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Dec 2025 10:44:44 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=98415</guid>

					<description><![CDATA[<h3>O Espírito Açoriano - A Arte de Domingos Rebêlo</h3>
<h3><em>The Azorean Spirit - The Art of Domingos Rebêlo</em></h3>
<p>A obra reúne e contextualiza o percurso artístico de um dos mais importantes pintores açorianos do século XX, cuja carreira se destacou pela força do desenho, pela riqueza cromática e pela representação das tradições populares e religiosas. O livro nasce em estreita ligação com a exposição homónima realizada no New Bedford Whaling Museum, nos Estados Unidos da América, entre Março e Setembro de 2022, organizada e com curadoria do neto do artista, Jorge Rebêlo.<br />
Essa exposição reuniu 71 obras provenientes de colecções públicas e privadas, concretizando o sonho antigo do pintor de ver a sua arte exposta além-fronteiras.</p>
<p><em>The work brings together and contextualizes the artistic career of one of the most important Azorean painters of the 20th century, whose career stood out for the strength of his drawing, his rich use of color, and his representation of popular and religious traditions. The book is closely linked to the exhibition of the same name held at the New Bedford Whaling Museum in the United States between March and September 2022, organized and curated by the artist's grandson, Jorge Rebêlo.</em><br />
<em>This exhibition brought together 71 works from public and private collections, fulfilling the painter's long-held dream of seeing his art exhibited beyond borders.</em></p>
<p><strong>Autor: Jorge Rebêlo</strong></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/a-arte-de-domingos-rebelo/">O Espírito Açoriano &#8211; A Arte de Domingos Rebêlo</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>O Espírito Açoriano &#8211; A Arte de Domingos Rebêlo</h3>
<h3><em>The Azorean Spirit &#8211; The Art of Domingos Rebêlo</em></h3>
<p><strong>Domingos Rebêlo</strong></p>
<p>Nasceu em <a title="Ponta Delgada" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ponta_Delgada" target="_blank" rel="noopener">Ponta Delgada</a> a <a title="3 de dezembro" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/3_de_dezembro" target="_blank" rel="noopener">3 de dezembro</a> de <a title="1891" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1891" target="_blank" rel="noopener">1891</a>, filho de José Eduardo Rebelo, guarda fiscal, e de Georgina Augusta Pereira Rebelo. De posses modestas e quatro filhos, a família Rebelo atribuía grande importância à vida familiar e à atividade religiosa, aspetos que seriam marcantes tanto na vida como na obra do pintor.</p>
<p>A família Rebelo valorizava a educação dos filhos, e Domingos Rebelo teve a oportunidade de fazer um percurso educativo então acessível a poucos: depois de aprender as primeiras letras com as senhoras Pereira, na rua da Arquinha, frequentou o Instituto Fischer, onde recebeu uma educação com uma forte componente católica, o que veio reforçar as crenças religiosas familiares. Tendo desde muito cedo revelado propensão para o desenho e para a pintura, ingressou na <a class="new" title="Escola de Artes e Ofícios Velho Cabral (página não existe)" href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Escola_de_Artes_e_Of%C3%ADcios_Velho_Cabral&amp;action=edit&amp;redlink=1" target="_blank" rel="noopener">Escola de Artes e Ofícios Velho Cabral</a>, a antecessora institucional da atual Escola Secundária Domingos Rebelo, cursando desenho.</p>
<p>O pintor <a class="mw-redirect" title="Artur Jaime Viçoso May" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Artur_Jaime_Vi%C3%A7oso_May" target="_blank" rel="noopener">Artur Jaime Viçoso May</a>, diretor da Escola, reconheceu o talento artístico do aluno e incentivou a produção das suas primeiras obras. Foi graças a esse apoio que, com apenas 13 anos de idade, pela primeira vez expôs uma das suas obras, colocando um quadro seu na montra da Loja de Duarte Pereira Cardoso, sita à rua Nova da Matriz, atual rua António José de Almeida, no centro de Ponta Delgada.</p>
<p>A obra exposta e o apoio de Viçoso May levaram o talento de Domingos Rebelo à atenção dos <a title="Conde de Albuquerque" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Conde_de_Albuquerque" target="_blank" rel="noopener">condes de Albuquerque</a>, os quais, impressionados com a qualidade da sua arte, se ofereceram para custear os estudos artísticos.</p>
<p>Com o apoio de <a title="Duarte de Andrade Albuquerque de Bettencourt" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Duarte_de_Andrade_Albuquerque_de_Bettencourt" target="_blank" rel="noopener">Duarte de Andrade Albuquerque de Bettencourt</a>, o 1.º conde de Albuquerque, e de Viçoso May, foram criadas condições para que pudesse prosseguir os seus estudos em Paris. Tinha 15 anos de idade quando deixou Ponta Delgada a caminho da grande metrópole europeia.</p>
<p>Permanece em Paris seis anos, onde frequentou a <a title="Academia Julian" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Academia_Julian" target="_blank" rel="noopener">Academia Julian</a>, como discípulo de <a title="Jean-Paul Laurens" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jean-Paul_Laurens" target="_blank" rel="noopener">Jean-Paul Laurens</a>, e o curso livre da <a title="Académie de la Grande Chaumière" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Acad%C3%A9mie_de_la_Grande_Chaumi%C3%A8re" target="_blank" rel="noopener">Académie de la Grande Chaumière</a>, onde contactou com mestres como <a title="Léon Bonnat" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%A9on_Bonnat" target="_blank" rel="noopener">Léon Bonnat</a>. Conviveu ainda com grandes nomes da pintura portuguesa que iam passando por Paris, como <a class="mw-redirect" title="Amadeu de Sousa Cardoso" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Amadeu_de_Sousa_Cardoso" target="_blank" rel="noopener">Amadeu de Sousa Cardoso</a>, <a class="mw-redirect" title="Santa Rita Pintor" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Santa_Rita_Pintor" target="_blank" rel="noopener">Santa Rita Pintor</a>, <a title="Emmerico Nunes" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Emmerico_Nunes" target="_blank" rel="noopener">Emmerico Nunes</a>, <a class="mw-redirect" title="Dórdio Gomes" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/D%C3%B3rdio_Gomes" target="_blank" rel="noopener">Dórdio Gomes</a>, <a title="Eduardo Afonso Viana" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Eduardo_Afonso_Viana" target="_blank" rel="noopener">Eduardo Viana</a>, <a title="Manuel Bentes" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Manuel_Bentes" target="_blank" rel="noopener">Manuel Bentes</a> e Pedro Cruz. Foi nesse meio artístico, em que se fazia sentir a originalidade dos <a title="Modernismo" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Modernismo" target="_blank" rel="noopener">modernistas</a> <a title="Paul Cézanne" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Paul_C%C3%A9zanne" target="_blank" rel="noopener">Paul Cézanne</a>, <a title="Henri Matisse" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Henri_Matisse" target="_blank" rel="noopener">Henri Matisse</a> e <a title="Amedeo Modigliani" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Amedeo_Modigliani" target="_blank" rel="noopener">Amedeo Modigliani</a>, que Domingos Rebelo aperfeiçoou a sua formação técnica e ganhou a mundividência que demonstrou na sua obra.</p>
<p>Em 1911 participou na <i><a title="Exposições de Humoristas e Modernistas" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Exposi%C3%A7%C3%B5es_de_Humoristas_e_Modernistas" target="_blank" rel="noopener">Exposição dos Livres</a></i> no <a title="Salão Bobone" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Sal%C3%A3o_Bobone" target="_blank" rel="noopener">Salão Bobone</a>, em <a title="Lisboa" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lisboa" target="_blank" rel="noopener">Lisboa</a>, ao lado de <a title="Eduardo Afonso Viana" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Eduardo_Afonso_Viana" target="_blank" rel="noopener">Eduardo Viana</a>, <a title="Emmerico Nunes" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Emmerico_Nunes" target="_blank" rel="noopener">Emmerico Nunes</a>, Alberto Cardoso (1881-1942), <a title="Francisco Smith" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_Smith" target="_blank" rel="noopener">Francisco Smith</a>, <a title="Manuel Bentes" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Manuel_Bentes" target="_blank" rel="noopener">Manuel Bentes</a> e <a class="new" title="Francisco Álvares Cabral (página não existe)" href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Francisco_%C3%81lvares_Cabral&amp;action=edit&amp;redlink=1" target="_blank" rel="noopener">Francisco Álvares Cabral</a> (1887-1947).<sup id="cite_ref-2" class="reference"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Domingos_Rebelo#cite_note-2" target="_blank" rel="noopener"><span class="cite-bracket">[</span>2<span class="cite-bracket">]</span></a></sup></p>
<p>Casou com Maria do Carmo Berquó de Aguiar, natural de Ponta Delgada, que faleceu muito cedo, sem deixar descendentes. Voltou a casar, em <a title="" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1921" target="_blank" rel="noopener">1921</a>, com Maria Josefina de Oliveira Correia, natural de <a title="Viseu" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Viseu" target="_blank" rel="noopener">Viseu</a>, que seria a sua companheira inseparável e de quem teve cinco filhos, um dos quais foi o arquiteto <a title="João Correia Rebelo" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Correia_Rebelo" target="_blank" rel="noopener">João Correia Rebelo</a>.</p>
<p>Em <a title="1913" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1913" target="_blank" rel="noopener">1913</a>, regressou à <a title="Ilha de São Miguel" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ilha_de_S%C3%A3o_Miguel" target="_blank" rel="noopener">ilha de São Miguel</a> onde permaneceu trinta anos, deslocando-se de vez em quando a Lisboa e participando com regularidade nas exposições anuais da <a class="mw-redirect" title="Sociedade Nacional de Belas-Artes" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Sociedade_Nacional_de_Belas-Artes" target="_blank" rel="noopener">Sociedade Nacional de Belas-Artes</a>, de que era sócio e de que seria mais tarde dirigente.</p>
<p><strong>Autor: Jorge Rebêlo</strong></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/a-arte-de-domingos-rebelo/">O Espírito Açoriano &#8211; A Arte de Domingos Rebêlo</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O Natal do Sr Bigodes</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/o-natal-do-sr-bigodes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Dec 2025 15:33:49 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=98391</guid>

					<description><![CDATA[<div>
<h3 dir="auto">O Natal do Sr Bigodes</h3>
<p dir="auto">É véspera de Natal e uma família muito especial prepara-se com grande entusiasmo para viajar até a casa da avó.</p>
<p dir="auto">Entre, malas, canções e muita confusão, quase se esquecem de um membro muito importante: o Senhor Bigodes, o gato curioso e simpático que nunca pode faltar.<br />
Com ternura e humor, esta história mostra o Natal pelos olhos de um gato muito catita, lembrando-nos da importância da família, do amor, do espírito natalício e das nossas tradições.<br />
No final, deseja a todos um Feliz e Santo Natal!!!</p>
<div dir="auto">
<p>-------</p>
</div>
</div>
<div><strong>Autora: Ana Paula Medeiros Leite     Ilustrações: Sandra Serra</strong></div>
<div></div>
<div></div>
<div></div>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/o-natal-do-sr-bigodes/">O Natal do Sr Bigodes</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ana Paula Medeiros Leite</strong></p>
<p>Ana Paula Leite é casada e tem dois filhos que são a sua inspiração, o João e a Júlia.<br />
Nasceu e vive na ilha verde – S. Miguel – situada nos Açores, ilhas de bruma onde magias acontecem.<br />
É Educadora de Infância, Terapeuta Educacional, faz Reiki e Meditação para crianças e jovens.<br />
Adora ler, escrever, desenhar, pintar e criar, enfim… Dar asas à imaginação, gosto que adquiriu desde muito cedo graças à maravilhosa infância que teve. Quer transmitir este gosto a todas as crianças que puder, através da sua prática pedagógica e da sua escrita.<br />
Adorava poder abranger um público maior e cativar ainda mais personagens reais e temas actuais para ler, reler, pensar e reflectir.<br />
Publicou em 2019 o livro infantil “As aventuras de João Rezingão” pela editora Letras Lavadas.<br />
Participou em várias Colectâneas: “Este Ano Desembrulha o Espírito de Natal” com o conto “O Natal do Sr. Bigodes” e na Colectânea “Mulher é nome de Poema!…” para celebrar o “Dia Internacional da Mulher” com o poema “Ave Mulheres Cheias de Graça” pela editora Letras Lavadas. Participou no Festival ANIMAPIX em 2019, na ilha do Pico, com a apresentação do livro ” As Aventuras do João Rezingão”.<br />
Participou no ano 2020 no programa da telescola “Aprender em Casa Pré-Escolar” com dois poemas ” Um por todos e todos por um”, “Histórias na Telescola” e ainda com a canção ” O Ratito” letra e melodia da sua autoria. No ano 2021 com o poema “O Senhor Inverno”. Em 2022, lança o segundo livro “As Aventuras do João Rezingão e Juju a Fada Azul”, pela Letras Lavadas.</p>
<div></div>
<p>Mais livros <a href="http://letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a></p>
<p>ISBN: 9789897356322</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Impresso na <a href="http://novagrafica.pt" target="_blank" rel="noopener">Nova Gráfica</a></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/o-natal-do-sr-bigodes/">O Natal do Sr Bigodes</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Árvore Anciã</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/arvore-ancia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2025 14:20:58 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=98225</guid>

					<description><![CDATA[<div>
<h3 dir="auto">Árvore Anciã - Contos</h3>
<p dir="auto">Uma árvore, anciã como as nervuras do tempo, cresce no cerne deste livro. Os contos, veios de um tronco enrugado, urdem memórias e identidades entre o que se diz e o que se perde no rumor das raízes.  O autor escreve como quem rasga a pele do mundo: a pena arde, febril, entre lirismo e crueza; devassa segredos no lume incerto da memória e varre a fuligem do passado – a nostalgia de infâncias perdidas, ecos da guerra colonial que colidem com a dureza da cidade, rostos de família que persistem na bruma dos dias.</p>
<p dir="auto">As palavras ora correm como um rio sereno, ora se partem como um osso exposto entre carne e metáfora – fluxo incandescente, sulco na madeira, cicatriz no tempo.  Árvore Anciã não é um livro: é um corpo pulsante, trespassado pelo lume e pela voragem. Quem o lê não o lê – entra nele, perde-se, torna-se a própria travessia.</p>
<div dir="auto">
<p>-------</p>
</div>
</div>
<div><strong>Autor: Ricardo Barros</strong></div>
<div></div>
<div></div>
<div></div>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/arvore-ancia/">Árvore Anciã</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ricardo Barros</strong></p>
<p>Natural de Matosinhos, nascido em 1967, licenciou-se em Artes Visuais pela Escola Superior de Artes e Design, alma mater do seu percurso criativo. Desde então, tem vindo a afirmar-se como artista visual, com presença regular em exposições individuais e coletivas. Paralelamente à prática artística, leciona Geometria Descritiva na <a href="https://www.esaq.pt/" target="_blank" rel="noopener">Escola Secundária Antero de Quental</a>, em S. Miguel, ilha onde reside há 25 anos. O livro <em>Árvore Anciã</em> assinala a sua estreia literária.</p>
<div></div>
<p>Mais livros <a href="http://letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a></p>
<p>ISBN: 9789897356254</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/arvore-ancia/">Árvore Anciã</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A Multiplicação dos Milagres</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/a-multiplicacao-dos-milagres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Nov 2025 16:09:52 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=98195</guid>

					<description><![CDATA[<div>
<h3 dir="auto">A Multiplicação dos Milagres</h3>
<p dir="auto">Berto Brizi é a Osga, um editor turinense radicado em Milão que, à falta de bons autores, e confinado a uma vida de hedonismo, hipocondria e muita preguiça, inventa três génios literários. Um dia, batem-lhe à porta os três, encarnados, sanguíneos de paixões e ódios. Que fará Brizi? Denunciar os farsantes será denunciar a sua farsa e, assim, perder os seus confortos.</p>
<p dir="auto">A sua caprichada mentira poderá agora ser uma verdade da qual não consegue escapar. Uma viagem por Itália, sem que essa palavra seja uma vez escrita ou lida, desde uma aldeia fantasmagórica piemontesa até ao grande vulcão do sul, enchendo olhos e estômagos com inexpugnáveis iguarias, antigas fábulas de máquinas, figuras e criaturas míticas, esta é uma carta de amor ao país de Dante, e um elogio ao lugar da ficção no mundo.</p>
<p dir="auto">Uma história atemporal que denuncia os nossos dias de verdades incertas. Um romance ao estilo de Italo Calvino, com o sentido cénico de Pirandello, mas numa voz distinta, que testará o leitor mais pronto à verdadeira aventura literária.</p>
<div dir="auto">
<p>-------</p>
</div>
</div>
<div><strong>Autor: João Pedro Porto</strong></div>
<div></div>
<div></div>
<div></div>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/a-multiplicacao-dos-milagres/">A Multiplicação dos Milagres</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>JOÃO PEDRO PORTO</h3>
<p>Nasceu nos Açores em 1984. Com um universo literário muito particular e uma ampla produção, tem publicados vários romances, livros de contos e de poesia. Foi vencedor do <a href="https://www.cm-pontadelgada.pt/acontece/noticias/noticia/abertas-candidaturas-ao-premio-literario-natalia-correia-77" target="_blank" rel="noopener">Prémio Literário Natália Correi</a>a em 2025. Artur do Cruzeiro Seixas, mestre do surrealismo português, disse de cada palavra sua estar «grávida de outra».</p>
<p>Mário Cláudio qualificou-o como «uma voz que se impõe, com direito confirmado à eternidade possível».</p>
<p>Hélder Macedo descreve a sua obra como «notável e literariamente corajosa».</p>
<p>Paulo José Miranda diz-nos que «o seu domínio da linguagem lembra o de um virtuoso com os dedos sobre o piano tocando Liszt».</p>
<p>João de Melo garante-o «um talento que apodaria de hiperbólico».</p>
<p>E, sobre a sua escrita, Válter Hugo Mãe escreveu: «Reverberam séculos nas suas construções. Um invasor absoluto, um denunciador. João Pedro Porto é cénico, performativo, esdrúxulo, temperamental, mas sem arrogância. Apenas luxuoso, desse luxo de poder fazer».</p>
<div></div>
<p>Mais livros <a href="http://letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a></p>
<p>ISBN: 9789897356377</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/a-multiplicacao-dos-milagres/">A Multiplicação dos Milagres</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O lenço de cabeça</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/o-lenco-de-cabeca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2025 17:34:34 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=98183</guid>

					<description><![CDATA[<div>
<h3 dir="auto">O lenço de cabeça - ornamento do vestuário tradicional em Angola</h3>
<p dir="auto">Um dos atos mais perniciosos da colonização no mundo, foi a tentativa de menorização ou eliminação dos valores e tradições culturais dos povos autóctones. Ora a cultura de um povo, é o bem comum mais precioso para a preservação e elevação do seu orgulho identitário e uma âncora para as suas futuras gerações, pois só conhecendo o passado se pode construir um futuro sólido assente no verdadeiro empoderamento da fruição cultural genuína.</p>
<p dir="auto">O lenço de cabeça, mais do que um adereço no vestuário tradicional feminino em Angola, representa identidade, respeito e solenidade. Quase obrigatório para as senhoras de maior idade, apresenta-se nas mais variadas formas e cores, podendo mesmo dizer-se que não é possível encontrar dois iguais. Com esta obra, um fotodocumentário que mostra a rica herança cultural do país, o autor assinala os 50 anos da restauração da independência de Angola e presta homenagem à mulher angolana como símbolo de luta, resistência e orgulho cultural desde os tempos da Rainha Dona Njinga Mbandi.</p>
<p dir="auto">Com mais de 40 retratos captados em cerimónias tradicionais em Luanda e textos e poemas do autor, espera-se que este livro inspire as novas gerações na celebração das suas tradições culturais e fortaleça o orgulho na nossa identidade nacional.</p>
<p dir="auto">-------</p>
</div>
<div><strong>Autor:  J. Marcelino Kongo</strong></div>
<div></div>
<div></div>
<div></div>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/o-lenco-de-cabeca/">O lenço de cabeça</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3> J. Marcelino Kongo</h3>
<div>J. Marcelino Kongo nasceu em Angola onde a sua infância foi vivida a explorar a beleza das savanas e florestas do norte de<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Angola" target="_blank" rel="noopener"> Angola</a>. Cedo mostrou interesse pela ciência e a escrita para a qual recorda ter despertado quando aos 12 anos de idade recebeu o prémio de “Melhor Redação da Turma” – uma guitarra que ainda hoje o acompanha. Reside em Portugal há 50 anos exercendo funções docentes no ensino secundário, profissional e superior por mais de três décadas.</div>
<div></div>
<div>Em Portugal foi também colunista e editor do jornal “Correio do Açores” e é colaborador esporádico na imprensa regional. É licenciado pela Universidade do Porto, Mestre e Doutor em Biotecnologia pela Universidade Católica Portuguesa. Como investigador na Universidade de Cornell (USA), Universidade de Guelph (Canadá) e Universidade de Cork (Irlanda) conheceu uma diversidade de pessoas e de culturas que influenciaram as narrativas presentes nos seus livros focadas na temática da unidade na diversidade.</div>
<div></div>
<div>Frequentou cursos de escrita criativa. Além de livros técnico-científicos, publicou poesia “Notícias da Lua”, contos “Retalhos da vida de um Confesso Benfiquista” e “Os Camelos dos Estábulos Unidos” (infanto-juvenil).</div>
<div></div>
<p>Mais livros <a href="http://letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a></p>
<p>ISBN: 9789897356308</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/o-lenco-de-cabeca/">O lenço de cabeça</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>My Way &#8211; diário e escritas paralelas</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/my-way-diario-e-escritas-paralelas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2025 12:04:20 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=98168</guid>

					<description><![CDATA[<div>
<h3 dir="auto"><em>My Way</em> - diário e escritas paralelas</h3>
<p dir="auto">Natividade Ribeiro escreve um Diário de um mês e meio, do ano 2023, com a liberdade de saltar tempos e espaços, exercendo o poder da mente. E escritas paralelas que se vão interligando com o Diário.</p>
<p dir="auto">Várias pontes unem estes lugares revisitados ____ Macau, Algarve e São Miguel, Açores. Para além da narração e descrição do quotidiano, há reflexões, interrogações sobre as cidades, o mundo, a atualidade.</p>
<p>Um Diário como um livro de viagens por lugares interiores e exteriores conhecidos e de reconhecimento da autora, descrevendo e fixando um presente sempre em mutação e recordando um passado através da memória, do vivido e do imaginado à sua maneira; o seu caminho ________ My way.</p>
<p>Numa escrita híbrida, que já caracteriza a autora, o texto presenta-se em prosa e poesia, não excluindo narrativa ficcional, onde o mar, a cidade e até as gaivotas algarvias são personagens.</p>
<div dir="auto">
<p>-------</p>
</div>
</div>
<div><strong>Autora: Natividade Ribeiro</strong></div>
<div></div>
<div></div>
<div></div>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/my-way-diario-e-escritas-paralelas/">My Way &#8211; diário e escritas paralelas</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Natividade Ribeiro</h3>
<p>Natividade Ribeiro nasceu em Vila Franca do Campo, Ilha de São Miguel. Licenciou-se em Filosofia, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Entre 1982 e 1999 foi professora de Português, em Macau. Entre 1999 e até à reforma em 2023 lecionou em Lisboa, com uma pausa em 2015/2016 para ensinar Português de novo em Macau, no <a href="https://ipor.mo/" target="_blank" rel="noopener">Instituto Português do Oriente</a>.<br />
Tem publicadas as obras:</p>
<p><em>Nada, nada professora</em>, Livros do Oriente, 2000;<br />
<em>Os três lugares de uma mulhe</em>r, Edições Salamandra, 2000;<br />
<em>A casa azul, verão em S. Miguel</em>, Campo das Letras, 2007;<br />
<em>Amor em viagem (circular)</em>, Letras Paralelas / Campo das Letras, 2015;<br />
<em>Calçada das Verdades</em>, (poesia) Edição a Solo, 2019.<br />
<a href="https://www.letraslavadas.pt/em-corpo-de-palavra/"><em>Em corpo de palavra</em></a>, N9na Poesia, 2021.<br />
<em>Que lenço cobriria a dor</em>, Letras Lavadas, 2022.</p>
<p>Coletâneas<br />
“<em>Mulher, coração da liberdade</em>”, com um poema, Letras Lavadas, 2021.<br />
“<em>Viagens, vol. III</em>” com “<em>Jogar com a cidade (Macau)</em>”, Letras Lavadas, 2023.<br />
“<em>Towering Words</em>”, com oito poemas (antologia selecionada e traduzida pelo poeta João Pedro Porto dos poetas publicados pela editora), N9naPoesia, 2023.<br />
“<a href="https://www.letraslavadas.pt/camoes-na-voz-de-poetas-acorianos/"><em>Camões na voz de poetas açorianos 1524 &#8211; 2024</em></a>” com “A minha rota por Camões”, N9na Poesia, 2024.<br />
Participação na Revista Oresteia, nº 16 de 2025 com os poemas, &#8220;<em>Distâncias</em>” e “<em>Sedas noturnas</em>”.<br />
Colaboração na rubrica “<em>Por mares nunca dantes…</em>” no jornal Ilha Maior da Ilha do Pico.</p>
<div></div>
<p>Mais livros <a href="http://letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a></p>
<p>ISBN: 9789897356315</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/my-way-diario-e-escritas-paralelas/">My Way &#8211; diário e escritas paralelas</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A Viola de Arame nos Açores</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/a-viola-de-arame-nos-acores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 10:34:47 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=98145</guid>

					<description><![CDATA[<div>
<h3 dir="auto">A Viola de Arame nos Açores</h3>
<p dir="auto">"José Alfredo Ferreira de Almeida, em seu livro "A Viola de Arame nos Açores", realiza um trabalho de pesquisa que versa sobre os aspectos técnicos que envolvem o referido instrumento musical. O estudo abre em rápidas considerações sobre as Violas do Continente e da Madeira e sobre a Viola açoriana, para se alongar no objectivo central da investigação Construção de uma viola micaelense.</p>
<p dir="auto">Fartamente ilustrado com fotografias de evidente valor técnico e artístico, “A Viola de Arame nos Açores” proclama um duplo valor: é manual técnico de construção, e consequente divulgação do instrumento, e é corte sociológico e cultural de uma época no qual as gerações futuras vão encontrar um retrato fiel dos hábitos, dos costumes e das técnicas musicais de nossos dias."</p>
<p dir="auto">Celestino Sachet</p>
<div dir="auto">
<p>-------</p>
</div>
</div>
<div><strong>Autor: José Alfredo Ferreira de Almeida</strong></div>
<div></div>
<div></div>
<div></div>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/a-viola-de-arame-nos-acores/">A Viola de Arame nos Açores</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>José Alfredo Ferreira de Almeida</h3>
<div></div>
<p>Mais livros <a href="http://letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a></p>
<p>ISBN: 9789728633271</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/a-viola-de-arame-nos-acores/">A Viola de Arame nos Açores</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Irma</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/irma/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 16:17:13 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=98141</guid>

					<description><![CDATA[<div>
<h3 dir="auto">Irma</h3>
<p dir="auto">Em escassas três décadas, uma pequena baía encravada na costa sul de uma breve ilha, ganhava centralidade à escala global. Esta Angra transformava-se em cidade, fruto das atividades empreendedoras, crenças e sonhos dos que a demandavam. Irma e Lourenço, sobrinha e tio, estão entre os que iluminaram os trilhos da ilha Terceira, escudados nos princípios do culto do Espírito Santo. Mas houve que defender essa herança.</p>
<p dir="auto">Os eventos iniciam-se em Duas Ribeiras, onde Lourenço projetou o povoamento da costa sul da ilha; e levarão Irma a São Miguel, onde estará presente aquando do Terramoto de Vila Franca, bem como a Lisboa, onde verá a prosperidade e a miséria trazidas pelas naus da Índia e do Brasil. Irma e Lourenço, sendo personagens do Renascimento, possuem uma visão de futuro que ultrapassa a sua circunstância, interagindo com sonhadores, marinheiros, povoadores — todos eles saídos da forja ficcional, mas enraizados no mundo concreto.</p>
<p dir="auto">Angra, de forma idêntica, não é retratada apenas como um emergente burgo renascentista — os ventos que nela circulam são portadores de uma pulsão futura, patente no diálogo entre Irma e Côrte-Real, o capitão donatário. Haverá, como sempre, vencedores e vencidos. E uma pergunta sobrará da intriga: afinal quem ganhou? Caberá ao leitor dar a resposta.</p>
<div dir="auto">
<p>-------</p>
</div>
</div>
<div><strong>Autor: António M. S. Avelar</strong></div>
<div></div>
<div></div>
<div><img class="alignnone wp-image-98144" src="http://www.letraslavadas.pt/wp-content/uploads/2025/11/p_vm-300x300.webp" alt="" width="220" height="220" /></div>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/irma/">Irma</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>ANTÓNIO M. S. AVELAR</h3>
<div>Nasceu na ilha Terceira em 1955 onde permaneceu até aos 17 anos, altura em que iniciou os estudos universitários. Na ilha Terceira, em virtude da profissão do pai, professor primário, residiu em várias freguesias — Agualva, Santa Luzia (Angra do Heroísmo), Lajes, São Carlos e Terra Chã, onde viveu os últimos onze anos, antes de rumar a Lisboa. Fez todo o percurso universitário de formação na <a href="https://www.ulisboa.pt/unidade-organica/faculdade-de-letras" target="_blank" rel="noopener">Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa</a>, onde acabou por ser docente nas áreas da sua especialização: Linguística Aplicada e Análise do Discurso. Está aposentado, e por razões familiares vive entre Lisboa, Angra do Heroísmo e o Tirol. Irma é a sua primeira incursão na ficção literária.</div>
<div></div>
<p>Mais livros <a href="http://letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a></p>
<p>ISBN: 9789897356339</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/irma/">Irma</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Transportes Marítimos nos Açores</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/transportes-maritimos-nos-acores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Oct 2025 15:05:47 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=98117</guid>

					<description><![CDATA[<div>
<h3 dir="auto">Transportes Marítimos nos Açores</h3>
<p dir="auto">“Esta obra, como as restantes do Fernando Pimentel, contribui, mais uma vez, para preservar e salvar do esquecimento um rico património identitário dos Açores e, resulta de uma minuciosa, criteriosa e bem documentada investigação, como o provam as Fontes/Bibliografia, sobre pessoas, objetos e espaços cujo valor documental e museológico é extremamente relevante.</p>
<p dir="auto">Um texto extremamente claro e preciso e fotos pertinentes e criteriosamente selecionadas trazem consigo memórias e imagens sobre o passado que, em simultâneo, nos abrem um caminho facilitado par o futuro, mostrando-nos, mais uma vez, a necessidade de preservarmos tudo o que elas representam.”</p>
<p dir="auto">Comandante Lizuarte Machado</p>
<div dir="auto">
<p>-------</p>
</div>
</div>
<div><strong><strong>Autor: </strong></strong><strong>Fernando Pimentel</strong></div>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/transportes-maritimos-nos-acores/">Transportes Marítimos nos Açores</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Fernando Pimentel</strong></h3>
<div></div>
<p>Mais livros <a href="http://letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/transportes-maritimos-nos-acores/">Transportes Marítimos nos Açores</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ouro Rosa</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/ouro-rosa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Oct 2025 12:17:15 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=98113</guid>

					<description><![CDATA[<div>
<h3 dir="auto">Ouro Rosa</h3>
<p dir="auto">Existem livros que não se leem, vivem-se. <em>Ouro Rosa</em> é um desses raros livros, onde a linguagem se torna matéria viva sentida, onde as palavras respiram e repousam no leitor como se nos conhecessem há muito.</p>
</div>
<p dir="auto">Sandra Fernandes escreve com a honestidade desarmante de quem despe a alma até que alguém a leia, a veja com os seus olhos e a sinta na sua pele. Os seus versos são como um corpo nu exposto ao sol e ao sal: frágeis na superfície, mas feitos de uma força subterrânea que só a dor vivida e o amor verdadeiro conseguem dar.</p>
<p dir="auto">Neste livro, não há artifício: há essência.</p>
<p dir="auto"><em>de prefácio, Catarina Valadão</em></p>
<div>
<div dir="auto">
<p>-------</p>
</div>
</div>
<div><strong>Autora: Sandra Fernandes</strong></div>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/ouro-rosa/">Ouro Rosa</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Sandra Fernandes</strong></h3>
<div>Nasceu a 9 de maio de 1979 na cidade de<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Angra_do_Hero%C3%ADsmo" target="_blank" rel="noopener"> Angra do Heroísmo</a>, na Ilha Terceira. Vive desde 2002 na ilha de São Miguel, onde se licenciou em Psicologia, pela Universidade dos Açores. A 21 de Agosto de 2010 criou o Blog “Poesias de Terra e de Mar” e deste modo abriu para o mundo uma janela, através da qual dá a conhecer a sua paixão pela escrita e acima de tudo pela Poesia.</div>
<div></div>
<div>Sandra Fernandes é autora dos livros “Pedaços de uma Mulher “Meu porto, meu abrigo”, “Rosas versus Espinhos”, “Poesia no Jardim” (infantil) e “Energia”. Os livros “Poesia no Jardim, “Meu porto, meu abrigo” e “Energia” integram o Plano Regional de Leitura – Ler Açores. Foi co-autora da Exposição Solidária “Registos de Luz são Poesia”, que esteve patente no Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas – na Ribeira Grande (2020). É possível encontrar poesia da sua autoria na página do Facebook “Mulher Poema”, bem como em diversas Coletâneas nacionais e regionais, as mais recentes: “<a href="https://www.letraslavadas.pt/os-acores-nos-versos-dos-seus-poetas/">Os Açores nos versos dos seus Poetas</a>”, “Mulher Coração de Liberdade”, e “<a href="https://www.letraslavadas.pt/terceira-es-ilha-mulher-poesia-volume-2/">Terceira</a> (és) Ilha, Mulher Poesia, coletâneas que organizou.</div>
<div></div>
<div>Define a poesia como sendo a música do coração e que a acompanha dia após dia. Sandra Fernandes encara a vida de uma forma positiva, romântica e apaixonada, e é na vida, no amor, na natureza e nas vivências que encontra inspiração para escrever.</div>
<div></div>
<p>Mais livros <a href="http://letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a></p>
<p>ISBN: 9789897356216</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/ouro-rosa/">Ouro Rosa</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Quando o desejo sabe a mar</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/quando-o-desejo-sabe-a-mar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2025 12:16:43 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=98101</guid>

					<description><![CDATA[<div>
<h3 dir="auto">Quando o desejo sabe a mar</h3>
<p dir="auto"><span style="font-size: 16px;">Dizes bem: o desejo sabe a mar. Incorpora a imensidão, a frescura, o inesperado, a inconstância e a pitada de sal que tempera o desassossego das nossas almas. Se eu fosse o Criador transformava todos os dias da semana em quintas-feiras. Os dias do nosso amor. Amor apressado, clandestino, amor esplendoroso e louco. Dou a vida para estar contigo, pois cada minuto é um minuto de ouro, como bem afirmas.</span></p>
<div dir="auto">
<p>Sinto-me terra por lavrar, aguardando a cada instante o orvalho da madrugada, o arado que me revolve em ondas de prazer infinito. Adoraria que as noites fossem passadas ao teu lado e não aqui por cima de ti. Nem imaginas o que sofro, ao saber que há apenas um soalho a separar-nos. Quando o silêncio é mesmo silêncio, ouço os teus passos e, se apurar bem o ouvido, até agarro a tua respiração. Como poderei dormir nestas condições?</p>
<p>Não sei que forças invisíveis me impedem de saltar da cama, descer a escada e entrar nos teus lençóis. E depois de saciar a fome, pedir que cantes baixinho, em serenata doce junto do ouvido: Amapola, belíssima Amapola…</p>
<p>-------</p>
</div>
</div>
<div><strong>Autor: Carlos Enes</strong></div>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/quando-o-desejo-sabe-a-mar/">Quando o desejo sabe a mar</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Carlos Enes</strong></h3>
<div>Nasceu (1951) na Vila Nova, ilha Terceira. Professor do Ensino Secundário, desde 1978, exerceu também a docência na Universidade Eduardo Mondlane, Maputo, de 1981-1984, e na Universidade Aberta, em Lisboa, de 1996-2003. Mestre em História dos séculos XIX e XX, pela Universidade Nova de Lisboa, 1993; orientador Pedagógico do Ramo Educacional do Departamento de História da <a href="https://www.ulisboa.pt/unidade-organica/faculdade-de-letras" target="_blank" rel="noopener">Faculdade de Letras de Lisboa</a>, 1988-89; membro do Conselho Regional de Cultura, 2018-2020; membro dos corpos diretivos da Casa dos Açores em Lisboa, de 1999-2018; deputado na Assembleia da República pelo Partido Socialista, de 2011 a 2015, agraciado com a medalha de Mérito Profissional, atribuída pelo Governo Regional/Assembleia Regional, em 2019, medalha de Mérito e Excelência da Junta de Freguesia da Vila Nova (2025).</div>
<div>Dedicou-se ao estudo da história regional, da qual resultaram dezenas de livros e artigos, dos quais se destacam:</div>
<div></div>
<div>LIVROS</div>
<div>• <em>As danças do Entrudo – teatro popular da ilha Terceira</em> (1980)</div>
<div>• <em>A economia açoriana entre as duas guerras mundiais</em> (1994)</div>
<div>• <em>Luís da Silva Ribeiro</em>, recolha e organização dos vols. IV e V (1995 e 2022)</div>
<div>•<em> A Casa dos Açores em Lisboa</em> (1996)</div>
<div>• <em>O Carnaval na Vila Nova</em> (1998)</div>
<div>• <em>A Memória Liberal na Ilha Terceira</em> (2001), 2ª edição, 2023</div>
<div>• <em>Álbum Terceirense</em>, 6 volumes (2007-2025)</div>
<div>•<em> Vila Nova – pelos caminhos da sua história</em> (2011)</div>
<div>• <em>A Fotografia nos Açores (dos primórdios ao terceiro quartel do século XX)</em> (2011)</div>
<div>• <em>Angra do Heroísmo – Alma e Memória</em> (2019)</div>
<div>• <em>A oposição democrática em Ponta Delgada – das eleições de 1969 à cooperativa Sextante</em> (2020)</div>
<div>• <em>A violência da FLA quase tomou conta da ilha (a agitação política e social na Terceira), 1974-76</em>, (2020)</div>
<div>•<em><a href="https://www.letraslavadas.pt/temas-de-historia-acoriana/"> Temas de história açoriana</a></em>, versão portuguesa e inglesa (2025).</div>
<div></div>
<p>Mais livros <a href="http://letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a></p>
<p>ISBN: 9789897356285</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/quando-o-desejo-sabe-a-mar/">Quando o desejo sabe a mar</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Lajes</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/lajes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2025 11:42:00 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=98097</guid>

					<description><![CDATA[<div>
<p><span style="font-size: 16px;">Quarto livro de poesia de José Manuel Barroso, Lajes é uma evocação íntima e geográfica da vila homónima e da ilha do Pico, onde memória, paisagem e tempo se entrelaçam em gesto poético. Dividido em oito secções — "... E num declive o mar", "Isso eu hei-de contar mais tarde", "Fernão Álvares Evangelho", "Lugares", "E o corpo do tempo corre impetuoso", "Fagulhas", "Ossos" e "Dedicatórias" — o livro constrói um mapa lírico onde o mar, a história local e os corpos em trânsito se tornam matéria de escrita e de pertença. Entre o íntimo e o coletivo, Barroso convoca vozes, lugares e fragmentos que resistem ao esquecimento, compondo uma cartografia poética de raízes e deslocamentos.</span></p>
</div>
<div>
<p>------</p>
</div>
<p><strong>Autor: José Manuel Barroso</strong></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/lajes/">Lajes</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>JOSÉ MANUEL BARROSO</h3>
<p>Nasceu na Vila das Lajes do <a href="https://www.letraslavadas.pt/gente-do-pico/">Pico</a>, Açores, em 1943. Andou pelo mundo quase todo, como jornalista. Viveu no Alentejo, no Algarve, na Madeira, em Lisboa e no Porto, e em África (Guiné Bissau). Iniciou-se nas artes do jornalismo no Funchal, no semanário Comércio do Funchal. Depois trabalhou em vários diários de Lisboa, nomeadamente República, Jornal Novo e semanário O Jornal. Ingressou em 1978 na agência de notícias Anop, da qual foi diretor. Foi ainda director da agência Lusa da qual foi posteriormente Presidente. Foi também director dos diários O Primeiro de Janeiro, no Porto, e Diário de Notícias, de Lisboa.</p>
<p>Como jornalista ganhou o Prémio de Jornalismo, do clube português de imprensa, pelos seus trabalhos sobre a transição portuguesa para a democracia (publicados em livro, “Segredos de Abril”, com prefácio do Professor José Manuel Medeiros Ferreira). Capitão miliciano na Guiné, durante a guerra colonial, foi assessor de imprensa do comandante/chefe e governador, general António de Spínola &#8211; e membro do movimento dos capitães. Foi condecorado com o grau de Grande Oficial da Ordem da Liberdade, pelo Presidente da República, em 2021, na sua qualidade de Capitão de Abril. Começou a escrever poesia durante a pandemia da Covid.</p>
<p>Tem publicados três livros: “Se ficares conto-te o meu sonho”, Húmus, em dezembro de 2023; “Monchique”, On Y Va, em 2024; e “Se ficares conto-te o meu sonho, seguido de Viagem”, Húmus, também em 2024. Ganhou o prémio de conto (+65) da Aveiro Capital Portuguesa da Cultura, em 2024, por voto unânime do júri presidido pelo escritor <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gon%C3%A7alo_M._Tavares" target="_blank" rel="noopener">Gonçalo M. Tavares</a>. “Lajes”, é uma evocação da sua vila e da sua ilha do Pico e o seu quarto livro de poesia.</p>
<p>ISBN: 9789897356223</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/lajes/">Lajes</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O Coelhinho Branco &#124; The White Rabbit</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/o-coelhinho-branco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Oct 2025 14:28:46 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=98083</guid>

					<description><![CDATA[<div>
<h3>O Coelhinho Branco &#124; <em>The White Rabbit</em></h3>
</div>
<div>
<p>O Coelhinho Branco vivia tranquilo na sua casinha… até ao dia em que uma Cabra teimosa e ameaçadora decidiu ocupar o seu lar e recusar-se a sair. Desesperado, o Coelhinho pede ajuda aos outros animais da quinta — mas nem os maiores nem os mais corajosos conseguem enfrentar a Cabra.</p>
<p>Será que alguém, pequeno ou inesperado, terá a coragem de ajudar o Coelhinho a recuperar a sua casa? Uma história sobre amizade, coragem e justiça — com ritmo, humor e uma boa dose de surpresa.</p>
<p>------</p>
</div>
<p><strong>Autores: </strong><strong>Jaydene Elvin, Cherly Chan, Maria Eliza de Sousa Amadeo e Diniz Borges</strong></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/o-coelhinho-branco/">O Coelhinho Branco | The White Rabbit</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Autores: Jaydene Elvin, Cherly Chan, Maria Eliza de Sousa Amadeo e <a href="https://filamentosarteseletras.art/author/dborges299b7f8e29/" target="_blank" rel="noopener">Diniz Borges</a></strong></h3>
<p>Mais Livros <a href="https://www.letraslavadas.pt/">Letras Lavadas</a></p>
<p>ISBN: 9789897356261</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/o-coelhinho-branco/">O Coelhinho Branco | The White Rabbit</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Recomeçar</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/recomecar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Oct 2025 11:22:43 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=98076</guid>

					<description><![CDATA[<div>
<h3>Recomeçar - Livros, viagens e histórias de amor</h3>
</div>
<div>
<p>O silêncio de Paul B. Valley, um escritor de renome, ecoa mais alto do que as suas palavras. No auge da sua carreira, faz uma escolha radical: deixar a escrita para trás e partir numa busca interior que o levará ao encontro do que perdeu. Entre a<a href="https://www.letraslavadas.pt/terceira-a-ilha-lilas/"> Ilha Terceira</a> e as grandes metrópoles, entre o passado dos seus pais e o seu presente, Paul desvenda as camadas de uma vida marcada por perdas. É uma viagem de regresso a casa, não apenas à ilha onde nasceu, mas também ao coração da sua própria história. Ao reencontrar o seu amor de juventude, Paul confronta-se com a possibilidade de um novo começo.</p>
<p><em>Recomeçar</em> é uma celebração da vida, da literatura e do amor que, tal como as ondas do Atlântico, nos leva de volta ao lugar onde tudo pode ser reinventado.</p>
<p>------</p>
</div>
<p><strong>Autor: Paulo Noval</strong></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/recomecar/">Recomeçar</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Paulo Noval</strong></h3>
<p>Nasceu em Paris, em 1975, mas a sua vida e obra foram moldadas entre Fafe e a ilha Terceira, nos Açores. Formado pela Universidade dos Açores, é atualmente professor de Francês, uma profissão que exerce na Praia da Vitória e que lhe permite partilhar o seu amor pela língua e cultura. A sua paixão pela escrita começou cedo, tendo sido cronista em publicações como o Diário Insular, <a href="https://www.acorianooriental.pt/" target="_blank" rel="noopener">Açoriano Oriental</a>, Notícias de Fafe e a revista Saber Açores.</p>
<p>A sua voz chegou também aos ouvintes da Antena 3 Açores, através de um podcast onde abordava temas culturais e literários. <em>Recomeçar — Livros, viagens e histórias de amor</em>, o seu romance de estreia, é a síntese deste percurso — uma homenagem à literatura, à memória e à busca pelas coisas essenciais que, tal como a vida, podem ser reconstruídas.</p>
<p>ISBN: 9789897356278</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/recomecar/">Recomeçar</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Amor em Chávena Fria</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/amor-em-chavena-fria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Oct 2025 09:51:58 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=98058</guid>

					<description><![CDATA[<div>
<h3>Amor em Chávena Fria - Histórias do Melacómico</h3>
</div>
<div>
<blockquote><p>“O Mundo é o Bairro e o Bairro é o Mundo”, afirma o Melancómico. Que Bairro é esse?, perguntamos. É o nosso Bairro. O Bairro que cada um de nós tem na sua vida. O lugar, real ou simbólico, onde nos sentimos em casa, junto dos nossos. O Grupo a que pertencemos, no sentido mais humanista do termo, como <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Kurt_Vonnegut">Kurt Vonnegut</a> lhe chamaria. Marguerite Yourcenar pôs o Imperador Adriano a dizer que haveria sempre alguém sentado no trono de Roma, mesmo depois de Roma deixar de existir. Nas traseiras do prédio da minha filha, que vive nas Olaias, em Lisboa, joga-se à malha. De certa forma, todos nós temos um Bairro em que nos sentimos em casa. Mesmo que a última retrosaria já tenha fechado. O que o Melancómico nos tem apresentado, nas suas diversas modalidades, são retratos impressionistas do povo português. Passou de pequenas sátiras a uma certa realidade portuguesa, com apontamentos de humor certeiros e em grande parte autocontidos, para microcontos, ou poemas em prosa, verdadeiras elegias da portugalidade. Os contos de Alphonse Allais deixaram marcas na forma como alguns de nós olham para a sociedade. Nuno Costa Santos, reconhecendo-o ou não, está no seguimento de nomes como André Brun, Alexandre O`Neill ou Mário-Henrique Leiria, na medida em que o humor que usa surge ancorado numa benevolência generalizada e não deixa resvalar o seu trabalho para um cinismo inconsequente.</p></blockquote>
</div>
<p>Hugo Tiago, crítico do bairro</p>
<blockquote><p>Não podia ser outra a epígrafe, diáfana, como os contos breves que se seguem, uma espécie de quotidiano narrado com a poesia de quem observa sem julgar e apenas quer retratar aquilo que somos: simples e docemente humanos.</p></blockquote>
<p>Pilar Gutiérrez, escritora e editora noutro bairro</p>
<p><strong>Autor: Nuno Costa Santos</strong></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/amor-em-chavena-fria/">Amor em Chávena Fria</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Amor em Chávena Fria &#8211; Histórias do Melacómico</h3>
<h3><strong>Nuno Costa Santos</strong></h3>
<p>Nuno Costa Santos (n.1974), escritor e argumentista. Autor de Melancómico, uma personagem que também significa um tom, entre a poesia e o humor. Alguns dos seus livros são &#8220;Como um Marinheiro Eu Partirei &#8211; Uma Viagem com Jacques Brel&#8221;, &#8220;Céu Nublado com Boas Abertas&#8221; (romance, com tradução para italiano), &#8220;Trabalhos e Paixões de Fernando Assis Pacheco&#8221; (biografia), &#8220;A Mais Absurda das aReligiões&#8221; (crónica) e “Morrer é Não Ter Nada nas Mãos” (poesia). Escreveu peças de teatro como &#8220;Mundo Distante&#8221;, &#8220;I Don&#8217;t Belong Here&#8221; e &#8220;Em Mudanças&#8221;. Fez parte da equipa de programas como &#8220;Zapping&#8221;, &#8220;Os Contemporâneos&#8221; e &#8220;<a href="https://www.letraslavadas.pt/mal-amanhados/">Mal-Amanhados — Os Novos Corsários das Ilhas</a>&#8220;. Tem assinado vários trabalhos de carácter biográfico, quer no género audiovisual, quer em livro e artigos. É coautor dos filmes “Fazer Versos Dói”, sobre J. H. Santos Barros, “Álamo Oliveira – Com Perfume e Com Veneno”, “Ruy Belo, Era Uma Vez”, “José-Augusto França: Liberdade Cor de Homem”, “Cláudio Torres: Arqueologia de uma Vida” e de “I Am Really the Underground”, sobre o poeta moçambicano Rui Knopfli. Foi um dos fundadores da produtora Alga Viva, dirigiu a revista literária <a href="https://www.letraslavadas.pt/grotta-arquipelago-de-escritores-6/">Grotta</a> e coordena o projecto Arquipélago de Escritores. Dá, regularmente, aulas de escrita literária. &#8220;Amor em Chávena Fria&#8221; está traduzido na Colômbia com o título &#8220;Amor en una Taza Fría&#8221;.</p>
<p>ISBN: 9789897356360</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/amor-em-chavena-fria/">Amor em Chávena Fria</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Capelinhos – Fotobiografia de um Vulcão</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/capelinhos-fotografia-de-um-vulcao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Oct 2025 09:58:10 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=98009</guid>

					<description><![CDATA[<h3>Capelinhos – Fotobiografia de um Vulcão</h3>
<p>Nascido do mar e da memória, <em>Capelinhos – Fotobiografia de um Vulcão</em> é uma obra visual e documental que reconta, com rigor e sensibilidade, um dos episódios geológicos mais marcantes da história açoriana: a erupção dos Capelinhos, em 1957–58. Com mais de 350 fotografias organizadas cronologicamente, esta fotobiografia oferece um percurso visual pela formação, impacto e legado do vulcão, cruzando registos históricos com revisão científica atualizada.</p>
<p>Coordenado por Paulo Henrique Silva e apoiado pela <a href="https://www.montanheiros.com/">Associação Os Montanheiros</a>, o projeto reúne imagens raras cedidas por arquivos familiares e institucionais, com destaque para os acervos de Luís Carlos Decq Motta e do Museu de Angra do Heroísmo. As legendas e capítulos foram cuidadosamente estruturados para contextualizar cada momento da erupção, com revisão científica da geóloga Salomé Meneses, antiga coordenadora do Centro de Interpretação do Vulcão dos Capelinhos.</p>
<p>Mais do que um registo fotográfico, esta obra é um gesto de homenagem aos coletores de memória, aos habitantes que viveram o fenómeno, e à paisagem que continua a falar. Não pretende ser definitiva — mas sim justa, criteriosa e aberta ao futuro. Uma história de terra e mar, contada em imagens, que resiste ao esquecimento.</p>
<div><strong>Autores: Luís Carlos Decq Motta e José Agostinho</strong></div>
<div></div>
<p>&#160;</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/capelinhos-fotografia-de-um-vulcao/">Capelinhos – Fotobiografia de um Vulcão</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Capelinhos – Fotobiografia de um Vulcão</h3>
<p><strong>Luís Carlos Decq Motta</strong></p>
<p data-start="188" data-end="408">Luís Carlos Decq Motta nasceu a 16 de junho de 1917, em Ponta Delgada, filho de Alfredo de Sousa Motta, Comissário da Marinha Mercante, e de Marie Josephine Decq Motta, professora belga de Língua e Literatura Francesa.</p>
<p data-start="410" data-end="695">Concluiu os estudos no Liceu Antero de Quental e, em 1936, ingressou na Universidade de Coimbra, onde se licenciou em Medicina e Cirurgia. Realizou ainda cursos de pós-graduação em Medicina Sanitária e Fisiologia Social, tendo sido assistente voluntário de Doenças Infectocontagiosas.</p>
<p data-start="697" data-end="992">Regressou aos Açores em 1944, exercendo medicina no Hospital da Misericórdia de Ponta Delgada e, posteriormente, como médico militar. Durante o serviço no Exército, destacou-se como diretor do Centro de Doenças Infectocontagiosas do Hospital Militar Temporário n.º 1, recebendo vários louvores.</p>
<p data-start="994" data-end="1322">Em 1949 fixou-se na Horta, onde exerceu clínica privada e assumiu funções no Hospital da Misericórdia da Horta, na Casa dos Pescadores e na Estação Rádio Naval. Após estágio em Anestesiologia no Instituto de Oncologia de Lisboa, tornou-se diretor do Serviço de Anestesia e Reanimação, cargo que manteve até à reforma, em 1987.</p>
<p data-start="1324" data-end="1653">No plano cívico, integrou a Junta Geral do Distrito da Horta e foi membro da Assembleia Municipal entre 1976 e 1998. Participou ativamente na vida política local, ajudando a fundar o Partido Socialista no Faial e, mais tarde, aderindo ao PCP. Teve também papel relevante em diversas associações culturais e desportivas da ilha.</p>
<p data-start="1655" data-end="1986">Durante três décadas foi Agente Consular e Vice-cônsul de França na Horta, sendo condecorado com a <em data-start="1754" data-end="1780">Ordre National du Mérite</em> nos graus de Cavaleiro e Oficial. Recebeu ainda a Ordem de Mérito (Comendador) da República Portuguesa, a Cruz Naval de 2.ª Classe e a Insígnia Autonómica de Mérito Profissional, entre outras distinções.</p>
<p data-start="1988" data-end="2176">A sua dedicação à medicina e ao serviço público granjeou-lhe diversas homenagens da Câmara e da Assembleia Municipal da Horta, bem como de várias freguesias e entidades da ilha do Faial.</p>
<p data-start="1988" data-end="2176"><strong>José Agostinho</strong></p>
<p data-start="231" data-end="640">José Agostinho nasceu a 1 de março de 1888, em Angra do Heroísmo. Formou-se na Escola do Exército em Lisboa, onde iniciou uma notável carreira militar. Serviu na Primeira Guerra Mundial, em França, como comandante de artilharia do Corpo Expedicionário Português, sendo condecorado com várias distinções, entre as quais a Cruz de Guerra de 1.ª Classe e o grau de Cavaleiro da Ordem Militar da Torre e Espada.</p>
<p data-start="642" data-end="1105">Após a guerra, colaborou com o naturalista Francisco Afonso Chaves no Observatório Meteorológico de Ponta Delgada, iniciando uma brilhante carreira científica. Em 1926 sucedeu-lhe como diretor do Serviço Meteorológico dos Açores, modernizando e ampliando o estudo da meteorologia, geofísica e aerologia no arquipélago. Representou Portugal em diversas conferências científicas internacionais e foi responsável pelo Serviço Meteorológico da Base Aérea das Lajes.</p>
<p data-start="1107" data-end="1379">Distinguido também pelo Reino Unido com a Ordem do Império Britânico pelos serviços prestados durante a Segunda Guerra Mundial, foi agraciado ao longo da vida com as Ordens Militares de Santiago da Espada, de Avis e de Cristo, entre outras distinções nacionais e locais.</p>
<p data-start="1381" data-end="1802">Cientista e humanista de vasta cultura, José Agostinho destacou-se nas áreas da meteorologia, vulcanologia, sismologia, botânica, zoologia e linguística, sendo considerado uma das figuras científicas açorianas mais proeminentes do século XX. Fundou e dirigiu instituições culturais de relevo, como a Sociedade de Estudos Açorianos Afonso Chaves, o Instituto Histórico da Ilha Terceira e o Instituto Açoriano de Cultura.</p>
<p data-start="1804" data-end="2018">Divulgador incansável, publicou centenas de artigos e realizou dezenas de palestras, tanto em auditórios como na rádio, tornando-se uma das vozes científicas mais influentes dos Açores nas décadas de 1950 e 1960.</p>
<p data-start="2020" data-end="2170">Faleceu a 17 de agosto de 1978, aos 90 anos, em Angra do Heroísmo, deixando um legado ímpar no estudo e valorização da natureza e cultura açorianas.</p>
<p>ISBN: 9789899732445</p>
<p><a href="https://www.letraslavadas.pt/">Veja aqui mais livros Letras Lavadas</a></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/capelinhos-fotografia-de-um-vulcao/">Capelinhos – Fotobiografia de um Vulcão</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>José Enes &#8211; Filósofo, Pedagogo e Mestre</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/jose-enes-filosofo-pedagogo-e-mestre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Oct 2025 17:04:13 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=97966</guid>

					<description><![CDATA[<h3>José Enes - Filósofo, Pedagogo e Mestre - Uma Homenagem</h3>
<p>A minha convivência de meio século com José Enes proporcionou-me experiências inúmeras e profundas, que eu bem poderia tentar descrever aqui traçando um perfil da sua personalidade. Aos meus treze anos, ele era uma figura que se impunha até pela sua estatura física. A sua postura exalava dignidade e um respeito que, na minha ainda quase meninice, rondava o transcendente. Fui crescendo e a verdade é que essa imagem, em vez de se moderar, não simplesmente se manteve mas cresceu. O antigo axioma segundo o qual as montanhas e os homens são grandes apenas quando vistos de longe nunca se lhe aplicou. Aplica-se, sim, à montanha do <a href="https://www.letraslavadas.pt/pico-a-ilha-cinzenta/">Pico</a>, mas nunca na minha perceção achei que assentasse nele.</p>
<div><strong>Autor: Onésimo Teotónio Almeida</strong></div>
<div></div>
<p>&#160;</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/jose-enes-filosofo-pedagogo-e-mestre/">José Enes &#8211; Filósofo, Pedagogo e Mestre</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>José Enes &#8211; Filósofo, Pedagogo e Mestre &#8211; Uma Homenagem</h3>
<p><strong>Onésimo Teotónio Almeida</strong></p>
<p>Doutorado em Filosofia pela <a href="https://www.brown.edu/" target="_blank" rel="noopener">Brown University</a> (Providence, Rhode Island, USA), na mesma universidade, foi Catedrático no Departamento de Estudos Portugueses e Brasileiros, de que foi director durante catorze anos. Leccionou também cursos interdisciplinares no Wayland Collegium for Liberal Learning e no Center for the Study of the Early Modern World, da mesma universidade. É agora Professor Emérito. É membro da Academia da Marinha e da Academia das Ciências. Recebeu doutoramentos Honoris Causa da Universidade de Aveiro e Universidade Lusófona. Tem centenas de artigos em revistas e livros colectivos, bem como mais de três dezenas de livros. Foi Presidente Honorário das Comemorações do Dia de Portugal e orador oficial em 2018. Entre outros prémios, recebeu o Chair’s Award for Lifetime Achievement in the Humanities do Rhode Island Council for the Humanities e, da Presidência República, as condecorações de Oficial e de Grã-Cruz da Ordem do Infante. A Brown University concedeu-lhe a cátedra honorária Royce Family Professorship in Teaching Excellence.</p>
<p>ISBN: 9789897356179</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/jose-enes-filosofo-pedagogo-e-mestre/">José Enes &#8211; Filósofo, Pedagogo e Mestre</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Os Pássaros de Dódóia</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/os-passaros-de-dodoia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Sep 2025 14:27:30 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=97877</guid>

					<description><![CDATA[<h3>Os Pássaros de Dódóia</h3>
<p>Os Pássaros de Dódóia, romance vencedor da VII edição do Prémio Carlos de Oliveira, foi distinguido, pelo júri, por evidenciar, entre outras, a capacidade de reconstituir o universo social e metafísico africano e a de criar personagens, em particular a de Dódóia, cuja sagacidade leva-a a conquistar um lugar de destaque na comunidade. Dódóia, filha de Nha Funa, mora no caminho do farol. Corta lenha para os fogões onde se cozinham as cachupas do Sobrado Grande. Apesar de amar o faroleiro Andile, a protagonista casa com o mais rico proprietário da ilha, obtendo assim a promessa da libertação de todos os pássaros presos em gaiolas. Estruturalmente, esta obra apresenta-nos um Prólogo e um Epílogo, onde o Tempo e a Morte, respetivamente, quando confrontados, avaliam, opinam e censuram a trama urdida pelas circunstâncias em que ocorrem as peripécias, êxitos, adversidades e desafios da vida de Dódóia, com a intenção de condicionar, ao longo da narrativa, as opções das personagens por valores éticos, ideologias, convicções sociais e juízos.</p>
<div><strong>Autor: Henrique Levy </strong></div>
<div></div>
<p>&#160;</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/os-passaros-de-dodoia/">Os Pássaros de Dódóia</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Os Pássaros de Dódóia</h3>
<p><strong>Henrique Levy</strong></p>
<p>Poeta, romancista e ensaísta é portador de urna identidade com várias pertenças. Cidadão português, nascido em Lisboa, com nacionalidade cabo-verdiana. Viveu em diversos países da Europa, Ásia, África e América. Reside, por opção, nos Açores, na ilha de São Miguel.</p>
<p>Autor de nove romances: <em>Cisne de África</em> (2009);<em> Praia Lisboa</em> (2010); <em>Maria Bettencourt Diários de Uma Mulher Singular</em> (2019); <em>Segredo da Visita Régia aos Açores</em> (2020); <em>Memórias de Madre Aliviada da Cruz</em> (2021); <em>Vinte e Sete Cartas de Artemísia</em> (romance galardoado com o Prémio Literário Natália Correia, 2022), editado em 2023; <em>Bento de Goes uma longa caminhada na Ásia Central</em> (2023), inserido no Plano Nacional de Leitura;<em> O Drama de Afonso VII de Portugal</em> (2024).</p>
<p>Venceu a VII edição do<a href="https://www.cm-cantanhede.pt/mcsite/noticia/32643/henrique-levy-vence-premio-literario-carlos-de-oliveira" target="_blank" rel="noopener"> Prémio Literário Carlos de Oliveir</a>a com o presente romance, prémio atribuído pelo Município de Cantanhede, que tem por objetivos promover e incentivar a criatividade literária e o gosto pela escrita, enquanto atividades essenciais para um bom desenvolvimento intelectual do ser humano.</p>
<p>Publicou oito livros de poesia: <em>Mãos Navegadas</em> (1999); <em>Intensidades</em> (2001): <em>Silêncio das Almas</em> (2015): <em>Noivos do Mar</em> (2017); <em>O Rapaz do Lilás</em> (2018); <em>Sensinatos</em> (2019); <em>Poemas do Próximo Livro</em> (poemas traduzidos para língua cabo-verdiana e castelhano), (2022); <em>Livro da Vacuidade e da Demanda do Vento</em> (2022); <em>os teus lábios podaram o sol às laranjeiras</em> (poemas traduzidos para língua cabo-verdiana e castelhano), (2024); <em>Estado de Emergência</em>, em coautoria com Ângela de Almeida (2020); <em>Silêncio</em> (2021); tradução para castelhano de <em>Coloma Canais: Elementos</em> (com Ângela de Almeida e Daniel Gonçalves (2022).</p>
<p>Editou e anotou <a href="https://www.letraslavadas.pt/a-sibylla/"><em>A Sibylla &#8211; Versos Philosophicos</em></a> (2020); de Marianna Belmira de Andrade, cuja primeira edição data de 1884. Assinou vários ensaios e crónicas publicadas na imprensa e em revistas literárias. Tem poemas e contos dispersos por diferentes revistas e antologias. É coordenador da N9na Poesia, única editora açoriana dedicada exclusivamente à poesia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>ISBN: 9789897356209</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/os-passaros-de-dodoia/">Os Pássaros de Dódóia</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Vulcanologia para Jovens Exploradores</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/vulcanologia-para-jovens-exploradores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Sep 2025 09:58:29 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=97840</guid>

					<description><![CDATA[<div>
<h3 class="serp-title" data-format="%title% %page% %sep% %sitename%" data-empty-title="Click to enter custom title">Vulcanologia para Jovens Exploradores</h3>
<blockquote><p>Victor (...) acabei de ler (...) livro de Vulcanologia (...) um livro muito detalhado e compreensível sobre vulcões e vulcanologia. Tu e os co-autores devem ter uma referência por [o livro] ser bem feito...</p></blockquote>
<p>Doutor ROBERT I. TILLING, PhD, Past. Diretor do internacional HVO-Hawaii Volcano Observatory, US Geological Survey e Consultor do USGS.</p>
<blockquote><p>O Livro de Vulcanologia dos Professores Victor Hugo Forjaz, Matos Alves e Teresa Palácios é um exemplo excepcional de investigação, análise e explicação da Vulcanologia dos Arquipélagos dos Açores e da Madeira. Eu, pessoalmente, passei muitas semanas de estudo com o Professor Forjaz em ambos os locais e posso afirmar que foram experiências memoráveis e extraordinárias em Vulcanologia. Mesmo aposentado, o livro e os ensinamentos do Professor Forjaz foram inestimáveis, especialmente porque muitos deles se aplicavam a grande parte da atividade vulcânica na América Central e no Pacífico...</p></blockquote>
<p>Prof. DAVID KOVACIK (N.Y. e Ohio).</p>
<blockquote><p>O título deste livro é um verdadeiro achado. Trata-se de uma excelente introdução à vulcanologia, em cuja autoria se juntam a Victor Hugo Forjaz e os petrologistas Carlos Matos Alves e Teresa Palácio. Abona em favor dos autores o facto de ser acessível a todos os curiosos, em especial aos jovens, que são ou deviam ser os mais curiosos de todos. Não sendo propriamente jovem, senti-me um jovem explorador ao lê-lo, aprendendo muitas coisas sobre vulcões ao mesmo tempo que ia enchendo os olhos com as imagens bem seleccionadas. Apreciei sobretudo as incursões históricas: a história ajuda-nos a perceber que a ciência é uma conquista humana, fruto não só da curiosidade, mas também do esforço para a satisfazer. Recomendo entusiasticamente esta obra.</p></blockquote>
</div>
<p>CARLOS FIOLHAIS<br />
Professor Emérito da Universidade de Coimbra</p>
<div>
<p>----</p>
</div>
<p><strong>Autores: <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Victor_Hugo_Forjaz">Victor Hugo Forjaz</a>, Carlos de Matos Alves, Teresa Palácios</strong></p>
<p>&#160;</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/vulcanologia-para-jovens-exploradores/">Vulcanologia para Jovens Exploradores</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4>Victor Hugo Forjaz</h4>
<p>Vulcanólogo e Professor Catedrático Emérito de Geotermia de <a href="https://www.uac.pt/" target="_blank" rel="noopener">Universidade dos Açores</a>.</p>
<h4>Carlos de Matos Alves</h4>
<p>Petrólogo e Professor Catedrático Jubilado de Petrologia da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.</p>
<p><strong>Teresa Palácios</strong></p>
<p>Petróloga e Professora Associada de Petrologia da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.</p>
<p>ISBN: 9789897356230</p>
<p><a href="https://www.letraslavadas.pt">Mais livros Letras Lavadas</a></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/vulcanologia-para-jovens-exploradores/">Vulcanologia para Jovens Exploradores</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>One Atlantic, many perspectives</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/one-atlantic-many-perspectives/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Sep 2025 15:54:43 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=97737</guid>

					<description><![CDATA[<div>
<h3>One Atlantic, many perspectives, valuing diversity in the age of competition</h3>
<div dir="auto">
<p>This volume brings together eleven original chapters that offer a wide range of reflections and analyses on the Atlantic space, shared during the 5th edition of the LPAZ Forum, held from September 5–7, 2024, on Santa Maria Island, in the Archipelago of the Azores, Portugal. The chapters address the Atlantic Ocean’s evolving importance for global affairs across different ages and the Azores’ role as a natural archipelago in the North Atlantic, whose history and stories help us understand the status of liminality experienced by these places and these people.</p>
<p>The analysis mobilizes knowledge from the social sciences and the humanities, as well as from different latitudes in the Atlantic, establishing a fruitful and multifaceted dialogue across diverse perspectives. By exploring the potential of the Azores as an illustration of these dynamics, this book continues to raise awareness of these experiences, often made invisible by sea-blindness and distance. Through these Atlantic narratives, the volume adds to the growing body of literature on oceanic regions and their layered, complex realities. Published as a bilingual edition in English and French, it reflects the cultural diversity of the Atlantic world and aspires to reach a wide and varied audience.</p>
</div>
</div>
<div>-------</div>
<div><strong>Autores: Licínia Simão, António Monteiro, Ana Mónica Fonseca, José Domingues de Almeida, Diniz Borges</strong></div>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/one-atlantic-many-perspectives/">One Atlantic, many perspectives</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>One Atlantic, many perspectives, valuing diversity in the age of competition</h3>
<p><strong>JOSÉ DOMINGUES DE ALMEIDA</strong></p>
<p>Is an Associate Professor at the Faculty of Arts of the University of Porto. He holds a PhD in contemporary French literature. His areas of research are contemporary French literature, Francophone studies, and contemporary French culture and thought. He has recently been focusing on theoretical and critical issues raised by post-migratory literature, post-memorial narratives, and representations of Europe, with over a hundred articles published (ORCID 0000-0002-4564-2766). He is a researcher at the Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa, where he coordinates the Inter-Transculturalities program, and editor of the electronic journal Intercâmbio. He is also president of the Portuguese Association of French Studies.</p>
<p><strong>LICÍNIA SIMÃO</strong></p>
<p>Holds a PhD in International Relations (IR), is Associate Professor with habilitation of IR at the Faculty of Economics of the <a href="https://www.uc.pt/" target="_blank" rel="noopener">University of Coimbra</a>, where she is vice-Dean. She is Researcher at the Centre for Social Studies, where she is co-coordinator of the thematic research line CAPITALISMS. She was advisor to the Portuguese Minister of Defence, and Coordinator of the Atlantic Centre. Her research interests include European foreign, security and defense policies, conflicts in the post-Soviet space, as well as Atlantic security dynamics. She has published extensively on these issues.</p>
<p><strong>DINIZ BORGES</strong></p>
<p>Was born in Praia da Vitória, Terceira Island, Azores. At 10, he emigrated with his parents to the United States. He teaches and researches at California State University, Fresno, where he founded and directs the Portuguese Beyond Borders Institute (PBBI) and is a member of various Portuguese-American organizations. He is the author of several books dedicated to political and cultural analysis of the USA and the Azorean diaspora in North America. He has translated and published poetry, narrative fi ction, history, and essays. He has coordinated and published several poetry anthologies.</p>
<p><strong>ANA MÓNICA FONSECA</strong></p>
<p>Is the Director of the Center for International Studies at Iscte-University Institute of Lisbon (CEI-Iscte) and Assistant Professor at the Department of History at Iscte-University Institute of Lisbon, where she coordinates the Masters’ degree program in Modern and Contemporary History. Her research areas focus on transitions to democracy in Southern Europe, Portuguese foreign policy during the Cold War and non-state actors, and the promotion of democracy.</p>
<p><strong>ANTÓNIO MONTEIRO</strong></p>
<p>Is a PhD candidate in International Studies at ISCTE – IUL, Portugal. He holds a bachelor’s degree in European Studies and International Politics and a master’s degree in International Relations from the University of the Azores. His research focuses on the internationalism of the Azorean islands, particularly their impact on transatlantic transport, communications, and knowledge. He works at the Santa Maria Oceanic Control Center and is the co-founder and current chairman of LPAZ Association, as well as vice-president of Clube Asas do Atlântico. He has co-edited several works on the cultural heritage of aviation, including, among others, L’aviation et son impact sur le temps et l’espace. His most recent individual work is titled As Ilhas nas Relações Internacionais: Santa Maria (Açores) no Século XX.</p>
<p>Mais livros <a href="http://letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a></p>
<p>ISBN: 9789897356193</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/one-atlantic-many-perspectives/">One Atlantic, many perspectives</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Madre Pedra</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/madre-pedra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Aug 2025 13:28:32 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=97499</guid>

					<description><![CDATA[<div>
<h3 dir="auto">Madre Pedra</h3>
<p>… Neste novo volume de José Francisco Costa dispõem-se mapas e itinerários íntimos, geografias físicas que se misturam às de foro emocional. Entre elas a comunicação torna-se simbólica, por vezes subentendida, latente, como são os mistérios da alma; noutras, a sua voz distende-se, descodifica-se, cresce directa, volumosa, e com a força de um cantor de águas sob uma corrente de esplendor onde “correm garças na linha branca e nua”.</p>
<p>… Esta é uma poesia de interiores profundos e líquidos, êxtases, ressoar de ventos insulares, magma, jubilosos cantares e prospeções da alma. Só em momentos mais sombrios é que o autor fecha as mãos, baixa os olhos à dimensão do seu próprio ser, “descalço, de mãos distraídas/nas folhas deste outono da vida e do tempo”.</p>
<p>Eduardo Bettencourt Pinto<br />
Prefácio - “A palavra líquida”</p>
<p>-------</p>
</div>
<div><strong>Autor: José Francisco Costa</strong></div>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/madre-pedra/">Madre Pedra</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3 dir="auto"><strong>José Francisco Costa</strong></h3>
<p>Nasceu nas Capelas, S. Miguel, Açores. É casado com Lourdes Oliveira Costa. O casal, que reside em Smithfield, Rhode Island, tem três filhos (Tiago, Teresa e André) e seis netos.</p>
<p>Tem o Doutoramento em Literatura Portuguesa Contemporânea, da Universidade de Amherst, Massachusetts; o Mestrado em Estudos Portugueses e Educação Bilingue, da Universidade da Brown, Rhode Island. Frequentou o Seminário de Angra do Heroísmo, a Universidade Católica Portuguesa, e bacharelou-se em História na Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa.</p>
<p>José Francisco Costa tem publicado poemas, contos e ensaios em jornais, revistas e antologias, nos Estados Unidos e em Portugal. É autor das seguintes obras:</p>
<ul>
<li><em>Crónica do 25</em> &#8211; contos</li>
<li><em>Mar e Tudo</em> &#8211; contos</li>
<li><em>E da carne se fez verbo</em> &#8211; poesia</li>
<li><em>Ficou-me na alma este gosto</em> &#8211; poesia</li>
<li><em>Terra do Papá, Ilhas de Vavô</em> &#8211; memórias</li>
<li><em>A correspondência de Jorge de Sena</em> &#8211; um outro espaço da sua escrita &#8211; tese de doutoramento</li>
<li><em>Estórias do Tempo</em> &#8211; crónicas</li>
<li><em>Mar e Tudo e Outos Casos</em> &#8211; contos</li>
</ul>
<p>Traduziu e coeditou o livro <em>Saudades</em>, de Frances Dabney</p>
<p>É autor de composições musicais interpretadas pelo <em>Duo Ouro Negro</em>, o<em> Grupo de Cantares Belaurora</em>, <em>Carlos Alberto Moniz</em>, e outros grupos e intérpretes dos Açores e da diáspora.</p>
<p>Lecionou em Setúbal, Amadora e Loures. Radicado, desde 1978, em Rhode Island, tem continuado a sua atividade como professor em escolas portuguesas e americanas. Foi diretor pedagógico da Escola Portuguesa de East Providence. Foi professor de Português, e o fundador e diretor do <em>Luso</em>Centro no Bristol Community College, em Fall River. Nesta instituição foi estabelecida um bolsa de estudos permanente em seu nome.</p>
<p>ISBN: 9789897355615</p>
<p>Mais livros <a href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/madre-pedra/">Madre Pedra</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>No Tempo dos Barcos</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/no-tempo-dos-barcos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Aug 2025 11:29:04 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=97494</guid>

					<description><![CDATA[<div>
<h3 dir="auto">No Tempo dos Barcos</h3>
<p>O livro "No tempo dos barcos", de Amaro de Matos, é um precioso tributo à ancestral arte da construção naval em Santo Amaro, da ilha do Pico. Filho do Mestre Júlio de Matos, um dos mais respeitados construtores navais dos Açores, o autor quis assim, para além de perpetuar a memória de seu pai, a quem tantas vezes acompanhou no estaleiro, transmitir aos leitores interessados, o profundo conhecimento e a paixão que continua a devotar a esta tradição marítima.<br />
Trata-se de uma obra em que — para além do resultado de uma demorada e atenta pesquisa levada a efeito pelo autor — se celebra, rigorosa e primorosamente, o legado de um complexo ofício que marcou de forma indelével, a identidade da região. Um livro que vale, também, pela extrema importância documental das inúmeras imagens gráficas, antigas, muitas delas, do seu acervo familiar.</p>
<p>António F. Martins<br />
-------</p>
</div>
<div><strong>Autor: Amaro de Matos</strong></div>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/no-tempo-dos-barcos/">No Tempo dos Barcos</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3 dir="auto">Amaro de Matos</h3>
<p data-start="77" data-end="338">Amaro de Matos nasceu em 1951 na freguesia de Santo Amaro, na <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ilha_do_Pico" target="_blank" rel="noopener">ilha do Pico</a>, a que mais tarde chamou “Terra dos Barcos”. Desde cedo esteve ligado à construção naval, aprendendo o ofício no estaleiro de seu pai, mestre Júlio, onde trabalhou até aos dezasseis anos. Prosseguiu os estudos na Escola Industrial e Comercial de Ponta Delgada, em São Miguel, onde se fixou e, desde 1978, tem desenvolvido a sua atividade profissional por conta própria. Mais tarde, frequentou o curso de História na Universidade dos Açores. Sem nunca perder a ligação à construção naval, especialmente à da sua terra natal, dedicou-se a uma investigação aprofundada desta arte. O resultado desse trabalho é agora partilhado neste livro, que pretende enaltecer e legitimar o prestígio desta secular atividade.</p>
<p>ISBN: 9789897356148</p>
<p>Mais livros <a href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/no-tempo-dos-barcos/">No Tempo dos Barcos</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>The Azores A Garden on the Atlantic</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/the-azores-a-garden-on-the-atlantic/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jul 2025 11:55:38 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=97397</guid>

					<description><![CDATA[<h3>The Azores A Garden on the Atlantic</h3>
<p>A mythical archipelago, like a lost garden in the middle of the Atlantic... It is almost no longer Europe, not yet America: the Azores continue to dazzle travellers today, just as they did during the Age of Discovery in the 15th century. For explorers, it is Atlantis; for sailors, a legendary stopover; for nature lovers, an exceptional reserve of biodiversity. Nine islands, nine worlds preserved but open to the future, where the beauty of nature, colours and materials bear witness to a world where man and the ocean live in harmony. Yet the Azores remain a well-kept secret, at the western edge of Europe and still untouched by mass tourism. Micheline Pelletier, who knows the islands and their inhabitants well, reveals the authentic landscapes of this Portuguese archipelago and invites us to meet those who have chosen to bring this Eden to life.<br />
Micheline Pelletier is a photojournalist. She has covered current events and produced numerous reports for international news agencies. After exploring the mysterious Easter Island in the middle of the Pacific, her gaze fell on the middle of the Atlantic.</p>
<h3><strong>Autora: Micheline Pelletier<br />
</strong></h3>
<p>Para mais livros Letras Lavadas, clique <a href="http://letraslavadas.pt">aqui!</a></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/the-azores-a-garden-on-the-atlantic/">The Azores A Garden on the Atlantic</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>The Azores A Garden on the Atlantic</h3>
<p><a href="https://www.imdb.com/pt/name/nm0671127/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Micheline Pelletier</strong></a></p>
<p>As a photojournalist for major agencies, Micheline Pelletier has covered international news and produced several major reports on social issues. Her portraits of Nobel Peace Prize winners, environmental activists, and women in science have been exhibited on the Champs-Élysées and at Roissy-Charles de Gaulle Airport. She is the author of <em>Île de Pâques: terra incognita</em> (La Martinière, 2012), and <a href="https://www.letraslavadas.pt/les-acores-un-jardin-sur-latlantique/"><em>Les Açores: Un Jardin sur L’Atlantique</em></a> (Cherche Midi, 2024), which was translated to English and Portuguese by Letras Lavadas, 2025.</p>
<p>Mais livros <a href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a></p>
<p>ISBN: 9789897355844</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/the-azores-a-garden-on-the-atlantic/">The Azores A Garden on the Atlantic</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Os Açores Um Jardim no Atlântico</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/os-acores-um-jardim-no-atlantico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jul 2025 11:39:30 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=97393</guid>

					<description><![CDATA[<h3>Os Açores Um Jardim no Atlântico</h3>
<p>Um arquipélago mítico, como um jardim perdido no meio do Atlântico... Já quase não é a Europa, mas também ainda não é a América: os Açores continuam a deslumbrar os viajantes, hoje, como no tempo dos grandes descobrimentos do século XV. Para os exploradores, era a Atlântida; para os marinheiros, uma escala lendária; para os ambientalistas, uma reserva excecional de biodiversidade. Nove ilhas, nove mundos preservados e abertos ao futuro, onde a beleza da natureza, as cores e os materiais testemunham um mundo onde o homem e o oceano vivem em harmonia. No entanto, os Açores são um segredo bem guardado, no extremo ocidental da Europa e ainda intocado pelo turismo de massas. Micheline Pelletier, que conhece bem as ilhas e os seus habitantes, revela as paisagens autênticas deste arquipélago português e convida-nos a conhecer as pessoas que escolheram dar vida a este Éden.</p>
<p>Micheline Pelletier é fotojornalista. Cobriu temas da atualidade e realizou numerosas reportagens para agências noticiosas internacionais. Depois de ter explorado a misteriosa Ilha da Páscoa, no meio do Pacífico, o seu olhar permaneceu no meio do Atlântico.</p>
<h3><strong>Autora: Micheline Pelletier<br />
</strong></h3>
<p>Para mais livros Letras Lavadas, clique <a href="http://letraslavadas.pt">aqui!</a></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/os-acores-um-jardim-no-atlantico/">Os Açores Um Jardim no Atlântico</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Os Açores Um Jardim no Atlântico</h3>
<p><a href="https://www.imdb.com/pt/name/nm0671127/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Micheline Pelletier</strong></a></p>
<p>Fotojornalista para grandes agências, Micheline Pelletier cobriu notícias internacionais e realizou várias reportagens importantes sobre temas sociais. Os seus retratos dos Prémio Nobel da Paz, de personalidades empenhadas na preservação do ambiente e de mulheres da ciência foram expostos nos Campos Elísios, no aeroporto de Roissy-Charles de Gaulle. Publicou, nomeadamente, <em>Île de Pâques: terra incognita</em> (La Martinière, 2012) e <a href="https://www.letraslavadas.pt/les-acores-un-jardin-sur-latlantique/"><em>Les Açores: Un Jardin sur L’Atlantique</em></a> (Cherche Midi, 2024), que foi traduzido, em 2025, para português e inglês, com edição Letras Lavadas.</p>
<p>Mais livros <a href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a></p>
<p>ISBN: 9789897355851</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/os-acores-um-jardim-no-atlantico/">Os Açores Um Jardim no Atlântico</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sombras do Atlântico da Emigração Açoriana no Brasil</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/sombras-do-atlantico-da-emigracao-acoriana-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jul 2025 10:00:04 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=97380</guid>

					<description><![CDATA[<div>
<h3 dir="auto">Sombras do Atlântico da Emigração Açoriana no Brasil</h3>
<div dir="auto">Tal era a convicção com que os dois sujeitos [engajadores] apresentavam os seus argumentos, tal a visão otimista com que pintavam o Brasil, tal a segurança que transmitiam acerca da eficácia da operação, desde que salvaguardadas as devidas precauções, que aqueles jovens não hesitaram em aceitar desafio tão tentador. O Brasil surgia-lhes, assim, como a possibilidade de promoção social  que, de outra forma, eles jamais conseguiriam. Com não colocar os seus destinos nas mãos daqueles dois indivíduos, que pareciam enviados pela Providência Divina, com a celestial missão de ressuscitar as esperanças daquela gente!?</div>
</div>
<div>-------</div>
<div><strong>Autor: Luís Mendonça</strong></div>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/sombras-do-atlantico-da-emigracao-acoriana-no-brasil/">Sombras do Atlântico da Emigração Açoriana no Brasil</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3 dir="auto">Luís Mendonça</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-81831 alignleft" src="https://www.letraslavadas.pt/wp-content/uploads/2021/02/Luis-Mendonca-249x300.jpg" alt="Luís Mendonça" width="179" height="229" /></p>
<div>Nasceu na ilha de S. Miguel, mais precisamente no concelho da Povoação, em 1963.</div>
<div>Frequentou a Universidade dos Açores, tendo concluído a Licenciatura em História e Ciências Sociais em 1987. Mais recentemente (2015) concluiu o mestrado em História, especialidade de Brasil colonial, pela FLUL – Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.</div>
<div>Exerce a função de leccionação no âmbito da disciplina de História (Ensino Secundário), que procura conciliar com a actividade de pesquisa no domínio da História dos Açores e do Brasil. Dessa actividade já resultaram várias publicações, das quais se destacam:</div>
<div>• História dos Açores, Visão Geral (sécs. XV-XX), 1ª edição de 1996 e 2ª edição de 2000.</div>
<div>• Aspectos da vida Quotidiana nos Açores, Perspectiva Histórica, 1ª edição de 1998 e 2ª Edição de 2021.</div>
<div>• História da Povoação, Perspectiva Geral, edição de 2001, Câmara Municipal da Povoação.</div>
<div>• Emigração Açoriana (sécs. XVIII-XX), em co-autoria com José Ávila, Lisboa, edição de 2002.</div>
<div>• Ao Leme do Destino, uma saga açoriana, (romance histórico), edição da Veraçor, 2010.</div>
<div>• Ilhéus para Sempre (romance histórico), edição de 2012.</div>
<div>• Ascensão e “Decadência de Goiás sob o signo do ouro (1722-1822), Goiânia – GO, Editora Kelps, 2014.</div>
<div>• História dos Açores em Datas, Lisboa, 2015.</div>
<div>• Viver à lei da Nobreza. Trajectórias Sociais dos “Cavaleiros do Ouro” numa capitania de mineração: (Goiás entre 1750 e 1800). Dissertação de mestrado apresentada na FLUL, 2015.</div>
<div>• História de Portugal – Perguntas &amp; Respostas, Guerra e Paz Editores, 2018.</div>
<div>• Perguntas &amp; Respostas sobre a História dos Açores, Letras Lavadas edições, 1ª edição de 2016 e 3ª edição de 2023.</div>
<p>• História de Portugal, Perguntas &amp; Respostas, Guerra e Paz editores, 2018.</p>
<p>• History of the Azores: Questions and Answers, Letras Lavadas edições | <a href="https://filamentosarteseletras.art/2023/12/30/the-latest-book-by-bruma-publications-and-letras-lavadas-is-now-available-in-the-portugal/" target="_blank" rel="noopener">Bruma Publications</a>, 2023. Tradução de Diniz Borges.</p>
<p>ISBN: 9789897356117</p>
<p>Mais livros <a href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/sombras-do-atlantico-da-emigracao-acoriana-no-brasil/">Sombras do Atlântico da Emigração Açoriana no Brasil</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Lembranças a Lápis</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/lembrancas-a-lapis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jul 2025 09:31:44 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=97375</guid>

					<description><![CDATA[<div>
<h3 dir="auto">Lembranças a Lápis</h3>
<p>Inspirado nas memórias de Conceição Pacheco, este livro reúne contos que retratam, com delicadeza e crueza, a pobreza, o modo de vida, o tipo de casa, a vivência social e familiar e os costumes de meados do século XX nas freguesias açorianas — com especial foco na da Maia, marcada pela presença da Fábrica de Chá da Gorreana.<br />
Dividido em dois volumes, “Lembranças a Lápis” percorre histórias reais, escritas a lápis em cadernos de memórias, e contos ficcionais que nascem da imaginação do autor, entrelaçados com testemunhos anónimos.<br />
O regionalismo está bem presente, desde logo pela utilização dos diálogos no dialeto micaelense.<br />
Um retrato comovente de tempos difíceis, onde a infância, o trabalho e a dignidade se cruzam em páginas que merecem ser lidas — e lembradas.</p>
<blockquote>
<div dir="auto">Mal recebi o que logo no primeiro momento me pareceu ser um precioso testemunho, refugiei-me no quintal da casa onde nasci, por sorte situado a dois passos do mar, onde, numa brevíssima leitura em diagonal de algumas das suas densas páginas, pude perceber de imediato o que nelas se relatava de forma detalhada: a própria vida da sua autora, começando pelas memórias mais antigas e terminando, como pude mais tarde confirmas, já nos nossos dias, cerca de 70 anos depois dos primeiros episódios relatados nas primeiras páginas.</div>
</blockquote>
</div>
<div>-------</div>
<div><strong>Autor: Roberto Pereira Rodrigues</strong></div>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/lembrancas-a-lapis/">Lembranças a Lápis</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3 dir="auto">Roberto Pereira Rodrigues</h3>
<p data-start="77" data-end="338">Nasceu a 15 de Agosto de 1958, na freguesia da Maia, São Miguel, Açores, passando a residir no Seixal, distrito de Setúbal, desde 1981, onde trabalha e constituiu família, depois de se ter licenciado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade Clássica de Lisboa.</p>
<p>ISBN: 9789897356155</p>
<p>Mais livros <a href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/lembrancas-a-lapis/">Lembranças a Lápis</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Os Açores em 50 Velhas</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/os-acores-em-50-velhas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jul 2025 16:23:19 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=97367</guid>

					<description><![CDATA[<div>
<h3 dir="auto">Os Açores em 50 Velhas</h3>
<div dir="auto">Esta obra convida o leitor a embarcar numa viagem singular pelas nove ilhas dos Açores, traçando um itinerário que percorre as tradições e atrações mais emblemáticas do arquipélago, através de cinquenta Velhas originais - moda tradicional açoriana filiada às cantigas trovadorescas de escárnio e maldizer.</div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto">Entrelaçando o humor com a cartografia literária, este périplo representa, acima de tudo, uma celebração da riqueza da nossa tradição popular e do património cultural, literário, histórico e natural dos Açores.</div>
</div>
<div>-------</div>
<div><strong>Autor: Fraga da Silva</strong></div>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/os-acores-em-50-velhas/">Os Açores em 50 Velhas</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3 dir="auto">Fraga da Silva</h3>
<p data-start="77" data-end="338">Mestre em Literatura Moderna e Contemporânea Chinesa pela Universidade de Nanquim, Fraga da Silva é atualmente doutorando na área dos Estudos Literários Comparados na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. É autor da novela <em>A Besta</em> (2012) e do romance <em>O Ciclone e a Ilha</em> (2016), ambos vencedores do Concurso Labjovem na categoria de literatura &#8211; além destas distinções, foi galardoado com o 1º prémio do VII Concurso Literário Nacional de Cabeceiras de Basto e o 3.º prémio do VIII Concurso Nacional Literário da Trofa. No que concerne às Velhas, escreve-as há mais de vinte anos e já teve oportunidade de as interpretar ao vivo com o grupo <em>A Velha Ainda Não Morreu</em>. Diversas Velhas da sua autoria integram ainda a coletânea <em>Velhas da Terceira</em> (2020).</p>
<p>ISBN: 9789897356131</p>
<p>Mais livros <a href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/os-acores-em-50-velhas/">Os Açores em 50 Velhas</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ruralidade Micaelense</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/ruralidade-micaelense/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jul 2025 08:20:03 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=97288</guid>

					<description><![CDATA[<div>
<h3 dir="auto">Ruralidade Micaelense</h3>
<div dir="auto">O livro "Ruralidade Micaelense" é um repositório da descrição minuciosa e exaustiva das alfaias, das técnicas e práticas agrícolas e pecuárias, algumas ainda em uso no meio rural e que remontam aos primórdios da colonização insular. São artefactos e práticas que a tecnologia e a progressiva mecanização da agricultura estão a remeter para os museus e casa etnográficas, se porventura não tiverem já sido apagadas da memória das populações rurais. A descrição é profusamente ilustrada com imagens das alfaias e das suas variantes, diferenciadas de freguesia para freguesia e de lugar para lugar. São exemplo os “carros das pensões” e as chavelhas e decorações tradicionais das Festas do Divino Espírito Santo, tão queridas do povo açoriano. Ou ainda, a variedade de sachos existente em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ilha_de_S%C3%A3o_Miguel">São Miguel</a>, que se diferenciam por subtis pormenores não percepcionados comummente. Ao folhear o livro "Ruralidade Micaelense", o leitor fica com a sensação de que nada escapou à observação atenta ou foi descurado pelo eng. Renato Cordeiro nas aturadas e persistentes pesquisas e registos, o que revela um profundo conhecimento e espírito de observação dos temas e assuntos em apreço, e a determinada vontade de o autor registar “para memória futura” muitos dos artefactos e práticas agrícolas e outras da população rural micaelense.</div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto">do Prefácio</div>
<p>&#160;</p>
</div>
<div>-------</div>
<div><strong>Autor: Renato Cordeiro</strong></div>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/ruralidade-micaelense/">Ruralidade Micaelense</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3 dir="auto">Renato Cordeiro</h3>
<p data-start="77" data-end="338">Nasceu a 28 de março de 1976, em casa dos seus avós paternos, nos Arrifes.<br data-start="151" data-end="154" />A sua mãe é natural da Achada, pelo que cresceu entre duas famílias ligadas à lavoura, aprendendo as lides do campo com os avós, pais, tios, primos e muitos amigos das duas freguesias.</p>
<p data-start="340" data-end="597">Frequentou a escola primária na Covoada, o ensino preparatório nos Arrifes e o ensino secundário nas Laranjeiras. Em 1995, ingressou na <a href="https://www.uac.pt/" target="_blank" rel="noopener">Universidade dos Açores</a>, na ilha Terceira, no Departamento de Ciências Agrárias, onde se formou em Engenharia Zootécnica.</p>
<p data-start="599" data-end="962">Iniciou a sua atividade profissional na ilha Terceira, mas em 2005 regressou a São Miguel, onde trabalhou como técnico comercial em empresas do ramo agropecuário. Em 2006, integrou a Cooperativa Juventude Agrícola, onde ainda hoje desempenha várias funções. Apenas interrompeu o seu percurso na cooperativa para cumprir uma missão como deputado regional na ALRAA.</p>
<p data-start="964" data-end="1148">É pai de dois filhos, o Miguel e o Pedro, com 11 e 7 anos, e vive nas Feteiras, freguesia que o acolheu de braços abertos e onde é muito feliz, ao lado da sua companheira, Sónia Moura.</p>
<p data-start="1150" data-end="1281">Entre as suas atividades lúdicas, destaca-se o gosto pela viola da terra, que o acompanha nas cantorias, folias e visitas de Natal.</p>
<p>ISBN: 9789897356094</p>
<p>Mais livros <a href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/ruralidade-micaelense/">Ruralidade Micaelense</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Don Juan</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/don-juan/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jun 2025 10:12:16 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=97231</guid>

					<description><![CDATA[<div>
<h3>Don Juan - A Travessia Interior de Um Mito em Desassossego</h3>
<blockquote><p>Munida de um firme bisturi analítico, Sara Calisto revela-se bem-sucedida no levantamento de interrogações que, ora seminais, ora desarmantes, revelam um processo de pensamento in statu nascendi, o que tinge esta reflexão de um amoralismo salutar, no modo como lança essas mesmas perplexidades ao leitor deste labor ensaístico. […] Levando a cabo uma problematização plural em torno do mito de Don Juan, a obra em pauta, colocando particular relevo na análise literária do romance A Mulher que venceu Don Juan, de Teresa Martins Marques, consubstancia uma investigação competente, explorando as grandes questões científicas que o tópico suscita, bem como uma assinalável capacidade de construção teórica, a partir de autores como Kierkegaard, Pierre Brunel, Georges Bataille e Jean Rousset. A presente obra socorre-se, ainda, de uma metodologia científica de permanente diálogo com os principais debates ao nível sócio-cultural e literário-filosófico, evidenciando, com assertividade e acutilância, uma tese bem precisa e irmanando-se, com insofismável propriedade, à ideia perfilhada por Edgardo Dobry que, no seu opus magnum Historia Universal de Don Juan. Creación y Vigencia de un Mito Moderno (2017), se reporta a um mito sem sossego, aludindo não só à figura do insaciável burlador, mas à interminável exegese que sobre o mito se foi produzindo ao longo dos tempos.</p></blockquote>
<p>Ricardo Gil Soeiro</p>
<p>-------------</p>
</div>
<div><strong>Autora: Sara José Calisto</strong></div>
<p>&#160;</p>
<p>Esta nova colecção é coordenada pelo professor e crítico literário Vamberto Freitas.</p>
<div><img class="alignnone size-medium wp-image-93376" src="https://www.letraslavadas.pt/wp-content/uploads/2024/03/Vamberto-Freitas-300x114.png" alt="" width="300" height="114" /></div>
<div>
<p>&#160;</p>
</div>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/don-juan/">Don Juan</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Don Juan &#8211; A Travessia Interior de Um Mito em Desassossego</h3>
<h3>Sara José Calisto</h3>
<p>No ano de 1975, nasceu em Lisboa. Licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas, na variante de Estudos Portugueses e Franceses, em 1997, pela FCSH da Universidade Nova de Lisboa. Em 1998, abraçou a docência das disciplinas de Português e Francês, tendo passado, ao logo da carreira, pelo ensino público e privado, onde exerceu cargos de coordenação, orientação pedagógica e assessoria. Em 2000, realizou uma Pós-Graduação em Literaturas Comparadas Portuguesa e Francesa, na FCSH da Universidade Nova de Lisboa. Em 2023, na mesma universidade, concluiu o Mestrado em Estudos Portugueses, na especialidade de Literatura e Outras Artes. Ao longo da jornada docente, tem realizado várias formações e especializações na área da pedagogia e da literatura tendo, em 2024, obtido a acreditação enquanto formadora na área da prática pedagógico-didática da formação contínua de docentes, pelo Conselho Científico &#8211; Pedagógico de Formação Contínua da Universidade do Minho. É uma apaixonada pela Família, pelo Ensino e pela Literatura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://agendacores.pt/top-azores-22-provas-de-que-a-terceira-e-uma-ilha-de-escritores/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Vamberto Freitas</strong></a></p>
<p>Nasceu nas Fontinhas, Praia da Vitória, a 27 de Fevereiro de 1951. Iniciou os estudos secundários no então Liceu Nacional de Angra do Heroísmo, mas logo emigrou com a família para os Estados Unidos, indo fixar-se em Porterville, no Vale de São Joaquim, na Califórnia.</p>
<p>Estudou na California State University (Fullerton) onde obtém uma licenciatura em Estudos Latino-Americanos e na mesma universidade faz estudos de pós-graduação em Literatura Americana e Literatura Comparada. Em seguida, concluídos os estudos pedagógicos no Chapman College (Fullerton), lecciona na Escola Secundária de Cerritos, Califórnia.</p>
<p>Vamberto Freitas começa então a distinguir-se pela qualidade da sua actividade jornalística, publicando em jornais norte-americanos de língua portuguesa; nesse período, é nomeado correspondente estrangeiro na Califórnia do <em>Diário de Notícias</em> (Lisboa), funções que exerce de 1979 até 1991, data em que decide fixar-se nos Açores, em Ponta Delgada.</p>
<p>Regressado aos Açores, ao mesmo tempo que continua a colaborar no suplemento literário do <em>Diário de Notícias</em>, presta colaboração, por um breve trecho, à RTP-A e ingressa, como Leitor de Língua Inglesa, na Universidade dos Açores. É nomeado representante da Assembleia Legislativa Regional dos Açores no conselho nacional de opinião da RDP, cargo que exerceu por cerca de três anos.</p>
<p>Com o seu regresso e a sua entrada como docente da <a href="https://www.uac.pt/" target="_blank" rel="noopener">Universidade dos Açores</a>, Vamberto Freitas inicia um período de afirmação como crítico literário. A sua área de interesses incide sobre a <i>new world fiction</i>, a literatura da emigração portuguesa e, de forma especial, sobre a literatura açoriana e a chamada «literatura étnica» norte-americana, com particular enfoque sobre a geração de escritores luso-descendentes, emergente nos finais do século XX.</p>
<p>A par da docência, a sua actividade de crítico literário revela-se muito produtiva, com a publicação de uma dezena de livros e de grande número de títulos em revistas e suplementos culturais, ao mesmo tempo que participa, com comunicações, em jornadas e congressos de literatura norte-americana e cultura açoriana, no Canadá, Estados Unidos da América, Portugal (Açores, continente e Madeira), e em outros países.</p>
<p>Em 1995, fundou o <em>SAC, Suplemento Açoriano de Cultura</em>, caderno literário do <em>Correio dos Açores</em> (Ponta Delgada), que coordenou até à sua extinção, em 2001. Em 2003, funda o <em>SAAL</em>,<em> Suplemento Açoriano de Artes e Letras</em>, publicado como caderno autónomo da revista <em>Saber/Açores</em> (Ponta Delgada).</p>
<p>A sua intervenção neste campo incute uma nova dimensão e um novo sopro ao suplementarismo literário, em particular nos Açores, conferindo-lhe um papel destacado no panorama da crítica literária, de modo especial no universo de referência cultural de raiz açoriana.</p>
<p>Obras principais. (1990), <i>Jornal da Emigração. A L(USA)lândia Reinventada</i>. Angra do Heroísmo, Gabinete de Emigração e Apoio às Comunidades Açorianas. (1992), <i>Pátria ao Longe. Jornal da Emigração II</i>. Ponta Delgada, Signo. (1992), <i>O Imaginário dos Escritores Açorianos</i>. Lisboa, Salamandra. (1993), e Letras Lavadas (2.ª edição), <i>Para Cada Amanhã. Jornal de Emigrante</i>. Lisboa, Salamandra. (1994), <i>América. Entre a Realidade e a Ficção</i>. Lisboa, Salamandra. (1995), <i>Entre a Palavra e o Chão. Geografias do Afecto e da Memória</i>. Ponta Delgada, Jornal de Cultura. (1998), <i>Mar Cavado. Da Literatura Açoriana e Outras Narrativas</i>. Lisboa, Salamandra (1999), <i>A Ilha em Frente. Textos do Cerco e da Fuga</i>. Lisboa, Salamandra. (2002), <i>O Homem que era feito de Rede</i>, trad. do conto de Katherine Vaz, <i>Man Who Was Made Of Netting</i>. Lisboa, Salamandra. (2002), <i>Jornalismo e Cidadania: Dos Açores à Califórnia</i>. Lisboa, Salamandra (2002), <em>bordercrossings – leituras do transatlântico </em>1, 2, 3, 4, 5 e 6 (<a href="http://letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>).</p>
<p>ISBN: 9789897355912</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/don-juan/">Don Juan</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Going to the Horizon</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/going-to-the-horizon/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2025 14:57:20 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=97143</guid>

					<description><![CDATA[<div>
<h3>Going to the Horizon - Poetry Collection from Marcolino Candeias</h3>
<div dir="auto">
<p>«“In Going to the Horizon”, Marcolino Candeias gives voice to the soul of the Azores and to humanity’s universal longings. With poems rooted in the Azorean basalt and sea mist, this extraordinary collection explores love, exile, injustice, memory, and the stubborn hope of those who stay behind or leave searching for something more. Marcolino Candeias writes with lyrical fire and social urgency. From odes to his beloved Angra do Heroísmo to biting reflections on freedom, poverty, and the politics of voice, his poetry is intimate and insubordinate, tender and insurgent. Whether meditating on vanished friendships or conjuring the scent of distant lands, each verse pulses with the weight of history and the immediacy of emotion. “Going to the Horizon” is a testament to poetry’s power to challenge, uplift, and remember. It is essential for lovers of insular literature and postcolonial poetics and those who believe words can still remake the world».</p>
</div>
</div>
<div>-------</div>
<div><strong>Autor: Marcolino Candeias (texto original) e Diniz Borges<br />
(organização e tradução)</strong></div>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/going-to-the-horizon/">Going to the Horizon</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Going to the Horizon &#8211; Poetry Collection from Marcolino Candeias</h3>
<p><strong>Marcolino Candeias</strong></p>
<p>Marcolino Candeias (M. C. Coelho Lopes) was born on 28 August 1952 and died on 1 May 2016 on the island of Terceira. While still a high school student, he became a poet in academic pages and in ‘Glacial’, the literary supplement of “A União”, publishing “Por ter escrito Amor” (1971), a set of poems that, at the time, caused a sensation among the younger generation and some controversy among the older ones; he then took part in various cultural activities, having been a member of the Sextante cultural co-operative, being very close to the cultural action then led by José Orlando Bretão, to whom he was linked by strong bonds of friendship.</p>
<p>He did his military service in Angola during the troubled period of decolonisation, after which he began his higher education studies at the University of Coimbra. At this university he obtained a bachelor’s degree in Romance Philology and then a degree in Modern Languages and Literatures, with distinction.</p>
<p>A trainee secondary school teacher, he was an assistant lecturer at the universities of the Azores and Coimbra. He published “Na distância deste tempo” (1984). In 1986, he left for Canada (Montreal) to work as Reader in Portuguese at the University of Montreal, where he taught Portuguese and Brazilian culture as well as the language. As head of the Section of Portuguese and Brazilian Studies, in the late 1980s he represented the first mineur project at that university {minor} en Études luso-brésiliennes. He stayed in Canada for eleven years. While still in Montreal, he was involved in the Portuguese-lan-guage community press. In the meantime, he worked as an advisor to the management and board of directors of the Caisse d’économie des Portugais de Montréal, a financial co-operative founded by Portuguese emigrants and affiliated to the powerful Mouvement Desjardins network of savings banks.</p>
<p>When he returned to the Azores, he was director of the Casa da Cultura da Juventude de Angra do Heroísmo (1987-1999), a position he held until he was appointed Regional Director of Culture in the last year of the VII Regional Government (1999-2001) and then of the VIII Regional Government, and President of the Angra do Heroísmo Classified Area Office (2001-2005).</p>
<p>A participant in cultural activities from a very young age, he emerged as a poet with the Glacial Generation, which made a considerable contribution to literary activity in the Azores. Regarded as one of the outstanding voices of Azorean poetry, he has published two books of poetry and has collaborated widely in Portuguese and foreign publications; he has some poems translated into English and Slovak and is represented in various national and foreign poetry anthologies.</p>
<p>Marcolino Candeias is considered one of the most important voices of the group to which he belonged and which has come to be known as the Glacier Generation, fundamentally concerned with the deepest values related to society, freedom, democracy and the role of man in this context, and which made a considerable contribution to literary activity in the Azores. Undoubtedly one of the archipelago’s greatest poets. He has written for national and foreign newspapers and magazines, as well as some poems translated into English and Slovak.</p>
<p>He is also the author of oral stories, of which there are video recordings, which tell the vision of a former emigrant from Terceira with rural origins in California (Joe Canoa), about the values and behaviour of the surrounding world. He is represented in numerous poetry anthologies.</p>
<p><strong>Diniz Borges</strong></p>
<p>Diniz Borges was born in 1958 on the island of Terceira. At age ten, he emigrated with</p>
<p>his family to the United States. He has a BA in Social Science and an MA in the humanities with a thesis exploring the past’s role in American ethnic literature. He has taught Portuguese language and culture at Tulare Union High School, College of the Sequoias, and California State University, Fresno. He is the founding director of the Portuguese Beyond Borders Institute at Fresno State. He has published ten books in Portuguese and translated or co-translated seven different books. He has also organized several anthologies.</p>
<p>Mais livros <a href="http://letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a></p>
<p>ISBN: 9789897356063</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/going-to-the-horizon/">Going to the Horizon</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Azorean History Themes</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/azorean-history-themes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2025 14:21:15 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=97139</guid>

					<description><![CDATA[<div>
<h3 dir="auto">Azorean History Themes: Islands of Struggle and Resilience</h3>
<div dir="auto">
<p>«“Azorean History Themes: Islands of Struggle and Resilience” is a powerful and engaging journey through the often-overlooked History of the Azores. In this compelling collection, historian Carlos Enes explores pivotal moments of resistance, mythmaking, and identity formation in the archipelago — from the heroic stand of Terceira Island against Spanish domination in the 16th century to the long fight against fascism and the shaping of Azorean autonomy in the 20th. These essays shine a light on the voices of the “minors” — artisans, workers, and everyday citizens — who helped forge a rebellious, democratic, and resilient Azorean spirit. This is essential reading for anyone seeking to understand the deep roots and dynamic evolution of the Azorean identityacross time».</p>
<p>Diniz Borges</p>
<p>Portuguese Beyond Borders Institute<br />
California State University, Fresno</p>
</div>
</div>
<div>-------</div>
<div><strong>Autor: Carlos Enes</strong></div>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/azorean-history-themes/">Azorean History Themes</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Azorean History Themes</h3>
<p><strong>Carlos Enes</strong></p>
<p>Born (1951) in Vila Nova, Terceira Island. He graduated in History from the Faculty of Letters of Lisbon (1979) and has been a secondary school teacher since 1978. He also taught at the Universidade Eduardo Mondlane (1981-84), Maputo, and at the Universidade Aberta (1996-2003), Lisbon. Pedagogical supervisor of the Educational Branch of the History Department of the Faculty of Letters of the University of Lisbon, 1988-89.</p>
<p>He has a master’s degree in Contemporary History (1993) from Universidade Nova de Lisboa and has been studying Azorean History for several years. With two dozen books and articles published, he has taken part in colloquia and forums (around 40) at a wide variety of institutions. He has collaborated extensively in the Enciclopédia Açoriana (online edition), the História dos Açores (History of the Azores), published by the IAC, and the Dicionário de Educadores Portugueses (Dictionary of Portuguese Educators).</p>
<p>In the field of ethnography, he has studied Carnival and the Holy Spirit festivities in Terceira. In the field of culture, he curated several exhibitions, participated in juries for the selection of works to be subsidised by the DRAC, and was a member of the Regional Council for Culture.</p>
<p>He is the author of the novel “Terra do Bravo” (2005), out of print, “Cicatriz da Chuva”, poetry (2016), “A Oposição Democrática em Ponta Delgada &#8211; Das eleições de 1969 à Cooperativa Sextante” (2020), out of print, “A Galope numa Noite de Búzios” (2023), “Infinito sem Nome” (2024), “As danças do Entrudo” (1980), “A economia Açoriana entre as duas guerras mundiais” (1994); Luís da Silva Ribeiro, Obras, vol. IV, “Escritos Político-administrativos” (introductory study and organisation) (1995); “A Casa dos Açores em Lisboa” (1996); “A Memória Liberal na Ilha Terceira” (2001); “Vila Nova – pelos caminhos da sua história” (2011); “A fotografia nos Açores” (2011); “Álbum Terceirense”, 4 volumes (2007-18); “Angra do Heroísmo &#8211; Alma e Memória” (2019).</p>
<p><strong>Diniz Borges</strong></p>
<p>Diniz Borges was born in 1958 on the island of Terceira. At age ten, he emigrated with his family to the United States. He has a BA in Social Science and an MA in the humanities with a thesis exploring the past’s role in American ethnic literature. He has taught Portuguese language and culture at Tulare Union High School, College of the Sequoias, and California State University, Fresno. He is the founding director of the Portuguese Beyond Borders Institute at Fresno State. He has published ten books in Portuguese and translated or co-translated seven different books. He has also organized several anthologies.</p>
<p>Mais livros <a href="http://letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a></p>
<p>ISBN: 9789897356056</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/azorean-history-themes/">Azorean History Themes</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Plantas Maravilhosas</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/plantas-maravilhosas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2025 13:56:10 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=97134</guid>

					<description><![CDATA[<div>
<h3 dir="auto">Plantas Maravilhosas</h3>
<div dir="auto">
<p>«Este livro constitui mais um valioso contributo de Teófilo Braga para o conhecimento do património florístico dos Açores, com uma especial incidência para a Ilha de São Miguel. É o resultado de uma investigação botânica exaustiva, que concilia a consulta de vasta bibliografia com aturado trabalho de campo. Ajuda-nos a saber quando as plantas começaram a ser cultivadas no arquipélago e as variadas utilizações na indústria, na culinária ou na medicina popular. “Plantas Maravilhosas” é uma obra de etnobotânica assente em sólidas fontes históricas».</p>
<p>Raimundo Quintal</p>
</div>
</div>
<div>-------</div>
<div><strong>Autor: Teófilo Braga</strong></div>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/plantas-maravilhosas/">Plantas Maravilhosas</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Plantas Maravilhosas</h3>
<p>Teófilo Braga</p>
<p>Nasceu, em Vila Franca do Campo, a 22 de outubro de 1957. Foi professor do 3.° Ciclo do Ensino Básico e do Ensino Secundário de Física e Química. Possui o Bacharelato em Ciências Físico-Químicas/Matemática, pela Universidade dos Açores, o Curso de Estudos Superiores Especializados em Administração Escolar, pelo Instituto Superior de Educação e Trabalho, do Porto, e o Mestrado em Educação Ambiental, pela Universidade dos Açores.</p>
<p>Foi delegado sindical e membro dos órgãos sociais do Sindicato Democrático dos Professores dos Açores.</p>
<p>Adepto do cooperativismo, esteve ligado à delegação de Ponta Delgada da Cooperativa Semente e foi presidente da Cooperativa de Consumo do Pico da Pedra. Desde 1982, está ligado ao movimento ecologista e ao de defesa dos animais, tendo sido um dos fundadores e Presidente da Direção dos Amigos dos Açores – Associação Ecológica. Coordena o Núcleo Regional dos Açores da IRIS &#8211; Associação Nacional de Ambiente. Foi Diretor da Agência Regional da Energia e do Ambiente da Região Autónoma dos Açores.</p>
<p>É autor e coautor de diversos roteiros de percursos pedestres e de várias publicações sobre energia e património natural. Colabora com jornais e revistas, regionais e nacionais, e tem estudado e publicado sobre o feminismo e o movimento operário nos Açores.</p>
<p>Mais livros <a href="http://letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a></p>
<p>ISBN: 9789897356049</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/plantas-maravilhosas/">Plantas Maravilhosas</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>I no Longer Like Chocolates</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/i-no-longer-like-chocolates/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2025 11:51:33 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=97130</guid>

					<description><![CDATA[<div>
<h3 dir="auto">I no Longer Like Chocolates</h3>
<div dir="auto">
<p>«In the literature of the Azorean archipelago, emigration, particularly to America—has long held a place of prominence. Among the most comprehensive and significant works on this theme is “I No Longer Like Chocolates” by Alamo Oliveira, widely regarded as the first great novel on Azorean emigration. A writer deeply connected to the Azorean diaspora, especially in California, Oliveira has devoted much of his work to exploring the dilemmas of emigration. From the outset, his writings, whether in theater, poetry, or narrative fiction—have scrutinized the Azorean experience in the fabled land of Eldorado, capturing both the dreams of those who depart and the longing of those left behind. His creative universe brims with allusions to the Diaspora and its profound impact on the culture of the islands’ people—those scattered across the nine islands of the mid-Atlantic, as well as the symbolic “tenth island” on the North American continent. In “I No Longer Like Chocolates”, Oliveira vividly portrays the trials and triumphs of life in L(USA)land, illuminating the complex realities of Azorean emigrants in their search for a better future».</p>
<p>Diniz Borges<br />
Portuguese Beyond Borders Institute<br />
California State University, Fresno</p>
</div>
</div>
<div>-------</div>
<div><strong>Autor: Álamo Oliveira</strong></div>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/i-no-longer-like-chocolates/">I no Longer Like Chocolates</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>I no Longer Like Chocolates</h3>
<p><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81lamo_Oliveira" target="_blank" rel="noopener"><strong>Álamo Oliveira</strong></a></p>
<p>Alamo Oliveira was born in 1945 on the island of Terceira. He studied philosophy at the Seminary in Angra do Heroismo. Served in the Portuguese military in the now-independent country of Guine-Bissau. He was a public servant with various governamental entities in the Azores. He has published over 40 books of poetry, novels, short stories, theater, and essays. His books have won numerous awards. He has poetry and prose translated into English, French, Spanish, Italian, Slovenian, Croatian and Japanese.</p>
<p><strong>Diniz Borges</strong></p>
<p>Diniz Borges was born in 1958 on the island of Terceira. At age ten, he emigrated with his family to the United States. He has a BA in Social Science and an MA in the humanities with a thesis exploring the past’s role in American ethnic literature. He has taught Portuguese language and culture at Tulare Union High School, College of the Sequoias, and California State University, Fresno. He is the founding director of the Portuguese Beyond Borders Institute at Fresno State. He has published ten books in Portuguese and translated or co-translated seven different books. He has also organized severalanthologies.</p>
<p><strong>Katharine F. Baker</strong></p>
<p>Translator, is a native of Berkeley, California, USA, of Azorean origin on her paternal side.She graduated from the University of California-Berkeley and has an MA from the University of Maryland-College Park. She studied Portuguese at the University of Pittsburgh in Pennsylvania, and contributes from time to time to the ‘Maré Cheia’ page in the Californian newspaper “Tribuna Portuguesa” and to the Communities website (RTP).</p>
<p>Mais livros <a href="http://letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a></p>
<p>ISBN: 9789897356032</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/i-no-longer-like-chocolates/">I no Longer Like Chocolates</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Os Sinais da Escrita &#8211; Ensaios Nemesianos</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/os-sinais-da-escrita/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2025 11:21:36 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=97125</guid>

					<description><![CDATA[<div>
<h3 dir="auto">Os Sinais da Escrita - Ensaios Nemesianos</h3>
<div dir="auto">
<p>“Os Sinais da Escrita” reúne uma selecção de ensaios do professor e investigador açoriano Eduardo Ferraz da Rosa, dedicados à vida e obra de Vitorino Nemésio. Nesta colectânea exploram-se múltiplas dimensões do legado literário, histórico e cultural de Nemésio, numa abordagem crítica e erudita.</p>
<p>A obra apresenta reflexões sobre a presença marcante do escritor no panorama nacional e internacional, bem como a relação entre tempos, espaços, memórias e valores que atravessam o universo nemesiano. Com textos que permaneceram dispersos durante anos, esta edição valoriza a bibliografia nacional sobre Nemésio, oferecendo um contributo fundamental para estudiosos, leitores curiosos e todos aqueles interessados na produção intelectual açoriana.</p>
<p>Mais do que uma recolha, “Os Sinais da Escrita” é um convite à descoberta e ao aprofundamento do pensamento e da escrita nemesiana, consolidando-se como uma referência essencial para consulta, reflexão e aprendizagem.</p>
</div>
</div>
<div>-------</div>
<div><strong>Autor: Eduardo Ferraz da Rosa</strong></div>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/os-sinais-da-escrita/">Os Sinais da Escrita &#8211; Ensaios Nemesianos</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Os Sinais da Escrita &#8211; Ensaios Nemesianos</h3>
<p><strong>Eduardo Ferraz da Rosa</strong></p>
<p>Professor Universitário, Escritor, Investigador e Ensaísta, nasceu na Praia da Vitória, ilha Terceira. Após Estudos Secundários em Angra do Heroísmo e nos Estados Unidos da América, frequentou as Faculdades de Letras da Universidade de Coimbra e de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, licenciando-se depois em Filosofia pela Universidade Católica Portuguesa, com uma Tese sobre Vitorino Nemésio.</p>
<p>Professor-Assistente no Departamento de História, Filosofia e Ciências Sociais e Professor Convidado de Filosofia e Cultura Portuguesa, foi Director de Curso no Centro de Formação de Professores (DCE, Pólo da UAç na Ilha Terceira). Docente Convidado da Escola Superior de Enfermagem da UAç, frequentou um Mestrado em Psicologia Sistémica e Comportamental, na Faculdade de Psicologia da Universidade de Coimbra.</p>
<p>Investigador Associado do Serviço de Epidemiologia e Biologia Molecular, e director do Centro de Documentação Científica do Hospital da Ilha Terceira, no Serviço de Oncologia deste Hospital fez Investigação para Doutoramento em Ciências Biomédicas (ICBAS, Universidade do Porto) e na Biblioteca e Arquivo Regional Luís da Silva Ribeiro, em Angra do Heroísmo. Membro do Instituto de Filosofia Luso-Brasileira, do Instituto Cultural de Ponta Delgada, do Instituto Açoriano de Cultura e Presidente do Instituto Histórico da Ilha Terceira. Representante nos Açores e Sócio de Mérito da SHIP (Sociedade Histórica de Portugal), foi Consultor do Governo Regional e das Câmaras Municipais da Praia da Vitória e de Angra do Heroísmo, tendo sido Coordenador-Geral das Comemorações Municipais do Bicentenário do Nascimento de Almeida Garrett (1999) e do I Centenário do Nascimento de Vitorino Nemésio (2001-2002).</p>
<p>Eleito pela ALRAA, foi Conselheiro Nacional de Educação, em representação da Região Autónoma dos Açores.</p>
<p>Eduardo Ferraz da Rosa tem vasta e conhecida produção literária, académica, científica e cultural (entre Livros, Artigos, Estudos, Ensaios, Coordenações Editoriais, Conferências e Comunicações em Colóquios regionais, nacionais e internacionais), de entre muitos outros e de cujos títulos destacamos: – “E o mar este silêncio” (Poemas), “Carta Prefácio de Vitorino Nemésio”, Angra do Heroísmo, SREC, 1980; “Para uma Autonomia dos Açores” (Selecção Documental e Coordenação Editorial), Angra do Heroísmo, IAC, 1978; “Actas do Congresso de Comunidades Açorianas” (Selecção, Orientação e Coordenação Editorial), SRAS, 1979; Vitorino Nemésio, “O Lume nas Palavras ou Uma Epifania da Memória”, Revista “Portugueses”, Lisboa, 1988; “<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Vitorino_Nem%C3%A9sio" target="_blank" rel="noopener">Vitorino Nemésio</a>: Da Saudade do Ser à Epiclese do Verbo”, Universidade Católica Portuguesa, Lisboa, 1988; “Vitorino Nemésio: Uma Poética da Memória”, Prefácio de José Enes, Ponta Delgada, 1989; “Açorianidade e Autonomia, Textos Escolhidos”, Prefácio e Coordenação Editorial, Ponta Delgada, Signo, 1989; “Presenças Açorianas na Diáspora e na Demanda Portuguesa do Oriente”, Centro de Estudos Europeus de Lisboa e Madrid, Macau, 1990; “Uma Hermenêutica Trágica da Experiência do Mistério: Finitude e Esperança em Ante ro”, em “Revista Portuguesa de Filosofia”, Braga, 1991; “Educação e Pedagogia na Obra de Vitorino Nemésio”, Praia da Vitória, 1992; “Vitorino Nemésio: Uma Hermenêutica Poética da Memória e da Esperança”, Ponta Delgada, Universidade dos Açores, 1993, “O Risco das Vozes, Estudos e Ensaios”, Prefácio de Carlos Reis, Academia Internacional da Cultura Portuguesa, Lisboa, 2006; “Memorial da Praia da Vitória” [Vitorino Nemésio e Eduardo Ferraz da Rosa (Orientação, Coordenação Editorial e Prefácio)], Notas Introdutórias José Fernando Gomes e Vânia Ferreira, Câmara Municipal da Praia da Vitória, 2002 e 2024. Tem em preparação outros 3 volumes com Estudos, Ensaios, Conferências e Crónicas de Filosofia, História e Crítica Literária, a publicar pela Editora Letras Lavadas.</p>
<p>Mais livros <a href="http://letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a></p>
<p>ISBN: 9789897356070</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/os-sinais-da-escrita/">Os Sinais da Escrita &#8211; Ensaios Nemesianos</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Entre Pausas &#8211; Crónicas do Diário Insular (2022-2024)</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/entre-pausas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 May 2025 15:37:53 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=97050</guid>

					<description><![CDATA[<div>
<h3>Entre Pausas - Crónicas do Diário Insular (2022-2024)</h3>
<p>Este livro reúne as crónicas publicadas no “Diário Insular” entre janeiro de 2022 e dezembro de 2024, por ordem cronológica.<br />
“Entre Pausas” nasce no retorno de Aníbal C. Pires às páginas da comunicação social escrita, graças à sua vontade de continuar a partilhar opinião e promover a reflexão juntos dos leitores.<br />
Ao reunir estas crónicas, o autor propõe um olhar sobre alguns dos acontecimentos que marcaram esse período, deixando sempre espaço para os leitores poderem aprofundar a reflexão sobre os assuntos abordados, apesar de não se coibir de expressar a sua opinião.<br />
Aníbal C. Pires convida os leitores a percorrer estes anos de análise e pensamento crítico, num registo atento, intemporal e tematicamente diverso.</p>
<p>-------------</p>
</div>
<div><strong>Autor: Aníbal C. Pires</strong></div>
<p>&#160;</p>
<p>Esta nova colecção é coordenada pelo professor e crítico literário Vamberto Freitas.</p>
<div><img class="alignnone size-medium wp-image-93376" src="https://www.letraslavadas.pt/wp-content/uploads/2024/03/Vamberto-Freitas-300x114.png" alt="" width="300" height="114" /></div>
<div>
<p>&#160;</p>
</div>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/entre-pausas/">Entre Pausas &#8211; Crónicas do Diário Insular (2022-2024)</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Entre Pausas &#8211; Crónicas do Diário Insular (2022-2024)</h3>
<h3>Aníbal C. Pires</h3>
<p>Aníbal da Conceição Pires, Castelo Branco (1956), reside em Ponta Delgada desde 1983. Professor aposentado.<br />
É Mestre em Relações Interculturais (Política Intercultural); exerceu vários cargos de direção e gestão durante a sua carreira profissional; foi Coordenador Regional do PCP Açores (abril de 2005 a março de 2017); foi eleito na Assembleia Municipal de Ponta Delgada em 2001/2005; foi Deputado na Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, de 2008 a 2016; foi Dirigente do Sindicato de Professores da Região Açores; foi membro do Conselho Nacional da FENPROF; foi membro do Conselho Regional de Concertação Estratégia (Região Autónoma dos Açores), em representação dos Sindicatos Independentes; foi um dos membros fundadores da Associação dos Imigrantes dos Açores; foi colaborador e colunista na imprensa da Região Autónoma dos Açores (Açoriano Oriental, A União, Expresso das Nove, Jornal Diário, Diário Insular, Azores Digital, Açores 9 e RTP Multimédia); foi comentador residente na Rádio Açores/TSF no programa de análise política regional, nacional e internacional, “Conversa 4”; foi comentador (quinzenal) da Rádio Clube de Angra do Heroísmo, e da rádio na 105.FM; manteve participação no programa “Os Porquês?” na SMTV, desde outubro de 2018 a julho de 2019; foi fundador do Clube Desportivo Escolar da Escola Preparatória de Arrifes; foi fundador da Associação de Andebol de São Miguel; colaborou com equipas multidisciplinares de estudos e projetos; fotógrafo amador tendo participado em várias exposições coletivas; É Presidente da Mesa da Assembleia Geral do Sindicato dos Professores da Região Autónoma dos Açores (SPRA), desde 2020.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://agendacores.pt/top-azores-22-provas-de-que-a-terceira-e-uma-ilha-de-escritores/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Vamberto Freitas</strong></a></p>
<p>Nasceu nas Fontinhas, Praia da Vitória, a 27 de Fevereiro de 1951. Iniciou os estudos secundários no então Liceu Nacional de Angra do Heroísmo, mas logo emigrou com a família para os Estados Unidos, indo fixar-se em Porterville, no Vale de São Joaquim, na Califórnia.</p>
<p>Estudou na California State University (Fullerton) onde obtém uma licenciatura em Estudos Latino-Americanos e na mesma universidade faz estudos de pós-graduação em Literatura Americana e Literatura Comparada. Em seguida, concluídos os estudos pedagógicos no Chapman College (Fullerton), lecciona na Escola Secundária de Cerritos, Califórnia.</p>
<p>Vamberto Freitas começa então a distinguir-se pela qualidade da sua actividade jornalística, publicando em jornais norte-americanos de língua portuguesa; nesse período, é nomeado correspondente estrangeiro na Califórnia do <em>Diário de Notícias</em> (Lisboa), funções que exerce de 1979 até 1991, data em que decide fixar-se nos Açores, em Ponta Delgada.</p>
<p>Regressado aos Açores, ao mesmo tempo que continua a colaborar no suplemento literário do <em>Diário de Notícias</em>, presta colaboração, por um breve trecho, à RTP-A e ingressa, como Leitor de Língua Inglesa, na Universidade dos Açores. É nomeado representante da Assembleia Legislativa Regional dos Açores no conselho nacional de opinião da RDP, cargo que exerceu por cerca de três anos.</p>
<p>Com o seu regresso e a sua entrada como docente da <a href="https://www.uac.pt/" target="_blank" rel="noopener">Universidade dos Açores</a>, Vamberto Freitas inicia um período de afirmação como crítico literário. A sua área de interesses incide sobre a <i>new world fiction</i>, a literatura da emigração portuguesa e, de forma especial, sobre a literatura açoriana e a chamada «literatura étnica» norte-americana, com particular enfoque sobre a geração de escritores luso-descendentes, emergente nos finais do século XX.</p>
<p>A par da docência, a sua actividade de crítico literário revela-se muito produtiva, com a publicação de uma dezena de livros e de grande número de títulos em revistas e suplementos culturais, ao mesmo tempo que participa, com comunicações, em jornadas e congressos de literatura norte-americana e cultura açoriana, no Canadá, Estados Unidos da América, Portugal (Açores, continente e Madeira), e em outros países.</p>
<p>Em 1995, fundou o <em>SAC, Suplemento Açoriano de Cultura</em>, caderno literário do <em>Correio dos Açores</em> (Ponta Delgada), que coordenou até à sua extinção, em 2001. Em 2003, funda o <em>SAAL</em>,<em> Suplemento Açoriano de Artes e Letras</em>, publicado como caderno autónomo da revista <em>Saber/Açores</em> (Ponta Delgada).</p>
<p>A sua intervenção neste campo incute uma nova dimensão e um novo sopro ao suplementarismo literário, em particular nos Açores, conferindo-lhe um papel destacado no panorama da crítica literária, de modo especial no universo de referência cultural de raiz açoriana.</p>
<p>Obras principais. (1990), <i>Jornal da Emigração. A L(USA)lândia Reinventada</i>. Angra do Heroísmo, Gabinete de Emigração e Apoio às Comunidades Açorianas. (1992), <i>Pátria ao Longe. Jornal da Emigração II</i>. Ponta Delgada, Signo. (1992), <i>O Imaginário dos Escritores Açorianos</i>. Lisboa, Salamandra. (1993), e Letras Lavadas (2.ª edição), <i>Para Cada Amanhã. Jornal de Emigrante</i>. Lisboa, Salamandra. (1994), <i>América. Entre a Realidade e a Ficção</i>. Lisboa, Salamandra. (1995), <i>Entre a Palavra e o Chão. Geografias do Afecto e da Memória</i>. Ponta Delgada, Jornal de Cultura. (1998), <i>Mar Cavado. Da Literatura Açoriana e Outras Narrativas</i>. Lisboa, Salamandra (1999), <i>A Ilha em Frente. Textos do Cerco e da Fuga</i>. Lisboa, Salamandra. (2002), <i>O Homem que era feito de Rede</i>, trad. do conto de Katherine Vaz, <i>Man Who Was Made Of Netting</i>. Lisboa, Salamandra. (2002), <i>Jornalismo e Cidadania: Dos Açores à Califórnia</i>. Lisboa, Salamandra (2002), <em>bordercrossings – leituras do transatlântico </em>1, 2, 3, 4, 5 e 6 (<a href="http://letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>).</p>
<p>ISBN: 9789897356018</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/entre-pausas/">Entre Pausas &#8211; Crónicas do Diário Insular (2022-2024)</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Casa-Mãe</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/casa-mae/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 May 2025 11:36:31 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=97044</guid>

					<description><![CDATA[<div>
<h3>Casa-Mãe</h3>
<p>“(...) O que resta a um ser da terra? A memória que foi. O que ficará para além dele enquanto alguém o lembrar à saída da padroeira numa qualquer procissão de paróquia. Com sorte, um retrato na casa-mãe, que desperta curiosidade, como os que preservamos nas paredes da nossa, cada vez mais preenchidas, como se fossem olhos que nos perscrutam lá no fundo da eternidade. (...)”.</p>
<p>-------------</p>
</div>
<div><strong>Autora: Paula Cabral</strong></div>
<p>&#160;</p>
<p>Esta nova colecção é coordenada pelo professor e crítico literário Vamberto Freitas.</p>
<div><img class="alignnone size-medium wp-image-93376" src="https://www.letraslavadas.pt/wp-content/uploads/2024/03/Vamberto-Freitas-300x114.png" alt="" width="300" height="114" /></div>
<div>
<p>&#160;</p>
</div>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/casa-mae/">Casa-Mãe</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Casa-Mãe</h3>
<h3>Paula Cabral</h3>
<p>Paula Rosa Vieira Cabral nasceu em 1967 e é natural da freguesia do Pico da Pedra, São Miguel. Licenciada em Línguas e Literaturas Modernas (Português/Inglês), pela Universidade dos Açores, é professora de Português na Escola Secundária Antero de Quental, em Ponta Delgada.<br />
Tem colaborado em jornais da ilha e da comunidade açoriana nos EUA, bem como no blogue “Azoreantorpor”, juntamente com outros autores.<br />
Publicou “Pedras de um Pico” (história da sua freguesia em versão infantojuvenil), em 1994; “Crónicas da minha Terra”, em 2017; participou com um conto na 3.ª edição de “Avenida Marginal”, Artes e Letras Editora, 2022; e colaborou com três poemas na revista literária “Grotta”, n.º 6, Letras Lavadas Edições, 2023.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://agendacores.pt/top-azores-22-provas-de-que-a-terceira-e-uma-ilha-de-escritores/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Vamberto Freitas</strong></a></p>
<p>Nasceu nas Fontinhas, Praia da Vitória, a 27 de Fevereiro de 1951. Iniciou os estudos secundários no então Liceu Nacional de Angra do Heroísmo, mas logo emigrou com a família para os Estados Unidos, indo fixar-se em Porterville, no Vale de São Joaquim, na Califórnia.</p>
<p>Estudou na California State University (Fullerton) onde obtém uma licenciatura em Estudos Latino-Americanos e na mesma universidade faz estudos de pós-graduação em Literatura Americana e Literatura Comparada. Em seguida, concluídos os estudos pedagógicos no Chapman College (Fullerton), lecciona na Escola Secundária de Cerritos, Califórnia.</p>
<p>Vamberto Freitas começa então a distinguir-se pela qualidade da sua actividade jornalística, publicando em jornais norte-americanos de língua portuguesa; nesse período, é nomeado correspondente estrangeiro na Califórnia do <em>Diário de Notícias</em> (Lisboa), funções que exerce de 1979 até 1991, data em que decide fixar-se nos Açores, em Ponta Delgada.</p>
<p>Regressado aos Açores, ao mesmo tempo que continua a colaborar no suplemento literário do <em>Diário de Notícias</em>, presta colaboração, por um breve trecho, à RTP-A e ingressa, como Leitor de Língua Inglesa, na Universidade dos Açores. É nomeado representante da Assembleia Legislativa Regional dos Açores no conselho nacional de opinião da RDP, cargo que exerceu por cerca de três anos.</p>
<p>Com o seu regresso e a sua entrada como docente da <a href="https://www.uac.pt/" target="_blank" rel="noopener">Universidade dos Açores</a>, Vamberto Freitas inicia um período de afirmação como crítico literário. A sua área de interesses incide sobre a <i>new world fiction</i>, a literatura da emigração portuguesa e, de forma especial, sobre a literatura açoriana e a chamada «literatura étnica» norte-americana, com particular enfoque sobre a geração de escritores luso-descendentes, emergente nos finais do século XX.</p>
<p>A par da docência, a sua actividade de crítico literário revela-se muito produtiva, com a publicação de uma dezena de livros e de grande número de títulos em revistas e suplementos culturais, ao mesmo tempo que participa, com comunicações, em jornadas e congressos de literatura norte-americana e cultura açoriana, no Canadá, Estados Unidos da América, Portugal (Açores, continente e Madeira), e em outros países.</p>
<p>Em 1995, fundou o <em>SAC, Suplemento Açoriano de Cultura</em>, caderno literário do <em>Correio dos Açores</em> (Ponta Delgada), que coordenou até à sua extinção, em 2001. Em 2003, funda o <em>SAAL</em>,<em> Suplemento Açoriano de Artes e Letras</em>, publicado como caderno autónomo da revista <em>Saber/Açores</em> (Ponta Delgada).</p>
<p>A sua intervenção neste campo incute uma nova dimensão e um novo sopro ao suplementarismo literário, em particular nos Açores, conferindo-lhe um papel destacado no panorama da crítica literária, de modo especial no universo de referência cultural de raiz açoriana.</p>
<p>Obras principais. (1990), <i>Jornal da Emigração. A L(USA)lândia Reinventada</i>. Angra do Heroísmo, Gabinete de Emigração e Apoio às Comunidades Açorianas. (1992), <i>Pátria ao Longe. Jornal da Emigração II</i>. Ponta Delgada, Signo. (1992), <i>O Imaginário dos Escritores Açorianos</i>. Lisboa, Salamandra. (1993), e Letras Lavadas (2.ª edição), <i>Para Cada Amanhã. Jornal de Emigrante</i>. Lisboa, Salamandra. (1994), <i>América. Entre a Realidade e a Ficção</i>. Lisboa, Salamandra. (1995), <i>Entre a Palavra e o Chão. Geografias do Afecto e da Memória</i>. Ponta Delgada, Jornal de Cultura. (1998), <i>Mar Cavado. Da Literatura Açoriana e Outras Narrativas</i>. Lisboa, Salamandra (1999), <i>A Ilha em Frente. Textos do Cerco e da Fuga</i>. Lisboa, Salamandra. (2002), <i>O Homem que era feito de Rede</i>, trad. do conto de Katherine Vaz, <i>Man Who Was Made Of Netting</i>. Lisboa, Salamandra. (2002), <i>Jornalismo e Cidadania: Dos Açores à Califórnia</i>. Lisboa, Salamandra (2002), <em>bordercrossings – leituras do transatlântico </em>1, 2, 3, 4, 5 e 6 (<a href="http://letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>).</p>
<p>ISBN: 9789897355899</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/casa-mae/">Casa-Mãe</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mês sem Sono</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/mes-sem-sono/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 May 2025 15:56:33 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=97030</guid>

					<description><![CDATA[<div>
<h3 dir="auto">Mês sem Sono - Reportagem da Visita dos Continentais aos Açores na primavera de 1924</h3>
<div dir="auto">“Estudar o testemunho de Armando Boaventura sobre a Viagem dos Continentais aos Açores em 1924 é fundamental para se conhecer e entender o que foi esta viagem. Os artigos de A Época e do <a href="http://casacomum.org/cc/diario_de_lisboa/">Diário de Lisboa</a> agora publicados constituem crónicas de viagem, que contam o percurso e os locais visitados, não deixando de incluir entrevistas e notas históricas e ensaísticas sobre aspetos históricos, políticos, económicos, sociais e religiosos dos Açores, bem como uma rica iconografia de desenhos etnográficos e dos colegas de viagem de Armando Boaventura, e também fotografias. Viu-se, assim, reforçada a identidade açoriana.”</div>
<p>&#160;</p>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto">Ana Cristina Correia Gil</div>
<div dir="auto"></div>
<p>&#160;</p>
<div dir="auto">“A Natureza dotou de muitas prendas Armando Boaventura: ele é orador, poeta, escritor, desenhador, caricaturista, e também alguma vez o ouvi tocar piano. Não podíamos, durante a viagem, deixar de andar sempre satisfeitos no convívio deste outro Proteu (melhor diríamos: Próteo), não mitológico, mas de carne e osso.”</div>
<div dir="auto"></div>
<p>&#160;</p>
<div dir="auto">José Leite de Vasconcelos Mês de Sonho, 1926, p. 147</div>
</div>
<div dir="auto"></div>
<div>-------</div>
<div><strong>Organização Ana Cristina Correia Gil e Vasco Medeiros Rosa</strong></div>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/mes-sem-sono/">Mês sem Sono</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3 dir="auto">Mês sem Sono &#8211; Reportagem da Visita dos Continentais aos Açores na primavera de 1924</h3>
<p><strong>Ana Cristina Correia Gil</strong></p>
<p>Professora e investigadora na área de Cultura Portuguesa, na Universidade dos Açores e no CHAM-Centro de Humanidades–NOVA–UAc. Dedica-se ao estudo de identidades nacionais e insulares, a partir das perspetivas cultural e literária.</p>
<p><strong>Vasco Medeiros Rosa</strong></p>
<p>Editor, jornalista e investigador literário, publicou cinco livros sobre Raul Brandão, entre os quais Raul Brandão e os Açores. Motivo, edição e recepção de «As Ilhas Desconhecidas. Notas e paisagens» de 1927, pela Companhia das Ilhas, em 2019. Participou no colóquio comemorativo do centenário da Visita dos Intelectuais aos Açores 1924-2024, na Universidade dos Açores. Escreve regularmente no Observador e no Diário dos Açores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>ISBN: 9789897356100</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/mes-sem-sono/">Mês sem Sono</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Diário de Um Homem Só</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/diario-de-um-homem-so/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 May 2025 08:43:30 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=96939</guid>

					<description><![CDATA[<div>
<h3 dir="auto">Diário de Um Homem Só</h3>
<div dir="auto">Este Diário de um homem só, chegou ao termo do seu prazo de validade, após 12 meses de desabafos e dor, cumpriu a missão, e não sendo de catarse, expurgou silêncios, prantos e medos, neste doentio e anómalo sossego, nesta calma podre, nesta serenidade irreal, nesta tranquilidade artificial de autocontrolo, nesta paz doméstica da solidão, sem agitação da vida em comum, sem o dessossego da tua doença, sem o tumulto das tuas crises, sem a desordem do lento e inexorável caminhar terminal do teu enfisema pulmonar. O tempo passa, aumenta a saudade, a dor, a impotência de te rever apenas em fotos e filmes, sem poder(mos) regressar aos locais que passam, todo o dia, nas imagens na moldura digital em frente a mim.</div>
</div>
<div dir="auto"></div>
<div>-------</div>
<div><strong>Autor: J. Chrys Chrystello</strong></div>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/diario-de-um-homem-so/">Diário de Um Homem Só</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Diário de Um Homem Só</h3>
<p><strong>J. Chrys Chrystello</strong></p>
<p>Cidadão australiano que não só acredita em multiculturalismo, como é disso um exemplo. Desde 1967 dedica-se ao jornalismo (rádio, televisão e imprensa) e desde 1977 à tradução Tem mais de 20 obras publicadas desde 1972 em poesia, ensaio político e crónicas. Divulga desde 1985 a descoberta na Austrália de vestígios da chegada dos Portugueses (1521-1525, mais de 250 anos antes do capitão Cook) e a existência: de tribos aborígenes falando Crioulo Português (há quatro séculos). Lecionou Linguística e Estudos Multiculturais a candidatos a tradutores e intérpretes em Sidney na UTS (Universidade de Tecnologia de Sydney) e Assessor de Literatura Portuguesa do Australia Council (1999-2005). Mentor dos finalistas de Literatura da ACL (Association for Computational Linguistics. Information Technology Research Institute) da University of Brighton no Reino Unido {2000-2012). Revisor (Transiation Studies Department) da Universidade de Helsínquia (2005-2012). -Foi Consultor do Programa REMA da Universidade dos Açores, (2008 a 2012), Académico Correspondente da AGLP (Academia Galega: da Língua Portuguesa) Nomeado Vice-Presidente de PPdM para a Oceânia do Movimento Poetas do Mundo, e Membro do Pen International (Açores) 2019. Sócio do WPM (World Poetry Movement) 2022. Editor dos Cadernos (de Estudos Açorianos da AICL online. Preside, desde 2010, à Direção da <a href="https://www.lusofonias.net/" target="_blank" rel="noopener">Associação Internacional dos Colóquios da Lusofonia</a>. Desde 2001-02 organiza os Colóquios da Lusofonia (36 edições, 2 ao ano) que editaram antologias de autores açorianos contemporâneos, muitos deles traduzidos por si para inglês.</p>
<p>Mais livros <a href="http://letraslavadas.pt">aqui</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>ISBN: 9789897355998</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/diario-de-um-homem-so/">Diário de Um Homem Só</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Às Peças</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/as-pecas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 May 2025 08:21:13 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=96929</guid>

					<description><![CDATA[<div>
<h3>Às Peças</h3>
<p>Reúnem-se no presente volume três peças de teatro de Alexandre Borges, incluindo “Tu de Quem És?”, escrita em co-autoria com Nuno Costa Santos, a partir de diálogos com os actores Miguel Damião e Lúcia Moniz, levada à cena em 2018 no Teatro Micaelense, em Ponta Delgada. Para além desta, encontrará o leitor nestas páginas mais duas comédias: “Instruções para uma Vida Normal”, estreada em 2021, no Teatro Municipal Amélia Rey Colaço, em Oeiras, com os actores Alice Medeiros e Tiago Fernandes e encenação de João André, numa co-produção Bruta/Companhia de Actores, e “República Popular do Parque Mayer”, texto nunca levado à cena. Três peças, três comédias, três reflexões em tom satírico sobre a açorianidade, o Portugal contemporâneo e a intimidade, no tempo de todas as pandemias.</p>
<p>-------------</p>
</div>
<div><strong>Autor: Alexandre Borges</strong></div>
<p>&#160;</p>
<p>Esta nova colecção é coordenada pelo professor e crítico literário Vamberto Freitas.</p>
<div><img class="alignnone size-medium wp-image-93376" src="https://www.letraslavadas.pt/wp-content/uploads/2024/03/Vamberto-Freitas-300x114.png" alt="" width="300" height="114" /></div>
<div>
<p>&#160;</p>
</div>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/as-pecas/">Às Peças</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Às Peças</h3>
<h3>Alexandre Borges</h3>
<p>Alexandre Borges é um escritor e argumentista natural de Angra do Heroísmo (1980), radicado em Lisboa desde 1998.<br />
É licenciado em Filosofia e formador de argumento, foi editor de cultura de “A Capital”, crítico de cinema do jornal “i” e integrou as equipas responsáveis por programas de televisão como “Prós &amp; Contras”, “Zapping”, “Equador”, “Tempo de Viver”, “Grandes Livros”, “Na Corda Bamba”, “Brainstorm”, “5 Para a Meia-noite”, “A Rede”, “Mal-amanhados &#8211; Os Novos Corsários das Ilhas” ou os documentários “A Arte no Tempo da Sida”, “A Ilha dos Gigantes” ou “O Dia que Abalou o Pensamento”. Em teatro, foi actor, encenador e trabalha hoje, essencialmente, na formação de jovens no contexto da Companhia de Actores.<br />
É director criativo de uma agência de comunicação e colaborador do jornal e da rádio “Observador”. Os seus livros “O Boato &#8211; Introdução ao Pessimismo” (Companhia das Ilhas, 2013) e “Atenção ao Intervalo entre o Caos e o Comboio” (N9na Poesia, 2021) estão incluídos no Plano Regional de Leitura dos Açores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://agendacores.pt/top-azores-22-provas-de-que-a-terceira-e-uma-ilha-de-escritores/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Vamberto Freitas</strong></a></p>
<p>Nasceu nas Fontinhas, Praia da Vitória, a 27 de Fevereiro de 1951. Iniciou os estudos secundários no então Liceu Nacional de Angra do Heroísmo, mas logo emigrou com a família para os Estados Unidos, indo fixar-se em Porterville, no Vale de São Joaquim, na Califórnia.</p>
<p>Estudou na California State University (Fullerton) onde obtém uma licenciatura em Estudos Latino-Americanos e na mesma universidade faz estudos de pós-graduação em Literatura Americana e Literatura Comparada. Em seguida, concluídos os estudos pedagógicos no Chapman College (Fullerton), lecciona na Escola Secundária de Cerritos, Califórnia.</p>
<p>Vamberto Freitas começa então a distinguir-se pela qualidade da sua actividade jornalística, publicando em jornais norte-americanos de língua portuguesa; nesse período, é nomeado correspondente estrangeiro na Califórnia do <em>Diário de Notícias</em> (Lisboa), funções que exerce de 1979 até 1991, data em que decide fixar-se nos Açores, em Ponta Delgada.</p>
<p>Regressado aos Açores, ao mesmo tempo que continua a colaborar no suplemento literário do <em>Diário de Notícias</em>, presta colaboração, por um breve trecho, à RTP-A e ingressa, como Leitor de Língua Inglesa, na Universidade dos Açores. É nomeado representante da Assembleia Legislativa Regional dos Açores no conselho nacional de opinião da RDP, cargo que exerceu por cerca de três anos.</p>
<p>Com o seu regresso e a sua entrada como docente da <a href="https://www.uac.pt/" target="_blank" rel="noopener">Universidade dos Açores</a>, Vamberto Freitas inicia um período de afirmação como crítico literário. A sua área de interesses incide sobre a <i>new world fiction</i>, a literatura da emigração portuguesa e, de forma especial, sobre a literatura açoriana e a chamada «literatura étnica» norte-americana, com particular enfoque sobre a geração de escritores luso-descendentes, emergente nos finais do século XX.</p>
<p>A par da docência, a sua actividade de crítico literário revela-se muito produtiva, com a publicação de uma dezena de livros e de grande número de títulos em revistas e suplementos culturais, ao mesmo tempo que participa, com comunicações, em jornadas e congressos de literatura norte-americana e cultura açoriana, no Canadá, Estados Unidos da América, Portugal (Açores, continente e Madeira), e em outros países.</p>
<p>Em 1995, fundou o <em>SAC, Suplemento Açoriano de Cultura</em>, caderno literário do <em>Correio dos Açores</em> (Ponta Delgada), que coordenou até à sua extinção, em 2001. Em 2003, funda o <em>SAAL</em>,<em> Suplemento Açoriano de Artes e Letras</em>, publicado como caderno autónomo da revista <em>Saber/Açores</em> (Ponta Delgada).</p>
<p>A sua intervenção neste campo incute uma nova dimensão e um novo sopro ao suplementarismo literário, em particular nos Açores, conferindo-lhe um papel destacado no panorama da crítica literária, de modo especial no universo de referência cultural de raiz açoriana.</p>
<p>Obras principais. (1990), <i>Jornal da Emigração. A L(USA)lândia Reinventada</i>. Angra do Heroísmo, Gabinete de Emigração e Apoio às Comunidades Açorianas. (1992), <i>Pátria ao Longe. Jornal da Emigração II</i>. Ponta Delgada, Signo. (1992), <i>O Imaginário dos Escritores Açorianos</i>. Lisboa, Salamandra. (1993), e Letras Lavadas (2.ª edição), <i>Para Cada Amanhã. Jornal de Emigrante</i>. Lisboa, Salamandra. (1994), <i>América. Entre a Realidade e a Ficção</i>. Lisboa, Salamandra. (1995), <i>Entre a Palavra e o Chão. Geografias do Afecto e da Memória</i>. Ponta Delgada, Jornal de Cultura. (1998), <i>Mar Cavado. Da Literatura Açoriana e Outras Narrativas</i>. Lisboa, Salamandra (1999), <i>A Ilha em Frente. Textos do Cerco e da Fuga</i>. Lisboa, Salamandra. (2002), <i>O Homem que era feito de Rede</i>, trad. do conto de Katherine Vaz, <i>Man Who Was Made Of Netting</i>. Lisboa, Salamandra. (2002), <i>Jornalismo e Cidadania: Dos Açores à Califórnia</i>. Lisboa, Salamandra (2002), <em>bordercrossings – leituras do transatlântico </em>1, 2, 3, 4, 5 e 6 (<a href="http://letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>).</p>
<p>ISBN: 9789897355905</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/as-pecas/">Às Peças</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cantata e Outros Poemas Errantes</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/cantata-e-outros-poemas-errantes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 May 2025 16:01:09 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=96924</guid>

					<description><![CDATA[<div>
<h3>Cantata e Outros Poemas Errantes</h3>
<p>Este livro é composto por três agrupamentos:</p>
<p>1. Materiais de construção<br />
As palavras prodigiosas da língua portuguesa são o material dúctil e<br />
generoso em que se ergue a arquitectura dos poemas.</p>
<p>2. Cantata<br />
Sendo uma composição da expressão musical, aqui é desenvolvida<br />
num discurso com dois andamentos (toada e melopeia), convocando<br />
o gerúndio como forma de marcar o fluir da vida circunstancial e<br />
frenética, desafiante e perturbadora, rotineira e imprevisível</p>
<p>3. Poemas errantes<br />
Onde a apreensão do real literário é feita de memórias erradias de<br />
onde emergem espaços e memórias de afeições e emoções.</p>
<p>Caberá ao leitor a apropriação dos poemas,<br />
tendo em consideração a epígrafe desta obra:<br />
«O que mais vale na poesia é o indizível<br />
e é por isso que o mais importante<br />
é o que se passa entre linhas».</p>
<p>P. Reverdy – “Le livre de bon bord”</p>
<p>-------------</p>
</div>
<div><strong>Autor: Vasco Pereira da Costa</strong></div>
<p>&#160;</p>
<p>Esta nova colecção é coordenada pelo professor e crítico literário Vamberto Freitas.</p>
<div><img class="alignnone size-medium wp-image-93376" src="https://www.letraslavadas.pt/wp-content/uploads/2024/03/Vamberto-Freitas-300x114.png" alt="" width="300" height="114" /></div>
<div>
<p>&#160;</p>
</div>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/cantata-e-outros-poemas-errantes/">Cantata e Outros Poemas Errantes</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Cantata e Outros Poemas Errantes</h3>
<h3>Vasco Pereira da Costa</h3>
<p>Nascido em Angra do Heroísmo, ilha Terceira (Açores), em 1948.<br />
Professor do ensino secundário e do ensino superior entre 1972 e 201Vasco Pereira da Costa9.<br />
Doutor Honoris Causa pela Universidade de São José (Macau).<br />
Cônsul Honorário de França em Coimbra (1998-2001).<br />
Director do Departamento de Cultura, Turismo e Espaços Verdes da Câmara Municipal de Coimbra (1991-2001).<br />
Director Regional da Cultura do Governo dos Açores (2001-2008).<br />
Conselheiro Nacional da UNESCO (2004-2008).<br />
Membro do Conselho Directivo da Fundação Luso-americana para o Desenvolvimento (2009-2012).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://agendacores.pt/top-azores-22-provas-de-que-a-terceira-e-uma-ilha-de-escritores/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Vamberto Freitas</strong></a></p>
<p>Nasceu nas Fontinhas, Praia da Vitória, a 27 de Fevereiro de 1951. Iniciou os estudos secundários no então Liceu Nacional de Angra do Heroísmo, mas logo emigrou com a família para os Estados Unidos, indo fixar-se em Porterville, no Vale de São Joaquim, na Califórnia.</p>
<p>Estudou na California State University (Fullerton) onde obtém uma licenciatura em Estudos Latino-Americanos e na mesma universidade faz estudos de pós-graduação em Literatura Americana e Literatura Comparada. Em seguida, concluídos os estudos pedagógicos no Chapman College (Fullerton), lecciona na Escola Secundária de Cerritos, Califórnia.</p>
<p>Vamberto Freitas começa então a distinguir-se pela qualidade da sua actividade jornalística, publicando em jornais norte-americanos de língua portuguesa; nesse período, é nomeado correspondente estrangeiro na Califórnia do <em>Diário de Notícias</em> (Lisboa), funções que exerce de 1979 até 1991, data em que decide fixar-se nos Açores, em Ponta Delgada.</p>
<p>Regressado aos Açores, ao mesmo tempo que continua a colaborar no suplemento literário do <em>Diário de Notícias</em>, presta colaboração, por um breve trecho, à RTP-A e ingressa, como Leitor de Língua Inglesa, na Universidade dos Açores. É nomeado representante da Assembleia Legislativa Regional dos Açores no conselho nacional de opinião da RDP, cargo que exerceu por cerca de três anos.</p>
<p>Com o seu regresso e a sua entrada como docente da <a href="https://www.uac.pt/" target="_blank" rel="noopener">Universidade dos Açores</a>, Vamberto Freitas inicia um período de afirmação como crítico literário. A sua área de interesses incide sobre a <i>new world fiction</i>, a literatura da emigração portuguesa e, de forma especial, sobre a literatura açoriana e a chamada «literatura étnica» norte-americana, com particular enfoque sobre a geração de escritores luso-descendentes, emergente nos finais do século XX.</p>
<p>A par da docência, a sua actividade de crítico literário revela-se muito produtiva, com a publicação de uma dezena de livros e de grande número de títulos em revistas e suplementos culturais, ao mesmo tempo que participa, com comunicações, em jornadas e congressos de literatura norte-americana e cultura açoriana, no Canadá, Estados Unidos da América, Portugal (Açores, continente e Madeira), e em outros países.</p>
<p>Em 1995, fundou o <em>SAC, Suplemento Açoriano de Cultura</em>, caderno literário do <em>Correio dos Açores</em> (Ponta Delgada), que coordenou até à sua extinção, em 2001. Em 2003, funda o <em>SAAL</em>,<em> Suplemento Açoriano de Artes e Letras</em>, publicado como caderno autónomo da revista <em>Saber/Açores</em> (Ponta Delgada).</p>
<p>A sua intervenção neste campo incute uma nova dimensão e um novo sopro ao suplementarismo literário, em particular nos Açores, conferindo-lhe um papel destacado no panorama da crítica literária, de modo especial no universo de referência cultural de raiz açoriana.</p>
<p>Obras principais. (1990), <i>Jornal da Emigração. A L(USA)lândia Reinventada</i>. Angra do Heroísmo, Gabinete de Emigração e Apoio às Comunidades Açorianas. (1992), <i>Pátria ao Longe. Jornal da Emigração II</i>. Ponta Delgada, Signo. (1992), <i>O Imaginário dos Escritores Açorianos</i>. Lisboa, Salamandra. (1993), e Letras Lavadas (2.ª edição), <i>Para Cada Amanhã. Jornal de Emigrante</i>. Lisboa, Salamandra. (1994), <i>América. Entre a Realidade e a Ficção</i>. Lisboa, Salamandra. (1995), <i>Entre a Palavra e o Chão. Geografias do Afecto e da Memória</i>. Ponta Delgada, Jornal de Cultura. (1998), <i>Mar Cavado. Da Literatura Açoriana e Outras Narrativas</i>. Lisboa, Salamandra (1999), <i>A Ilha em Frente. Textos do Cerco e da Fuga</i>. Lisboa, Salamandra. (2002), <i>O Homem que era feito de Rede</i>, trad. do conto de Katherine Vaz, <i>Man Who Was Made Of Netting</i>. Lisboa, Salamandra. (2002), <i>Jornalismo e Cidadania: Dos Açores à Califórnia</i>. Lisboa, Salamandra (2002), <em>bordercrossings – leituras do transatlântico </em>1, 2, 3, 4, 5 e 6 (<a href="http://letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>).</p>
<p>ISBN: 9789897355882</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/cantata-e-outros-poemas-errantes/">Cantata e Outros Poemas Errantes</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>As Três Vidas de Humberto Santiago</title>
		<link>https://www.letraslavadas.pt/as-tres-vidas-de-humberto-santiago/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 May 2025 14:45:09 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.letraslavadas.pt/?post_type=product&#038;p=96919</guid>

					<description><![CDATA[<div>
<h3>As Três Vidas de Humberto Santiago</h3>
<p>Não fazia parte da dicotomia bom - mau, certo - errado permanecendo estranho aos dois lados, com dificuldade de opção, nem enquadrado nem desenquadrado. A homossexualidade era apenas uma preferência envolvida em contradições e relações de poder… No quotidiano a memória como força de esquecimento leva-o a uma permanente busca de algo maior, a um sinal de esperança…</p>
<p>Para Humberto Santiago a memória foi essa grande enganadora que o levou a interpretar os factos reais da sua vida passada como num sonho em modo de realidade, mas que o fez compreender as suas “vidas”, com a claridade de um futuro inesperado à luz do presente.</p>
<p>-------------</p>
</div>
<div><strong>Autora: Leonor Duarte de Almeida</strong></div>
<p>&#160;</p>
<p>Esta nova colecção é coordenada pelo professor e crítico literário Vamberto Freitas.</p>
<div><img class="alignnone size-medium wp-image-93376" src="https://www.letraslavadas.pt/wp-content/uploads/2024/03/Vamberto-Freitas-300x114.png" alt="" width="300" height="114" /></div>
<div>
<p>&#160;</p>
</div>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/as-tres-vidas-de-humberto-santiago/">As Três Vidas de Humberto Santiago</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>As Três Vidas de Humberto Santiago</h3>
<h3>Leonor Duarte de Almeida</h3>
<p>Vive em Lisboa, cidade onde nasceu.<br />
Médica oftalmologista e Doutorada em Bioética, foi Professora Auxiliar convidada em Oftalmologia na Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa. Integra a Comissão de Ética do Hospital dos Lusíadas (Amadora). Vice-presidente do Conselho Disciplinar da Ordem dos Médicos da Região Sul, no triénio 2019-2022.<br />
É autora de livros de ficção (conto e romance):<br />
“Esgares e sorrisos” (2002), Prémio Revelação da SOPEAM 2002 e nomeado para o Prémio de Novos Autores Portugueses pelo IPLB;<br />
“Só me faltava ser viúva” (2004);<br />
“Gaivotas em fim de Verão” (2007);<br />
“Homem e cão em união de facto” (2017);<br />
“O estranho mundo do confinamento”, livro a quatro mãos (2022).<br />
Colaborou nos livros “Os Dias da Peste” (2021), comemorativo do centenário do PEN Internacional e “As Cores da Liberdade” (2024), ambos de iniciativa do PEN Portugal. Membro da SOPEAM (Sociedade Portuguesa de Escritores) e do PEN Portugal (Poesia, Ensaio, Narrativa).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://agendacores.pt/top-azores-22-provas-de-que-a-terceira-e-uma-ilha-de-escritores/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Vamberto Freitas</strong></a></p>
<p>Nasceu nas Fontinhas, Praia da Vitória, a 27 de Fevereiro de 1951. Iniciou os estudos secundários no então Liceu Nacional de Angra do Heroísmo, mas logo emigrou com a família para os Estados Unidos, indo fixar-se em Porterville, no Vale de São Joaquim, na Califórnia.</p>
<p>Estudou na California State University (Fullerton) onde obtém uma licenciatura em Estudos Latino-Americanos e na mesma universidade faz estudos de pós-graduação em Literatura Americana e Literatura Comparada. Em seguida, concluídos os estudos pedagógicos no Chapman College (Fullerton), lecciona na Escola Secundária de Cerritos, Califórnia.</p>
<p>Vamberto Freitas começa então a distinguir-se pela qualidade da sua actividade jornalística, publicando em jornais norte-americanos de língua portuguesa; nesse período, é nomeado correspondente estrangeiro na Califórnia do <em>Diário de Notícias</em> (Lisboa), funções que exerce de 1979 até 1991, data em que decide fixar-se nos Açores, em Ponta Delgada.</p>
<p>Regressado aos Açores, ao mesmo tempo que continua a colaborar no suplemento literário do <em>Diário de Notícias</em>, presta colaboração, por um breve trecho, à RTP-A e ingressa, como Leitor de Língua Inglesa, na Universidade dos Açores. É nomeado representante da Assembleia Legislativa Regional dos Açores no conselho nacional de opinião da RDP, cargo que exerceu por cerca de três anos.</p>
<p>Com o seu regresso e a sua entrada como docente da <a href="https://www.uac.pt/" target="_blank" rel="noopener">Universidade dos Açores</a>, Vamberto Freitas inicia um período de afirmação como crítico literário. A sua área de interesses incide sobre a <i>new world fiction</i>, a literatura da emigração portuguesa e, de forma especial, sobre a literatura açoriana e a chamada «literatura étnica» norte-americana, com particular enfoque sobre a geração de escritores luso-descendentes, emergente nos finais do século XX.</p>
<p>A par da docência, a sua actividade de crítico literário revela-se muito produtiva, com a publicação de uma dezena de livros e de grande número de títulos em revistas e suplementos culturais, ao mesmo tempo que participa, com comunicações, em jornadas e congressos de literatura norte-americana e cultura açoriana, no Canadá, Estados Unidos da América, Portugal (Açores, continente e Madeira), e em outros países.</p>
<p>Em 1995, fundou o <em>SAC, Suplemento Açoriano de Cultura</em>, caderno literário do <em>Correio dos Açores</em> (Ponta Delgada), que coordenou até à sua extinção, em 2001. Em 2003, funda o <em>SAAL</em>,<em> Suplemento Açoriano de Artes e Letras</em>, publicado como caderno autónomo da revista <em>Saber/Açores</em> (Ponta Delgada).</p>
<p>A sua intervenção neste campo incute uma nova dimensão e um novo sopro ao suplementarismo literário, em particular nos Açores, conferindo-lhe um papel destacado no panorama da crítica literária, de modo especial no universo de referência cultural de raiz açoriana.</p>
<p>Obras principais. (1990), <i>Jornal da Emigração. A L(USA)lândia Reinventada</i>. Angra do Heroísmo, Gabinete de Emigração e Apoio às Comunidades Açorianas. (1992), <i>Pátria ao Longe. Jornal da Emigração II</i>. Ponta Delgada, Signo. (1992), <i>O Imaginário dos Escritores Açorianos</i>. Lisboa, Salamandra. (1993), e Letras Lavadas (2.ª edição), <i>Para Cada Amanhã. Jornal de Emigrante</i>. Lisboa, Salamandra. (1994), <i>América. Entre a Realidade e a Ficção</i>. Lisboa, Salamandra. (1995), <i>Entre a Palavra e o Chão. Geografias do Afecto e da Memória</i>. Ponta Delgada, Jornal de Cultura. (1998), <i>Mar Cavado. Da Literatura Açoriana e Outras Narrativas</i>. Lisboa, Salamandra (1999), <i>A Ilha em Frente. Textos do Cerco e da Fuga</i>. Lisboa, Salamandra. (2002), <i>O Homem que era feito de Rede</i>, trad. do conto de Katherine Vaz, <i>Man Who Was Made Of Netting</i>. Lisboa, Salamandra. (2002), <i>Jornalismo e Cidadania: Dos Açores à Califórnia</i>. Lisboa, Salamandra (2002), <em>bordercrossings – leituras do transatlântico </em>1, 2, 3, 4, 5 e 6 (<a href="http://letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>).</p>
<p>ISBN: 9789897355882</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt/as-tres-vidas-de-humberto-santiago/">As Três Vidas de Humberto Santiago</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.letraslavadas.pt">Letras Lavadas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
